Por Giulio SanmartiniQuanto mais se mexe na fossa negra do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) mais sobem os miasmas nauseabundos dos dejetos de sua corrupção.A confusão atingiu tal dimensão que valores começam a ser confundidos. Passou a considerar-se um fato normalíssimo que ele tenha uma filha fora do casamento, que isso faz parte de sua vida particular e que ninguém tem nada a ver com isso. Este é um grande engano, ou a banalização de uma conduta imoral. Ora, a um representante de seu estado junto ao poder Legislativa, exige-se no mínimo que seja ilibado, que tenha um conduta proba, duas qualidades que são incompatíveis com o adultério, que é uma violação, transgressão da regra de fidelidade conjugal imposta pelo contrato matrimonial. O senador mostra arrependimento com relação à sua mulher legítima, mas não demonstra vergonha junto aos seus eleitores pela imoralidade cometida. O tratamento que vem recebendo de seus pares é também de um machismo vergonhoso, é tratado como o “Garanhão das Alagoas”, tenho certeza que se fato idêntico acontecesse com uma senadora, ou seja que esta tivesse um filho fora do casamento, chamada e tratada por mundana.Fato é que o lobista Cláudio Gontijo, pagou em espécie a devida pensão alimentícia da amante e da filha do senador, com um dinheiro, cuja proveniência não está, por mais que tentem, esclarecida. A cada tentativa. como quem anda nas areias movediças, Calheiros afunda mais.Ontem Amaury Ribeiro Jr. do Correio Braziliense, publicou uma matéria :” Operação navalha: senador Renan Calheiros omitiu bens à Receita Federal”, relata o jornalista que uma investigação da Receita Federal, mostra que o senador somente declarou duas fazendas e parte dos rendimentos com lucros presumidos com atividade rural após a denúncia de supostas ligações com Gontijo.A retificação que foi descoberta agora pelos auditores da Receita Federal, mostra que a declaração de glebas rurais, que o senador mostrou como fonte de renda para sustentar a segunda família, foram anteriormente omitidas ao fisco e somente declaradas agora depois de ter estourado o escândalo.Essa declaração retificadora tem um prazo de até 5 anos para ser apresentada, portanto esse artifício usado pelo senador, apesar de imoral, não caracteriza sonegação fiscal, mas compromete mais ainda a defesa de Renan.A pergunta que se faz é a seguinte: por que esses bens foram declarados somente agora depois da confusão?Uma pesquisa de opinião mostra que 93,3% dos entrevistados não acreditam que Renan Calheiros tenho pago com seu dinheiro as despesas de sua ex amante Mônica Veloso. Isso faz ver que sua permanência no cargo é uma afronta à dignidade, um insulto à sociedade e um perigo para a democracia.Portanto, acordem senadores, peguem o que ainda lhes restar de hombridade e bradem junto com os brasileiros de bem:FORA RENAN CALHEIROS!
Fonte: prosa & politica
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