quarta-feira, dezembro 31, 2014

O povo tem o governo que merece, e aí está, a prefeita "anafel" que Jeremoabo escolheu. ...


Para não esquecer: gravem na memória e no sentimento, o Decreto abaixo que marcou o ano, e, vale ser lembrado, principalmente nas próximas eleições.
Brasão

PrefeituraMunicipaldeJeremoabo
EstadodaBahia
CNPJ:13.809.041/000175
RuaDr.JoséGonçalvesdeSá,24,Centro–JeremoaboBA.CEP:48.540970
Fone:(0xx75)32032106/2102Fone/Fax:(0xx75)32032477.
DECRETO Nº 044/2014
“Decreta feriado no Município de
Jeremoabo no dia 26 de Dezembro
de 2014, sexta-feira, e dá outras
providências.”
A CHEFE DO EXECUTIVO MUNICIPAL DE JEREMOABO, ESTADO DA BAHIA,
ANABEL DE SÁ LIMA CARVALHO, no uso de suas atribuições legais
e em conformidade com o disposto no artigo 103, I, “i” da Lei
Orgânica Municipal e
CONSIDERANDO que no dia 25 de Dezembro de 2014, Quinta feira,
pelo calendário nacional é o Dia de Natal, feriado nacional;
CONSIDERANDO as manifestações religiosas que ocorrem neste
dia;
CONSIDERANDO que o dia 26 de dezembro de 2014 cai na sextafeira
e esta é a última sexta-feira do ano;
CONSIDERANDO a necessidade de prévia divulgação deste Decreto
junto à comunidade.
D E C R E T A:
Art. 1º. Fica decretado Feriado no Município de Jeremoabo no
dia 26 de Dezembro de 2014, sexta-feira, em decorrência do
feriado de Natal dia 25 de Dezembro de 2014 ser em uma quintafeira.
Art. 2º. Este decreto entra em vigor na data de sua
publicação.
GABINETE DA PREFEITA, em 23 de dezembro de 2014.
ANABEL DE SÁ LIMA CARVALHO
Prefeita de Jeremoabo
Esta edição encontra-se no site: www.jeremoabo.ba.io.org.br em servidor certificado ICP-BRASIL
Jeremoabo
CERTIFICAÇÃO DIGITAL: T4/ZGUTVOP8PHMP6ODMMBA
Terça-feira
30 de Dezembro de 2014




Jeremoabo: Prefeita decreta feriado municipal na sexta-feira (26)

POSTADO POR ADALBERTO MORENO EM 24 DE DEZEMBRO DE 2014

Os bancos também não funcionarão na última sexta-feira do ano (nosso grifo)

BrasãoPor Adalberto Moreno
A prefeita de Jeremoabo, Anabel de Sá Lima Carvalho, assinou na última terça-feira (23), o decreto que determina Feriado Municipal na próxima sexta-feira, dia 26 de dezembro. Assim, não haverá expediente para a maioria dos servidores da administração pública municipal, com exceção dos setores de emergência da Saúde, Hospital Municipal de Jeremoabo, SAMU; área de segurança e vigilância dos prédios e setores públicos, serviços esses considerados essenciais à comunidade e que não serão paralisados.
Os bancos, bem como os órgãos públicos das esferas federal e estadual, também obedecerão ao decreto do feriado. (Nosso grifo).
CERTIFICAÇÃO DIGITAL: T4/ZGUTVOP8PHMP6ODMMBA
Esta edição encontra-se no site: www.jeremoabo.ba.io.org.br em servidor certificado ICP-BRASIL

Comentário do Blog:
Pelo que podemos observar no Decreto da Prefeita e na informação do site Jeremoabo Agora, existe dois feriados.
O primeiro através do Decreto da prefeita "anafel", dia 26.12.14, e o outro BOCAL, decretando a sexta-feira último dia do ano.
                                         Foto ilustrativa


Familiar
Pode-se dizer tudo do Governo de Anabel em Jeremoabo, menos que ela não é familiar. Até cunhado - que não é parente - ganhou vaga. Enquanto isso até cafezinho esta limitado na prefeitura. 

Sainte

Luiz Brito

Todos os corruptos são idiotas e serão pegoscedo ou tarde.



CORREIOBRAZILIENSE.COM.BR|POR CORREIO BRAZILIENSE
Henrique Pizzolato, Guido Mantega, o “7 x 1″ , Graça Foster, presidente Dilma, Lula, Joaquim Barbosa, Petrobras, Barack Obama são apenas alguns dos vencedores.
DIARIODOPODER.COM.BR




Com o (des)governo "anafel" só podemos dizer...

(IN) FELIZ ANO NOVO...

Vale também para 2014/2015
...na luta indigesta...

...no lado sombrio 
do fio da navalha...

...com os ratos nas tocas rondando os navios!

(Faz muito tempo que um ano não começa sob augúrios tão terríveis: recessão econômica inevitável e que poderá  virar depressão, a quase certeza de que ocorrerão turbulências políticas e a posse do pior Ministério brasileiro de todos os tempos, períodos ditatoriais excluídos. Então, não iludirei ninguém: 2015 está, de antemão, perdido. Meus votos são de que a ele sobrevivamos tão ilesos quanto possível, para, talvez, começarmos a sair do buraco em 2016.)




FELIZ ESTRESSE EM 2015


Eduardo Aquino












Foto de Jesseú Emerick.


Com as medidas, concessão dos benefícios terá regras mais rigorosas. Futuro ministro disse que mudança gera economia de R$ 18 bi por ano.
G1.GLOBO.COM
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Direto ao Assunto, 30 de dezembro de 2014.


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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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