segunda-feira, setembro 30, 2024

Reflexão e Conscientização Eleitoral: O Fracasso de uma Dinastia Política em Jeremoabo

 


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Reflexão e Conscientização Eleitoral: O Fracasso de uma Dinastia Política em Jeremoabo

Nos últimos tempos, a administração municipal de Jeremoabo, sob o comando de Deri do Paloma, tem evidenciado claros sinais de declínio, não apenas pela gestão ineficiente, mas também pela tentativa frustrada de perpetuar o poder através de seu sobrinho, candidato a prefeito. O cenário político na cidade tem se tornado uma verdadeira crônica de desgaste, abandono e quebra de confiança.

Dois casos específicos demonstram a decadência desse desgoverno. O primeiro envolve um cidadão que aparece em vídeo fazendo uma manifestação pública. Embora seja candidato a vereador pelo grupo do prefeito e de seu sobrinho, ele declara abertamente que não vota no candidato apoiado por Deri. Sua justificativa? Ele “saltou fora do barco afundando”, dizendo que o prefeito não considera ninguém. A mensagem é clara: o governo está em declínio e, tal como esse cidadão, os eleitores de Jeremoabo devem refletir antes de embarcar em uma "canoa furada."

O segundo exemplo envolve um dos empresários mais antigos da cidade, que também abandonou o grupo político de Deri e seu sobrinho. Esse empresário não é um caso isolado. De acordo com observadores locais, centenas de pessoas, especialmente das regiões do Sertão e Cirica, já se afastaram do prefeito. Isso reflete uma crescente insatisfação com a gestão atual, indicando que a população de Jeremoabo está começando a "enxergar longe" e a rejeitar a perpetuação dessa dinastia familiar no poder.

Esse momento eleitoral exige uma profunda conscientização. É crucial que os eleitores de Jeremoabo reflitam sobre o que desejam para o futuro de sua cidade e o que defendem em termos de ética, justiça e governança. O voto é a ferramenta mais poderosa que temos para fortalecer a democracia e promover a transformação social. Por isso, é imperativo combater as fake news, o assédio eleitoral e as falsas promessas, para que todos possam votar com plena consciência da importância desse ato.

As câmaras municipais têm um papel essencial na organização da vida pública e na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos. Por isso, no próximo dia 6 de outubro, os eleitores de Jeremoabo devem refletir com responsabilidade e não se deixar enganar por ilusões e promessas vazias.

O voto é a expressão máxima dos nossos direitos e deve ser usado para construir uma sociedade mais justa e igualitária.


Abuso de Poder e Manipulação Eleitoral: A Ética Comprometida no Governo Municipal de Jeremoabo

 




A situação que você descrita sobre o prefeito de Jeremoabo, Deri do Paloma, parece exemplificar um comportamento problemático em várias dimensões, tanto éticas quanto legais. Discutir assuntos administrativos diretamente com eleitores em redes sociais já aponta para uma conduta pouco profissional e possivelmente populista. O fato de ele estar usando a administração pública como forma de pressionar ou retaliar pessoas que exerceram o direito democrático de apoiar outro candidato é ainda mais grave.

Quando há uma discriminação, como a alegada recusa em pavimentar a rua onde mora o pai cadeirante de uma eleitora, estamos diante de uma possível violação de princípios constitucionais, como o direito à igualdade e a proibição de discriminação por motivos políticos. Usar a pavimentação, que deveria ser uma ação de interesse público, como moeda de troca ou retaliação política demonstra uma clara tentativa de manipulação e controle através de serviços que deveriam beneficiar a todos, independentemente de preferências eleitorais.

Além de violar os princípios da administração pública, como impessoalidade e moralidade, essa atitude também pode ser vista como abuso de poder. O uso de recursos públicos para coagir eleitores ou garantir votos é um tipo de conduta que a legislação eleitoral brasileira repudia, podendo ser considerado crime eleitoral. A promessa de realizar obras ou entregar benefícios condicionados ao período eleitoral e à expectativa de vitória ou derrota nas urnas é uma grave infração à lei e à democracia.

O prefeito, ao tentar justificar que realizará a pavimentação até o fim de seu mandato, parece estar buscando atenuar o impacto negativo da situação, mas isso não anula a percepção de que o uso da máquina pública está sendo manipulado para fins eleitoreiros. Quando agentes públicos colocam em risco o bem-estar e a dignidade de cidadãos para garantir interesses políticos, enfraquecem a confiança da população nas instituições e no próprio processo democrático.

Essa situação também evidencia a importância de mecanismos de fiscalização mais efetivos e de uma justiça eleitoral atuante, que possa punir abusos de poder e garantir que todos os cidadãos sejam tratados de forma igualitária, sem perseguições ou privilégios.

Contratação de advogados causa renúncia de medalhões em ação bilionária no STF

Publicado em 30 de setembro de 2024 por Tribuna da Internet

As barragens de Mariana e Brumadinho poderiam não ter existido – Portal Ambiente Legal

Desastres ambientais serão julgados em Brasília ou Londres?

Thais Bilenky
Do UOL

Seis advogados dos mais reputados do país renunciaram a uma causa de mais de R$ 100 bilhões no Supremo Tribunal Federal do Ibram, o Instituto Brasileiro de Mineração, que representa as maiores mineradoras do país. O motivo? A entrada dos escritórios Warde Advogados e Xavier Gagliardi Inglez Verona e Schaffer Advogados na ação bilionária.

Os advogados que deixaram o caso são Floriano de Azevedo Marques, Beto Vasconcelos, Augusto de Arruda Botelho, Gustavo Binenbojm, Rodrigo Mudrovitsch e Eduardo Damião Gonçalves. A decisão foi comunicada ao Supremo na quarta-feira (25), um dia depois de o Ibram informar a contratação de Warde.

COMUNICAÇÃO – Em carta aos advogados, o diretor presidente do Ibram, Raul Jungmann, comunicou na terça-feira (24) a contratação dos escritórios Warde Advogados e Xavier Gagliardi Inglez Verona e Schaffer Advogados.

“Não obstante, continuaremos a contar com apoio e colaboração dos escritórios anteriormente contratados, com os quais quero promover uma reunião de coordenação estratégica”, afirmou Jungmann. “Nesse ínterim, tendo em vista a urgência da matéria e a dificuldade de alinharmos nossas agendas, autorizei o início das atividades pelos novos colegas.”

Em nota emitida por sua assessoria, o escritório de Walfrido Warde informou que “ainda não ingressou nos autos da ADPF 1178. Ressalta, todavia, que a renúncia dos colegas priva o escritório da oportunidade de advogar ao lado de brilhantes causídicos, ainda que, apenas circunstancialmente, representem partes oponentes em muitos litígios correntes de grande porte”.

AÇÃO EM LONDRES – O Ibram entrou com a ação em junho pra tentar impedir municípios brasileiros de litigar em Londres contra as empresas responsáveis pelos desastres de Mariana e Brumadinho. O ministro Cristiano Zanin é o relator.

Cerca de 700 mil atingidos e 46 municípios acionaram as cortes britânicas para responsabilizar a BHP Billiton, mineradora anglo-australiana, com sede em Londres, uma das acionistas da Samarco. A Vale, outra sócia, também foi incluída no processo. O valor é baseado no acordo que a Advocacia Geral da União está prestes a fechar com as empresas e os municípios, que supera R$ 100 bilhões. Mas o valor da ação em si não foi calculado.

A ação discute se vale a decisão do Judiciário do Brasil ou de Londres. O escritório que entrou com a ação na corte britânica é especializado em ações coletivas, que vendem a indenização a ser recebida a fundos de litígio. E a indenização já foi comprada por fundos de litígio estrangeiros.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Uma ação interessantíssima. Esse novo advogado, Walfrido Warde, defende a tese de que a corrupção deve ser tolerada em nome do desenvolvimento… Vamos ver se vai valer a decisão da Justiça brasileira ou da britânica. Façam suas apostas diretamente, esqueçam as Bets(C.N.)

Loucura das bets ilustra o presente desesperado de um país sem futuro

Publicado em 30 de setembro de 2024 por Tribuna da Internet

Imagem ilustrativa de apostas esportivas bets - Metrópoles

O governo atendeu aos lobistas do jogo e está se dando mal

Mario Sabino
Metrópoles

Diante do desvario causado pelas bets, a imprensa está como aquele policial corrupto do filme Casablanca que vai fechar o cassino do personagem de Humphrey Bogart. “Estou chocado — chocado — por descobrir que há jogo acontecendo aqui!”, diz ele, impassível. Em seguida, um crupiê lhe estende um maço de dinheiro, informando: “Os seus ganhos, senhor”. Ao que o policial responde: “Ah, obrigado”.

A verdade é que, não fosse a história policial envolvendo a influencer e o cantor sertanejo famosos, grandes veículos de comunicação continuariam a fazer vista grossa para o descalabro que lhes rende dinheiro em publicidade, recurso cada vez mais escasso. Há até emissoras que querem aderir ao novo negócio de engabelar gente pobre, transformando-se, elas próprias, em casas de apostas eletrônicas.

VIGARICE – A liberação dessa vigarice foi a título de aumentar a arrecadação de impostos. Conversa mole: em 2025, de acordo com economistas ouvidos pelo Estadão, a regulação das bets renderá entre R$ 2 e R$ 10 bilhões, uma bagatela se comparada à receita primária de R$ 2,7 trilhões, prevista no Orçamento da União. Quem tem a comemorar são os lavadores de dinheiro.

A aprovação do projeto das bets abriu “as portas do inferno”, como disse a deputada Gleisi Hoffmann, agora fazendo mea-culpa. O inferno é tão grande, veja só, que estou concordando com Gleisi Hoffmann.

“Subestimamos os efeitos nocivos e devastadores sobre o que isso causa à população brasileira. É como se a gente tivesse aberto as portas do inferno, não tínhamos noção do que isso poderia causar. Principalmente essa ação muito ofensiva das casas de jogos e o uso de publicidade extrema”, disse a deputada petista.

BOLSA APOSTA – O resultado da selvageria é que beneficiários do Bolsa Família gastaram, apenas em agosto, R$ 3 bilhões de reais com apostas eletrônicas. O Bolsa Família virou programa de transferência de renda para cassinos virtuais. É o Bolsa Bet. Para completar a roleta russa, uma pesquisa feita por uma fintech revela que 30% dos brasileiros que têm conta em banco contraem empréstimos para fazer apostas.

Marcos Troyjo, ex-presidente do Banco dos Brics, desenhou para esta coluna o tamanho do desastre para o país: “O PIB nominal do Brasil é de cerca de R$ 11 trilhões. Historicamente, o país investe cerca de 1% do PIB em PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação.  PD&I é antessala de aumentos de produtividade, que são antessala de aumentos de renda, que são antessala da prosperidade. Este 1% de R$ 11 trilhões é R$ 110 bilhões. Estes R$ 110 bilhões são todo o investimento que o Brasil (governo, estatais, autarquias, universidades, centros de pesquisa, empresas privadas) faz em PD&I. Um estudo recente do Banco Central mostra que, em agosto de 2024, algo como R$ 20 bilhões foram transferidos a empresas de apostas e jogos de azar, as bets. R$ 20 bilhões por mês são R$ 240 bilhões por ano”.

CONCLUSÃO – Hoje, o Brasil está direcionando mais do dobro de recursos a bets do que à construção do futuro mediante o investimento em PD&I.

A loucura das bets ilustra o presente desesperado de um país sem futuro. Não se está falando de vício, apenas, mas da ilusão infantil de milhões de brasileiros que enxergam nas apostas eletrônicas um meio de completar o mês, de ir um pouco além da sobrevivência.

É trágico, doloroso e deprimente.

Desinformação não cola mais: Apoiadores de Tista de Deda seguem firmes rumo à vitória

 

                                              Foto Divulgação


Esse comentário abordo uma questão política local envolvendo desinformação e a situação jurídica do candidato Tista de Deda. A narrativa reflete o clima de tensão entre apoiadores e opositores, destacando que a crescente adesão popular ao candidato parece incomodar seus críticos, que tentam minar sua candidatura com previsões infundadas sobre o destino de sua liminar.

O ponto central levantado é sobre a morosidade da justiça, especialmente no que tange ao julgamento da ADI 6678/DF, e como isso tem sido usado como argumento para desacreditar a candidatura de Tista. No entanto, a observação é lógica: com o processo prestes a prescrever em dezembro, a chance de uma decisão desfavorável ao candidato é mínima.

Por fim, o comentário faz um apelo para que o povo de Jeremoabo não caia em desinformações e permaneça firme em suas escolhas, apontando que a comunidade já estaria vacinada contra mentiras e campanhas de difamação. Trata-se de uma defesa clara e direta da candidatura, reforçando a confiança na vitória e a resistência contra tentativas de manipulação.

Nota da redação deste BlogA crítica levantada sobre a morosidade da Justiça em relação ao candidato Tista de Deda traz à tona uma questão recorrente em cenários políticos: a seletividade das narrativas utilizadas por adversários para enfraquecer candidaturas ou preservar interesses. Os opositores de Tista, ao reclamarem da lentidão do Judiciário, sugerem que sua candidatura se sustenta apenas por essa demora. No entanto, o questionamento aqui é justamente sobre a coerência desse argumento, pois a mesma morosidade judicial também tem beneficiado outras figuras políticas envolvidas em processos graves.

Se a Justiça não fosse "morosa", como alegam os críticos, o que aconteceria com outros nomes em posição de poder, como o prefeito Deri do Paloma, seu sobrinho – também candidato – e a Secretária de Educação e o conluio que,  estariam envolvidos em diversos processos por improbidade administrativa e corrupção? Essa reflexão sugere que a lentidão da Justiça, que aqui é criticada, não é um fenômeno novo, nem restrito a um único lado da disputa política. Na verdade, muitos daqueles que hoje se beneficiam dessa morosidade também poderiam enfrentar consequências mais duras se o Judiciário fosse ágil e eficiente em suas decisões.

Portanto, é necessário um olhar mais crítico e ponderado sobre a questão da Justiça e sua atuação. Oportunismo político ao levantar essa pauta, em momentos que favorecem apenas uma narrativa, revela o uso estratégico de um problema que atinge todo o sistema político brasileiro. O que realmente está em jogo não é apenas a candidatura de Tista de Deda, mas a manipulação da percepção pública para descredibilizar adversários enquanto se tenta esconder as próprias falhas.

O apelo final é para que o eleitor reflita sobre essas questões e perceba a inconsistência em criticar a Justiça por sua lentidão, enquanto muitos outros envolvidos em escândalos permanecem impunes devido à mesma morosidade. O cenário exposto sugere que o verdadeiro problema está em como essa justiça é percebida e utilizada como ferramenta política, em vez de ser um meio de garantir a justiça e a equidade para todos.

Rejeite o legado de corrupção: Mude para uma vida de felicidade.

 

A voz do povo em Jeremoabo

 

Desinformação e Arrogância: A Polêmica Declaração do Dr. Célio em Jeremoabo

 


A questão levantada sobre o comentário do Dr. Célio reflete um problema recorrente em campanhas políticas: a desinformação e o uso de dados distorcidos para promover determinadas narrativas. O fato de o candidato afirmar que Jeremoabo nunca realizou partos ou cirurgias eletivas é um exemplo claro disso, e pode ser interpretado como uma tentativa de apagar o histórico de realizações passadas para destacar a gestão atual. No entanto, essa estratégia de comunicação pode gerar desconfiança entre eleitores, especialmente quando confrontada com fatos.

Durante a gestão de João Varjão em que estive Secretário da Saúde, , houve sim a realização de partos e pequenas cirurgias em Jeremoabo, com uma equipe médica especializada que incluía diversos profissionais renomados inclusive o saudoso Dr. Fausto. Ignorar esse histórico não só desvaloriza o trabalho realizado por esses profissionais, mas também desinforma a população ao tentar reescrever a história.

A prepotência e a falta de humildade mencionadas no comportamento do Dr. Célio são características que podem prejudicar qualquer candidato, pois transmitem uma imagem de desrespeito para com o eleitorado. Em vez de abrir diálogo e reconhecer o que foi feito no passado, o candidato opta por negar esses fatos, o que pode ser visto como uma atitude de má fé, ou, no mínimo, uma forma de minimizar os avanços que ocorreram em gestões anteriores.

Esse tipo de retórica coloca em risco a credibilidade do candidato, uma vez que eleitores tendem a valorizar a verdade e a integridade. A tentativa de manipular informações para atender a uma narrativa política é perigosa, pois, em vez de focar nas melhorias que poderiam ser feitas, a campanha se torna sobre atacar gestões anteriores e obscurecer os verdadeiros resultados.

Por fim, a comparação entre as gestões, com foco nos números atuais versus o enfoque em salvar vidas no passado, levanta uma questão importante: qual é a prioridade da administração pública? Estatísticas podem ser manipuladas, mas a verdade dos fatos e o impacto nas vidas das pessoas permanecem. A população precisa estar atenta a essas distorções e cobrar dos candidatos uma postura honesta, que valorize o que foi feito e proponha melhorias com base na realidade, e não na criação de narrativas distorcidas.

Abuso de Poder e Perseguição Política: Justiça Determina Reintegração de Servidor Público


A situação descrita envolvendo o prefeito Derisvaldo "Deri" do Paloma e seu secretário de administração João Batista reflete um caso claro de abuso de poder e perseguição política, algo que não deveria acontecer em um país democrático. O ato arbitrário cometido contra o servidor público Júlio César, guarda municipal, demonstra desrespeito às leis e aos direitos dos servidores, e ainda mais grave, em período de vedação eleitoral, quando ações punitivas e demissões são ainda mais rigorosamente regulamentadas para evitar manipulações políticas.

O sindicato Sinprojer, ao impetrar o mandado de segurança, cumpre seu papel na defesa dos servidores públicos, denunciando uma tentativa de retaliação política que fere os princípios da administração pública. A decisão do juiz, Dr. Paulo Eduardo de Menezes Moreira, de conceder a liminar a favor do servidor Júlio César, mostra que o Judiciário reconheceu a arbitrariedade cometida e agiu prontamente para corrigir essa injustiça.

Essa situação é um lembrete de que nenhum governante ou gestor está acima da lei, e que o Estado de Direito deve prevalecer. O abuso de poder e o uso de cargos públicos para perseguições políticas enfraquecem a democracia, e é essencial que haja vigilância e cobrança constante da sociedade civil, sindicatos e, claro, do próprio Judiciário para que esses atos sejam punidos.

O prefeito e o secretário devem compreender que, em uma democracia, o poder é exercido dentro dos limites da lei e com respeito aos direitos individuais e coletivos. Atos que extrapolam esses limites precisam ser combatidos, como foi o caso da ação movida pelo Sinprojer e o restabelecimento dos direitos do servidor, assegurados pela Justiça.

Nota da Redação deste Blog -  O Sinprojer, em defesa do Servidor Público impetrou mandado de segurança contra ato arbitrário do Sr. prefeito.

Água Sobrando em Final de Campanha Eleitoral: Promessa ou Desespero?

 


Mais uma  questão  levantada reflete um cenário comum em muitas regiões onde a infraestrutura pública é precária, e os serviços essenciais, como o fornecimento de água, não são atendidos adequadamente. A crítica principal aqui é a manipulação do acesso à água, um recurso vital, como uma estratégia política, especialmente em épocas eleitorais.

Quando vereadores da oposição denunciam problemas como falta de água, poços artesianos que não funcionam, e irregularidades com o fornecimento por meio de carros-pipa, eles expõem a falha na gestão pública e, potencialmente, o uso de serviços básicos como instrumento de barganha eleitoral. A prática de distribuir água somente em períodos eleitorais, como  o caso mencionado, é uma tentativa de ganhar votos de maneira imediatista, ignorando as necessidades contínuas da população.

A pergunta que você faço é bastante pertinente: o povo irá esquecer os quatro anos de negligência? Esse tipo de situação revela como a memória eleitoral pode ser influenciada por ações de curto prazo, mas também a importância de uma conscientização crítica da população. A água é um direito essencial, e não deveria ser usada como moeda política. A atitude do prefeito, é oportunista, tentando assegurar votos para perpetuar um ciclo de poder familiar, o que, no contexto do nepotismo, levanta ainda mais preocupações sobre a integridade da administração pública.

Por fim, é fundamental que a população se lembre que a verdadeira mudança ocorre quando há cobrança contínua dos seus representantes, e não apenas em momentos de crise ou campanhas eleitorais. Afinal, é no voto consciente que reside a possibilidade de melhorar a gestão pública e garantir que serviços essenciais, como o acesso à água, sejam tratados com a seriedade que merecem.

STF nega liminar para impedir candidatura de Tista de Deda em Jeremoabo

 

STF nega liminar para impedir candidatura de Tista de Deda em Jeremoabo

Pedido partiu da atual gestão

  • Da Redação


Tista de Deda
Tista de Deda Crédito: DIvulgação

O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), negou a liminar pedida pela prefeitura de Jeremoabo, município do interior da Bahia, para impedir a candidatura de João Batista Melo de Carvalho (PSD) a prefeito.

Tista de Deda
Tista de Deda Crédito: DIvulgação

O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), negou a liminar pedida pela prefeitura de Jeremoabo, município do interior da Bahia, para impedir a candidatura de João Batista Melo de Carvalho (PSD) a prefeito.


Nota da redação deste Blog - Serpa que em Jeremoabo ainda existe algum desequilibrado acreditando nos Fake News da oposição?


Leia mais

Imagem - PF desarticula esquema de fraudes em licitações na Prefeitura de Jeremoabo,

PF desarticula esquema de fraudes em licitações na Prefeitura de Jeremoabo


https://www.correio24horas.com.br/minha-bahia/stf-nega-liminar-para-impedir-candidatura-de-tista-de-deda-em-jeremoabo-0924




















                                                                                                                                        


Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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