sexta-feira, setembro 30, 2016

A mentira repetida inúmeras vezes em Jeremoabo se tornou verdade.



VERDADE E POLÍTICA: “A mentira moderna confunde-se com a verdade e o mentiroso perde a noção dos limites” Por Laerte Cerqueira

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 É impressionante como a candidata a prefeita sem registro teve a capacidade de persuadir e induzir a mentira seus eleitores, que nessa altura dos acontecimentos suponho que nem Deus descendo das alturas e dizendo que Anabel não conseguirá obter seu registro eles acreditarão
Tenho conversando com diversas pessoas do lado da prefeita, pois me dou com todo mundo, e o eleitor vota em quem quer, é livre para escolher o que achar melhor, é um problema de cada um
A totalidade desses eleitores não  seconvencem de forma alguma, já colocaram na mente que ela está legalizada, que não adianta citar Constituição, Lei Eleitoral, Sumulas ou Jurisprudência, que nada disso servirá de convencimento.
Durante toda minha vida nunca vi um fanatismo com tamanha dimensão, principalmente agora que dispomos dos recursos da internet que poderemos. se comunicar com o mundo on  line.
Mesmo sabendo que talvez após o dia 02 de outubro, após o resultado das urnas alguns se convençam, pois muitos continuarão incrédulos  enganando a si mesmos, procurarei mais uma vez explicar de forma elementar para que os fanáticos pelo menos não apostem seus únicos bens como uma casa, moto ou outro meio de sobrevivência, pois política passa, e as vezes um patrimônio que custou anos de vidas, será difícil recuperar.
Ontem o TRE-BA, julgou um caso semelhante ao de Jeremoabo, indeferimento de Registro por terceira reeleição, como obvio manteve o INDEFERIMENTO.
O Caso de São Francisco do Conde - A prefeita que fora eleita pelo segundo mandato  faleceu em julho de 2014, portanto faltando dois anos ainda para completar  o seu mandato.o vice prefeito foi quem assumiu.
Caso de Jeremoabo - "tista de deda" faltando 06 seis para findar seu mandato renunciou e Pedrinho assumiu.
Caso Jeremoabo - Anabel foi eleita dando continuidade ao mandato de "tista de deda" perfazendo assim o segundo mandato, conforme determina a Constituição e a Sumula 06 do TSE.
São Francisco do Conde - Como a prefeita faleceu no Cargo faltando ainda quase dois anos para o término do seu segundo mandato, quem assumiu o cargo foi o vice-prefeito eleito.
São Francisco do Conde - Como a prefeita faleceu em 2014, e quem assumiu a prefeitura foi o vice, agora no ano de 2016, a irmã da prefeita se candidatou, teve seu registro INDEFERIDO por se tratar de terceira reeleição.
Para que não paire dúvidas, farei uma pergunta: Se a irmã da Candidata faleceu há mais de ano, quem ficou no seu lugar foi o vice, qual a continuidade do mandato da irmã?
Caso Jeremoabo - Enquanto a irmã da prefeita de São Francisco do Conde faleceu,o vice assumiu, se assemelha a Jeremoabo, pois faltando 06 meses "tista de deda" renunciou (lá a irmã faleceu), em Jeremoabo Pedrinho assumiu, (lá o vice assumiu), a irmão da prefeita falecida deu uma de Anabel e tentou registrar a candidatura, o Juiz de São Francisco do Conde INDEFERIU o REGISTRO, ela recorreu para o TRE-BA, e ontem o indeferimento foi confirmado por aquele colegiado.
Caso Jeremoabo - Anabel também teve o registro indeferido em Jeremoabo, recorreu ao TRE-BA, no mesmo local onde foi julgado o registro de candidata de São Francisco do Conde.
Resultado, Anabel ira disputar as eleições com o registro indeferido, provavelmente e por analogia terá seu registro também indeferido no TRE-BA, restando apenas recorrer ao TSE, onde provavelmente não logrará exito.
Portanto senhores eleitores, acredito que com mais clareza do que essa será impossível, todavia, tenham certeza, nessa eleição do dia 02 o eleitor não saberá quantos votos Anabel obteve, ficando a divulgação na pendencia até o Julgamento do TSE, talvez lá para o final de dezembro.





http://dedemontalvao.blogspot.com.br/2016/09/leiam-com-atencao-esse-caso-que-e.html


http://dedemontalvao.blogspot.com.br/2016/07/quem-se-preocupa-com-os-outros-deixa-de.html

Escutem essa e julguem quem está sendo enganado...

5 de agosto de 2016 - 16h05

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Do jeito que a situação está caótica para o PT tem que apelar para Jeremoabo mesmo

Deputado Paulo Rangel prestigia comício de encerramento de campanha de Anabel e Dalva em Jeremoabo




Nessa quinta-feira, 29 de setembro, a coligação “Unidos com a força do Povo” que tem Anabel de Tista (PSD) como candidata a prefeita e Dalva de João Ferreira como candidata a vice-prefeita, mais uma vez mostrou sua força política na realização de um grande evento. Desta vez, foi o comício de encerramento da campanha realizado na Praça do Bradesco, centro da cidade.  A população lotou o espaço para o grande comício, que contou ainda com a presença do deputado estadual Paulo Rangel(PT), do ex-prefeito e liderança da região, Tista de Deda, além do empresário Gutemberg Tenório (Gugu) e o Assessor Parlamentar do secretário de Relações Institucionais do governo da Bahia, Josias Gomes, Totó.
De acordo com a organização, cerca de 10 mil pessoas marcaram presença no encontro. Na oportunidade, Anabel reafirmou suas propostas de governo para a população do município. “Sei que os obstáculos serão muitos, mas estou preparada para continuar proporcionando o melhor pelo meu povo da terra da Jurema em flor”, disse.
No mesmo ritmo o deputado Paulo Rangel (PT) manifestou seu apoio à candidatura de Anabel: “Anabel e Dalva é uma dupla preparada para conduzir os destinos de Jeremoabo nos próximos quatro anos, e contará com o meu apoio e do governador Rui Costa (PT) para desenvolver bem o município de Jeremoabo”, disse.  “Essa multidão presente nesta noite aqui na Praça do Bradesco confirma o que toda cidade já sabe: Anabel e Dalva de João Ferreira, pra fazer muito mais”, sentenciou Paulo Rangel. 

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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