quarta-feira, setembro 30, 2015

Roda Viva | Hélio Bicudo | 28/09/2015

A depender dos acertos, a politicagem de Jeremoabo irá mudar de seis para meia dúzia.


Aproveito de dois tópicos das matérias de Bob Charles a respeito da politicagem de Jeremoabo,  para tentar analisar a macabra situação  que se instalou nos vários (des)governos que envergonham o povo de Jeremoabo.


A campanha já começou (resumo)

Ilustrativo


Agência Morena Branca Por Luiz Brito

Em Jeremoabo, o mais provável é que Anabel decida pelo empresário Antonio Manoel tendo a tira colo a atual presidente do Legislativo Ana Josefina, sua cunhada.   Nomes como o vereador Chaves e o chefe de gabinete Marcos de Kodó, não estão descartados. Pela oposição, resta ainda o guerreiro Derí do Paloma.  Os outros que se dizem oposicionistas batem as asas, mas no frigir dos ovos, terminam indo tomar o cafezinho das 5 com a prefeita Anabel e Tista.


"É por essas e outras que o povo de Jeremoabo precisa mudar urgente seus mandatários. Gente nova com outras mentalidades que trate e respeite o dinheiro público".

Como transcrito acima, diz aquele jornalista que acompanha também os profissionais da politicagem de Jeremoabo: "É por essas e outras que o povo de Jeremoabo precisa mudar urgente seus mandatários. Gente nova com outras mentalidades que trate e respeite o dinheiro público."

Começo indagando: qual a autoridade e respaldo que a prefeita Anabel,, seu grupo e seus beneficiados, galgam, para a própria sair  candidata ou apresentar candidatos?

Se é para mudar, devemos mudar para melhor, e não para dar continuidade a uma corrupção que vem sobrevivendo ao longo dos anos,, e, diga-se de passagem,, cada dia se aprofundando e aperfeiçoando ainda mais.

Apresentarei agora o prejuízo que a população de Jeremoabo vem sofrendo pela falta de fiscalização e cumprimento do dever por parte de 11(onze)vereadores.


Na câmara de Vereadores de Jeremoabo existem 13(treze) edis ganhando vultuosos salários, salários esses pagos com o erário público, sendo que pelo andar da carruagem, só dois enxergam as falcatruas da prefeita, onde os demais parecem que ao serem eleitos ficaram míopes.
Mas vamos deixar os considerandos, vamos partir para os finalmente. 
Qualquer cidadão ou mesmo vereador para efetuar qualquer grave denúncia, principalmente concernente a improbidade tem obrigação de provar o que diz ou escreve, sob pena de ser processado cível e criminalmente .
Sendo assim passarei agora a detalhar as gravíssimas denúncias contra a prefeita e parte de sua equipe, existentes no TCM-BA aguardando apuração.

 Observem os senhores que pela relação acima tudo que a prefeita faz e fez na prefeita, é través de supostas trambicagens, falcatruas e improbidades.
Pergunto: onde irá para o Município e o povo de Jeremoabo?

Uma gestora que usa atos macabros como os acima especificados tem respaldo ou moral para impor aos cidadãos de bem de Jeremoabo, qualquer candidato oriundo do seu redor?

Será que quem respalda, convive e aplaude essas improbidades, terá condição de se candidatar para concorrer a vaga de prefeito?

Será que quem vem mamando nas tedas exploradas da viúva, tem condição de se candidatar a mudança de Jeremoabo?
As cartas estão na mesa, só se engana que gosta de ser enganado, ou quem é maquiavélico.





Litro da gasolina ficará de R$ 0,17 a R$ 0,20 mais caro

Medida visa melhorar o caixa da estatal - Estadão
ANTONIO PITA E FERNANDA NUNES
Segundo Sincopetro-SP, distribuidoras de SP já reajustaram valor nos postos

Ouviram O GALO CANTAR E NÃO SABEm ONDE...

Jeremoabo:Ex-Prefeito é sentenciado pela justiça

Fonte.www.jeremoabo.com.br Com Luiz Brito DRT;BA 3.913
Reprodução
A justiça acaba de sentenciar o ex-prefeito Spencer José de Sá Andrade A condenação em Regime Aberto e motivada por fraude em licitação. Ele foi sentenciado pelo Juiz Substituto da Comarca, Dr. Daniel Pereira Pondé na Ação Penal, que trata de Fraude na Licitação25/2005.
Após julgar PROCEDENTE, o magistrado condenou os réus Spencer José de Sá Andrade a 2 anos e 3 meses e Mauritânia Calazans Oliveira a 2 anos e 2 meses. Porém, com regime ABERTO de cumprimento e sendo cabível a substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direito (prestação e serviços à comunidade em repartição pública ou instituição de cunho social e prestação pecuniária). No caso de Spencer, a pena pecuniária foi de 30 salários mínimos e no caso de Mauritânia, 4 salários mínimos, em favor das comunidades carentes do município.
No processo também foi envolvido João Rodrigues de Andrade Neto, Presidente da Comissão de Licitação, que chegou a receber pena de 2 anos, mas em função do tempo decorrido, a pena está prescrita para ele e não terá penalidades aplicadas.
É por essas e outras que o povo de Jeremoabo precisa mudar urgente seus mandatários. Gente nova com outras mentalidades que trate e respeite o dinheiro público.  De Spencer se esperava muito, porém, se notabilizou como o pior prefeito que já existiu em Jeremoabo. Um fiasco. A pena a ele atribuída foi muito pouca (30 salários mínimos) é por isso que os sucessivos prefeitos continuam metendo a mão dinheiro público, sem pena.  

Ouvir o galo cantar e não saber ondeNota da redação deste Blog.
 A história não é bem do modo como estão contando, estão ouvindo o galo cantar mas não sabem onde.
O  processo contra Spencer e outros foi julgado e sentenciado, porém, todos foram beneficiados pelo reconhecimento do instituto da prescrição. 
O JUIZ  reconheceu a prescrição e extinguiu a pena de improbidade administrativa.

Prescrição penal:
 É a perda do poder-dever do Estado, pelo não exercício da pretensão punitiva ou da pretensão executória, durante certo lapso temporal.

Oficialmente falando os únicos condenados por dolo são a atual prefeita Anabel por crime eleitora, e, o ex-prefeito " João Batista Melo de Carvalho o "tista de deda", por improbidade administrativa.
Esse último foi condenado em Jeremoabo, recorreu para o colegiado em Salvador, perdeu também no TJ-BA, e não se conformando  recorreu para o STJ, onde a sentença condenatória foi confirmada.
Acredito que os órgãos locais de informação de Jeremoabo desconheçam essa façanha, pois até o momento nada divulgaram.





Bom Dia Brasil

3 h
Lembra dos moradores de Jacarezinho (PR)? Eles agora descobriram farra das diárias com cursos inúteis e mais absurdos na Câmara Municipal: http://glo.bo/1RfVkzx
G1.GLOBO.COM


A APOSENTADORIA DE DIRCEU E A NOMEAÇÃO DO MARIDO DE IDELI


O maridão de ideli vai ganhar R$ 30 mil nos EUA
Adriano Magalhães









STF RECOMENDA QUE CONGRESSO REVEJA FINANCIAMENTO DE CAMPANHAS

Pedro do Coutto












“TERÃO DE CONSTRUIR MAIS TRÊS CELAS: PARA MIM, LULA E DILMA”

post-feature-imageCarlos Newton








Charge O Tempo 25/09

SEM TANQUES NEM REBELIÕES ARMADAS

Carlos Chagas









ATUAÇÃO DE LULA EM FAVOR DA ODEBRECHT FOI “PATRIÓTICA E ÉTICA”

Deu em O Globo











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O reajuste da gasolina e do diesel e as mãos sujas de Lula carimbadas nas costas de Dilma. Era uma herança!


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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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