domingo, abril 30, 2017

O presente do dia do trabalhador que o "interino" dará ao funcionalismo municipal.

Resultado de imagem para foto dia do trabalhador sem dinheiro

Em Jeremoabo as coisas estão indo de mal a pior. Neste mês, toda a classe trabalhadora municipal esperava receber seus salários na véspera do feriadão. Lêdo engano e decepção! O interino não efetuou o pagamento dos seus servidores. Deixou o povo a ver a banda passar, sem um tostão no bolso.
O pessoal de outras cidades vem para as festas, entretanto os jeremoabenses não têm ânimo para diversão.

Nesta época de crise, a população sofre com a carestia, e quando o salário chega na sua conta de forma tardia , ou seja, quando o mês compulsoriamente passa a ter 32 dias, então, é que os juros do cartão e as faturas ficam ainda mais altos.
Mais uma vez, repito, quem sofre com isso é a classe trabalhadora, com seus salários cada vez mais desvalorizados.
A homenagem neste Dia do Trabalhador – 1º de Maio, foi essa decepção! Com isso, fica ainda mais forte o brado do povo por um FORA INTERINO!!! UM FORA PSD ENGANADOR!!!!
Respeito é bom as pessoas gostam! Para que festa, se a mesa do povo está vazia? Se esse mesmo povo não pode sorrir?
Enquanto os gestores das cidades circunvizinhas cumpriram seu papel, o interino mais uma vez  intensificou o seu desamor pelo povo da terra, demonstrando que fazer uma gestão administrativa que priorize os aspectos socioeconômicos da população, ainda está distante.
Nota da redação deste  Blog - Mais uma vez recebo mensagem de Jeremoabo solicitando que seja publicada neste Blog.
Dessa vez são os servidores da prefeitura que já passaram os feriados "lisos" e irão continuar sem dinheiro agora no dia do trabalhador.
O "interino" não pagou nem irá pagar, talvez querendo castigar o funcionalismo, pois a prefeitura está esbanjando dinheiro e até jogando fora.
Tanto isso é verdade, que leiam os bombardeios nas redes sociais concernentes as contratações irregulares de pessoal sem concurso público, contratações de firmas,  compras de todo  tipo, e não bastasse até areia está comprando sem ter nem onde estocar.
O descontrole é geral, e os servidores da prefeitura que sejam penalizados.

MPF denuncia escândalo em Jeremoabo

MPF denuncia escândalo em Jeremoabo
Da Redação O Ministério Público Federal (MPF) apresentou no dia 04/04/2017 denúncia contra 10 pessoas suspeitas de fraudes em licitações, corrupção e dano ao erário em contratos entre o Hospital Municipal de Jeremoabo e a COOFSAUDE COOPERATIVA FEIRENSE DE SAÚDE.   A representação foi feita com base em Auditoria efetuada pelo TCU, após denuncia do vereador Jairo do Sertão […]


Fernanda Montenegro sobre política: ‘Esses corruptos dominaram o país’

Justiça determina posse de médico concursado que devia IPTU


“Ocorre que a jurisprudência hodierna tem-se posicionado no sentido que a mera expectativa de direito converte-se em direito subjetivo se, dentro do p…

Com base em nova lei, juiz não reconhece vínculo de trabalhadora terceirizada

O professor lembra que posição já havia sido adotada pelo TST na Súmula 441, quando da edição da Lei 12.506/2011, que regulamentou a…

EntretenimentoVer Todas
Belchior morre aos 70 anos no Rio Grande do Sul

Belchior morre aos 70 anos no Rio Grande do Sul

Cantor e compositor foi um dos primeiros cantores nordestinos de MPB a alçar sucesso nacional…

A 1ª grande capital brasileira a perder um jornal diario

A 1ª grande capital brasileira a perder um jornal diario
Parem as máquinas! A Gazeta do Povo virará só digital



Bebê morre eletrocutada ao tocar em ventilador em Cabrobó

Bebê morre eletrocutada ao tocar em ventilador em Cabrobó
Uma bebê de um ano e quatro meses morreu na noite de ontem (27) após ser eletrocutada ao tocar numa parte descoberta do motor de um ventilador, dentro da casa onde morava com a família. O caso aconteceu no Bairro do Alto do Bozano, na cidade de Cabrobó. De acordo com a mãe da criança, […]


Parece que a Prefeitura de Jeremoabo virou mercadoria do paraguaí.



Eleição suplementar para prefeito de Jeremoabo terá três candidatos

Por: Luiz Brito DRT 3.913
Divulgação
A eleição suplementar para o cargo de prefeito e vice-prefeito de Jeremoabo, terá tres candidatos. Uma nova eleição vai acontecer na cidade após a Justiça anular a votação de 2 de outubro de 2016. De acordo com o TRE, a medida foi necessária por causa do indeferimento do registro de candidatura de Anabel de Tista (PSD) e Dalva de João Ferreira, do mesmo partido, que foram as mais votadas à época. Devem se candidatar ao novo pleito o atual prefeito interino Antonio Chaves (PSD), Derí do Paloma (PP) e Nelson Fernandes (Nelsinho de Nelson de Marco) como gosta de ser chamado. Empresário bem sucedido diz que agora  resolveu ajudar esse povo simples que tanto amo”, afirmou.

Nota da redação deste Blog - É triste a pessoa se deparar diante de tanta deterioração, porém chegou-se ao cúmulo, que para encontrar um candidato honesto filho de Jeremoabo. o eleitor tem que dar uma de  Diógenes.
" Conta a história que há mais de 2000 anos atrás, quando o filosofo grego Diógenes de Sinope andava pelas ruas de Atenas em pleno dia com uma lanterna acesa, perguntaram a razão para tal atitude, este respondeu: que estava à procura de um Homem Honesto."

Digo isso não por pessimismo ou porque sou do contra, mas porque os cidadãos de bem de Jeremoabo não aceitam candidatarem-se, envergonharam-se de tanta improbidade, de tanta desonestidade.
A política de Jeremoabo está se desmoralizando numa velocidade avassaladora,antes a justiça vinha processando os políticos ímprobos de Jeremoabo em dose homeopática, hoje parece a A LISTA DE SCHINDLER, vide foto abaixo.



Essa é a foto das gambiarras que estão efetuando na Preça do Forró que custou R$ 300.000,00, dinheiro do povo jogado fora.





,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,




As matérias mais lidas da semana

Resultado de imagem para base aliada de temer charges



EntradaVisualizações de página
1512
1241
581
544
355
354
331
330
320
288

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

Mais visitadas