segunda-feira, dezembro 31, 2018

Aos queridos leitores a razão do viver deste Blog

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Novo ano novas metas para esse Blog.
Este Blog não tem, nunca teve, nem tem patrocinadores, foi um dos primeiros Blogs de Jeremoabo e da região.
Nasceu contando com a colaboração de dois cidadãos Leoman e Lulinha Fio.
Hoje conta com a colaboração apenas de José Mário Varjão.
Hoje a razão do sua existência está sustentada em dois pilares, primeiro que sou aposentado e para não permanecer na ociosidade arranjei o que fazer, o outro motivo é ser a voz dos sem voz dos meus conterrâneos jeremoabenses.
A partir desse ano mudarei a minha política de agir, ou seja, agradeço a todos aqueles que confiam e acreditam no meu trabalho e no meu modo de agir, estou aqui para servir a todos independente de facção política já que não sou candidato a nada.
A todos que visitam e leem as minhas matérias,  farei de tudo para corresponder com a expectativa e dá tudo de mim, aos fanáticos, aos aventureiros e oportunistas, não darei nenhuma satisfação, para mim não existem.
Não preciso de números nem tenho satisfação a dar a quem quer que seja, meu dever é com os sinceros leitores e com os sem voz. 
Quem quiser puxar saco de políticos que faça o seu Blog,  porque a mim não estão dizendo nada, minha linha será essa e não tenho satisfação a dar para ninguém.
Prefiro apenas um leitor sincero a mil falsos e oportunistas. Nessa altura da vida não tenho mais tempo para aborrecer-me, discutir o que não tem valor, ou atender a quem tem necessidade de valorização.


Deputados reivindicam equiparação salarial aos ministros do Supremo


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Charge do Sponholz (sponholz.arq.br)
Vera Rosa e Adriana FernandesEstadão
A campanha para a presidência da Câmara ressuscitou a polêmica sobre o aumento salarial dos deputados. Depois que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) conseguiram elevar em 16,38% os seus vencimentos – que saltaram de R$ 33,7 mil para RS 39,3 mil –, parlamentares engrossaram a cobrança pelo mesmo reajuste.
Pela regra atual, o aumento da remuneração dos congressistas pode ser aprovado em 2019 e entrar em vigor no mesmo ano. Uma das propostas em tramitação há vários anos na Casa, que voltou ao debate por causa da disputa no Congresso, prevê que o presidente da República, o vice, ministros, senadores e deputados tenham vencimentos idênticos aos dos integrantes do Supremo.
Qualidade de vida – Adversário do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) – que concorre à reeleição –, o deputado Fábio Ramalho (MDB-MG) defendeu o reajuste para seus pares. “Há colegas que não dependem do salário, mas outros dependem e passam necessidades que a gente não sabe. É preciso dar ao parlamentar uma melhor qualidade de vida. Não é aumento de salário: é reajuste dentro da lei”, argumentou Ramalho, conhecido como Fabinho.
A eleição que renovará o comando do Congresso ocorrerá em 1.º de fevereiro. No último dia 12, Ramalho – hoje vice-presidente da Câmara – ocupou a tribuna para defender o aumento. “Precisamos que os salários de todos os deputados sejam reajustados como estão sendo os de todos os outros Poderes.”
Questionado pelo Estado sobre a conveniência do aumento em um momento de crise econômica e ajuste das contas públicas, Ramalho disse não ter medo de enfrentar assuntos áridos e destacou que a decisão caberá à maioria. “É melhor o parlamentar ser bem remunerado porque você pode cobrar dele a lisura, mas eu também defendo a reforma da Previdência, que conserta tudo isso”, insistiu.
LEI DE RESPONSABILIDADE – Ramalho aproveitou para dar uma estocada em Maia, que, ao substituir o presidente Michel Temer no último dia 18, durante uma viagem internacional, sancionou projeto de lei permitindo que municípios com queda na arrecadação gastassem mais de 60% da receita com pagamento de servidores.
“Muito mais grave do que falar em reajuste foi esse afrouxamento da Lei de Responsabilidade Fiscal. Isso é gravíssimo. Tenho certeza de que ele (Maia) não tem capacidade de tocar uma reforma da Previdência.”
O presidente da Câmara não retrucou. Disse, no entanto, que houve uma “interpretação errada” da sanção do texto, porque “nada afetou a Lei de Responsabilidade Fiscal”. Maia também é simpático à ideia de unificar o teto salarial do Executivo, Legislativo e Judiciário. Para que isso ocorra, porém, a Câmara e o Senado precisam aprovar uma Proposta de Emenda à Constituição.
SETE ANOS – A PEC que tramita na Câmara sobre o assunto foi apresentada em 2011 pelo deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP), não reeleito, e aprovada em comissão especial. “A proposta está pronta há sete anos para ser votada em plenário”, disse Marquezelli. Segundo ele, a vantagem é que a proposta limita o teto no Brasil inteiro e não inclui os chamados penduricalhos. A desvantagem, diz, é que os salários seriam igualados no patamar mais alto – hoje em R$ 39,3 mil.

Atualmente, os salários dos ministros do STF são fixados por lei enviada ao Congresso e dependem de sanção do presidente da República – o valor serve como teto para o funcionalismo público. A remuneração bruta do presidente também é menor, de R$ 30.934,70.
Líderes na Câmara avaliam como injusto o fato de parlamentares ganharem menos do que os ministros do STF. A aposta é que, com o acirramento da disputa pela presidência da Casa, o tema ganhe maior relevância na busca de apoio, inclusive dos novos deputados que estão chegando a Brasília.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Na última hora, o deputado Fábio tenta ganhar o concurso Piada do Ano, ao dizer que deputados “passam necessidades que a gente não sabe, é preciso dar ao parlamentar uma melhor qualidade de vida”. É a Piada do Século. No Brasil não existe deputado que passe necessidade e todos eles caminham para o enriquecimento, esta é a realidade. (C.N.)

A NECESSIDADE DE SERMOS RESILIENTES.

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A NECESSIDADE DE SERMOS RESILIENTES.
Não há conquista sem luta, sacrifícios e renúncias, o que não significa pegar em armas, mas derramar lágrimas e suor, fazer calos nas mãos, gastar a sola do sapato até furar a meia, incluindo: fazer uso da palavra para mostrar o que está em desacordo com a norma e cobrar o redirecionamento a essa mesma norma que esquecida e/ou ignorada, a ela deve retornar.
O que ora ocorre em nossa cidade muito pouco diferencia de momentos passados, a arrogância e prepotência são idênticas, o puxa-saquismo provavelmente tenha buscado aperfeiçoar-se, mas não indo além da mediocridade costumeira, já o bajulador para manter-se às vistas de quem o beneficia, tenta a todo custo mostrar a existência de luzes em caminhos já finitos, onde até o retorno ficou prejudicado pelas sujeiras espalhadas no pouco tempo de caminhada, forçando a limpar a própria sujeira, acaso desejem seguir em frente, trilhando em caminhos pavimentados por boas ações, algo muito pouco provável.
Ser resiliente é ser alguém que ao passar por uma situação difícil, consegue fazer o que fazia antes sem perder o seu foco, princípio que não vejo aplicável ao que estamos vivenciando, não que tal fato seja algo impossível, não, não, o impossível está vinculado à visão de cada um, é uma barreira imaginável, uma criação do próprio indivíduo, o impossível reflete falta de vontade para mudar, para aceitar que errou e continua errando, apegando-se ao simples fato de ter vergonha de aceitar que errou e que é falho, que não possui aptidão para resolver os problemas oriundos de suas responsabilidades, traduzindo-se em ineficácia de atos e ineficiência de resultados.
Em horizontes opostos, geralmente, situa-se a sociedade, vítima direta dessa ineficácia de quem governa e ineficiência de quem executa, ou ainda, juntando as duas situações, a todos se aplicam como luvas em mãos certas, esta é mais pura realidade. No caminho da controvérsia se encontram aqueles que usando da cidadania não se calam, expressam suas insatisfações e as expõe aos que, mesmo tendo o dever de também saberem, por conveniência, preferem calar-se, esses são os Chupins da vida, filhos da inércia e catadores das migalhas tangidas ao chão, por aqueles que momentaneamente mandam e lhes dão as ordens, pois os têm na condição de eternos vassalos em um reinado sem trono, mas envolvidos em uma guerra sem causa própria, apenas soldado sem vontade própria, pois pátria não tem.
Quando cito a resiliência me ponho em retorno ao começo, para, a partir daí, reiniciar mais uma vez, como já dito anteriormente, errei ao contribuir para uma farsa administrativa, a qual me reforçou a consciência de continuar sendo um eterno aprendiz, pois foi ludibriado ao não perceber que só ouvia mentiras, profecias enganosas que em nada tinham de verdadeiras, apenas promessas, e muitas delas em nome de DEUS. Agora percebo que nada de estranho se outrora alguém já afirmou com DEUS ter conversado, então a história apenas se repete em formato deferente, mas quando analisado ao pé da letra, nada as diferem, somente falsas promessas em profecias escritas por malfeitores.
A todo este engodo, passado e presente, dedico uma vitoriosa Gestão Administrativa a SÉRGIO MOURO”, para que a partir de amanhã: 01/01/2019 possa nos mostrar que o BRASIL já não é o mesmo, que já é possível nos orgulhar de sermos brasileiros.
A JUSTIÇA há de chegar em JEREMOABO...se vencer é SABER ESPERAR!
J. M. VARJÃO
Em, 31/12/2018



24/12/2018 13:00 – 31/12/2018 12:00

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    E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

      Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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