segunda-feira, junho 15, 2026

Lula abre agenda no G7 com bilateral com Macron e descarta reunião com Trump

 

Lula abre agenda no G7 com bilateral com Macron e descarta reunião com Trump

Presidentes brasileiro e francês abordam cooperação em defesa e projeto de supercomputador estratégico para IA

Por Folhapress

15/06/2026 às 18:30

Foto: Ricardo Stuckert/PR

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O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e seu homólogo francês, Emmanuel Macron

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciou nesta segunda-feira (15) sua agenda em Évian-les-Bains, na França, com uma reunião bilateral com o presidente anfitrião, Emmanuel Macron. Houve ainda encontros à margem da 52ª cúpula do G7 que tocaram em temas que vão da cooperação em defesa à soberania digital —enquanto a delegação brasileira monitorava com cautela o humor de Donald Trump e descartava qualquer encontro formal com o americano durante o encontro.

A agenda bilateral com Macron abordou a cooperação em defesa, a parceria Brasil-França na Unitaid —iniciativa de saúde global que completa 20 anos—, o projeto de supercomputador e a cooperação transfronteiriça entre a Guiana Francesa e o Amapá.

Na pauta do supercomputador, a França se apresenta como possível fornecedora numa licitação que o Ministério da Gestão e Inovação deve abrir em breve, em conjunto com o Ministério da Ciência e Tecnologia. O tema tem dimensão estratégica: capacidade computacional é considerada pelo governo brasileiro uma peça central da soberania digital, sobretudo diante da corrida pela inteligência artificial.

O tema da carne brasileira suspensa pela União Europeia ficou de fora da conversa com Macron. Segundo fontes brasileiras, a questão é tratada diretamente com Bruxelas, não com as capitais europeias individualmente. O acordo Mercosul-UE, aprovado este ano, encerrou o ciclo de negociações país a país.

Para esta terça-feira (16), está prevista uma bilateral de Lula com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e com o presidente do Conselho Europeu, António Costa —e a expectativa é que a carne esteja no topo da pauta. Costa, ouvido mais cedo por jornalistas, desviou da pergunta e disse que o tema "é assunto da Comissão".

Antes de chegar a Évian, Lula se reuniu em Genebra com o presidente da Confederação Suíça, Guy Parmelin. O encontro, solicitado pelo lado suíço, girou principalmente em torno do acordo Mercosul-EFTA —que vai a voto no Parlamento suíço na próxima quarta-feira (17).

A EFTA (Associação Europeia de Livre Comércio, na sigla em inglês) reúne Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein, quatro países que não fazem parte da União Europeia.

Quanto a Trump, a delegação brasileira acompanha com cautela o comportamento do presidente americano, que chegou a Évian após um dia agitado: organizou um evento de MMA na Casa Branca no domingo, seu aniversário de 80 anos, e chegou ao resort francês depois de ameaçar tarifas sobre vinhos franceses —tensão que azedou, ao menos momentaneamente, o clima com Macron antes mesmo do jantar de abertura.

Fontes brasileiras descartam qualquer reunião bilateral com Trump durante a cúpula. Não há pedido de nenhum dos dois lados, e a avaliação do Planalto é de que não faria sentido um novo encontro apenas para reiterar posições já apresentadas. Se os dois estiverem na mesma sessão, podem se cumprimentar —mas isso, ponderou uma fonte da delegação brasileira, não seria uma reunião.

Politica Livre

Delação de Vorcaro causa briga na defesa; investigadores dizem que não vão aceitar mentiras

 

Delação de Vorcaro causa briga na defesa; investigadores dizem que não vão aceitar mentiras

Advogado afirmou a ex-banqueiro que situação deve se agravar sem confissão completa dos crimes; ex-defensor e cliente não se manifestaram

Por Ana Pompeu/Folhapress

15/06/2026 às 17:45

Foto: Divulgação/Polícia Federal/Arquivo

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Daniel Vorcaro, do Banco Master

A tentativa frustrada de Daniel Vorcaro de negociar uma colaboração premiada causou problemas tanto com as autoridades quanto com a própria equipe de defesa do dono do Master. Integrantes da equipe de investigadores consideraram a proposta fraca e afirmam não aceitar mentiras por parte do investigado.

Um dos pontos de desavença foi quanto à relação de Vorcaro com o senador Ciro Nogueira (PI), presidente do PP. Envolvidos nas negociações afirmaram, sob reserva, que o ex-banqueiro ainda não deu explicações satisfatórias sobre o tema, que já tem material colhido de forma independente.

Apesar de a investigação já ter alcançado o parlamentar, Vorcaro segue afirmando, segundo esses interlocutores, que manteve a relação financeira com Ciro apenas por amizade. O parlamentar nega qualquer ilícito. "Nunca recebi nenhum valor ilícito ou cometi qualquer irregularidade que seja, nesse caso ou em qualquer outro", disse após ser alvo de operação no mês passado.

Diante disso, duas pessoas a par da negociação afirmaram ao jornal Folha de São Paulo que a delação é uma prerrogativa de defesa mas, para funcionar, o ex-banqueiro precisa querer entregar "para valer" e não mentir.

A fragilidade dos relatos que o ex-banqueiro fez até o momento provocou também uma briga com seu advogado anterior. José Luis Oliveira Lima, o Juca, deixou o caso em 22 de maio. Ele relatou a pessoas próximas uma discussão com Vorcaro pouco antes de oficializar a saída, na qual o defensor teria dito que o ex-banqueiro não havia entendido ainda a gravidade da situação em que se encontra.

Procurado no início da manhã desta segunda-feira (15), Oliveira Lima preferiu não se manifestar. A defesa de Vorcaro ainda não se pronunciou.

Na última quinta (11), a PF comunicou ao STF (Supremo Tribunal Federal) a rejeição, pela segunda vez em menos de um mês, da proposta de delação premiada apresentada por Vorcaro. A corporação avaliou que Vorcaro não apresentou novidades em relação ao que já foi descoberto nas investigações e não apontou crimes cometidos por parceiros.

Entre as principais suspeitas da PF está a de que o senador Ciro Nogueira, que foi ministro da Casa Civil na gestão Jair Bolsonaro (PL), recebia quantias repassadas por Felipe Vorcaro, primo de Daniel. Além disso, de acordo com as apurações, haveria o pagamento de outras despesas pessoais do parlamentar, como viagens e caronas em avião particular.

Segundo a PF, Felipe teria feito uma parceria "ligada aos pagamentos mensais em favor do senador, correspondentes, inicialmente, ao valor de R$ 300 mil, com indícios de que teriam sido posteriormente aumentados para a importância de R$ 500 mil". O primo de Vorcaro foi preso temporariamente.

Para assinar um acordo de delação, um investigado precisa confessar crimes e apresentar provas do que revelar às autoridades, incluindo a indicação de outras figuras importantes envolvidas, como dirigentes e políticos, e material de corroboração, como registros de conversas e documentos.

O argumento da PF é de que ainda há extenso volume de material a ser analisado, oriundo das buscas e apreensões e de quebras de sigilo. Um dos integrantes da equipe afirmou que a operação não chegou sequer à metade.

A reportagem apurou com investigadores que Mendonça informou que deve estender o prazo das investigações até a conclusão dos trabalhos.

Vorcaro foi preso pela primeira vez em 17 de novembro passado, quando tentava embarcar para o exterior, no Aeroporto de Guarulhos. A PF desconfia que ele tentava fugir do país, mas ele argumenta que viajaria para encontrar investidores interessados em comprar o Banco Master. Desde então, ao menos três dos advogados mais conhecidos do país saíram de sua equipe de defesa.

Na mesma conversa em que se desentendeu com Vorcaro, Juca também teria alertado o ex-banqueiro de que a situação dele poderia se agravar caso não contasse a história completa dos crimes cometidos e dos envolvidos no esquema.

O relato chegou inclusive a gabinetes do Supremo e ao próprio relator do caso na corte, ministro André Mendonça.

Oliveira Lima atuou formalmente no caso por pouco mais de dois meses —assumiu em 13 de março e foi o último advogado a deixar a representação de Vorcaro.

Além da dificuldade com o próprio cliente, Juca sofreu a contrariedade de Mendonça. O ministro deixou de conversar com o advogado depois de uma discussão pouco antes da apresentação da primeira proposta de colaboração.

Na ocasião, o relator demonstrou aborrecimento com os rumos da negociação, e o advogado respondeu que poderia recorrer à Segunda Turma da corte. O colegiado tem quatro votantes para o caso, o que poderia gerar um empate e, assim, favorecer Vorcaro. Dias Toffoli, que integra a turma, se declarou suspeito para o caso Master.

Tanto os desentendimentos com Vorcaro quanto as portas fechadas do gabinete na corte teriam tornado a permanência de Juca no caso inviável.

O advogado já conduziu delações premiadas delicadas, como a do ex-presidente da OAS, Leo Pinheiro, no auge da Operação Lava Jato. Ele defendeu também o ex-ministro José Dirceu na época do escândalo do mensalão, em 2012, e representou o general Braga Netto, ex-ministro de Jair Bolsonaro, no processo da tentativa de golpe de Estado no Brasil.

Oliveira Lima advogava para o Banco Master antes da liquidação da instituição pelo Banco Central, em novembro.

Além dele, Walfrido Warde foi um dos representantes do exército de escritórios que atuou para Vorcaro desde antes da deflagração da primeira operação. Em 21 de janeiro, ele se desligou da equipe. O advogado era apontado como um dos principais articuladores de uma estratégia agressiva para tentar suspender a liquidação do banco no STF ou no TCU (Tribunal de Contas da União).

Em 13 de março, foi a vez de Pierpaolo Bottini se afastar do time, quando Vorcaro partiu para a primeira tentativa de negociação. Ele alegou motivos pessoais para a decisão. Ele já a interlocutores afirmava que não participaria de negociação para delação do ex-banqueiro. Roberto Podval também deixou de advogar para Vorcaro.

Politica Livre

PGR rejeita segunda delação de Vorcaro e banqueiro pode deixar cela especial da PF

Publicado em 15 de junho de 2026 por Tribuna da Internet

PF já havia se manifestado de forma contrária ao acordo

Pepita Ortega
O Globo

A Procuradoria-Geral da República (PGR) rejeitou a segunda proposta de delação premiada apresentada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Com a Polícia Federal já posicionada contra o acordo, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), deve decidir ainda nesta semana o futuro das negociações e a situação prisional do investigado.

Segundo um integrante do Ministério Público, não há elementos novos, mas sim relatos de Vorcaro de que “ouviu dizer” sobre fatos relevantes. O banqueiro, segundo este integrante, também não se comprometeu efetivamente com a devolução de valores.

REJEIÇÃO – A Polícia Federal já havia formalizado a rejeição da segunda proposta de delação apresentada pelo banqueiro e encaminhou ao ministro um pedido para que ele deixe a cela especial da Superintendência da corporação e seja transferido para a Penitenciária Federal de Brasília.

Para os investigadores, as informações apresentadas pela defesa não trouxeram fatos suficientemente inéditos nem elementos de corroboração capazes de justificar a continuidade das tratativas.

Como O Globo mostrou nos últimos dias, a PGR manteve a proposta sob análise mesmo após a manifestação da PF e vinha realizando uma avaliação mais aprofundada do material apresentado pela defesa.

MEIOS DE PROVA – A avaliação predominante também na PGR foi que as informações apresentadas pela defesa carecem de meios de prova e não contribuem de forma relevante para o avanço das investigações. Mendonça já indicou a interlocutores que considera desejável uma posição convergente entre a PF e a PGR sobre o caso.

A situação difere da primeira tentativa de delação, rejeitada em maio, quando a PF abandonou as negociações enquanto a Procuradoria manteve as tratativas abertas. O ministro também já sinalizou que a colaboração só deverá avançar caso apresente fatos efetivamente inéditos e relevantes para as investigações.

Integrantes envolvidos no caso afirmam que a Procuradoria examinou a consistência dos relatos, a possibilidade de comprovação dos fatos narrados e a utilidade prática das informações para o avanço das investigações.

TROCA DE DEFESA –  Desde março, Vorcaro ocupa uma cela especial na Superintendência da PF em razão das negociações para um acordo de colaboração. Após firmar um termo de confidencialidade, ele passou a receber diariamente seus advogados, das 9h às 17h, para discutir os termos da proposta. A segunda versão da delação foi apresentada após a rejeição da primeira tentativa e depois de uma troca na equipe de defesa.

A PF sustenta que o banqueiro tem dificuldade para apresentar documentos capazes de corroborar seus relatos porque já não possui controle sobre o Banco Master, liquidado pelo Banco Central em novembro do ano passado.

Investigadores afirmam que as informações apresentadas pela defesa não trouxeram fatos suficientemente inéditos nem elementos independentes de comprovação capazes de justificar a celebração de um acordo de colaboração.

JUSTIFICATIVAS – Outro fator que pesou contra a proposta foi a avaliação de que Vorcaro concentrou esforços em apresentar sua versão dos fatos e justificar relações mantidas com integrantes da classe política, em vez de admitir crimes, apontar a participação de terceiros ou abrir novas frentes de investigação. Na percepção de investigadores, o material entregue tem caráter predominantemente defensivo e não atende ao objetivo esperado de uma delação premiada.

Também existe entre integrantes da corporação a avaliação de que o banqueiro ainda não demonstrou disposição efetiva para cooperar com as investigações. Nos bastidores, investigadores afirmam que as sucessivas complementações da proposta não alteraram substancialmente o conteúdo inicialmente apresentado e reforçaram a percepção de que a estratégia estaria voltada mais a prolongar as negociações do que a fornecer informações inéditas às autoridades.

A rejeição da primeira proposta de Vorcaro ocorreu em maio e levou a uma mudança na equipe de defesa. Na ocasião, o advogado José Luis Oliveira Lima, o Juca, deixou o caso, que passou a ser conduzido pelo criminalista Sérgio Leonardo.

RESISTÊNCIA – Interlocutores da defesa, por sua vez, sustentam que o material apresentado contém relatos inéditos e informações relevantes para as investigações. Na visão deles, há resistência de investigadores em prosseguir com as negociações, apesar dos complementos feitos à proposta ao longo das últimas semanas.

Vorcaro é suspeito de comandar um esquema de fraudes financeiras que teria causado prejuízos bilionários a investidores e correntistas do Banco Master, incluindo fundos de previdência de estados e municípios. As investigações também apuram suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro, ocultação patrimonial, intimidação de adversários, monitoramento ilegal de autoridades e tentativas de interferência em órgãos de fiscalização.

O colapso do Banco Master provocou um impacto estimado em mais de R$ 50 bilhões no Fundo Garantidor de Créditos (FGC), responsável por assegurar depósitos e aplicações de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. Entre os investidores atingidos estão fundos de previdência estaduais e municipais, como o Rioprevidência.

CONFISSÃO – Um acordo de colaboração premiada é um meio de obtenção de provas e prevê, entre outros pontos, a confissão de crimes e o pagamento de multa. Em troca, o investigado obtém benefícios, como redução de pena e progressão de regime, entre outros.

Caso a delação seja definitivamente rejeitada, a tendência é que Mendonça determine a transferência de Vorcaro para uma unidade prisional comum, encerrando o regime diferenciado que permitiu as negociações com a PF e a PGR nos últimos meses. Além disso, o conteúdo apresentado durante as tratativas não poderá ser utilizado pelas autoridades nas investigações.


EDITORIAL: As Imagens Não Mentem – Os Principais Lances da Maior Alvorada da História de Jeremoabo

 

EDITORIAL: As Imagens Não Mentem – Os Principais Lances da Maior Alvorada da História de Jeremoabo


Por José Montalvão


A nossa amada Jeremoabo ainda vibra na frequência da maior, mais bonita e mais organizada abertura junina de toda a sua história. Para que o amigo leitor do Blog, os jeremoabenses espalhados pelo Brasil e os apaixonados pela nossa cultura não percam um único detalhe desse espetáculo, trazemos hoje um compilado com os principais lances e momentos marcantes da Alvorada de 2026.

Toda essa cobertura exclusiva e de altíssimo nível traz a assinatura e a autoria do talentoso companheiro Vitor Bartilotti, que com suas lentes e sensibilidade jornalística documentou a magnitude de um evento que parou o sertão. As imagens e relatos mostram o verdadeiro show que tomou conta das avenidas, deixando evidente a satisfação indescritível tanto dos milhares de participantes quanto dos cantores e músicos das diversas bandas que se revezaram para fazer a poeira levantar. Para os artistas, cantar na Alvorada é uma experiência única; para o povo, é a consagração da alegria.

A Parceria de Sucesso: Executivo e Legislativo Unidos pelo Povo

A Alvorada de 2026 deixou uma lição clara: quando as lideranças políticas colocam o município acima de vaidades e trabalham em sintonia, o resultado é o brilhantismo absoluto. Este ano, o prefeito Tista de Deda "deu toda a carga", não medindo esforços nos bastidores para garantir uma infraestrutura impecável, segurança pública reforçada com planejamento cirúrgico e o acolhimento digno que o folião merece.

Esse empenho do prefeito foi integralmente compartilhado e fortalecido pelo presidente da Câmara Municipal, o vereador Neguinho de Lié. O chefe do Poder Legislativo marchou lado a lado com o prefeito, demonstrando espírito público, maturidade e uma parceria institucional sólida que foi fundamental para o sucesso estrondoso do evento. Ver o prefeito e o presidente da Câmara unidos no meio do povo, abraçando a nossa gente e celebrando o sucesso da festa, é o maior testemunho de que Jeremoabo vive tempos de estabilidade, paz e progresso.

A Cada Ano, Uma Evolução Inquestionável

Quem acompanha a trajetória da nossa Alvorada sabe que ela não é uma festa estática. Ano após ano, o evento evolui, corrige falhas, moderniza-se e amplia o seu alcance turístico, sem perder a essência da tradição sertaneja. O comércio local faturou alto, os hotéis registraram lotação máxima e a economia girou de ponta a ponta, trazendo renda para o feirante, para o dono de pousada e para o trabalhador autônomo.

Enquanto a oposição defasada passou a semana que antecedeu os festejos tentando fabricar fakenews e plantar a discórdia na internet, a resposta da gestão e do povo veio em forma de união, música e civilidade. Nenhuma mesquinharia política foi capaz de ofuscar o sorriso dos mais jovens aos mais idosos que brincaram em total harmonia e paz.

Conclusão: O São João Continua em Alto Nível

A Alvorada cumpriu o seu papel com louvor e abriu com chave de ouro o nosso São João. Parabéns a Tista de Deda pela coragem de fazer o melhor; parabéns a Neguinho de Lié pela parceria republicana e pelo apoio ao brilhantismo da festa; e um agradecimento especial ao companheiro Vitor Bartilotti pela cobertura brilhante que eterniza esses momentos.

Fiquem ligados nos lances e nas fotos, ajustem o passo e preparem o coração, porque a maratona do forró em Jeremoabo está apenas começando. Sob o império da lei e da alegria, o progresso da nossa terra não vai parar!

Blog de Dede Montalvão: Mostrando os lances da vitória da nossa cultura, valorizando o olhar jornalístico de Vitor Bartilotti e aplaudindo a união de Tista de Deda e Neguinho de Lié pelo bem de Jeremoabo!

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025

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