sábado, agosto 22, 2026

O SILÊNCIO QUE INCOMODA: O Caso do Advogado Diego Fraga Não Pode Virar Apenas Mais uma Estatística

 

                                                   Foto Divulgação


O SILÊNCIO QUE INCOMODA: O Caso do Advogado Diego Fraga Não Pode Virar Apenas Mais uma Estatística


Por José Montalvão


Em 4 de agosto de 2026, a sociedade de Jeremoabo e de todo o sertão baiano foi sacudida pela notícia do brutal assassinato do advogado Diego Fraga de Castro, de 41 anos, encontrado morto a tiros dentro de seu próprio veículo na zona rural do município. Nos primeiros dias após o crime, acompanhou-se uma verdadeira onda de comoção: a imprensa regional deu amplo destaque, a classe jurídica se mobilizou e cada veículo de comunicação buscava trazer novos detalhes sobre a apuração do caso.

No entanto, superados os primeiros momentos de comoção e com os desdobramentos operacionais que resultaram em prisões cautelares, o que se observa agora é um silêncio ensurdecedor. A poeira parece baixar, o assunto vai perdendo espaço nos debates públicos e a sensação de esquecimento começa a pairar sobre a comunidade.

A Curva do Esquecimento e o Perigo da Impunidade

É um fenômeno recorrente na crônica policial e na dinâmica social das pequenas cidades: o crime bárbaro gera um pico inicial de indignação, mas, com o passar das semanas, a pauta é atropelada por novos acontecimentos e o caso corre o risco de cair no ostracismo.

Esse arrefecimento traz preocupações reais para a sociedade:

  • A Necessidade de Acompanhamento Processual: A fase de investigação e a conversão de prisões em preventivas são apenas o início do trabalho da Justiça. Sem a vigilância constante da opinião pública e da imprensa, o processo corre o risco de enfrentar protelações e manobras jurídicas;

  • O Respeito à Família e à Categoria: Para a família de Diego Fraga e para a classe dos advogados, a dor e a busca por respostas definitivas não cessam quando as manchetes diminuem. Manter o caso em pauta é um dever de empatia e de cobrança por justiça;

  • O Sinal Contra a Impunidade: Jeremoabo não pode aceitar que a morte violenta de um cidadão e profissional do Direito seja tratada como algo corriqueiro. Se o caso virar "apenas mais um" arquivo na prateleira do esquecimento, a mensagem enviada à criminalidade é a de que a violência compensa.

O Papel da Imprensa e das Instituições

O papel do jornalismo independente e responsável é justamente recusar o silêncio. Cumpre à imprensa e às entidades de classe acompanhar o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público, os atos da instrução criminal no Poder Judiciário e o julgamento final dos envolvidos.

Noticiar não é apenas alardear o fato no dia da ocorrência; é fiscalizar a aplicação da lei até que a sentença transitada em julgado traga a resposta institucional que a sociedade exige.

Conclusão: Exigir Justiça Até o Fim

O caso do advogado Diego Fraga de Castro precisa ter um desfecho transparente, rigoroso e pautado pelo devido processo legal. A população de Jeremoabo e a comunidade jurídica da Bahia aguardam que o trabalho das autoridades policiais e do Judiciário culminará na devida responsabilização de quem quer que tenha concorrido para este crime.

Este veículo continuará atento, cobrando transparência e acompanhando os passos da Justiça. O silêncio não pode vencer a memória, nem sufocar o direito à verdade!

José Montalvão

Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI - Registro C-002025).

Blog de Dede Montalvão: Acompanhando os desdobramentos da Justiça, cobrando transparência das autoridades e recusando o esquecimento no caso Diego Fraga!

O SUCESSO INCOMODA: Por Que as Críticas à Cobertura do São João Confirmam a Grandeza do Trabalho de Vitor

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Um post compartilhado por Vitor Bartilotti Lima (@vitorbartilotti)

O SUCESSO INCOMODA: Por Que as Críticas à Cobertura do São João Confirmam a Grandeza do Trabalho de Vitor



Por José Montalvão



Desde que o nosso amigo e parceiro Vitor publicou a série de vídeos com a cobertura completa e detalhada do São João de Jeremoabo, passei a receber diversas mensagens de leitores solicitando que eu me manifestasse sobre as repercussões e as críticas que surgiram em torno do seu trabalho.

Em atenção ao nosso público e mantendo o compromisso de estar sempre ao lado de quem produz conteúdo relevante para a nossa terra, faço questão de trazer uma análise direta e cristalina: a cobertura do São João realizada por Vitor foi um absoluto e incontestável sucesso.

A Lógica das Críticas: A Árvore Que Dá Frutos É a Que Recebe Pedras

Na vida pública e na comunicação, existe uma regra de ouro que nunca falha: tudo aquilo que gera críticas e barulho é porque alcançou grande visibilidade, agradou à imensa maioria e, inevitavelmente, incomodou uma pequena minoria.

  • Relevância e Alcance: O trabalho de Vitor não passou despercebido. Se a cobertura fosse fraca ou sem expressão, o silêncio seria o único resultado. As críticas são a maior prova de que o conteúdo atingiu em cheio a atenção do público;

  • O Incômodo da Minoria: Enquanto milhares de jeremoabenses e visitantes acompanhavam e elogiavam os registros dos festejos juninos, um pequeno grupo buscou defeitos para tentar desmerecer o esforço alheio. É o velho fenômeno do aplauso da maioria versus a dor de cotovelo de poucos;

  • A Sabedoria Popular: Como diz o ditado consagrado pelo tempo: só se atiram pedras em árvores que dão bons frutos. Ninguém perde tempo atirando pedras em árvore seca.

Siga Firme na Sua Jornada

O trabalho de registro cultural e cobertura dos grandes eventos de Jeremoabo exige dedicação, tempo e coragem para expor a cara e a voz. Vitor mostrou competência, levou as imagens do nosso São João para milhares de telas e cumpriu com maestria o papel de divulgar a nossa cultura e a nossa gente.

Ao companheiro Vitor, deixo aqui a minha palavra de incentivo: continue firme na sua caminhada e na sua jornada. Não se abale com comentários apequenados ou com a torcida do contra. O julgamento que realmente importa vem da aprovação popular, e essa foi maciça.

Conclusão: O Reconhecimento É do Povo

O São João de Jeremoabo é patrimônio da nossa gente, e quem se dedica a valorizar a nossa festa merece o nosso respeito e apoio. As críticas passageiras se dissolvem no ar, mas as imagens, o sucesso e o trabalho bem-feito ficam gravados na história da comunicação da nossa cidade.

Parabéns a Vitor pelo excelente trabalho e pelo sucesso estrondoso de público e audiência!

José Montalvão

Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI - Registro C-002025).

Blog de Dede Montalvão: Valorizando os comunicadores locais, defendendo a nossa cultura e reconhecendo quem trabalha pelo fortalecimento de Jeremoabo!

Cármen Lúcia rejeita tese de 'deepfake do bem' e compara vídeos de IA a foto de Tancredo

 

Cármen Lúcia rejeita tese de 'deepfake do bem' e compara vídeos de IA a foto de Tancredo

Por Patrícia Campos Mello, Folhapress

22/08/2026 às 08:35

Foto: Gustavo Moreno/STF/Arquivo

Imagem de Cármen Lúcia rejeita tese de 'deepfake do bem' e compara vídeos de IA a foto de Tancredo

A ministra Cármen Lúcia, do STF

A ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Cármen Lúcia compara os vídeos de IA (inteligência artificial) que imitam pessoas, os deepfakes, à famosa foto do então eleito presidente Tancredo Neves sentado em uma poltrona, cercado por seus médicos no hospital de Brasília, em março de 1985.

Tancredo estava doente e viria a morrer 27 dias depois, antes de assumir o cargo. O objetivo da imagem era tranquilizar os eleitores sobre a saúde do mandatário. A foto foi autorizada pelo político.

Em entrevista ao episódio de estreia do podcast "A Máquina", série da Folha publicada pelo Café da Manhã durante o período eleitoral, a ministra rejeita a tese de deepfake "do bem". Para ela, ainda que um vídeo de IA não tenha como objetivo ofender alguém, seja autorizado e não contenha nenhuma mentira, ainda é um deepfake —vedado, portanto, pela regra do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

É o caso do vídeo de Jair Bolsonaro exibido na convenção do PL. A peça é alvo de ação do PT, e será julgada em breve pelo TSE. "Isto é falso, foi criado por uma máquina para passar uma mensagem", disse Cármen, com a ressalva de que não opinava diretamente sobre esta ação.

"Trata-se de algo que não aconteceu e pode mudar o comportamento do eleitor", diz a magistrada, relatora da resolução do TSE de 2024 que vedou os deepfakes.

Na entrevista, Cármen Lúcia falou sobre os desafios de regular novas tecnologias na eleição, chatbots, da confiança da população no Supremo e o novo código de ética da corte. O episódio, em vídeo, pode ser assistido no Spotify e no site da Folha.

Esta é a terceira eleição presidencial em que o uso da tecnologia é muito importante. Houve disparos em massa de WhatsApp, redes usadas para incitar um golpe de Estado, uso de inteligência artificial em postagens. O que aprendemos até aqui?
A tecnologia impõe perguntas inéditas e nós precisamos de inventar as respostas. Esse aprendizado é permanente para a gente garantir a liberdade da eleitora, do eleitor, de escolher sem interferências externas, sem estar na condição de cativo digital. As pessoas veem no seu aparelhinho de celular, em uma tela, uma mensagem que pode ser absolutamente falsa, criada, com uma velocidade muito maior, uma variedade muito maior, uma virulência contra as liberdades muito maior. E não sente, porque ela é insidiosa na sua forma de corroer a livre capacidade de decidir.

No Brasil, estamos criando essas respostas ao mesmo tempo que aparecem os problemas. Temos que estar a par de cada invencionice tecnológica ou uso abusivo das tecnologias, e imediatamente dar uma resposta, porque a extensão dos efeitos dela é muito maior do que jamais tivemos na história.

Uma das novidades tecnológicas são os deepfakes. O TSE vai julgar uma ação contestando o uso de um vídeo em IA do ex-presidente Jair Bolsonaro dando apoio ao candidato Flávio Bolsonaro, exibido na convenção do PL. A resolução do TSE proíbe qualquer tipo de deepfake. Mas a defesa de Flávio alega que não se trata de deepfake, pois não houve má intenção. Na visão da senhora, que foi relatora da resolução do TSE de 2024 que proibiu deepfakes, o que é um deepfake?
O fake é algo que ou não existe ou existe de outra forma e o que lhe foi apresentado não é o fato como se deu. Digamos que eu fique muito nervosa diante de um público, de ter que falar com as pessoas. Então, eu não vou ao público, autorizo o uso da minha imagem, da minha voz, para falar o que eu falaria mesmo [para um vídeo deepfake]. Mas não sou eu. É uma criação em que a máquina transforma o que eu iria falar de forma atabalhoada, pouco compreensível. Isto é fake, porque eu não sou desse jeito no público.

O voto é um fato, é um gesto. Eu vou à cabine, aperto ali a tecla e eu votei. Então, aquilo que me levou a chegar a um convencimento sobre a minha escolha precisa ser algo verdadeiro, que aconteceu. Nós já tivemos casos na história, como uma celebérrima foto de um ex-presidente, de décadas atrás, que foi montada, alguém segurou atrás. (Foto de Tancredo Neves sentado em uma cadeira cercado por seus médicos, aparentando estar bem, quando ele já estava muito doente, em março de 1985). Aquilo era falso, para o povo ficar em paz. Causou algum mal? Não. Foi uma montagem? Foi. Aquilo enganou, de alguma forma. Tudo isso vem à tona agora para a gente decidir.

Vou tirar o caso concreto, por razões óbvias, além de ser juíza, havia uma outra circunstância que era o cumprimento de uma pena (Jair Bolsonaro está em prisão domiciliar e não pode fazer comunicações por redes sociais). [Um vídeo de IA de alguém] é uma montagem sim. É falso, foi criado por uma máquina para passar uma mensagem que nós queremos que chegue.

Nós estávamos trabalhando até há pouquíssimo tempo com a ideia de que o falso era algo que tinha o sentido de comprometer, insultar uma outra pessoa. Se for contra outra pessoa, não pode. Se for a favor do candidato que usa, pode. Mas nós vimos que não. No deepfake, mesmo positivo, é falso, porque você não está dizendo aquilo. Mas e se o que ele está dizendo não é falso? Eu estou usando porque a pessoa está adoentada, porque a pessoa não pode estar aqui, porque a pessoa está em viagem a outro lugar… Isso muda o comportamento do eleitorado.

A resolução do TSE deste ano proíbe que chatbots como ChatGPT, Gemini e Claude recomendem votos ou ranqueiem candidatos. Por que essa vedação é importante? E vai ser fácil fiscalizar isso?
Fiscalizar nunca é fácil. Mas a gente tem que cobrar permanentemente para que essa fiscalização seja eficiente. Não pode [ranquear], porque aí, de novo, estamos fazendo máquinas substituírem a vontade das pessoas. A tendência das pessoas é votar em quem está melhor posicionado em pesquisas, em demonstrações, e com isso, se você tem um ranqueamento, estamos falseando a própria formação do convencimento do eleitor.

Qual é o grau de preocupação que a senhora tem com contestações ou afirmações falsas sobre as urnas? É igual a 2022?
Eu não estou tão preocupada como estive em outros momentos, porque o brasileiro é mais inteligente do que muita gente por aí pensa. Ele sabe exatamente porque foi usado em 2021 e 2022, para tentarem solapar a credibilidade da urna. Houve um decréscimo da confiança nas urnas, que foi superado, principalmente porque café requentado não tem gosto de café novo.

Ditador não gosta de povo, e quem não tem voto, não gosta de urna, nem de eleição.

No ano passado, o presidente Donald Trump impôs tarifas contra o Brasil alegando uma suposta perseguição ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A senhora e vários ministros do Supremo tiveram seus vistos americanos revogados. Neste ano, há declarações do governo americano contra um dos candidatos, e encontros com outro. Haverá mais tentativas de interferência?
Eu não sei se vai haver mais tentativas de interferência. O artigo quarto da Constituição estabelece a independência dos povos, um princípio que o Brasil observa e que a gente espera que também observem em relação a nós. A interferência numa eleição é muito mais difícil num eleitorado de quase 158 milhões. As interferências podem até ter efeito contrário sobre nós, brasileiros, que já passamos por experiências muito complicadas antidemocráticas, de ausência de liberdades para voto.

A senhora participou da Flip e foi muito celebrada. Mas esta não é a percepção geral em relação ao Supremo. Pesquisa Datafolha de maio mostra que 40% da população desaprova o STF. Por que existe esse rechaço ao Supremo?
É preciso estar aberto a ter ciência da crítica, verificar qual a causa dela. É muito fácil implantar um dado de desconfiança, e é muito difícil construir a confiança. Se começam a plantar coisas contra uma instituição, isso pode gerar uma desconfiança, e essa desconfiança se alastra de uma forma muito fácil, muito mais do que a confiança. As críticas que me fazem, te asseguro que eu vejo. E nenhum de vocês nunca me viu, por exemplo, processando jornalista. O Judiciário precisa ouvir, não é surdo, mas precisa entender qual a razão dessa desconfiança, para saber como superar isso.

O presidente do Supremo, Edson Fachin, designou a senhora como relatora de um código de ética para o Supremo, e a senhora deve entregar um rascunho depois da eleição. Qual a importância de um código de ética para se construir confiança?
A busca do ministro Fachin era dar clareza ao que, em parte, já se tem na lei orgânica da magistratura, para todas as juízas e juízes brasileiros. Ele quer que isto seja condensado quando se trata dos ministros do Supremo, para ficar mais claro para a sociedade. O que ele está buscando é que a sociedade saiba que todos nós, eu e os meus colegas, nos submetemos à lei. Ele quer dar clareza a isso.

Politica Livre

Moraes determina cassação da aposentadoria de ex-diretor da PRF

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Moraes determina cassação da aposentadoria de ex-diretor da PRF

Por Agência Brasil

22/08/2026 às 08:53

Foto: Lula Marques/ Agência Brasil/Arquivo

Imagem de Moraes determina cassação da aposentadoria de ex-diretor da PRF

Silvinei Vasques foi condenado a 24 anos de prisão por trama golpista

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (21) a cassação da aposentadoria do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques.

No ano passado, Silvinei foi condenado pelo Supremo a 24 anos e seis meses de prisão em um dos processos da trama golpista ocorrida no governo Jair Bolsonaro.

Além do tempo de prisão a cumprir, o ex-diretor foi condenado à perda do cargo em função da condenação. Contudo, em 2022, antes da decisão do STF, Silvinei conseguiu se aposentar aos 47 anos.

Na decisão, Moraes disse que o entendimento do Supremo sobre a perda de cargo público em função de condenação criminal alcança os inativos, ou seja, acarreta a cassação da aposentadoria.

“Diante de todo o exposto, nos termos do art. 21 do RISTF, remeta-se o acórdão dos embargos de declaração à Advocacia Geral da União, determinado o imediato cumprimento da sanção de perda do cargo público imposta a Silvinei Vasques, mediante a cassação de sua aposentadoria no cargo de policial rodoviário federal", decidiu.

Conforme a acusação feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR), Silvinei atuou para barrar o deslocamento de eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no segundo turno das eleições de 2022, por meio de blitze em rodovias do Nordeste.

Durante o julgamento do caso, a defesa de Silvinei negou a atuação do ex-diretor para barrar o deslocamento de eleitores e disse que ele foi alvo de uma "tempestade midiática" e de notícias falsas nas redes sociais.

Politica Livre

Um tour pelas principais manchetes do Brasil

 

Um tour pelas principais manchetes do Brasil

(Imagem: Correio Braziliense | Reprodução)

Trim-trim. Ontem, Lula e Trump conversaram por telefone sobre a relação entre os países e temas da agenda global. O brasileiro destacou os resultados negativos das tarifas e Trump sugeriu novas reuniões para debaterem o assunto.

Na pauta. O Senado definiu Omar Aziz (PSD), apoiado por Lula (PT), como relator da PEC que prevê o fim da escala 6x1. Rogério Carvalho (PT) ficará responsável pela PEC da Segurança Pública. As duas medidas são consideradas estratégicas por Lula em sua campanha eleitoral.

Visitas liberadas. O ministro Alexandre de Moraes, autorizou que Jair Bolsonaro (PL) volte a receber visitas dos filhos Carlos e Renan na prisão domiciliar. Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, continua proibido de se encontrar com o pai até o fim das eleições.

Dentista, não. Justiça anula regra que reconhecia a harmonização facial como especialidade odontológica. Com a decisão, dentistas não poderão mais realizar esses procedimentos estéticos.

Triste recorde. Segundo o Ministério da Saúde, 1.121 indígenas morreram na Terra Yanomami entre 2023 e 2025, durante o governo Lula (PT). A tragédia ultrapassou o marco de 951 óbitos do mandato de Jair Bolsonaro (PL) no mesmo período.

Datafolha. A nova pesquisa Datafolha sobre as eleições presidenciais apontou que, em um possível 2° turno, Lula (PT) tem 47% das intenções de voto, enquanto Flávio (PL), tem 43% — tecnicamente empatados na margem de erro. Para 1° turno, Lula segue na liderança, mas a diferença dele (39%) para Flávio (33%) caiu de 8 pontos em julho para 6 pontos agora.

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APRESENTADO POR RED BULL

A galera ganhou AAASAS no seis&seis 🪽

Depois de 12h de evento, a energia lá pelo fim do dia precisava de um empurrãozinho. Sorte da galera que, pra quem completou o passaporte the news carimbo por carimbo, a última parada era um carrinho Red Bull geladinho te esperando.

Vem ver como foi a caça aos carimbos até a recompensa final. 🪽

 
TECH

O que acontece quando você irrita um nerd?

(Imagem: Rockstar Games | Reprodução)

Ele invade o jogo mais esperado do ano e solta informações exclusivas. A Take-Two, empresa do setor de video game, viu uma queda de +US$ 2 bilhões no seu valor de mercado depois de uma sequência de vazamentos do seu próximo grande lançamento: o GTA VI.

Mas por que ele fez isso? Segundo o próprio hacker, o objetivo era protestar contra a decisão da empresa de não vender discos do jogo na versão física. Apesar da Take-Two ter afirmado que a decisão é final, a medida foi criticada por impedir que jogadores troquem ou revendam o jogo depois de usado.

Desde o lançamento da última edição da franquia, há 13 anos, a empresa criou um hype gigantesco, revelando apenas dois trailers do produto nesse período. O GTA é importante para a Take-Two devido ao seu faturamento — do lançamento do GTA V até o final do ano passado, foram US$ 9,72 bilhões faturados.

  • Apesar de já ter ocorrido vazamentos anteriores, o principal ponto desta vez foi que o hacker escreveu o próprio nome no jogo, dando tiros em uma parede. A medida foi vista como um sinal de que ele tem acesso à versão completa e não apenas a gravações internas obtidas da Take-Two.

O problema é que, além de muitos jogadores não terem gostado da nova versão, uma eventual divulgação do código-fonte poderia criar problemas na infraestrutura online do jogo. A dona da franquia já teria entrado na justiça pedindo que o Discord e a Microsoft liberem dados que ajudem a descobrir quem é o hacker.

Looking-forward: Apesar da situação, a indústria de games limpou o calendário de lançamento para novembro, prevendo que o GTA VI irá dominar o mês. Estima-se que a empresa já faturou US$ 429 milhões com a pré-venda do jogo.

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NEGÓCIOS

Vai virar raro encontrar um pote desses nos mercados brasileiros

(Imagem: Giphy! | Friends)

A marca de sorvetes premium Häagen-Dazs vai deixar de ser comercializada no Brasil após a americana General Mills confirmar o fim de sua distribuição por aqui.

A decisão faz parte de uma “reformulação de portfólio” que já havia levado a companhia a vender as marcas Yoki e Kitano — seus principais negócios no país — para a 3corações, por cerca de R$ 800 milhões. A Häagen-Dazs, que era importada, não entrou na aquisição.

Agora, sem a estrutura da General Mills para distribuir os sorvetes e sem outra empresa interessada em assumir a importação da marca, o fornecimento foi descontinuado do mercado brasileiro — que contribuiu com aproximadamente US$ 350M nas vendas líquidas em 2025.

A saída fecha um ciclo iniciado em 1997, quando os primeiros potes chegaram aos supermercados. A marca também manteve lojas próprias no país.

A decisão também ocorre durante uma reorganização mais ampla da companhia. Nos últimos 12 meses, a General Mills registrou US$ 18,4 bilhões em vendas líquidas globais, uma queda anual de 5%.

O setor de sorvetes está derretendo? 🍦

A General Mills não é a primeira empresa a rever seu negócio no ramo. A Nestlé já negocia repassar sua operação direta de sorvetes em pelo menos seis países. Já a Unilever separou por completo sua divisão do setor.

Parte da explicação para o movimento está na economia do negócio. O sorvete exige um sistema de resfriamento constante, além de ter vendas mais sazonais do que outros alimentos. Isso levou as três maiores empresas do setor a reduzir operações diretas e apostar em parceiros locais.


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APRESENTADO POR LITTLE BEAN

Esse é um erro histórico das leis trabalhistas:

Getúlio Vargas criou as férias de 30 dias, o salário mínimo e a jornada de 8 horas. Mas ele esqueceu de colocar algo muito importante na CLT: proibir o café extraforte queimado na copa dos escritórios.

Se a sua empresa ainda comete esse crime, a gente tem a solução sem precisar acionar o sindicato: Indique o nosso café. Se o RH fechar com a gente, você ganha 1 ano de Little Bean de graça na sua casa.

É rapidinho: indique sua empresa clicando aqui. E para provar nosso café antes de convencer o RH, use o cupom PRIMEIRACOMPRA para garantir 15% OFF. Experimente o Little Bean aqui. ☕

 
ESPORTE

O fim das "bets" no patrocínio master na Premier League

(Imagem: Premier League)

A Premier League 2026/27 está começando neste fim de semana e traz um marco relevante: após 20 anos, empresas de apostas e cassinos não podem mais patrocinar o espaço mais nobre das camisas dos clubes ingleses.

  • O mais curioso e interessante é que essa foi uma decisão tomada em votação pelas próprias equipes — mesmo com 11 de 20 clubes tendo bet como patrocínio master na temporada passada.

Por que isso importa? A decisão confirma uma tendência global que já acontecia em outras ligas, como Espanha, Itália e Países Baixos, que atualmente já proíbem qualquer exposição de bets ou cassinos na camisa.

A mudança escancara um dilema entre finanças e ética, uma vez que a restrição na Liga Inglesa é apenas parcial. As empresas do setor continuam liberadas para expor suas marcas em áreas secundárias, como mangas e costas.

Uns estão sofrendo mais do que outros: Chelsea, Fulham e Nottingham Forest são os três times que iniciam o campeonato sem nenhum patrocinador principal.

Paralelo com o Brasil. Hoje, o patrocínio master de 12 dos 20 clubes da Série A são empresas de apostas e cassino online. Enquanto isso, brasileiros gastaram R$ 220 bilhões em bets no ano passado.

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OPINIÃO DO LEITOR

E: 3% | D: 8% | Enquete votada por 1.520 leitores na edição de 21/08/26 | Saiba mais aqui.

Alguns votos + comentários de leitores sobre a edição de ontem:

(Imparcial) "Maravilhosa essa edição de hoje! Perfeita na minha opinião. Imparcial, bastante abrangente, completa"

(Esquerda) (sem comentários)

(Direita) Matéria sobre Lulinha cheia de suposições sem mostrar a fonte. De onde vocês tiraram que o advogado quer arquivar o caso? Cadê as matérias sobre as falcatruas de Flávio Bolsonaro, evitaram falar que o vice dele responde na justiça o crime de estupro de vulnerável…”

(EXTRA) “Na dia 19 teve uma matéria sobre o Lulinha e se não me engano sobre os gastos do governo, ainda pensei: certeza que vão reclamar disso, e eu sou de extrema esquerda, apoio o atual governo, mas o fato deve ser publicado, hoje teve outra matéria sobre o Lulinha, normal, tem que noticiar mesmo, poderia só ajustar para quando falar do Marcola colocar uma aspas para informar que não é o do PCC”

 
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Na sua visão, a edição de hoje foi imparcial?

 
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