quarta-feira, maio 13, 2026

Ciro Nogueira procura novo advogado e Brasília devia aprender a se valorizar

 

Ciro Nogueira procura novo advogado e Brasília devia aprender a se valorizar

PF investiga compra de triplex de R$ 22 milhões por Ciro Nogueira em meio  ao caso Banco Master #charge #cartum #caricatura #editorialcartoon  #politicalcartoon

Charge do Clayton (O Povo/CE)

Vicente Limongi Netto

O famoso e badalado Antonio Carlos Castro, o Kakay, não é mais advogado do senador encalacrado, Ciro Nogueira (PP-PI), porque não houve acordo nos honorários e Kakay saiu dando entrevista demais. Mas continuam amigos de infância.

Kakay pediu 20 milhões de reais, para defender o senador presidente do PP, denunciado pela Policia Federal por envolvimento com Daniel Vorcaro. O senador jura pela honra dele que é inocente. Vítima de armações políticas.

VIDA DURA – O presidente do PP diz que vive com sacrifício, tem apenas o salário de senador. Precisou colocar a mãe dele como suplente para ajudar nas despesas e pagar o combustível de seu jatinho particular  com recursos públicos da verba parlamentar do Senado.

Ciro Nogueira não concordou com o valor dos honorários e Kakay arrumou as trouxas, os vinhos importados e os charutos cubanos, e foi cuidar da vida. Que anda muito difícil para muita gente. Inclusive para ele.

Kakay precisa reformar o apartamento que tem em Paris, que costuma emprestar a políticos, magistrados e amigos, mas anda meio duro. 

Mirante da Torre de TV de Brasília: tudo que você precisa saber - Viajante  Sem Fim

A Torre precisa de iluminação mais moderna

TORRE APAGADA – Brasília é uma cidade marcada por símbolos. Entre eles, a Torre de TV de Brasília ocupa lugar de destaque, um dos pontos mais visitados da capital, cartão-postal vivo, espaço de encontro, turismo e contemplação. Ainda assim, é tratada com uma displicência difícil de compreender.

Enquanto outras cidades do mundo transformam seus monumentos em experiências visuais marcantes, como a icônica Torre Eiffel, que se reinventa todas as noites com uma iluminação planejada, elegante e simbólica, Brasília parece não enxergar o potencial que tem diante dos próprios olhos.

A Torre de TV já é bela por si só, mas poderia ser muito mais, um espetáculo urbano, um marco noturno, um elemento permanente de orgulho coletivo. Imaginem a Torre pulsando luz. Cores que se alternam no céu do Planalto, fachos que se projetam como um chamado, como um abraço luminoso sobre a cidade.

SHOW DE LUZES – Seria uma iluminação majestosa que, noite após noite, transformaria o espaço em um verdadeiro espetáculo, como um show de fogos diário, onde famílias e turistas se reuniriam para compartilhar o mesmo encantamento. A cidade viva, reunida em torno de um símbolo que finalmente emociona.

O que se vê hoje, no entanto, é um esforço ainda tímido. Houve avanços, é verdade. A iluminação melhorou, ganhou algum destaque. Mas ainda está longe do que o monumento merece e do que Brasília pode oferecer. Falta projeto. Falta visão. Falta vontade política.

Uma iluminação cênica bem concebida não é gasto supérfluo, é investimento em turismo, valorização urbana e autoestima. É criar um ponto de referência que dialogue com a cidade, celebre datas, emocione quem passa e encante quem visita. É transformar o ordinário em extraordinário.

MAUS GESTORES – O Brasil está repleto de bons exemplos que não saem do papel por conta de gestores que não ousam, não enxergam e não priorizam o que realmente importa.

É pedir demais imaginar uma iluminação à altura da nossa Torre? Um projeto ousado, tecnológico, com um feixe de luz rotativo no topo, à semelhança do farol da Torre Eiffel, que marque a paisagem e reafirme a presença de Brasília no cenário mundial?

Alguém consegue imaginar aquele mezanino belíssimo, com visão de 360º, sendo administrado pela iniciativa privada? Brasília não precisa de mais concreto, precisa de luz. E, sobretudo, de quem tenha coragem de acendê-la.

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Caso Master: Ciro Nogueira diz que operação da PF é ‘roteiro absurdo de ficção’


Ciro Nogueira diz ser alvo de perseguição

Deu no O Globo

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) foi às redes sociais nesta terça-feira afirmar que a operação da Polícia Federal da qual foi alvo na última semana é parte de um “roteiro absurdo de ficção”. A publicação foi feita um dia após o político trocar de advogado para assumir sua defesa na investigação sobre o caso do Banco Master e eleger Conrado Gontijo.

“Não é a primeira vez que sou vítima de ataques em ano eleitoral. Mas essa tática não funcionou em 2018 e não vai funcionar agora. Eu sigo de cabeça erguida, consciência tranquila e confiança de que a verdade vai prevalecer mais uma vez. Quero que a polícia investigue com rigor, pois sei que não cometi nenhuma irregularidade e isso ficará provado novamente. Com o tempo e os fatos, nós vamos desmascarar mais essas mentiras de quem tenta me parar”, publicou no Instagram.

“DESTINATÁRIO CENTRAL” – Segundo a Polícia Federal, o presidente nacional do PP é apontado como possível “destinatário central” de vantagens indevidas pagas por pessoas ligadas ao Banco Master. A investigação apura suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema financeiro envolvendo a instituição financeira e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Nogueira rompeu com a banca Almeida Castro, Castro e Turbay Advogados, do criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay. Aliados do líder do PP afirmam reservadamente que a troca partiu do próprio senador e faz parte de uma reorganização mais ampla da estratégia jurídica e política após o avanço das investigações.


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Pesquisa aponta que maioria dos brasileiros teme agressões por posição política


Charge do Jônatas (Política Dinâmica)

Samuel Lima
O Globo

O nível de preocupação dos brasileiros com a violência política não reduziu de forma significativa desde a eleição presidencial passada, aponta pesquisa encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública junto ao Datafolha.

A cinco meses de exercerem novamente o direito ao voto, 60% dos brasileiros dizem ter medo de sofrer agressões físicas em razão das suas escolhas políticas ou partidárias. A taxa era similar, de 68%, há quatro anos.

POLARIZAÇÃO – O relatório aponta que essa preocupação se manteve elevada no período, mesmo quando comparada a um cenário desolador em 2022, com uma “eleição presidencial altamente polarizada, marcada por episódios de violência política, discursos de confronto e dúvidas lançadas sobre o próprio processo eleitoral”. De acordo com a organização, “esse ambiente tende a elevar a percepção de risco para além da experiência objetiva imediata”.

A pesquisa aponta ainda que 2,2% dos entrevistados disseram ter sofrido violência política nos últimos 12 meses. Apesar de estatisticamente menos frequente do que outros crimes, é possível estimar, a partir desses números, que algo entre 2,6 milhões e 4,7 milhões de brasileiros passaram pela situação no espaço de apenas um ano, considerando a margem de erro do levantamento.

O medo de ser agredido por razões políticas é mais frequente entre as mulheres — público em que alcança 65%, contra 53% dos homens. As classes mais pobres (D e E) também apresentam maior prevalência nesse cenário (64%) em comparação com a classe média, ou C (59%), e principalmente em relação ao eleitorado mais rico, das classes A e B (55%).

INFLUÊNCIA DO CRIME – Outro indicador relevante passa pela influência do avanço do crime organizado pelo território. Dentre os 41% dos entrevistados que relatam a presença de grupos ligados ao tráfico de drogas e milícias nos bairros onde moram, mais da metade (59%) respondeu que procura evitar se manifestar politicamente por receio de contrariar esses grupos e sofrer algum tipo de represália ou punição.

— De certa forma, virou um tabu, porque muitas vezes as facções e as milícias tentam influenciar os resultados eleitorais — afirma o presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e professor da FGV, Renato Sérgio de Lima, que se refere a essa prática como mais um exemplo de “governança criminal” estabelecida de modo direto ou indireto nas localidades.

A pesquisa foi realizada pelo Datafolha através de entrevistas presenciais em pontos de fluxo, com 2.004 pessoas de 16 anos ou mais, distribuídas em 137 municípios de todo o país. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, com nível de confiança na amostra de 95%.


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