segunda-feira, abril 13, 2026

Flávio usa imagens do governo Bolsonaro para atacar Lula sobre miséria

Publicado em 13 de abril de 2026 por Tribuna da Internet

Senador atribuiu imagens à notícia veiculada este ano

Deu no O Globo

O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro publicou um vídeo nas redes sociais, neste domingo, em que faz críticas ao atual chefe do Executivo, Luiz Inácio Lula da Silva, com um vídeo sobre fome gravado na época do governo do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

No início do vídeo, Flávio fala sobre a inadimplência e fome no Brasil e compartilha uma notícia do Diário do Nordeste, veiculada em março deste ano, sobre famílias coletarem comida descartada no lixo por um supermercado em um bairro nobre de Fortaleza, no Ceará.

SETEMBRO DE 2021 – Junto à notícia, porém, o senador utiliza imagens que foram gravadas em setembro de 2021, durante o governo de Jair Bolsonaro, que viralizaram pelo país. O vídeo mostra um grupo de pessoas à procura de alimentos dentro de um caminhão de lixo na porta de um supermercado no Bairro Cocó, área nobre de Fortaleza.

As imagens foram gravadas pelo motorista de aplicativo André Queiroz e compartilhadas nas redes sociais na época. “Pois é, muito triste. Existem cenas como essa sempre naquela região. Sempre vejo, mas não como essa daí. Por isso resolvi filmar. É bem impactante”, disse o motorista na ocasião.

Na época, um funcionário do supermercado que preferiu não se identificar afirmou ao G1 que a cena acontecia todas as semanas, e que crianças também buscavam comida que seria jogada em um lixão: “É isso aí que você vê no vídeo. Faz pena ver essas pessoas nessa situação humilhante. São idosos e até crianças, algumas vezes. As crianças chegam a entrar no caminhão. Os próprios lixeiros ficam sensibilizados. Alguns chegam até ajudar”, contou.

Além do Master, outras delações devem influir no resultado da sucessão de Lula


Delacao premiada charge – Bem Blogado

Charge do Dé (Arquivo Google)

Deu em O Globo

Depois que o banqueiro Daniel Vorcaro anunciou que pediria delação premiada, outros envolvidos em diversos tipos de fraudes e crimes se animaram a seguir o exemplo. Um deles é o empresário Maurício Camisotti, preso desde setembro do ano passado por suspeita de ser um dos operadores do esquema de fraudes do INSS, que  já fechou um acordo de delação premiada com a PF.

A informação foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pelo Globo.

FRAUDES NO INSS – Camisotti foi preso preventivamente na Operação Sem Desconto, que também mirou o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. Os dois são apontados como os principais operadores do suposto esquema que desviava recursos de aposentadorias e pensões.

Os advogados que negociaram a delação de Camisotti com as autoridades são Átila Machado e Celso Vilardi, que já intermediaram outros acordos do gênero.

Vilardi atuou na colaboração de diretores da Hypermarcas (atual Hypera Pharma), acusados pela Operação Lava-Jato de pagar propinas a políticos. Já Machado participou do caso envolvendo o doleiro Dario Messer, também no âmbito da Lava-Jato. Procurada, a defesa do empresário não se manifestou.

MENDONÇA RELATOR – Para firmar o acordo, Camisotti precisou admitir envolvimento no esquema de descontos irregulares em benefícios do INSS. Caberá ao ministro André Mendonça, relator do caso no STF, analisar a legalidade das tratativas e homologar ou não a delação.

As investigações apontam que sindicatos e associações cobraram de aposentados e pensionistas descontos indevidos e sem autorização no período de 2019 a 2024. De acordo com a PF, o valor do prejuízo pode chegar a mais de R$ 6 bilhões.

Camisotti é citado no inquérito como beneficiário direto das fraudes e sócio oculto de entidades ligadas às associações que promoveram os descontos indevidos. A PF sustenta que tanto ele quanto Antunes — o Careca do INSS, figura conhecida nos círculos de Brasília e com ampla rede de contatos no mundo político — tinham papel essencial no funcionamento do esquema.

CARBONO OCULTO – Já a delação do empresário Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como Beto Louco, está nas mãos do procurador-geral de Justiça de São Paulo, Paulo Sergio de Oliveira e Costa.

Ele foi um dos principais alvos da Operação Carbono Oculto, deflagrada em agosto de 2025, sob suspeita de comandar um esquema de lavagem de dinheiro, sonegação e adulteração de combustível. Os documentos referentes ao acordo já foram entregues ao Ministério Público de São Paulo (MPSP).

Fontes relatam que Silva forneceu informações preliminares sobre o que as autoridades podem conseguir com suas revelações. Interlocutores contam, por exemplo, que ele revelou nomes de magistrados e de servidores responsáveis por fiscalizações no setor de combustíveis supostamente associados ao esquema. Também colocou à disposição celulares usados por ele, em que podem ser obtidos dados importantes sobre as fraudes e os envolvidos.

POSTOS DO PCC – A PF apura a relação entre esse esquema e postos ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Cerca de mil estabelecimentos vinculados à facção movimentaram R$ 52 bilhões entre 2020 e 2024.

Segundo as investigações da Carbono Oculto, Beto Louco ficava responsável por gerir as empresas Copape e Aster, pelas quais o grupo cometia as fraudes fiscais e viabilizava a lavagem de dinheiro.

As tratativas para uma eventual colaboração também incluem Mohamad Hussein Mourad, o Primo. Ambos são considerados foragidos desde agosto, quando foi desencadeada a Carbono Oculto, e foram localizados por autoridades brasileiras na Líbia. É de lá que os dois, atualmente na lista da Interpol, negociam a delação premiada com o MPSP através de seus advogados. Procurada, a defesa afirmou que não poderia comentar sobre o caso em razão do sigilo.

OUTRA TENTATIVA – Antes, entretanto, Roberto Silva chegou a procurar o Ministério Público Federal para tentar um acordo mais amplo, que pudesse lhe gerar mais benefícios. Interlocutores do investigado buscaram a PGR no ano passado sob o pretexto de citar autoridades com prerrogativa de foro junto ao STF, mas a avaliação foi a de que as informações iniciais apresentadas foram inconclusivas, sem menção a elementos que pudessem eventualmente corroborar os relatos.

Além da avaliação, pela PGR, de que os relatos eram incipientes, o que abortou as conversas ainda no início, também foi feita a ponderação de que a investigação sobre a Carbono Oculto está sob a alçada do Ministério Público estadual, em primeira instância, sem contato com as equipes em Brasília. No MPSP, no entanto, o acordo também vem dividindo opiniões.

Enquanto um grupo de promotores vislumbra a relevância de uma visão interna do esquema e a possibilidade de ressarcimento de valores bilionários sonegados, outros avaliam ser possível que os investigadores cheguem às mesmas conclusões pelas vias normais do inquérito. Internamente, a expectativa é que o parecer sobre a colaboração de Beto Louco possa sair já na próxima semana.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A matéria de O Globo mostra que outras importante delações já estão no forno e suas revelações certamente vão influir na sucessão do presidente Lula da Silva, aquele que diz ainda não ter decidido se será candidato, mas já escolheu o vice, fazendo uma tremenda Piada do Ano. (C.N.)


Entre o empate e o desgaste: Lula diante de um novo campo de batalha eleitoral


Lula empataria com Flávio Bolsonaro em eventual 2º turno

Pedro do Coutto

A política raramente oferece sinais isolados. Quando uma pesquisa, um escândalo e uma mudança de discurso surgem ao mesmo tempo, o que se tem não é coincidência — é sintoma. O empate registrado pelo Datafolha entre Lula da Silva e Flávio Bolsonaro no segundo turno projeta exatamente esse tipo de inflexão: um momento em que a disputa deixa de ser confortável para se tornar estruturalmente incerta.

O dado em si já é eloquente. Pela primeira vez, o presidente aparece numericamente atrás — ainda que dentro da margem de erro — com 45% contra 46% do adversário . Mais do que um empate técnico, trata-se de um empate político. Ou seja, não é apenas a fotografia de um momento, mas a indicação de que o campo eleitoral se reorganiza e que o lulismo já não opera com a vantagem psicológica que marcou o início do ciclo.

SINAIS DE DESGASTE – Esse movimento não surge no vazio. Ele dialoga diretamente com a deterioração de indicadores mais amplos de percepção pública. A avaliação do governo, por exemplo, mostra sinais de desgaste: a reprovação já supera a aprovação e há estabilidade em patamares elevados de avaliação negativa . Em política, esse tipo de erosão não é abrupto — ele se acumula. E, quando encontra um vetor de crise, acelera.

É nesse ponto que entra o chamado “caso Banco Master”. O escândalo, que envolve cifras bilionárias, conexões com o sistema financeiro e repercussões no Judiciário, ultrapassa o campo técnico para se tornar um fato político de primeira grandeza. Investigações e revelações associadas ao banco ampliaram a desconfiança pública em relação às elites institucionais e criaram um ambiente de suspeição difusa . Ainda que não recaia diretamente sobre o presidente, o episódio contamina o entorno do poder — e, na percepção do eleitor, o entorno muitas vezes se confunde com o próprio governo.

Dentro do próprio campo governista, essa leitura já está consolidada. Dirigentes do partido atribuem parte do desgaste recente à combinação de denúncias envolvendo o Banco Master e outros ruídos institucionais, reconhecendo que tais fatores elevaram a rejeição ao governo . É o tipo de diagnóstico que revela mais do que uma crise pontual: indica que o governo passou a reagir, e não mais a conduzir a agenda.

ESPAÇO ABERTO – A ascensão de Flávio Bolsonaro, por sua vez, deve ser entendida menos como um fenômeno isolado e mais como a ocupação de um espaço político aberto. Em um ambiente de alta rejeição mútua — em que ambos os polos enfrentam resistência relevante do eleitorado — cresce quem consegue dialogar com o sentimento predominante do momento. E hoje esse sentimento é atravessado por insegurança, desconfiança e fadiga institucional.

Nesse cenário, a resposta de Lula começa a tomar forma: endurecer o discurso, especialmente na área de segurança pública. Trata-se de uma tentativa clara de reconexão com o eleitorado de centro, que historicamente oscila entre a busca por estabilidade social e a demanda por ordem. No entanto, essa guinada carrega um risco inerente. Ao adotar um tom mais punitivista, o presidente tensiona sua própria base e relativiza bandeiras que sempre foram identitárias do campo progressista.

É, portanto, uma operação de alto custo político. Se for tímida, não produz efeito eleitoral. Se for intensa, pode gerar ruído interno. Esse é o dilema clássico de governos que enfrentam desgaste em meio à polarização: precisam ampliar sua base sem perder sua identidade — tarefa que raramente se resolve sem contradições.

SINAL DE ALERTA – O empate apontado pelo Datafolha, nesse contexto, não é apenas um número. É um sinal de alerta. Ele indica que a eleição de 2026, ao contrário do que se projetava meses atrás, não será decidida por inércia ou memória recente, mas por capacidade de adaptação. Lula, experiente e resiliente, já demonstrou ao longo de sua trajetória habilidade para recalibrar discurso e estratégia. Mas desta vez o terreno é mais instável.

Entre o peso do passado, o ruído do presente e a incerteza do futuro, a disputa começa a assumir contornos mais imprevisíveis. E, como costuma acontecer na política brasileira, é nesse espaço de instabilidade que as eleições deixam de ser previsíveis — e passam a ser verdadeiramente disputadas.

Lula aconselha seu “companheiro Alexandre” a colocar a culpar a própria mulher

Publicado em 13 de abril de 2026 por Tribuna da Internet

Moraes descarta ação na Justiça dos EUA durante jantar com Lula

Lula tem motivos para jogar aos leões seu “companheiro”

Thais Oyama
O Globo

O presidente Lula, em entrevista ao ICL Notícias, referiu-se ao ministro do STF Alexandre de Moraes como “companheiro Alexandre” para, três frases depois, jogá-lo literalmente aos leões. Dois dias após a CPI do Banco Master revelar que o patrimônio do magistrado triplicou desde a sua chegada ao STF — e que só os 17 imóveis que possui com a mulher estão avaliados em R$ 31,5 milhões —, Lula afirmou que quem quer “ficar milionário não pode ser ministro da Suprema Corte”.

Disse ainda que “salário de deputado, governador, e presidente da República não permite que ninguém seja rico”. E acrescentou: se alguém enriquece durante o mandato, é “porque teve outras coisas para ficar rico”. Um pouco mais e Moraes ficaria tentado a enquadrar Lula num de seus inquéritos imorríveis.

RAZÕES ELEITORAIS – O presidente tem vários motivos — até onde a vista alcança, todos de natureza eleitoral — para largar a mão daquele a quem, por mais de uma ocasião, chamou de “salvador da democracia” — uma das togas mais poderosas do tribunal que foi o parceiro institucional e instância de sustentação de seu governo nos choques com o Congresso.

A primeira razão para Lula descartar o até aqui aliado Moraes é que a sucessão de revelações sobre as ligações cada vez mais escancaradas entre o Banco Master e os cada vez menos egrégios ministros do Supremo tornou improvável a contenção do escândalo — e Lula não pode se dar ao luxo de ficar na contramão da opinião pública.

Segundo a última pesquisa Quaest, mais brasileiros não confiam no STF (49%) do que confiam (43%); e 66% querem votar em candidatos ao Senado que apoiem o impeachment de ministros. O pior dado para Lula: 59% veem a Corte como aliada do governo.

OUTRO MOTIVO -Há uma segunda razão para ele abandonar Moraes — cuja biografia disse ter tentado salvar sugerindo ao ministro uma declaração de impedimento e um truque retórico (“Diga textualmente: ‘Minha mulher estava advogando, minha mulher não tem que pedir licença pra mim, ela faz as coisas…’.”).

Essa razão passa pelo fato de, assim como Lula, Flávio Bolsonaro dar um braço para não ter de subir num palanque e falar sobre o envolvimento de ministros do STF no caso Master.

O filho de Jair Bolsonaro segue com o freio de mão puxado no assunto não apenas por ter pai presidiário e à mercê da Corte, mas por temer pela própria sorte. Assombra-o a hipótese — até agora nem cogitada, nem fundamentada — de integrantes da Corte produzirem um fato jurídico que leve o TSE a indeferir o registro de sua candidatura.

PONDERADO DEMAIS – Por isso, até aqui, o bolsonarista vem tratando com ponderada distância os passivos de Moraes e Dias Toffoli. E o combinado é que, provocado, ele jogue para os candidatos ao Congresso a resposta sobre eventuais impeachments.

Próceres do PL receiam ainda pelo destino de cinco pré-candidatos do partido ao Senado que respondem a ações no Supremo, entre eles Carlos Bolsonaro.

Por motivos distintos, tanto Lula quanto Flávio pretendiam manter a maior distância possível do inconveniente assunto dos magistrados radioativos. A entrada de Caiado na eleição, porém, tende a obrigar os dois a mudar o jogo.

CAIADO NO ATAQUE – Na semana passada, o candidato do PSD declarou que, antes mesmo de um eventual impeachment de ministros, o STF deveria “cortar na própria carne” e afastar os nomes envolvidos no escândalo.

Ao arrastar o tema para a arena presidencial, Caiado obriga Flávio a segui-lo, ao mesmo tempo que força Lula a se mexer para não ficar com o mico na mão.

Por fim, a terceira razão para o petista buscar distanciamento sanitário do ex-aliado Moraes nasce do solo fértil da especulação: é que um passarinho, altamente informado sobre o andamento das investigações do Master, contou a Lula que mais coisa pesada vem por aí — e que não há salvação para a biografia do companheiro Alexandre.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Os astros estão entrando em conjunção e Moraes vai apodrecer dia-a-dia, em público, sendo torturado aos poucos, com a mesma desumanidade que ele demonstrou ao julgar os terríveis terroristas do 8 de Janeiro. O ministro-companheiro já não serve mais ao amigo Lula e precisa pagar os pecados. Vida que segue, diria João Sadanha, de olha na Copa. (C.N.)

Lula escala Alckmin para anunciar empréstimo ao túnel Santos-Guarujá e irrita Tarcísio

 

Lula escala Alckmin para anunciar empréstimo ao túnel Santos-Guarujá e irrita Tarcísio

Tarcísio soube de cerimônia na sexta e desenha da solenidade por um empréstimo

Por Carlos Petrocilo/Folhapress

12/04/2026 às 16:00

Atualizado em 12/04/2026 às 20:05

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil/Arquivo

Imagem de Lula escala Alckmin para anunciar empréstimo ao túnel Santos-Guarujá e irrita Tarcísio

Geraldo Alckmin e Lula

Em novo capítulo pela paternidade do túnel Santos-Guarujá, o governo Lula convidou de última hora os integrantes da gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) para uma solenidade de assinatura de empréstimo do Banco do Brasil para construção da obra.

Para o evento nesta segunda-feira (13) na sede do banco em São Paulo, Lula escalou o vice Geraldo Alckmin e o ministro Dario Durigan (Fazenda). E Tarcísio, que afirma ter sido convidado somente na sexta, enviará Samuel Kinoshita, secretário da Fazenda e Planejamento.

Integrantes da gestão estadual dizem que o empréstimo tem condições de mercado, mas Lula pretende faturar politicamente com o anúncio. O empréstimo de R$ 2,6 bilhões deverá ser pago pelo Estado.

No Palácio dos Bandeirantes, o gesto é comparado à cerimônia na qual Lula assinou, em março, um financiamento de R$ 6 bilhões para construção do trem Intercidades, que ligará Campinas a São Paulo.

Convidado de última hora, Tarcísio não foi ao evento em Araraquara, e Lula criticou a ausência do governador.

O túnel Santos-Guarujá terá investimento de 5,1 bilhões, divididos entre os governos federal e estadual.

Tarcísio tem dito que a gestão Lula ainda não pagou a sua parte no projeto. "Existe a possibilidade de bancar tudo. Se nós tivermos que aportar 100% do dinheiro, nós vamos aportar!", disse o governador, na sexta.

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