domingo, março 22, 2026

Empresária de Paulo Afonso-BA é morta a tiros em Aracaju; companheiro atentou contra si após o crime

 



Crime ocorreu após festa privada e choca moradores da região.

Uma tragédia registrada na capital sergipana, Aracaju, chocou moradores de Alagoas, Bahia e Sergipe neste domingo, 22. A empresária Flávia Barros, natural de Piranhas-AL e residente em Paulo Afonso-BA, foi assassinada a tiros durante a madrugada.

De acordo com informações da imprensa sergipana, Flávia estava acompanhada de Tiago Russo, diretor do presídio de Paulo Afonso e com quem mantinha um relacionamento. O casal havia participado de uma festividade privada durante a noite de sábado e madrugada deste domingo.

Ainda segundo os relatos, ao retornarem para o hotel onde estavam hospedados, os dois teriam se envolvido em uma discussão. Durante o desentendimento, Tiago Russo efetuou disparos de arma de fogo contra Flávia Barros.

Após o crime, ele atentou contra a própria vida. Tiago chegou a ser socorrido e encaminhado a um hospital em Aracaju, mas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.

Flávia Barros era bastante conhecida na região, atuando no ramo financeiro, oferecendo soluções e serviços na área. Além da atuação profissional, também possuía forte presença nas redes sociais, sendo reconhecida por sua popularidade e por já ter mantido relações com pessoas influentes.

A morte da empresária causa grande comoção entre familiares, amigos e conhecidos, deixando uma lacuna irreparável. O caso também reacende o alerta para a violência contra a mulher, um problema que segue fazendo vítimas em todo o país.

As circunstâncias do crime devem ser investigadas pelas autoridades sergipanas.

https://www.itnoticias.com.br/2026/03/22/empresaria-de-paulo-afonso-ba-e-morta-a-tiros-em-aracaju-companheiro-atentou-contra-si-apos-o-crime/

Mulher é morta a tiros em quarto de hotel em Aracaju; marido é suspeito

 Policiais encontraram a mulher já sem vida no quarto, enquanto o homem, apontado como suspeito, ainda apresentava sinais vitais e foi socorrido.

(Fotos: @andremumia/André Luiz)

Uma mulher foi morta a tiros nas primeiras horas da manhã deste domingo, 22, em um quarto de hotel localizado no bairro Coroa do Meio, em Aracaju. O caso é tratado pela Polícia Militar como uma possível situação de feminicídio. A informação – ainda não confirmada oficialmente – é que o marido da vítima, um policial penal da Bahia, é o principal suspeito.

De acordo com o boletim policial, a ocorrência foi registrada por volta das 5h20, na Rua Jugurta Feitosa, nas dependências de um hotel, após a denúncia de disparos de arma de fogo.

Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a porta do quarto arrombada e, no interior, um casal sobre a cama, ambos com ferimentos provocados por disparos. A mulher já estava sem sinais vitais, com o óbito confirmado por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)

O marido da vítima foi encontrado com sinais vitais e socorrido para o Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), onde deu entrada na ala vermelha. A suspeita é de que ele tenha tentado tirar a própria vida após o crime. 

Ainda conforme a polícia, uma pistola calibre .40 foi apreendida no local, com um carregador contendo munições, além de estojos recolhidos pela perícia criminal.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

Por Verlane Estácio com informações da PM

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"A corrupção no Judiciário e..." by Moisés Lazzaretti Vieira

 

A corrupção no Judiciário e o caso dos magistrados aposentados pelo Conselho Nacional de Justiça (2008-2017).
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2019, Dissertação (Mestrado em Ciência Política). Universidade Federal do Rio Grande do Sul
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"A Narrativa Do Combate À..." by Valdimir Pereira Reis

 

A Narrativa Do Combate À Corrupção Interpretada Nos Textos Dos Estudantes De Uma Escola Pública
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ABSTRACT
Resumo: O presente trabalho tem o objetivo analisar a narrativa do combate à corrupção construída e propagada pela grande mídia e interpretada nas produções literárias dos estudantes de uma escola pública no sudoeste baiano, no ano de 2013. Neste estudo, tomou-se como objeto de pesquisa a influência das grandes...
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O Armagedon no Irã e as confissões de Vorcaro

 Publicado em 22/03/2026 às 08:41

Alterado em 22/03/2026 às 08:48



Abra o Link e Leia Matéria Completa:

https://www.jb.com.br/colunistas/coisas-da-politica/2026/03/1059050-o-armagedon-no-ira-e-confissoes-de-vorcaro.html

Irã diz ter atingido caça dos EUA após ultimato de Trump para a abertura do estreito de Hormuz

Irã diz ter atingido caça dos EUA após ultimato de Trump para a abertura do estreito de Hormuz

Incidente ocorreu, segundo Teerã, perto da ilha de Hormuz, no estreito que americano quer ver reaberto

Por Igor Gielow/Folhapress

22/03/2026 às 11:00

Foto: Reprodução/X

Imagem de Irã diz ter atingido caça dos EUA após ultimato de Trump para a abertura do estreito de Hormuz

Caça F-15E dos EUA pousa em base não revelada no Oriente Médio

A Força Aérea do Irã afirmou ter atingido um caça americano F-15E sobre a ilha de Hormuz neste domingo, horas depois de Donald Trump dar um ultimato à teocracia para reabrir o estreito homônimo por onde se escoava um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo.

Segundo os militares, o avião foi alvejado e seu destino é incerto. A mídia estatal divulgou um vídeo com imagens infravermelhas não confirmadas de um caça com perfil do F-15 lançando iscas incandescentes, tática comum para tentar se livrar de mísseis com sensores de calor.

A imagem, se verdadeira, não mostra o avião sendo atingido. O Comando Central das Forças Armadas dos EUA, responsável pela área de operações, não se manifestou ainda.

Se o F-15 de fato foi abatido, terá sido algo inédito nesta guerra. Até aqui, o Irã conseguiu atingir um F-35, modelo mais moderno do arsenal americano, mas os EUA dizem que o caça conseguiu pousar num país aliado próximo, sem que o piloto fosse ferido.

As únicas perdas comprovadas de aeronaves ocorreram no Kuwait, onde três F-15E que participam da defesa do emirado contra uma onda de ataque iraniana foram abatidos no mesmo dia, ao que tudo indica pelo mesmo piloto local, que voava um F/A-18. Todos os seis pilotos ejetaram e sobreviveram.

Depois, um avião-tanque KC-135 chocou-se com outro no ar sobre o Iraque, caindo e matando os seis aviadores a bordo.

Ainda neste domingo, outro incidente ocorreu na região conflagrada. Um helicóptero de transporte militar do Qatar caiu no mar durante uma operação de rotina, matando seus sete tripulantes —três deles turcos, integrantes de um programa de cooperação entre os países. Segundo o governo, foi um acidente devido a um defeito mecânico.

Na noite de sábado (21), Trump escreveu na rede social Truth que daria 48 horas para que os iranianos reabrissem Hormuz, que viu o trânsito de petroleiros e navios de transporte de gás cair a quase zero com a guerra iniciada pelos EUA e Israel há três semanas.

O presidente pressiona aliados a ajudá-lo a montar uma força-tarefa para escoltar navios comerciais, mas até agora ouviu primeiro um não, depois uma promessa vaga de contribuir para esforços. No momento, a presença militar iraniana na região não permite isso sem alto risco.

Desde a semana passada, os americanos passaram a atacar mais intensamente posições da teocracia na região, onde havia 16 bases principais ligadas principalmente à Guarda Revolucionária, o esteio do regime islâmico.

Trump disse que, se o ultimato não for respeitado, irá atacar usinas de energia do Irã. A teocracia respondeu que irá retaliar contra alvos energéticos ligados aos EUA em todo o Oriente Médio se isso ocorrer.

Neste domingo, o presidente do Parlamento, Mohammad Ghalibaf, voltou a fazer ameaças. No caso de um ataque como o prometido por Trump, disse, "infraestruturas críticas, de energia e instalações de petróleo na região serão consideradas alvos legítimos e serão destruídas de uma forma irreversível". O preço da commodity então "vai ficar alto por um longo tempo".

O governo voltou a dizer que Hormuz está aberto a paíse neutros, o que é relativo dada a situação de segurança. Neste domingo, um petroleiro o foi atingido por um projétil presumivelmente iraniano perto do estreito.

O Irã tem permitido a passagem de algumas embarcações por uma rota que passa por suas águas territoriais, o que aumenta a suspeita de que o curso principal por onde passavam os navios, com 3 km de largura em cada faixa de ida e volta, possa estar minado.

A crise tem levado caos ao comércio de energia global, com o barril referencial do petróleo, o Brent, tendo saído da casa dos US$ 60 para quase US$ 120. O gás disparou ainda mais na semana passada, quando Israel atacou a porção do Irã do maior campo da commodity no mundo, e Teerã retaliou destruindo quase 20% da capacidade de processamento do Qatar, líder de mercado.

No Estado judeu, chegou a 115 o número de feridos no ataque com mísseis balísticos iranianos às cidades sulistas de Dimona e Arad. Ao menos 11 deles estão em estado grave. Dimona é a sede do programa nuclear israelense, mas a Agência Internacional de Energia Atômica disse que as instalações estão intactas.

Politica Livre

24 navios atacados, oito pessoas mortas e 95% de queda no movimento: os números do bloqueio em Hormuz

 

24 navios atacados, oito pessoas mortas e 95% de queda no movimento: os números do bloqueio em Hormuz

OMI estima que 20 mil marinheiros estão presos em embarcações que passariam por Hormuz e estão paradas

Por Folhapress

22/03/2026 às 11:40

Foto: Divulgação/Marinha Real Da Tailândia

Imagem de 24 navios atacados, oito pessoas mortas e 95% de queda no movimento: os números do bloqueio em Hormuz

Navio-petroleiro pega fogo após ser atingido por drones próximo ao estreito de Hormuz

O estreito de Hormuz, uma rota de navegação crucial por onde costumava transitar 20% da produção mundial de petróleo e gás, encontra-se praticamente paralisado pela guerra no Oriente Médio.

O conflito eclodiu em 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel começaram a bombardear o Irã, que em represália atacou países aliados dos EUA na região e restringiu o acesso ao estreito, praticamente paralisando o trânsito marítimo na região.

Estes são os principais dados e números do bloqueio:

24 INCIDENTES DE SEGURANÇA

Desde 1º de março de 2026, 24 navios comerciais, incluindo 11 petroleiros, foram atacados ou notificaram incidentes no golfo, no estreito de Hormuz ou no golfo de Omã, segundo a agência britânica de segurança marítima UKMTO.

Se forem incluídos outros tipos de embarcações, é preciso somar quatro ataques reivindicados pela Guarda Revolucionária iraniana, mas que não foram confirmados pelas autoridades internacionais.

OITO MARINHEIROS MORTOS

Desde o início do conflito, pelo menos oito marinheiros ou trabalhadores portuários morreram em incidentes na região, segundo a OMI (Organização Marítima Internacional). Outros quatro estão desaparecidos e dez ficaram feridos.

QUEDA DE 95% NO TRANSPORTE MARÍTIMO

O canal costuma registrar cerca de 120 travessias diárias, segundo o portal de inteligência da indústria naval Lloyd's List.

De 1º a 21 de março, os navios de carga de matérias-primas realizaram apenas 124 travessias, segundo a empresa de análise Kpler, o que representa uma queda de 95%.

Destes, 75 foram realizados por petroleiros e navios gaseiros, e a maioria navegava em direção ao leste, saindo do estreito.

PETRÓLEO PARA A CHINA

Os analistas de commodities do banco JPMorgan afirmaram em um relatório publicado na segunda-feira (16) que a maior parte do petróleo que passa pelo estreito se dirige à Ásia, principalmente à China.

Cichen Shen, editor para Ásia-Pacífico do Lloyd's List, afirmou que há indícios de que as autoridades chinesas estão trabalhando em "algum tipo de plano de saída" para seus grandes petroleiros presos na região.

1,3 MILHÃO DE BARRIS DE PETRÓLEO IRANIANO

Segundo os analistas do JPMorgan, 98% do tráfego de petróleo através do estreito é iraniano, com uma média de 1,3 milhão de barris diários "no início de março".

Um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo passa pelo estreito em tempos de paz.

20 MIL MARINHEIROS PRESOS

Cerca de 20 mil marinheiros estão afetados pelo bloqueio, segundo a OMI. A isso é preciso somar passageiros de cruzeiros, trabalhadores portuários e funcionários de instalações em alto-mar.

A OMI estima que pelo menos 3.200 embarcações se encontram na zona, incluindo dois terços de "grandes navios comerciais dedicados ao comércio internacional".

A consultoria marítima Clarksons apontou em uma nota de 18 de março que havia 250 petroleiros no Golfo, o que representa 5% da tonelagem mundial de navios-tanque de petróleo bruto.

PREÇO DE COMBUSTÍVEL PARA NAVIOS SOBE 90%

Os preços do combustível para navios subiram cerca de 90% desde o início do conflito, segundo dados do observatório do setor Ship and Bunker.

A Clarksons indicou que o custo de transportar um barril de petróleo bruto dobrou para US$ 10 desde o início do ano. Os aumentos atingem um nível que não se via desde 2022, quando a Rússia lançou sua invasão da Ucrânia.

51 NAVIOS SANCIONADOS

Desde o início da guerra, mais de 40% dos navios que transitam pelo estreito estiveram submetidos a sanções dos Estados Unidos, da União Europeia ou do Reino Unido, segundo uma análise da AFP baseada em dados de trânsito.

Dos petroleiros e gaseiros, 56% estavam sob sanções.

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