domingo, junho 21, 2026

Wagner virou bomba-relógio para Lula e Vorcaro ainda não desistiu de delatar


Mariosan | O Popular

Charge do Mariosan (O Popular)

Elio Gaspari
O Globo

A entrada do senador Jaques Wagner no panelão do Banco Master era uma questão de tempo. A oposição repetia há meses que as delinquências de Daniel Vorcaro começaram na Bahia. Lá atrás, durante a Lava Jato, a polícia encontrou 15 relógios de luxo na casa do senador. Um deles, mimo da empreiteira Odebrecht, foi avaliado pela Polícia Federal em US$ 20 mil.

Ele explicou que eram imitações chinesas. Passaram-se dez anos, a PF foi lá e voltou a achar relógios. O senador voltou a dizer que eram imitações chinesas. A reprise transforma Wagner num caso raro de colecionador de falsificações chinesas.

LULA E VORCARO – O PT já havia deixado uma digital no caminho de Daniel Vorcaro quando o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega levou-o a Lula no final de 2024.

Em 2016, quando uma parte do PT foi apanhada pela Lava Jato, Wagner disse que “o PT se lambuzou”. Na quinta-feira, lambuzou-se o líder do governo no Senado. Depois do mensalão e do petrolão, o PT foi jogado na panela do caso Master. A ver como lida com ele às vésperas de uma eleição.

A diligência da PF ainda tem um longo caminho a percorrer. Em 2025, antes de sua primeira prisão, Daniel Vorcaro teria ameaçado “contar toda a história do Master”. Correndo o risco de mofar numa cela, Vorcaro fingiu, por duas vezes, contar a história do Master; suas propostas de delação eram seletivas e foram rejeitadas.

FESTAS DE ARROMBA – Há uma curiosidade na trajetória de Vorcaro. Até 2020, eram raros os seus contatos com a cúpula da turma de Brasília. Era conhecido por suas festas milionárias e pela liberalidade com que recorria aos serviços femininos para entreter convidados. Quando percebeu que estava sentado numa pirâmide, Vorcaro atropelou.

Promoveu farofas no circuito Elizabeth Arden. Seu cunhado comprou o resort da família de um ministro do Supremo. Seu banco contratou por dinheiro gordo a mulher de outro, que voava em seus jatinhos.

Cerejas do bolo: Guido Mantega levou-o a Lula sem registro na agenda, e o senador Ciro Nogueira apresentou um projeto que elevava de R$ 250 mil para R$ 1 milhão o limite de cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

FILME ELEITORAL – Além disso, decidiu bancar um filme que contaria a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro para estrear durante a campanha do seu filho, Flávio.

Com outro braço, segundo a Polícia Federal, Vorcaro mantinha uma milícia privada para quebrar os dentes do jornalista Lauro Jardim. Esse crime ficou na intenção.

Eram ações de um banqueiro radioativo, lidando com os políticos a partir da imagem que tinha deles. Os fatos mostraram que seus alvos foram bem escolhidos.

PODERÁ MOFAR – A menos que ofereça uma colaboração veraz, Vorcaro mofará anos numa penitenciária, como mofou o patrono de sua classe, o americano Charles Ponzi (1882-1949), que ralou 14 anos na cadeia. Depois, ele veio para o Brasil e morreu pobre no Rio.

A chegada da Polícia Federal a Jaques Wagner mostrou a Vorcaro que falar pode se tornar o melhor negócio de sua vida.

Talvez ele tenha percebido o que vários figurões não perceberam: a Polícia Federal sabe muito mais do que supõem os intocáveis de Brasília.

BOMBA-RELÓGIO – Depois da ação da Polícia Federal, o senador Jaques Wagner transformou-se numa bomba-relógio na liderança do governo. Se a oposição pudesse, mandaria um abaixo-assinado ao Planalto pedindo que o mantivesse até outubro.

O senador Jaques Wagner poderia redimir-se da promiscuidade que manteve com Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, doando cinco ingressos para shows de Taylor Swift aos estudantes baianos melhor colocados no Enem.

Eles viajariam no jatinho de algum amigo do doutor.

Reunião com Lula definirá futuro de Jaques Wagner e aliados pressionam por afastamento



Ministro revela: “25,2 milhões de pessoas fazem apostas em bets ilegais no Brasil”


YouTube

Charge do MM (Arquivo Google)

Arthur Bambini
CNN Brasil

O Ministro de Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima, denunciou nesta sexta-feira (19) que 25,2 milhões de brasileiros apostam em casas de apostas ilegais. Segundo cálculos do governo, as perdas econômicas com apostas somam R$ 38,8 bilhões por ano, sendo 80% em danos à saúde.

A declaração foi feita em meio ao anúncio do governo de bloqueio das bets ilegais e repasse dos recursos dessas casas de apostas para ações de segurança pública.

DADOS ASSUSTASORES – “Temos números que ilustram essa dimensão. Estamos falando de que as bets ilegais significam algo entre 41% e 50% das plataformas”, destacou o Wellington Lima.

O ministro afirmou também que a SPA (Secretária de Prêmios Apostas) já bloqueou mais de 40 mil domínios de casas de apostas que não operam de acordo com a lei brasileira.

Segundo estimativas do governo federal, um a cada quatro brasileiros aposta diariamente, e metade da população aposta pelo menos uma vez por semana.

BAIXA RENDA – Os dados apontam que os apostadores são jovens de baixa renda. Segundo o levantamento do ministério, 69% de quem aposta em bets tem entre 19 e 29 anos, e 63% do público desses sites tem renda familiar de até dois salários mínimos.

As apurações indicam que significativo volume de apostas é feito com recursos do programa Bolsa Família, destinado a garantir a alimentação de famílias carentes.

Em publicação nas redes sociais, nesta sexta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) informou que os recursos bloqueados serão destinados ao Fundo Nacional de Segurança Pública e reforçarão o combate às estruturas financeiras do crime organizado no país.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Lula prometeu proibir as bets, caso prejudicasse a população, o que é óbvio, mas até agora nada vez. A proibição das apostas em bets está sendo reivindicada na Justiça em processo movido pelo ex-deputado paulista Afanásio Jazadji, através do escritório do advogado Luiz Nogueira. O processo está aguardando decisão da Justiça Federal em Brasília (18ª Vara Cível), que está retardando demais a decisão. A importantíssima ação judicial somente é acompanhada pela Tribuna da Internet. Nenhum outro órgão de comunicação demonstra interesse. Por que será? (C.N.)

Crise de credibilidade que cerca Jaques Wagner se agrava por falta de explicações


Operação apreendeu US$ 55 mil e € 33,5 mil ligados ao senador

Pedro do Coutto

Há momentos em que uma investigação criminal produz efeitos políticos muito antes de qualquer sentença. Não porque a culpa tenha sido estabelecida, mas porque a credibilidade das explicações passa a ocupar o centro do debate público. É exatamente esse o estágio em que se encontra o senador Jaques Wagner,.

A apreensão, pela Polícia Federal, de US$ 55 mil e € 33,5 mil em endereços ligados ao parlamentar acrescentou um novo componente a uma investigação que já vinha ganhando dimensão nacional em razão das suspeitas envolvendo o empresário Daniel Vorcaro, o Banco Master e supostas vantagens indevidas concedidas a agentes públicos.

A operação, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal, integra mais uma fase da Operação Compliance Zero, que apura possíveis crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

CONTRADITÓRIO – Em qualquer democracia madura, a simples apreensão de valores em espécie não constitui prova de crime. O devido processo legal exige investigação, contraditório e julgamento. Entretanto, quando se trata de um dos principais articuladores políticos do governo federal, a exigência de transparência torna-se ainda maior. Foi justamente nesse aspecto que a defesa apresentada pelo senador encontrou dificuldades.

Jaques Wagner afirmou que os dólares e euros apreendidos correspondem, em grande parte, a diárias recebidas em viagens oficiais ao exterior ao longo dos últimos anos, além de moeda estrangeira adquirida legalmente para compromissos internacionais.

Segundo ele, como costuma utilizar cartão de crédito durante essas viagens, o dinheiro permaneceu guardado em espécie, inclusive em envelopes do próprio Senado Federal. A explicação, embora juridicamente possível, abriu novas frentes de questionamento.

PERÍCIA – O montante apreendido equivaleria a aproximadamente R$ 482 mil, valor superior às diárias oficialmente recebidas pelo senador desde o início do atual mandato. Além disso, a Polícia Federal pretende submeter as cédulas à perícia, verificando a numeração de série das notas para identificar sua origem, o período em que foram emitidas e eventual compatibilidade com os saques realizados pelo parlamentar em viagens oficiais. Trata-se de um procedimento técnico que poderá confirmar ou afastar a versão apresentada pela defesa.

Esse detalhe talvez seja o mais relevante de toda a investigação. Ao contrário de declarações políticas, documentos e perícias possuem objetividade. As cédulas carregam uma espécie de identidade própria. A sequência numérica permite rastrear lotes, períodos de emissão e, em determinadas circunstâncias, reconstruir parte de sua circulação. Caso a perícia demonstre compatibilidade com os saques informados pelo senador, sua versão ganhará consistência. Caso contrário, as dúvidas naturalmente aumentarão.

Enquanto isso, o problema deixa de ser apenas jurídico para assumir uma dimensão política. Governos dependem de confiança para exercer liderança no Congresso. O líder do governo não representa apenas seu partido; representa a própria Presidência da República nas negociações legislativas. Quando essa figura passa a concentrar sucessivas manchetes relacionadas a investigações policiais, o desgaste inevitavelmente ultrapassa sua esfera pessoal.

LEGITIMIDADE – Não se trata de antecipar condenações, mas de reconhecer um princípio elementar da vida pública: a autoridade política também repousa sobre a percepção de legitimidade. Esse aspecto ganha ainda mais importância porque a investigação não se restringe ao dinheiro encontrado.

A Polícia Federal também apura suspeitas de que Jaques Wagner teria recebido outras vantagens, como a promessa de aquisição de um apartamento em Salvador, viagens em aeronaves privadas, ingressos para eventos internacionais e eventual atuação parlamentar em temas de interesse do Banco Master. Todas essas suspeitas são negadas pelo senador, que afirma jamais ter praticado qualquer ato ilegal e sustenta que poderá esclarecer integralmente os fatos ao longo da investigação.

Do ponto de vista institucional, talvez o maior desafio recaia agora sobre o presidente Lula da Silva. Segundo diferentes veículos de imprensa, Lula deverá discutir pessoalmente com Jaques Wagner sua permanência na liderança do governo. A decisão não será simples.

ASSOCIAÇÃO – Mantê-lo no cargo transmite confiança em um aliado histórico, mas prolonga a associação entre o Palácio do Planalto e uma investigação criminal em curso. Substituí-lo, por outro lado, poderia ser interpretado como reconhecimento de fragilidade política antes mesmo da conclusão das apurações.

Esse é um daqueles momentos em que a política precisa equilibrar dois valores igualmente importantes. De um lado, a presunção de inocência, fundamento indispensável do Estado de Direito. Nenhum agente público deve ser tratado como culpado antes da decisão definitiva da Justiça.

RESPONSABILIDADE – De outro, existe o princípio da responsabilidade política. Cargos de elevada relevância institucional exigem não apenas inocência jurídica, mas também capacidade de preservar a credibilidade das instituições que representam. O caso de Jaques Wagner evidencia exatamente essa tensão.

A investigação seguirá seu curso, a perícia poderá confirmar ou refutar as justificativas apresentadas e caberá ao Judiciário decidir se existem elementos para eventual responsabilização criminal. Até lá, permanece uma realidade incontornável: em política, muitas vezes, a força de uma liderança não depende apenas da legalidade de seus atos, mas também da capacidade de convencer a opinião pública de que suas explicações resistem ao escrutínio dos fatos. É justamente nesse terreno — o da confiança — que se trava, neste momento, a principal batalha política do líder do governo.


JEREMOABO VIVE UM NOVO TEMPO: O GOVERNO DA MODERNIDADE E DO DESENVOLVIMENTO

JEREMOABO VIVE UM NOVO TEMPO: O GOVERNO DA MODERNIDADE E DO DESENVOLVIMENTO


Por José Montalvão


Os festejos juninos de 2026 estão marcando não apenas um momento de alegria, cultura e confraternização para o povo de Jeremoabo, mas também simbolizando uma nova fase de transformação e desenvolvimento que vem sendo construída pela gestão do prefeito Tista de Deda, com o importante apoio da Câmara Municipal de Vereadores, sob a presidência de Neguinho de Lié.

Quem percorre as ruas da cidade percebe facilmente as mudanças. Jeremoabo ganha uma nova aparência, uma nova identidade visual, refletindo o compromisso da atual administração com a valorização dos espaços públicos e com a autoestima da população. A cidade está mais organizada, mais acolhedora e preparada para receber seus moradores e visitantes.

Entre as importantes conquistas da atual gestão destaca-se a realização de profundas melhorias no Colégio São João Batista, uma das mais tradicionais instituições de ensino do município. Investir na educação é investir no futuro, e essa tem sido uma das prioridades da administração municipal.

Outro avanço significativo foi a obtenção de recursos destinados à revitalização do Hospital Municipal de Jeremoabo. A saúde pública, que durante anos enfrentou dificuldades estruturais, começa a receber a atenção necessária para oferecer um atendimento mais digno e eficiente à população.

A distribuição de medicamentos também foi ampliada e melhorada, proporcionando mais tranquilidade às famílias que dependem da assistência farmacêutica pública. Da mesma forma, o transporte escolar vem recebendo investimentos e melhorias, garantindo mais segurança e conforto aos estudantes da zona urbana e rural.

No campo da infraestrutura, as estradas vicinais começam a receber os cuidados necessários, permitindo melhores condições de deslocamento para os moradores da zona rural, produtores e estudantes. Embora ainda haja muito a fazer, os avanços já são perceptíveis.

A questão do abastecimento de água, uma das maiores preocupações do homem do campo, também vem sendo enfrentada com seriedade. A perfuração de poços artesianos e a ampliação dos sistemas de distribuição estão levando água a comunidades que há muito tempo aguardavam soluções definitivas.

O desenvolvimento econômico também está no centro das atenções da gestão municipal. A administração tem buscado criar condições favoráveis para a instalação de empresas em Jeremoabo, estimulando investimentos, geração de empregos e oportunidades para a juventude e para os trabalhadores locais.

A apicultura, atividade de grande potencial econômico na região, recebe apoio e incentivo, assim como a agricultura familiar e os pequenos produtores rurais. São ações que fortalecem a economia local e promovem a permanência das famílias no campo com mais dignidade e renda.

Outro aspecto importante tem sido a valorização do servidor público. Uma administração eficiente depende de servidores motivados e reconhecidos, e essa visão tem norteado diversas iniciativas do governo municipal.

Naturalmente, os desafios ainda existem. Nenhuma transformação acontece da noite para o dia. Porém, o que se observa é uma gestão comprometida com resultados, planejamento e diálogo com a população.

Muitas outras melhorias ainda estão por vir. Os primeiros passos foram dados, os resultados começam a aparecer e a expectativa é que Jeremoabo continue avançando em direção a um futuro cada vez melhor.

Mais do que uma administração de obras e ações, o que se busca construir é um modelo de governo moderno, democrático e participativo. Um governo que trabalha para todos, sem distinção de partido político, colocando os interesses do município acima das disputas eleitorais.

Jeremoabo vive um novo momento. É o governo da modernidade. É o governo do desenvolvimento. É o governo para todos.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025

Alckmin sobre Jaques e Master: Lula vai conduzir bem a questão; PF tem independência

 

Alckmin sobre Jaques e Master: Lula vai conduzir bem a questão; PF tem independência

Por João Caires / Estadão Conteúdo

20/06/2026 às 17:45

Foto: Divulgação

Imagem de Alckmin sobre Jaques e Master: Lula vai conduzir bem a questão; PF tem independência

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, afirmou neste sábado, 20, que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vai conduzir da melhor forma possível a "crise" gerada em razão da associação do líder do governo no Congresso, senador Jaques Wagner (PT), ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso pela fraude no Banco Master.

"O presidente Lula vai conduzir bem a questão e quero destacar o exemplo do governo com o espírito republicano. A Polícia Federal tem total independência para cumprir o seu trabalho", afirmou Alckmin, durante evento do setor ferroviário, em Dom Aquino (MT)

Mensagens encontradas pela Polícia Federal no telefone celular do banqueiro Daniel Vorcaro citam o líder do governo no Senado pedindo favores ao ex-banqueiro e como um intermediário para enviar recado ao presidente Lula.

Wagner foi alvo, na quinta-feira, 18, de busca e apreensão na nona fase da Operação Compliance Zero, por suspeita de receber propina do ex-sócio de Vorcaro no Banco Master, Augusto Lima, por meio da compra de um apartamento de R$ 2,5 milhões e pagamentos a uma empresa de familiar no valor de R$ 3,5 milhões.

Os diálogos demonstram, de acordo com a PF, que Vorcaro também tinha relação com o senador, marcou encontros com Jaques Wagner e tinha acesso direto ao seu telefone celular. A PF também aponta que, além de Augusto Lima, o banqueiro Daniel Vorcaro também demonstrava ter influência com políticos da Bahia.

Desde a associação do caso, a avaliação é a de que o líder vá deixar a posição no Congresso na próxima semana, mas o senador tem dito que não tem nenhuma relação com Vorcaro e não pode ser responsabilizado por conversas de terceiros.

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Wagner virou bomba-relógio para Lula e Vorcaro ainda não desistiu de delatar

Publicado em 21 de junho de 2026 por Tribuna da Internet Facebook Twitter WhatsApp Email Charge do Mariosan (O Popular) Elio Gaspari O Globo...

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