quarta-feira, setembro 23, 2026

PAUTA: Furtos de gado mudam rotina de pecuarista e tecnologia passa a apoiar monitoramento e segurança do rebanho

 

Viviane Passerini - Grupo Texto viviane@grupotexto.com.br

22 de set. de 2026, 18:00 (há 1 dia)
para Viviane

Olá, colega jornalista, tudo bem?


Uma sequência de furtos de gado fez um pecuarista de Cambará do Sul (RS) reduzir o rebanho de 350 para cerca de 100 animais e mudar completamente a rotina na fazenda. Além do prejuízo, o abigeato passou a exigir conferências frequentes do gado e aumentou a preocupação com a segurança da propriedade, mostrando como esse tipo de crime pode afetar a operação pecuária para além da perda dos animais.


Nesta sugestão de pauta, mostramos como o produtor rural e médico-veterinário Saulo Guanino da Silva passou a usar tecnologia para acompanhar o rebanho e reforçar o monitoramento da propriedade.


Estamos à disposição para mais informações e entrevistas.


Clique aqui para baixar a imagem.


Furtos de gado mudam rotina de pecuarista gaúcho e tecnologia passa a apoiar monitoramento e segurança do rebanho

Após enfrentar sucessivos furtos de gado, produtor gaúcho passa a monitorar os animais em tempo real e reduz drasticamente as perdas na fazenda


Para quem vive da pecuária, conhecer o rebanho não significa apenas saber quantos animais estão no pasto. É preciso acompanhar cada movimentação, identificar mudanças na rotina e, principalmente, ter segurança de que o gado está no pasto onde deveria estar. Quando essa certeza desaparece, a rotina da fazenda se transforma em uma sequência de idas ao campo, conferências de animais e preocupação com furtos.


Foi o que aconteceu com o produtor rural e médico-veterinário Saulo Guanino da Silva, responsável pela Fazenda Camarim, em Cambará do Sul (RS). Ele conta que o projeto inicial era ter 400 vacas de cria e chegou a 350 animais na propriedade, mas uma sequência de ocorrências de abigeato, como também é conhecido o furto de gado, fez com que o plantel caísse para cerca de 100 animais. A partir daí, acompanhar o gado passou a exigir uma rotina constante de conferência.


“Era desesperador o sentimento. Eu virava as costas e já estava pensando em voltar de novo, porque eles [os criminosos] sabiam a hora em que eu chegava, a hora que eu voltava, quando eu ia e quando eu vinha. Houve uma sequência de roubos”, relata o pecuarista. Diante dessa situação, ele tinha de fazer a contagem dos animais com mais frequência, o que foi tornando a operação cada vez menos viável.


Saulo encontrou a solução para seus problemas com Instabov Autotag, tecnologia desenvolvida pela agtech Instabov com apoio da Belgo Arames, que combina brincos eletrônicos, antenas e um aplicativo integrado à inteligência artificial para automatizar o inventário do rebanho e monitorar a movimentação dos animais ao longo do tempo.


“Com a tecnologia, os animais passaram a ser acompanhados de forma mais automatizada, permitindo ao produtor ter informações sobre o rebanho sem depender da presença física na propriedade. Além disso, ao utilizar o Instabov Saulo passou a receber informações importantes sobre o seu rebanho, o que significa mais controle, agilidade e segurança para a tomada de decisão”, explica Bruno Nolasco, gerente de negócios agro da Belgo Arames, empresa referência no mercado brasileiro de arames.


O resultado foi visível logo nos primeiros dias de uso Instabov Autotag. “Depois da instalação e início do monitoramento, o brinco já reduziu em praticamente 100% os casos de furto de gado”, conta o criador.


Para Bruno Nolasco, esse caso reforça o potencial da tecnologia para tornar o monitoramento do gado mais eficiente e dar ao pecuarista uma nova visão sobre a propriedade. “A solução também foi desenvolvida para superar um dos desafios do monitoramento em grandes propriedades: a conectividade. Com a integração à conectividade via satélite, o alcance de cada antena pode chegar a até 1.000 hectares, contra cerca de 15 hectares em condições convencionais, ampliando as possibilidades de utilização da tecnologia em diferentes realidades do campo.”


No caso do gaúcho Saulo Guanino da Silva, o resultado mais importante talvez não esteja apenas nos dados gerados pelo sistema, mas na mudança da rotina. “O produtor, que antes precisava ir constantemente à fazenda conferir o rebanho, ganhou uma nova e potente camada de segurança e acompanhamento do gado. E isso também é sinônimo de maior produtividade e mais rentabilidade no campo”, finaliza Bruno Nolasco.


Sobre a Belgo Arames 

Com mais de 50 anos de história, a Belgo Arames é líder brasileira na transformação de arames de aço desde sua criação, fruto da parceria estratégica no Brasil entre a ArcelorMittal e a Bekaert. A empresa atua nos segmentos de Agronegócios, Cercamentos, Construção Civil, Automotivo, Solda, Aplicações Especiais e Indústria Petrolífera, oferecendo um mix de produtos e serviços que atendem com expertise e tecnologia de ponta, confiabilidade e qualidade aos mais diversos perfis de clientes. Com oito unidades pelo país, sua sede é em Contagem (MG).



Obrigada,

Viviane Passerini

Texto Comunicação Corporativa

viviane@grupotexto.com.br

(+55) 11 93221-0828

grupotexto.com.br

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Missão acusa Flávio Bolsonaro de receber apoio de perfis estrangeiros no X

 

Missão acusa Flávio Bolsonaro de receber apoio de perfis estrangeiros no X

Por Diego Alejandro, Folhapress

23/09/2026 às 17:09

Foto: Luiz Rebelato/Divulgação/Arquivo

Imagem de Missão acusa Flávio Bolsonaro de receber apoio de perfis estrangeiros no X

O candidato à Presidência Renan Santos

O partido Missão acionou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta quarta-feira (23) contra cinco perfis estrangeiros no X (ex-Twitter) que, segundo a sigla, publicaram conteúdo pago em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência. A representação também inclui o X Brasil Internet Ltda. e pede a retirada imediata das publicações.

A ação foi apresentada pelo partido e pelo candidato à Presidência Renan Santos. O processo tramita sob relatoria do ministro André Mendonça, juiz auxiliar da propaganda eleitoral do TSE. A petição pede liminar para retirar do ar cinco publicações e bloquear no Brasil anúncios da Polymarket relacionados à eleição brasileira —a plataforma estrangeira de mercado de previsões que permite apostas sobre eventos futuros, incluindo eleições.

Segundo o Missão, os perfis Visegrad24, Matt Gaetz, Geiger Capital, Eric Daugherty e UHN Plus fizeram, entre 20 e 21 de setembro, publicações sobre a eleição brasileira identificadas no X como "parcerias pagas". A legenda afirma que os conteúdos apresentavam Flávio de forma favorável e alcançaram centenas de milhares de visualizações.

A Polymarket está proibida de ofertar e divulgar seus serviços no Brasil desde abril após o Banco Central e o Ministério do Planejamento, o Ministério da Fazenda concluírem que os mercados de previsão operam sob a mesma lógica que as bets.

A sigla sustenta que a prática viola as regras eleitorais brasileiras, que restringem a participação de recursos estrangeiros e estabelecem que propaganda eleitoral paga na internet deve ser contratada por partidos, candidatos ou outros agentes autorizados. A petição cita ainda a proibição de propaganda paga por terceiros e pede aplicação de multa de R$ 5.000 a R$ 30 mil, ou do dobro do valor gasto caso esse montante seja superior.

No pedido de liminar, o partido afirma que as publicações já tiveram centenas de milhares de visualizações e alcançaram usuários brasileiros. Além da remoção dos cinco posts, pede que o X bloqueie no país anúncios da Polymarket relacionados à eleição presidencial brasileira até 25 de outubro.

Em vídeo divulgado nesta quarta, Renan Santos afirmou que a ação trata de uma suposta interferência estrangeira na eleição e disse que conteúdos pagos por perfis de direita dos Estados Unidos estariam sendo direcionados a eleitores brasileiros. Segundo ele, a prática também representaria uso de dinheiro fora da contabilidade de campanha.

A representação, porém, não tem Flávio Bolsonaro como representado. A petição é dirigida aos responsáveis pelos cinco perfis e ao X e sustenta que as publicações beneficiam a candidatura do senador. O documento também não afirma que os perfis sejam ligados ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Politica Livre

Campanha de Flávio aciona TSE por discurso de Lula na Assembleia Geral da ONU

 

Campanha de Flávio aciona TSE por discurso de Lula na Assembleia Geral da ONU

Por Anna Júlia Lopes, Folhapress

23/09/2026 às 16:00

Atualizado em 23/09/2026 às 15:46

Foto: Ricardo Stuckert/Arquivo

Imagem de Campanha de Flávio aciona TSE por discurso de Lula na Assembleia Geral da ONU

O presidente Lula (PT) durante o seu discurso na 81ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York

O jurídico da campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) acionou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por conta do discurso feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), na terça-feira (23).

Na peça, os advogados da campanha de Flávio argumentam que a fala do chefe do Executivo em Nova York foi "tipicamente eleitoral", e não um pronunciamento de Estado. A campanha argumenta ainda que a utilização da estrutura pública para fins eleitorais é uma prática em que Lula tem insistido de forma sistemática e reiterada durante a disputa presidencial.

A representação cita, entre os pontos supostamente eleitorais da fala de Lula, a menção ao combate às bets, a defesa da escala de trabalho 6x1 e da soberania nacional em relação aos interesses estrangeiros —ponto que, para a campanha, faz referência à presença de terras raras no território brasileiro. De acordo com o documento, nenhum dos assuntos tem a ver com o que deve ser debatido na Assembleia Geral da ONU.

"A fala de Lula repete peças de campanha eleitoral. A fala de Lula reverbera aquilo que se contém no próprio site de seu partido. A fala de Lula era de um candidato. Não de um Chefe de Estado. A ONU, no entanto, não é palanque", diz a peça apresentada.

O jurídico do senador reclamou ainda que, desde o início do ano, já apresentou cerca de 15 ações junto ao TSE sobre o suposto uso irregular da máquina pública por parte de Lula, como a gravação de lives e podcasts dentro do Palácio do Planalto, mas que grande parte dos processos segue sem um pronunciamento por parte da Justiça Eleitoral.

A campanha diz ainda que reconhecer a irregularidade dos atos praticados pela Presidência não é suficiente, e que é necessário que o TSE impeça a continuidade dessa suposta dinâmica.

Assinada pela ex-ministra do TSE, a advogada Maria Cláudia Bucchianeri, a representação pede ainda para que a corte proíba a campanha de Lula de utilizar, em sua propaganda eleitoral, imagens que reproduzam o discurso feito pelo petista na ONU ou que mostrem qualquer ato durante a viagem aos Estados Unidos.

Além disso, o jurídico de Flávio também solicitou para que o tribunal impeça a campanha do presidente de utilizar bens, solenidades, serviços ou estruturas públicas como suporte para a promoção eleitoral do petista.

Em seu discurso na 81ª Assembleia Geral da ONU, Lula fez uma referência explícita à eleição presidencial e uma crítica direta a Flávio Bolsonaro, seu principal adversário na disputa, segundo pesquisas de intenção de voto.

Como mostrou a Folha, esse tipo de menção ao processo eleitoral é inédita nos discursos de Lula nas Nações Unidas. Em 2006, quando disputava a reeleição, o petista não fez menção. Sua sucessora, Dilma Rousseff (PT), também abordou o tema em 2014.

Segundo interlocutores do presidente, a menção ao tema se justifica pela possível interferência por parte dos EUA no processo eleitoral brasileiro —uma das possíveis "ameaças" às eleições de 2026, conforme citado em relatório produzido pela Abin (Agência Brasileira de Inteligência).

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  Viviane Passerini - Grupo Texto < viviane@grupotexto.com.br > 22 de set. de 2026, 18:00 (há 1 dia) para Viviane Olá, colega jornali...

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