domingo, outubro 25, 2026

Lula vence as eleições

Lula vence as eleições


O presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) derrotou neste domingo Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pela presidência. Eleito pela quarta vez, Lula conseguiu um feito histórico. Nunca desde a redemocratização um candidato que ficou em segundo lugar tinha vencido a eleição.


O dia de votação foi marcado por denúncias de supressão de votos. Nós cobrimos os problemas em São Paulo e em Salvador, onde a carona solidária foi a solução para muitos cidadãos conseguirem votar.  

  

Foi o final de uma cobertura intensa. Revelamos as suspeitas de corrupção e omissão nos hospitais federais do Rio que eram o “feudo” de Flávio Bolsonaro durante o governo do seu pai; detalhamos laços do amigo de Flávio, Willer Tomaz, com o Careca do INSS; levantamos o estilo de vida de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo nos EUA, descobrimos uma empresa que Eduardo abriu com o passaporte Italiano no Bahrein, apuramos as medidas da Meta para prejudicar postagens da campanha de Lula.


Tudo isso só foi possível porque temos leitores como você que nos apoiam. Hoje em dia, menos de 2% daqueles que lêem nosso conteúdo doam qualquer valor para que nossa equipe faça seu trabalho.


Neste dia em que a democracia venceu, pense naqueles que estão dia e noite trabalhando para trazer informações fundamentais para os brasileiros fazerem a sua escolha.


APOIE A PÚBLICA!



Um abraço,


Natalia Viana

Diretora executiva da Agência Pública

 

VITÓRIA DA DEMOCRACIA! Luiz Inácio Lula da Silva é reeleito presidente do Brasil

 Em eleição conturbada e apuração acirrada, petista vira sobre bolsonarista e vai governar por mais quatro anos com a força das ruas (e de Janones...)

Por POLÍTICA JB
redacao@jb.com.br

Publicado em 25/10/2026 às 21:10

                                          Presidente Lula Foto: Ricardo Stuckert

Lula conseguiu reverter a desvantagem do primeiro turno e terminou a disputa com 51,75% dos votos, contra 48,25% de Flávio Bolsonaro. A vitória veio após uma campanha árdua e sob forte tensão política, consolidando a maior conquista eleitoral da carreira do presidente às vésperas de completar 81 anos.

Abra o Link e Leia Matéria Completa:

https://www.jb.com.br/brasil/politica/2026/10/1061351-vitoria-da-democracia-luiz-inacio-lula-da-silva-e-reeleito-presidente-da-republica.html


Publicado em 25 de outubro de 2026 por Tribuna da Internet

'BARBA, CABELO E BIGODE': Tista de Deda Mostra Força Política Aassustadora e Garante que as Obras de Jeremoabo Não Parem

 

'BARBA, CABELO E BIGODE': Tista de Dedé Mostra Força Política Aassustadora e Garante que as Obras de Jeremoabo Não Parem


Por José Montalvão


O famoso ditado popular "fez barba, cabelo e bigode" cabe como uma luva para descrever o resultado esmagador que o prefeito Tista de Deda conquistou nestas eleições. Com uma articulação política impecável e um prestígio que poucas lideranças tradicionais no sertão baiano conseguem ostentar, Tista alcançou o que muitos adversários apenas sonham: consagrou nas urnas a vitória absoluta de todos os seus apoiados.

Em Jeremoabo, a contagem dos votos foi uma demonstração de força inconteste. O prefeito deu votações expressivas e históricas aos seus candidatos a deputado estadual, federal e senadores, garantiu o respaldo ao governador Jerônimo Rodrigues e, para coroar essa jornada de lutas com chave de ouro, deu uma votação maiúscula ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

┌─────────────────────────────────────────────────────────────┐
│ A VITÓRIA COMPLETA DA GESTÃO TISTA DE DEDÉ │
├─────────────────────────────────────────────────────────────┤
│ 💈 'BARBA, CABELO E BIGODE': Sucesso total na eleição de │
│ deputados, governador Jerônimo e do presidente Lula. │
├─────────────────────────────────────────────────────────────┤
│ 🚜 CONTINUIDADE DAS OBRAS: Nenhum projeto em andamento ou │
│ previsto sofrerá paralisação ou solução de continuidade. │
├─────────────────────────────────────────────────────────────┤
│ 🤝 ALINHAMENTO DIRETO: Portas abertas e recursos garantidos │
│ entre Jeremoabo, Salvador e Brasília. │
└─────────────────────────────────────────────────────────────┘

Sem Solução de Continuidade: Jeremoabo Siga em Frente

A grande vantagem de uma vitória política com essa envergadura não se mede apenas em números de urnas, mas em benefícios reais para o povo de Jeremoabo.

Em muitas cidades, quando o resultado das eleições divide forças ou coloca o gestor contra os governos estadual e federal, o município padece: obras são paralisadas, convênios ficam travados nos ministérios e a população sofre com a falta de verbas. Em Jeremoabo, o cenário é exatamente o oposto.

Com o alinhamento total entre a Prefeitura de Jeremoabo, o Governo da Bahia e o Palácio do Planalto em Brasília, todas as obras em andamento e os projetos futuros estão 100% blindados e garantidos. Não haverá solução de continuidade ou interrupção nas ações de infraestrutura, nas reformas de postos de saúde, na ampliação do Hospital Municipal e nos investimentos na educação rural.

A Diferença Entre Liderança Real e Discurso Vazio

Enquanto adversários tentam fazer política através de críticas vazias e programas de rádio sem substância, Tista de Deda trabalha nos bastidores com a maturidade de quem conhece a gestão pública por dentro.

Fazer "barba, cabelo e bigode" em uma eleição exigiu lealdade, presença constante nos povoados da zona rural, capacidade de escuta e o respaldo de uma equipe eficiente, que conta com a dedicação da Secretária de Governo, Anabel, e da base unificada de vereadores liderada pelo presidente da Câmara, Neguinho de Lié.

Liderança política não se impõe na gritaria; conquista-se com resultados nas ruas, com prato na mesa do povo e com obras entregues à comunidade.

Conclusão: O Povo Colhe os Frutos do Voto Consciente

Jeremoabo sai destas eleições mais forte, mais respeitada e no centro das atenções do Governo do Estado e da União.

O resultado das urnas é o passaporte para mais dois anos de grandes conquistas, parcerias produtivas e desenvolvimento aceleração. O trabalho não para, as máquinas continuam nas ruas e a nossa terra segue firme no rumo do progresso!

José Montalvão

Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI - Registro C-002025).

Blog de Dede Montalvão: Acompanhando a força política de Jeremoabo, valorizando quem traz benefícios para a nossa gente e cobrando trabalho e transparência com independência!

Abstenção e votos inválidos têm queda recorde no 2º turno das eleições presidenciais

 

Abstenção e votos inválidos têm queda recorde no 2º turno das eleições presidenciais

Por Italo Nogueira e Vitor Antonio, Folhapress

25/10/2026 às 21:20

Foto: Divulgação/Arquivo

Imagem de Abstenção e votos inválidos têm queda recorde no 2º turno das eleições presidenciais

Nulos e branco representaram 3,23% dos votos, a menor taxa deste século

As taxas de abstenção e de votos inválidos no segundo turno das eleições presidenciais neste domingo (25) sofreram uma queda recorde e atingiram os níveis mais baixos desde 2002, ano em que a urna eletrônica foi universalizada no país.

Com 98,27% das urnas apuradas, a abstenção neste segundo turno foi de 19,11%, quase 3 pontos percentuais dos 21,08% no primeiro turno, a maior da série histórica. O percentual é o mais baixo para o segundo turno desde 2006.

Os votos nulos e brancos, desconsiderados no resultado final, atingiram 3,23%, o menor já registrado nos dois turnos das eleições presidenciais neste século.

O segundo turno desta eleição ficou marcado pela falha na oferta de transporte público para eleitores. O setor de inteligência do Ministério da Justiça identificou problemas em municípios da Bahia, São Paulo, Piauí, Sergipe, Pará, Alagoas e Rio de Janeiro. Em Salvador, a Justiça eleitoral determinou a prisão do secretário de Mobilidade, Pablo Souza.

A restrição à circulação dos eleitores levou ao pedido do PT para ampliar o horário de encerramento da votação de 17h para 19h. O PL também solicitou a mesma medida nos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, em razão das chuvas intensas nesses locais.

O ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), e, posteriormente, o ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) acataram os pedidos, ampliando o prazo de votação em todo o país até as 19h. Contudo, as decisões foram expedidas muito perto das 17h e diversas seções já haviam fechado as urnas eletrônicas, inviabilizando a inclusão de novos votos.

A dificuldade gerada para o eleitor gerou tensão campanha petista, que neste segundo turno se mobilizou para tentar reduzir a abstenção no eleitorado. Para estimular a presença de idosos, grupo no qual Lula tinha melhor resultado nas pesquisas de intenção de voto, o governo reforçou a divulgação da informação de que a ida à votação serve como prova de vida para aposentados e pensionistas do INSS.

No primeiro turno, a abstenção já havia caído entre jovens até 18 anos, idosos, e pessoas menos instruídas em comparação a 2022. O perfil dos ausentes só é divulgado pelo TSE dias após o pleito.

Até 2022, em todas as eleições o percentual de eleitores ausentes subiu no segundo turno. O embate entre o presidente Lula e o ex-presidente Jair Bolsonaro foi o primeiro em que houve redução nesta taxa, em relação ao primeiro turno. A queda foi de 0,38 pontos percentuais, de 20,95% para 20,57%.

Politica Livre

Decisão de prorrogar votação deixa perguntas sem respostas sobre 2º turno

 

Decisão de prorrogar votação deixa perguntas sem respostas sobre 2º turno

Ordem que prorrogou por duas horas a votação é comentada por especialistas

Por Ana Gabriela Oliveira Lima/Folhapress

25/10/2026 às 22:40

Foto: Rosinei Coutinho/STF/Arquivo

Imagem de Decisão de prorrogar votação deixa perguntas sem respostas sobre 2º turno

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Cristiano Zanin

A decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Cristiano Zanin de prorrogar o horário de votação no pleito deste domingo (25) até 19h gerou um cenário de incerteza sobre possíveis consequências da medida.

Especialistas ouvidos pelo jornal Folha de São Paulo afirmam que os efeitos jurídicos ainda não estão claros e citam dúvidas ainda em aberto, como se quem não conseguiu votar após 17h pode entrar na Justiça ou se o próprio resultado do segundo turno pode ser questionado.

Neste domingo, Zanin acatou pedido da campanha do presidente Lula (PT) para que a votação fosse prorrogada. O candidato do PL, Flávio Bolsonaro, também pediu prorrogação, em eleição marcada por chuvas em partes do país e dificuldade de acesso ao transporte público.

Após a decisão do magistrado, os ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) se reuniram para discutir o caso, e o presidente da corte, Kassio Nunes Marques, determinou que a votação fosse estendida até 19h (em Brasília) só nas seções em que a votação ainda não foi concluída e em que as urnas permanecem abertas.

Veja pontos que ainda levantam dúvidas sobre o pleito e os comentários dos especialistas.

Quem quis votar após 17h, mas encontrou a seção fechada, tem algum direito?

"Uma pessoa que não pôde votar pode, sim, judicializar dizendo que teve o seu direito cerceado. Isso pode causar uma instabilidade com milhares de decisões pelo país", afirma Amanda Cunha, especialista em direito eleitoral e uma das autoras do livro "Direito Eleitoral Sancionador" (ed. Lumen Juris).

Já Fernando Neisser, professor de direito eleitoral da FGV (Fundação Getúlio Vargas), entende que a questão foi esclarecida pelo ministro Kassio quando ele elucidou que as seções eleitorais fechadas deveriam permanecer dessa forma, mesmo com a decisão do STF.

"Essas pessoas não tiveram violado contra si a decisão do ministro Zanin, porque se admitiu que a realidade se impõe: você não tem como reabrir as urnas."

Com a extensão do horário, o segundo turno pode ser anulado?

"Quem quer que perca a eleição, vai ter argumento para pedir a anulação do segundo turno e a marcação de um novo", afirma Neisser, para quem essa é a grande questão derivada da decisão de prorrogação.

Segundo Raquel Cavalcanti, professora de direito eleitoral da UFC (Universidade Federal do Ceará), "a extensão do horário talvez deixe evidente uma realidade que seria o real motivo para anular: o fato de que muitos eleitores tiveram sua liberdade de voto desrespeitada", afirma ela, fazendo referência à possível "violação de liberdade do eleitor ao longo de todo o dia" com episódios envolvendo a falta de acesso a transporte público.

Qual seria a justificativa jurídica para uma possível anulação?

Neisser afirma não haver uma "lista fechada de hipóteses" para justificar essa medida. Segundo ele, o desfecho depende de a Justiça Eleitoral entender que a votação foi contaminada e não pôde representar a vontade dos eleitores.

"[Uma anulação] vai depender da construção dos argumentos de quem quer que perca a eleição nesses números que vão ser divulgados", afirmou Neisser, ainda antes da confirmação da vitória de Lula (PT).

Os advogados vão, provavelmente, considerar aspectos como se estados mais a favor de um ou outro candidato tiveram média de fechamento de urnas mais cedo que os do adversário.

As condições climáticas e a acusação de boicote no transporte público são justificativas adequadas para a decisão de prorrogação?

Segundo Neisser, sim. Ele entende que o problema é que a decisão sobre a prorrogação saiu muito tarde. "As duas campanhas haviam pedido ao TSE no meio da tarde. Era mais do que possível o ministro Kassio Nunes ter decidido isso em tempo, mas ele pediu informações aos TREs [Tribunais Regionais Eleitorais] e ao Ministério Público, e a questão acabou sendo decidida pelo Supremo já em cima da hora".

Quem pode pedir uma anulação do segundo turno?

O pedido pode ser feito por candidatos, partidos políticos e o Ministério Público Eleitoral, diz Raquel Cavalcanti.

Segundo ela, é possível questionar judicialmente o resultado das eleições por meio de ações específicas, como a Aije (Ação de Investigação Judicial Eleitoral), cabível nos casos de abuso de poder político ou econômico e uso indevido dos meios de comunicação social, e a Aime (Ação de Impugnação de Mandato Eletivo), prevista na Constituição Federal para situações de abuso de poder econômico, corrupção ou fraude.

"Essas ações podem resultar na cassação de mandatos e, conforme as circunstâncias, na realização de novas eleições. Entretanto, não basta a existência de uma irregularidade. É necessário demonstrar os requisitos legais para a procedência da ação", explica a especialista.

Politica Livre

Em destaque

Lula vence as eleições

Lula vence as eleições O presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) derrotou neste domingo Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pela presidência....

Mais visitadas