quinta-feira, maio 28, 2026

EDITORIAL: A Verdade Sobre as Barracas no São João de Jeremoabo – Organização e Segurança em Primeiro Lugar



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EDITORIAL: A Verdade Sobre as Barracas no São João de Jeremoabo – Organização e Segurança em Primeiro Lugar


Por José Montalvão

A organização dos nossos festejos juninos gerou, nos últimos dias, uma onda de desinformações nas redes sociais a respeito da regulamentação para a instalação de barracas por comerciantes de outras localidades. Diante de boatos e narrativas distorcidas, este Blog cumpre o seu papel de responsabilidade e vem a público deixar tudo perfeitamente claro. Entramos em contato direto com os prepostos da Prefeitura Municipal de Jeremoabo responsáveis pela organização e pela segurança do evento, e trazemos os fatos reais que motivaram as recentes decisões administrativas.

O ponto de partida para qualquer análise séria é reconhecer o fenômeno em que se transformou o nosso São João. A tradicional alvorada e os festejos cresceram em proporções geométricas nos últimos anos. Jeremoabo hoje atrai uma multidão imensa, e o espaço físico atual está ficando pequeno para abrigar tantas pessoas com o conforto e a dignidade que elas merecem.

Medidas Paliativas e a Prioridade Absoluta com a Vida

Enquanto a gestão municipal desenvolve estudos técnicos e planejamentos viários para, futuramente, transferir o evento para um local mais amplo e estruturado, o município foi obrigado a adotar medidas paliativas imediatas. A prioridade absoluta do prefeito Tista de Deda e de sua equipe é garantir a segurança, a integridade física e o bem-estar tanto da população de Jeremoabo quanto dos milhares de visitantes que acolhemos.

O diagnóstico dos engenheiros de tráfego e dos organizadores é claro: o espaço físico disponível no circuito atual é curto e a densidade de pessoas já está no limite, prejudicando a comodidade e a mobilidade do público. Se a prefeitura permitisse a instalação de mais barracas de forma desordenada, comprometeria severamente toda a estrutura de evacuação e circulação da festa.

Alinhamento Técnico com as Forças de Segurança

Essa limitação não se trata de um ato arbitrário ou de perseguição a comerciantes de fora. Pelo contrário: para tomar essa decisão, houve um profundo entendimento e planejamento conjunto entre a administração municipal, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar.

As forças de segurança exigem corredores livres para a passagem de viaturas, ambulâncias e para o fluxo rápido de pessoas em caso de eventuais emergências. Lotar as calçadas e vias com estruturas extras colocaria em risco a vida dos foliões. Portanto, o controle e o freio no número de credenciamentos são exigências técnicas das autoridades de segurança do Estado.

Transparência Total: O Croqui do Circuito

Para que não paire nenhum tipo de dúvida no seio da comunidade e para sepultar de vez as conversas de esquina, estamos reproduzindo abaixo o croqui oficial do evento. Este desenho técnico demonstra claramente a divisão espacial, as rotas de fuga e os limites físicos que justificam as medidas de postura adotadas pelo município.

[ ESPAÇO DO CROQUI OFICIAL / MAPA DO CIRCUITO JUNINO ]
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* ÁREA AZUL: Zona de Circulação de Pedestres e Rotas de Emergência (Livre de Obstáculos)
* ÁREA VERMELHA: Vagas Limitadas e Demarcadas para Barracas Credenciadas
* ACESSOS laterais reservados exclusivamente para viaturas da PM e Corpo de Bombeiros
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(Nota do Editor: O mapa detalhado com a numeração dos lotes permitidos pode ser consultado na íntegra no mural da Secretaria de Infraestrutura e Transportes).

Conclusão: Responsabilidade Acima do Oportunismo

Gerir uma festa do tamanho do São João de Jeremoabo exige coragem para impor limites em nome do coletivo. É fácil para a oposição fazer discurso demagógico cobrando espaço para todos, mas se um acidente grave acontecer por falta de espaço ou obstrução de vias, os mesmos que criticam hoje seriam os primeiros a apontar o dedo para o poder público.

A Prefeitura de Jeremoabo age com responsabilidade, planejamento e transparência. O comércio local é valorizado, os visitantes são bem acolhidos e a segurança é tratada como lei. O resto é apenas barulho de quem não tem proposta e prefere viver da desinformação.

Blog de Dede Montalvão: Buscando a fonte oficial, desarmando boatos e defendendo o sucesso e a segurança das nossas tradições.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025

Levi Alvim anuncia gravação de novo audiovisual na Fazenda Pedra do Lago com clássicos do forró, inéditas e lado acústico

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O cantor, compositor e produtor musical Levi se prepara para viver um dos momentos mais importantes de sua trajetória artística com a gravação de seu novo projeto audiovisual “Vivenciando Levi Alvim”, que acontecerá nos dias 26 e 27 de maio, na Fazenda Pedra do Lago, na Bahia.


Conhecido pela energia contagiante, versatilidade musical e forte presença de palco, Levi mergulha agora em um projeto que promete traduzir sua essência artística em diferentes formatos e emoções. A gravação reunirá clássicos consagrados do forró, revisitados com uma nova roupagem, moderna e autêntica, imprimindo a personalidade e a assinatura musical do artista. Além disso, o repertório contará com músicas autorais, reforçando a identidade criativa de Levi e seu olhar contemporâneo sobre a música popular brasileira.


Como grande diferencial, o audiovisual também apresentará um lado acústico e intimista, revelando novas nuances do cantor e intensificando ainda mais sua versatilidade artística. O formato foi pensado para proporcionar ao público uma experiência completa, transitando entre a força do palco, a emoção das interpretações e a conexão genuína com as canções.


A escolha da Fazenda Pedra do Lago como locação reforça o conceito do projeto: unir natureza, autenticidade e sofisticação visual para criar uma atmosfera única, capaz de potencializar a experiência sonora e estética da gravação.


O projeto “Vivenciando Levi Alvim” chega em um momento estratégico da carreira de Levi, que vive uma fase de expansão artística e consolidação nacional, apostando em novos lançamentos, repertório conectado ao público e um posicionamento cada vez mais sólido no mercado musical.


Com direção artística cuidadosa e um repertório pensado para emocionar, surpreender e conectar diferentes gerações, o projeto promete marcar uma nova etapa na trajetória de Levi, reafirmando sua força como um dos nomes em ascensão da música brasileira.


Pauta enviada pelo jornalsita Fábio Almeida

EDITORIAL: A Herança Maldita da Reforma da Previdência e a Crueldade contra os Mais Pobres e as Viúvas

 

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EDITORIAL: A Herança Maldita da Reforma da Previdência e a Crueldade contra os Mais Pobres e as Viúvas


*Artigo do editor  José Mntalvão

A história recente das políticas sociais no Brasil guarda capítulos de profunda crueza contra a classe trabalhadora, mas nenhum deles se compara ao impacto devastador deixado pela Reforma da Previdência, aprovada em 2019 durante o governo de Jair Bolsonaro e sob a batuta do então ministro da Economia, Paulo Guedes. O que foi vendido à época como uma "salvação fiscal" revelou-se, na prática, uma herança maldita que acabou com o sonho de milhões de brasileiros de alcançarem uma aposentaria digna e, pior, desamparou as famílias no momento de maior dor, cortando o valor das pensões pagas às viúvas.

Trata-se de uma verdadeira maldade institucionalizada. No exato momento em que a viúva mais precisa do amparo do benefício social, após a perda do companheiro que contribuiu a vida inteira para o sistema, ela descobre que as novas regras reduziram drasticamente o valor do benefício, cortando-o praticamente pela metade. É a desumanização da previdência pública.

Por Que a Herança é Maldita: O Raio-X das Novas Regras

Para compreender o tamanho do prejuízo imposto tanto ao trabalhador do campo quanto ao da cidade, basta analisar as barreiras quase intransponíveis criadas pela nova legislação:

  • Idade Mínima Elevada: Ficou estabelecido que os homens só podem se aposentar a partir dos 65 anos de idade, enquanto as mulheres foram empurradas para os 62 anos.

  • Tempo Mínimo de Contribuição: Exige-se agora o mínimo de 15 anos de contribuição para as mulheres e longos 20 anos para os homens.

  • O Sonho Impossível do Salário Integral: Quem ingressar no sistema e tiver a pretensão de se aposentar recebendo o salário integral correspondente ao teto previdenciário precisará verter contribuições ininterruptas por inacreditáveis 40 anos.

A Penalização Histórica dos Mais Pobres

Como em toda engrenagem que visa o corte de direitos, os trabalhadores e trabalhadoras de baixa renda são os mais severamente afetados. A análise técnica de lideranças que acompanham o Conselho da Previdência, como Quintino Severo, da CUT, expõe a injustiça social embutida no texto aprovado.

Há uma assimetria cruel na realidade do mercado de trabalho brasileiro: o jovem pobre, por necessidade de sobrevivência e para ajudar no sustento de seus pais e irmãos, é obrigado a começar a trabalhar muito cedo, por volta dos 15 ou 16 anos de idade. Em contrapartida, os jovens da classe média e alta iniciam sua jornada laboral mais tarde, por volta dos 25 anos, geralmente após a conclusão do ensino universitário.

Com a imposição cega da idade mínima, cria-se uma distorção perversa: o trabalhador que começou na base da pirâmide social precisará trabalhar cerca de 50 anos de sua vida para ter direito ao descanso, enquanto o cidadão de classe média precisará de 40. O mesmo cálculo impiedoso penaliza as mulheres da periferia, que acumulam duplas jornadas desde a juventude.

Conclusão: O Estado que Arrecada dos Pobres e Falha na Proteção

A Previdência Social nasceu para ser um instrumento de distribuição de renda, proteção social e dignidade humana. Ao transformá-la em uma mera planilha de contenção de despesas, o governo de então virou as costas para a realidade do sertão, das periferias e dos lares brasileiros.

A reforma de 2019 não combateu privilégios do topo do funcionalismo; ela confiscou o futuro do operário, do lavrador e o sustento das viúvas. O Brasil precisa, urgentemente, rever esses retrocessos para que a justiça previdenciária volte a olhar para o trabalhador não como um custo, mas como a força viva que carrega a riqueza desta nação nas costas.

Blog de Dede Montalvão: Denunciando as injustiças sociais, analisando a realidade do trabalhador e defendendo a dignidade do povo brasileiro.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025

Estadão confirma: Bolsonaro será julgado pela 2ª Turma, na qual dispõe de maioria

Publicado em 28 de maio de 2026 por Tribuna da Internet

Saiba quem é Kassio Nunes Marques, que assume hoje na presidência do TSE |  CNN Brasil

Marques deu 20 dias para a Procuradoria se manifestar

Raisa Toledo
Estadão

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kassio Nunes Marques concedeu nesta quarta-feira, 27, prazo de 20 dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o pedido de revisão criminal apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo da tentativa de golpe de Estado, Bolsonaro cumpre pena em regime domiciliar por motivos de saúde.

A ação foi protocolada pelos advogados do ex-presidente no dia 8 de maio e busca reverter a condenação. Relator do caso, Nunes Marques dobrou o prazo previsto no Código de Processo Penal para o parecer da PGR – de 10 dias. “Diante da complexidade do feito, que envolve o julgamento de ex-presidente da República, entendo necessário estender o prazo previsto para manifestação do Ministério Público Federal”, escreveu.

COMPETÊNCIA – No pedido apresentado ao STF, a defesa questiona a competência da Primeira Turma da Corte para conduzir o julgamento e alega que o caso deveria ter sido analisado pelo plenário do Supremo.

Entre os pedidos feitos ao STF, estão a anulação integral do processo e a absolvição de Bolsonaro de todos os crimes pelos quais foi condenado: organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, deterioração de patrimônio tombado e dano qualificado contra o patrimônio da União.

Segundo a defesa, não houve demonstração concreta de participação individual de Bolsonaro nem atos executórios que comprovassem tentativa de depor o governo democraticamente eleito com o uso de violência ou grave ameaça.

8 DE JANEIRO – Os defensores também argumentam que não há provas de autoria, participação, instigação ou vínculo subjetivo de Bolsonaro com os executores dos ataques às sedes dos Três Poderes nos atos de 8 de janeiro de 2023.

A revisão criminal é um instrumento jurídico usado para contestar condenações já transitadas em julgado, quando não há mais possibilidade de recurso. A medida é considerada excepcional e depende da demonstração de erro judiciário no julgamento original.

Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma da Corte, formada pelos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. Conforme determina o regimento interno do Supremo, a revisão criminal deverá ser julgada pela Segunda Turma, composta por André Mendonça e Nunes Marques, ambos indicados por Bolsonaro, além de Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Luiz Fux.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Aleluia, irmão! Depois da Carta Capital e da Agência Brasil, surge o Estadão concordando com a tese da Tribuna da Internet, de que o novo julgamento de Bolsonaro será na Segunda Turma do STF, onde ele tem maioria (Luiz Fux, Nunes Marques e André Mendonça) e será inocentado. Agora, só falta a Ouvidoria do Supremo mandar retirar do site da instituição a matéria com a informação falsa de que Bolsonaro será julgado agora pelo Plenário. (C.N.)


Lula busca reaproximação com Alcolumbre para acelerar PEC do fim da escala 6×1


“Fim da escala 6x1 é uma vitória histórica do povo trabalhador e do presidente Lula”, afirma deputado Afonso Florence

 

“Fim da escala 6x1 é uma vitória histórica do povo trabalhador e do presidente Lula”, afirma deputado Afonso Florence

Por Redação

28/05/2026 às 08:10

Foto: Divulgação/Arquivo

Imagem de “Fim da escala 6x1 é uma vitória histórica do povo trabalhador e do presidente Lula”, afirma deputado Afonso Florence

Lula e Afonso Florence

O deputado federal Afonso Florence (PT/BA) comemorou nesta quarta-feira (27) a aprovação, pela Câmara dos Deputados, da proposta que reduz a jornada de trabalho e acaba com a escala 6x1 sem redução de salários. Para o petista, a votação marca um momento histórico para a classe trabalhadora brasileira e simboliza mais uma vitória do projeto liderado pelo presidente Lula.

O texto aprovado prevê a redução gradual da jornada semanal de 44 para 40 horas, garantindo dois dias de descanso por semana e mantendo os salários dos trabalhadores. A transição será feita em etapas: dois meses após a promulgação da PEC, a jornada passará para 42 horas semanais. Depois de um ano, chegará às 40 horas. Agora, a proposta segue para votação no Senado.

“Hoje é um daqueles dias que entram para a história. Votei sim porque o trabalhador e a trabalhadora merecem mais do que sobreviver. Merecem ter tempo para viver, cuidar da família, acompanhar os filhos, descansar, estudar e cuidar da própria saúde”, afirmou Florence.

O deputado destacou que a aprovação é resultado da mobilização popular, da atuação das centrais sindicais, dos movimentos sociais e da força política do governo Lula.

“Essa é uma vitória do presidente Lula, do PT, da esquerda e, principalmente, do povo trabalhador brasileiro. Enquanto muitos ficaram do lado dos privilégios e tentaram impedir esse avanço, nós escolhemos estar ao lado de quem acorda cedo todos os dias para mover este país”, declarou.

Afonso também afirmou que a redução da jornada acompanha uma tendência internacional de valorização da qualidade de vida e da saúde mental dos trabalhadores.

“Não existe desenvolvimento de verdade quando as pessoas vivem apenas para trabalhar. O Brasil precisa crescer com justiça social, com dignidade e com valorização da vida. É isso que estamos defendendo”, disse.

O parlamentar ressaltou ainda que o modelo aprovado garante responsabilidade econômica e segurança para trabalhadores e empregadores, ao estabelecer uma transição gradual para a nova jornada.

“A proposta foi construída com diálogo e responsabilidade. É uma mudança histórica, mas feita com equilíbrio, garantindo adaptação para todos os setores da economia”, completou.

Florence cutucou a oposição ao dizer que a votação representa também uma derrota política da extrema-direita no Congresso Nacional.

“Vencemos mais uma vez os que sempre estiveram contra os direitos trabalhistas e contra o povo brasileiro. A luta continua no Senado, e vamos seguir mobilizados até transformar essa conquista em realidade definitiva para milhões de brasileiros e brasileiras”, concluiu.

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