quinta-feira, julho 31, 2014

Ao pessoal do Bairro São José e adjacência só resta apelar para " mãe do bispo".

Em Jeremoabo existe um problema de poluição grave que vem transpondo décadas, e não é resolvido por diversos fatores, principalmente pelos profissionais da politicagem que para não perderem votos, preferem sacrificar um Bairro inteiro em benefício de poucos.
Segundo uma moradora daquela localidade a população vive confinada em suas residências na espera de  amenizar as conseqüências prejudiciais a saúde como, falta de ar, garganta ardendo,  alergia, sequelas pulmonares e cardíacas,  além dos danos materiais.
 Ainda segundo outro cidadão que não quis se identificar, na área afetada existe um Escola, onde vários alunos já passaram e ainda passam mal. 
Estou me referindo a poluição ambiental devido as olarias ali instaladas, onde diga-se de passagem que a poluição afeta até a própria cidade de Jeremoabo.
Outro morador que também preferiu não revelar o nome, explica que a queima de tijolos também reflete no meio ambiente. “O forno dele é muito grande e a intensidade de fumaça é bem maior. Isso prejudica as árvores, plantas. que estão morrendo com a fumaça e o calor é imenso”, diz.
O que o povo prejudicado espera, não é acabar com os pequenos proprietários das olarias, para que sirvam como " boi de piranhas ", que dali tiram sua sobrevivência e da própria família, mas que a Prefeitura que é o órgão diretamente responsável pelo caso,  encontre uma solução pela qual não venha a prejudicar nem os cidadãos ali  residentes, nem tão pouco a todos proprietários das olarias ali existentes.

Para que os responsáveis pela omissão das providências entendam a gravidade do fato, estou transcrevendo abaixo o desabafo de uma cidadã prejudicada, que postou nas Redes Sociais;
" Taninha Ribeiro nem sempre resolvem meu caro amigo,porque está poluição das cerâmicas são mais de 50 anos,não é só 10 dias de atraso,50 anos não é brincadeira! o povo não consegue conviver com as ruas emburacadas,mais é obrigado a conviver com a poluição das cerâmicas mais de 50 anos e a saúde em que plano colocaremos ela...1ºlugar festas,2º lugar futebol 3ºetc...etc....etc....25º lugar a saúde,infecções respiratórias,conjuntivite,bronquite,irritações nos olhos,falta de ar,nariz entupido,alergias,desordens cardiovasculares etc...é só isto que a poluição nos causa!"

Agora, pergunto — já que perguntar não ofende: em tudo o que vocês leram acima sobre a falta de autoridade e vontade política para resolver o sofrimento daqueles moradores, em que, exatamente, o (des)governo se qualifica para administrar o Município de Jeremoabo, a não ser cuidando do seu povo empregando os familiares e amigos?












“A prefeita está fazendo malversação com o dinheiro público, está brincando com o dinheiro dos contribuintes sem que nada seja feito para coibir esse abuso.

Ao iniciar esta matéria a respeito de obras inacabadas, quero dizer que fatos semelhantes a esses, fizeram com que a Polícia Federal viesse em missão especial a região, e,  metesse na cadeia todos os prefeitos que agiram de maneira semelhante a de Jeremoabo.
Infelizmente ainda não foi dessa vez que a Polícia Federal agraciou Jeremoabo com a sua visita.

Ontem li no site do meu amigo Bob Charles a matéria intitulada : 

Vereador cobra da prefeita Vilma Negromonte entrega Praça da Juventude à população.


Como em Jeremoabo não existe vereador possuidor de tal capacidade e autoridade, vamos cobrar nós mesmos que somos a parte prejudicada, pois é o nosso dinheiro que está sendo jogado no lamação da incompetência e da improbidade.
Para não ser injusto, informo que, quando Pedrinho de João Ferreira ainda era prefeito, o vereador Jairo disse o seguinte:
No município de Jeremoabo, norte da Bahia, a população busca explicações para a demora na conclusão das obras da ‘Praça do Forró’. Numa entrevista concedida ao repórter Tony Silva da Jeremoabo FM, o vereador da oposição Jairo do Sertão (PSC), chama atenção para a obra inacabada. Ele não diz claramente se há indícios de irregularidades, mas indaga sobre o destino do dinheiro, cerca de R$ 300.000,00 que foram destinados à reforma. 
"Uma obra da maior importância para a infraestrutura pública e a população hoje está inacabada e com fortes indícios irregularidades e suspeitas de “desvio da função do dinheiro público”.,
http://www.jeremoabonoticias.com.br/2013/08/jeremoabo-obra-inacabada-e-alvo-de.html.

Essa denúncia foi feita quando Pedrinho de João Ferreira ainda estava prefeito, mesmo assim, fizeram de conta que o vereador não existia, deram   calado por resposta, já faz quase dois anos que "anafel" é (des)governo e a obra continua inacabada. 
Cabia ao vereador já ter entrado com uma Representação perante o Ministério Público, pois segundo suas próprias palavras "há suspeitas de desvio da função do dinheiro público".

Em Jeremoabo é assim mesmo, o dinheiro público serve para todo mundo, menos para beneficiar o contribuinte chamado de povo.

Ainda a respeito da obra inacabada da Praça do Forró, li um assunto que me chamou atenção e talvez dos senhores também:

A Praça do Forró, ou melhor, a Praça Jonas de Carvalho Gomes, está em adiantado estado de mudança. Com convênio da Conder, ao custo de 300 mil, está ganhando uma nova concepção com espaços para práticas esportivas, caminhadas e lazer, além de um pequeno palco para pequenas apresentações. Bonito projeto! (Roda de Notícias: notícias rápidas de Jeremoabo. Com fotos EM 2 DE SETEMBRO DE 2012.)

Observem que nesta Placa deixaram de colocar o Valor e o término da Obra
                          Praça do Forró antes de começar a nova obra,

                                                Praça do Forró hoje, inacabada. 
          A pergunta: Quem foi o agraciado que ficou com esse dinheiro?



Aqui também se trata de outra obra inacabada, ou seja DA                                     ACADEMIA DE SAÚDE

                 Matagal tomando conta da construção inacabada

                                                      Obra inacabada          

Valor dessa obra: R$ 180.000,00 - Início: 27.06.2013  Obra inacabada, O término dessa obra era para ser entregue em 27.12.2013

Isso é uma vergonha, trata-se da murada da Academia, caminho para o Hospital, Espaduada e Cemitério

É por essa e outras que Jeremoabo se tornou uma Casa de Mãe Joana, qualquer pessoa é eleito(a), se acha o rei, se apodera indevidamente do dinheiro público, não existe fiscalização, o povo é omisso, os vereadores além de omissos são coniventes e subservientes, e esses corruptos se amparam na impunidade.



Após o (des)governo assistir o filme 2012,o ano em que o mundo acaba", está trabalhando e contribuindo com a destruição do Município de Jeremoabo.


Fim da era JB: não há mal que dure para semprehttp://brasil247.com/+b4r94 Agora é oficial: a aposentadoria de Joaquim Barbosa do Supremo Tribunal Federal está publicada no Diário Oficial da União, no decreto assinado pela presidente Dilma ... Ver mais
Foto: Fim da era JB: não há mal que dure para sempre http://brasil247.com/+b4r94 Agora é oficial: a aposentadoria de Joaquim Barbosa do Supremo Tribunal Federal está publicada no Diário Oficial da União, no decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff e pelo ministro José Eduardo Cardozo; sua gestão foi marcada por abusos, agressões a colegas, jornalistas, advogados, entidades da magistratura e, sobretudo, a direitos de defesa assegurados pela Constituição Federal; depois de cumprir um papel lamentável à frente da suprema corte, ele poderá desfrutar a aposentadoria em Miami, num imóvel registrado em nome de uma offshore; nesta sexta-feira, Ricardo Lewandowski será eleito presidente do STF, que poderá, enfim, restaurar a sua dignidade




Coluna A Tarde: No tempo dos coronéis




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Senado manda ativista pedir documentos na Justiça


“Sugerimos que o senhor entre com os meios legais previstos na lei”, diz o órgão do Legislativo
Casa se nega a fornecer cópias de recibos e notas fiscais de despesas de senadores feitas com dinheiro público. Ativista monta operação para solicitar papelada diretamente dos parlamentares e ameaça montar “lista suja” em caso de nova negativa
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Aposentado
até 1997
pode acumularauxílio-acidente

O segurado que teve o benefício cortado ainda pode recuperar a grana no posto
e ganhar os atrasados do período

























O PATRIMONIALISMO POLÍTICO REDUZ A ESPERANÇA DOS JOVENS


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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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