quarta-feira, julho 23, 2014

Aécio se defende com dois ex-presidentes do STF





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 Candidato a presidente pelo PSDB mostrou pareceres de dois ex-integrantes do Supremo Tribunal Federal sem nenhuma objeção sobre a compra de terreno e construção de aeroporto em Cláudio, no interior de Minas; “Foi para fins de utilidade pública, sem nada de juridicamente inválido”, escreveu Ayres Britto; “O procedimento é correto”, garantiu Carlos Velloso; Aécio Neves lembrou que assunto já foi investigado por procuradora Maria Elmira do Amaral Dick, que arquivou o caso em abril; "Campanha começa como nossos adversários gostam, com mentiras e ataques à honra do adversário, uma praxe no PT", respondeu sobre pedido de investigação na Procuradoria Geral da República

AS BATALHAS DE TORTAS DE LAMA DOS FEIOS, SUJOS E MALVADOS.

Celso LungarettiemNáufrago da Utopia - Há 3 horas
*A* informação é do site *Brasil247*: *"*O Partido dos Trabalhadores acaba de entrar com representação criminal contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG), em razão do aeroporto construído em terras que já pertenceram à sua família, no município mineiro de Cláudio; petição ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pede também que se investigue por que o governo mineiro optou pela fazenda de Múcio Tolentino, tio de Aécio; coordenador jurídico da campanha da presidente Dilma, Flávio Caetano diz que denúncia é 'gravíssima', porque 'além de mostrar que há um beneficiamento privado d... mais »


MPF/SE PROCESSA MÉDICO POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

Além de acumular cargos públicos, profissional tinha uma carga horária de atividade privada incompatível com seu horário nos empregos públicos
O Ministério Público Federal (MPF) processou o médico M.C.B.N por improbidade administrativa. Ele é acusado de acumular três cargos públicos e, ao mesmo tempo, desempenhar atividade privada no período em que deveria cumprir sua carga horária nos serviços públicos.
De acordo com as investigações do MPF, o médico mantinha dois vínculos com o Ministério da Saúde em Sergipe, com expedientes de segunda a sexta-feira das 7h às 11h e das 13h às 17h. Entretanto, durante quase cinco anos, ele também manteve um terceiro vínculo, com o município de Nossa Senhora do Socorro, com carga de 20h semanais. Suas atividades naquela cidade seriam desempenhadas, em tese, às quartas-feiras, a partir das 8h.Entretanto, MPF constatou que, nestes dias e horários, ele trabalhava em duas clínicas particulares em Aracaju.
Na ação, a procuradora da República Eunice Dantas destaca que o médico não poderia manter consultórios particulares em horário incompatível com o trabalho no Ministério da Saúde, nem acumular mais de dois vínculos em cargos públicos, como determina a legislação.
Caso seja condenado, ele poderá perder os cargos públicos, ressarcir os cofres públicos, pagar multa, além de ficar com os direitos políticos suspensos e impossibilitado de contratar com o poder público.
A ação tramita na Justiça Federal com o número 0800230-53.2014.4.05.8500S (processo judicial eletrônico).
Ascom MPF/SE...

Justiça nega pedido e Prisco não pode fazer campanha

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Foto: Max Haack/ Ag. Haack/ Bahia Notícias


De 0 a 10, eleitor dá ao governo Dilma nota 5,4, abaixo de Lula em 2010





OAB-RJ quer denunciar violação de direitos


Chefe de direitos humanos da ONU fala em crimes de guerra de Israel



Danilo Verpa/Folhapress Painel

Lula está surpreso com alta rejeição
ao PT


Causa espanto 'nota de repúdio' do PT sobre prisões de manifestantes


Ariano Suassuna, em foto de 2012 (Eduardo Anizelli-24.jul.2012/Folhapress) No Recife

Estado de
saúde de Ariano Suassuna
se agrava


Deputado cobra retorno de opositores da Petrobras


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Baseado em reportagens do Congresso em Foco, Chico Alencar questiona a Secretaria de Direitos Humanos por que pescadores que resistiram a megaprojeto na Baía de Guanabara ainda não retornaram para Magé (RJ), onde militavam e viviam
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No Fórum, Ficha Limpa para os tribunais de contas

Nos jornais: ministro do TCU isenta Dilma por compra de refinaria

Ibope: Dilma tem 38% das intenções de voto; Aécio Neves, 22%

Dr. Rosinha
Dr. Rosinha

Pior que as dez pragas

“Foram dez as pragas jogadas sobre o Faraó e o povo do Egito. A décima foi a que todos os primogênitos fossem mortos. Na Faixa de Gaza, não só os primogênitos, mas todas as crianças são passiveis de serem mortas”

 

Ministério Público denuncia ex-senador por publicidade sem licitação

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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