quinta-feira, julho 17, 2014

Prefeita "anafel" assim você mata os "veios"!!!

tohistórica do conceit
"Higiene é uma palavra que veio da Grécia. Vem de
hygeinosque, significa em grego, “o que é são”, “o que é sadio”.  Antes,
em sua origem, era um adjetivo usado para qualificar a saúde.
As pessoas deviam ter uma “saúde higiênica”. Depois, a palavra virou um substantivo, um conjunto de hábitos que se deveter para conseguir o bem-estar e a saúde."
Por incrível que pareça a prefeita "anafel" está fazendo Jeremoabo retroceder aos anos de 1347.
A partir da queda do Império Romano, a Europa tornou-se imunda, pois o
sistema sanitário que aquela civilização havia construído foi destruído pelos invasores bárbaros. Na Idade Média,até os reis usavam a água de poço e só lavavam as mãos e o rosto. Havia uma enorme quantidade de pulgas e piolhos.
Em 1347, pulgas contaminadas chegaram ao Sul da Itália, mais
precisamente na Sicília, agarradas nos pêlos dos ratos. Elas se
espalharam de tal forma que, em poucas semanas, se estima
que 25 por cento da população local contraiu
peste bubônica.
A partir daí, por causa das péssimas condições de higiene,
a peste passou rapidamente para o continente e devastou a
Europa no século XIV
 Constantemente aparecem em Jeremoabo surtos de disenteria e diarreias e ninguém sabe a causa, só que a causa está na vista.
Já que perguntar não é crime, faço  a seguinte pergunta a prefeita "anafel":
Se a senhora sua genitora fizesse parte  do pessoal da terceira idade que estão tendo aulas de dança (ginástica)com Raimundo da Academia, será que esse (des)governo se sentiria feliz com a mesma usando esses sanitários do ginásio de esporte?
Será que a prefeita "anafel" ainda não raciocinou para entender a exposição de contaminação a que estão expostos esses cidadãos da terceira idade, com  organismos já debilitado?
Os sanitários além de impróprios para uso humano  provocam uma fedentina insuportável, chega a invadir toda area, comprometendo a saúde pública e a qualidade de vida.
Com isso, o cano quebrado fica vazando dejetos,  água podre, fezes, causando mau cheiro e, atraindo muitos ratos, aumentando a proliferação de mosquito devido aos canos entupidos com água parada e a prefeitura e os órgãos responsáveis nada fizeram até agora para resolver o problema! Não há manutenção destes "pela-vivos"  e simplesmente abandonaram.
Aqui era um ginásio de esporte.
 O Ginásio além das denuncias continua abandonado com o mato tomando conta.

             Esse Ginásio é usado por adolescentes e idosos



 Aqui para entrar e suportar o fedor só com uso de máscara de gás.
 Aqui as idosas para fazerem "xixi" as vezes são obrigados a acertar o buraco no piso, e como podemos observar nem sempre acertam, então a urina escorre por toda área
 Já abaixo o limo da urina já coloriu o piso.
                           O forro está caindo gradativamente

                  Mais um sanitário, sem tampa e sem papel higiênico
 Perigo, arriscado ao idoso pegar nessa tomada com fio descoberto
 O nome correto disso tudo é: incompetência, irresponsabilidade e desrespeito ao idoso.

Só queria avinhar o que o (des)governo de Jeremoabo faz com esses convênios e recursos federais que chegam para educação!!!
A prefeita "anafel" é a CARA, de uma só paulada assassinou o Estatuto da Idoso e do Adolescente.

Foto: RECADO PARA AQUELES QUE ATRAPALHAM A CUIDAR DE IDOSOS

Família é a melhor coisa na vida da gente. Não existe família melhor que a nossa! Mas...
Tem sempre um irmão ou irmã, neto ou neta, sobrinho ou sobrinha que, além de não ajudar, atrapalha cobrando e criticando quem cuida da pessoa idosa da família.

RECADO PARA QUEM ATRAPALHA: Esqueceu que um dia ficar poderá ficar bem idoso? E, quem sabe, ficará dependente de sua família também?


- Ex-prefeito de Apuarema é denunciado ao Ministério Público
José Washington Fernandes Morais, ex-prefeito de Apuarema, foi multado pelo Tribunal de Contas dos Municípios, nesta quinta-feira (17/07), por causa da retirada irregular de dinheiro da conta específica do FUNDEB e por efetuar pagamentos em duplicidade aos secretários municipais, no exercício financeiro de 2008.
A relatoria solicitou a formulação de representação ao Ministério Público, determinou que o gestor devolva ao erário o montante de R$47.595,08 e aplicou uma multa de R$800,00. Foi determinado ainda que a atual administração devolva à conta específica do FUNDEB, com recursos municipais, no prazo de 60 dias, a quantia de R$214.934,19.
O ex-prefeito autorizou retiradas irregulares de quase R$215 mil da conta específica do FUNDEB, sem apresentar comprovantes das supostas despesas realizadas. Também foram realizados pagamentos em duplicidade ao seu secretariado, que resultou num gasto indevido de R$31.410,00, assim como ocorreram divergências dos recursos do FEP/Royalties no montante R$16.185,08.
Em sua defesa, o gestor preferiu manter-se calado diante das irregularidades informadas, caracterizando à revelia e total responsabilidade das acusações. Cabe recurso da decisão.

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Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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