domingo, julho 06, 2014

SE FOR ECLETICO É POR QUE É MISTO





Eclético é um termo de origem grega "eklekticós" que significa aquele que escolhe. Em inglês "eclectic", que significa selecionador. Ecletismo é um método que consiste em reunir teses de sistemas diversos. É uma posição intelectual ou moral, caracterizada pela escolha entre diversas formas de opinião, sem seguir uma linha rígida de pensamento (http://www.significados.com.br/ecletico/).
Como estamos em plena efervescência da Copa do Mundo de Futebol (já estamos nas semifinais) será muita inocência pensar que no mundão afora do Brasil da COPA alguém terá paciência para falar sobre política ou atividades outras. Até mesmo os negócios ficam para o segundo plano. O Governo Federal resolveu reabrir a possibilidade dos contribuintes em débito aderir ao parcelamento e isso será ainda tratado depois da COPA. Como o período da Copa não é o indicado para profundidade, seleciono temas mistos e ligeiros, ecléticos, portanto.
TEM COPA DE QUALIDADE. Todos se lembram do movimento NÃO VAI TER COPA. Parte substancial da mídia diariamente divulgava manifestações contrárias à realização da Copa do Mundo como se o movimento fosse uma manifestação direta contra a atual Administração Federal a lhe causar males nas eleições próximas.  O movimento gorou e a Copa é um sucesso de público, de técnica, de qualidade, de gols e etc... Os pessimistas quebraram a cara. O Brasil funcionou bem e tem recebido elogios dos turistas, das delegações e da imprensa internacional. Se a segurança era um desafio, tudo transcorreu sem maiores problemas. Os jogadores da Holanda andam abertamente nas ruas do Rio de janeiro e treinam na praia de Ipanema. A delegação alemã se integrou aos nativos do extremo sul da Bahia. Tudo é festa. Tá bom ou quer mais? Se houve desvios de recursos públicos com superfaturamento de preços, que o TCU, a CGU e a PF caiam em campo.
SÃO JOÃO EM JEREMOABO I. O dia 22 do São João ficou reservado para o casamento matuto em razão do jogo do Brasil que seria realizado no dia 23, véspera do São João. Por volta das 16 horas eu voltava das Lages para Jeremoabo com dois dos meus netos, Fernando e João Victor, com a intenção assistir o cotejo no terraço da casa de meus pais (já falecidos) e sintonizava a FM Jeremoabo quando ouvi um apelo que até hoje não entendo. Salvo engano era o locutor Adalberto Moreno que apelava ao povo para não participar andando do casamento matuto, enquanto esclarecia que a Polícia Militar e a Guarda Municipal estavam tendo dificuldades para controlar o acesso das pessoas. Não sei quem deu tal ideia e se houve ideia partiu de algum imbecil.  Parece que em Jeremoabo acima dos cidadãos os cavalos e os carroções. É preciso lembrar a lição de Castro Alves: “A praça! A praça é do povo Como o céu é do condor”. Ai eu digo: Aos cavalos as tortas! Ao povo a praça e a liberdade.
SÃO JOÃO EM JEREMOABO II. Mesmo com algumas ressalvas achei o cotejo do casamento organizado e no próximo ano deverão acontecer algumas correções de rumo. No acontecido agora veio o povo andando, em seguida os cavaleiros para se seguir os carroções devidamente enfeitados e muitos com som próprio e as pessoas com camisas padronizadas. Tudo muito bom. O insuportável foi ter que se submeter a ouvir em pleno São João músicas de aboios cantadas pelo croner do conjunto musical transportado no trio elétrico e pagos pelo dinheiro do povo (isso enquanto sobra). Eu faço como Raul Seixa: “Eu acho tudo isso um saco”.  A tradição do São João em Jeremoabo é o forro, o xote e o baião e vir agora com música de vaquejada é um desrespeito. Vaquejada é da tradição de Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e Serrinha na Bahia. Enquanto o cotejo passava o locutor do trio citava os nomes de Tista, Anabel e uma rebutaia que não lembro o nome. Isso é promoção pessoal e se constitui de ato de improbidade administrativa (vide art.37, § 1º, da CF). Não creio que isso tenha partido da Prefeita, o que é preciso é evitar a promoção pessoal. O que eu não entendi foi à circulação dos ônibus escolares mandados pelo Governo Federal naquele dia quando não havia atividades escolares. 
ENCONTRO DO SÃO JOÃO. Dedé Montalvão que tem o blog de Jeremoabo mais acessado e censurado judicialmente recebeu fotos de um encontro de Tista e Deri na fazenda de Antonio Manoel como a se entender que dali surgiria nova composição política intermediada pelo ex-conselheiro Antonio. Quem enviou seria um correligionário de Deri inconformado com uma possível aproximação. Para mim as fotos foram plantadas (embora verdadeiras) por quem participou do encontro e pretendia criar um fato novo na politica da cidade. Dedé deu a resposta. Passadas as eleições os palanques deverão ser desmontados voltando os cidadãos ao seu dia e seus negócio, sem ódio e sem rancor.  Nada demais que Deri e Tista se encontrando num restaurante, na Igreja ou em qualquer evento se cumprimentem e participam da mesma mesa. Bem, Deri tem consciência de que a “bola pune”, no dizer de Muricy Ramalho.
CÂMARA MUNICIPAL. Bob Charles em sua página na Internet vem denunciando o esvaziamento da Câmara e da galeria nas sessões da Câmara Municipal de Jeremoabo, a Câmara do “sim Senhor. Na última menção, sob o título ”A Câmara de Jeremoabo e suas sessões plenárias” o jornalista inseriu: ”Afinal de contas, o que não faltam são assuntos para serem debatidos pelos nobres vereadores. Mas a população jeremoabense ultimamente não tem visto isso. E deixou de ver não só pelo horário diurno das sessões. Falta mesmo é ter o que ver”. Em toda Câmara Municipal o que deve ser discutido é a “res pública”, a “coisa pública, os temas de interesse de cada comunidade que vai da educação, saúde, mobilidade, cultura, lazer, desportos, serviços e etc..., não tendo lugar se tratar al, do interesse particular de cada edil. Eu soube que um edil do PP-Paulo Afonso desprezando interesse público para agradar pessoa de seu interesse e desagradar pessoa de seu desinteresse, ocupou parte do seu tempo para tratar de seu interesse pessoal e da parte de cabe no latifúndio, seu 1/22 avos de herança. A parte que te caberá é essa e nem modificará. É bom lembrar-se de João Cabral de Melo Neto: “Esta cova em que estás com palmos medida É a conta menor que tiraste em vida”. Tá bom ou não? Paulo Afonso tem muitas coisas relevantes para ser tratada. Já é tempo de cada vereador dedicar.


ENCONTRO DO SÃO JOÃO. Dedé Montalvão que tem o blog de Jeremoabo mais acessado e censurado judicialmente recebeu fotos de um encontro de Tista e Deri na fazenda de Antonio Manoel como a se entender que dali surgiria nova composição política intermediada pelo ex-conselheiro Antonio. Quem enviou seria um correligionário de Deri inconformado com uma possível aproximação. Para mim as fotos foram plantadas (embora verdadeiras) por quem participou do encontro e pretendia criar um fato novo na politica da cidade. Dedé deu a resposta. Passadas as eleições os palanques deverão ser desmontados voltando os cidadãos ao seu dia e seus negócio, sem ódio e sem rancor.  Nada demais que Deri e Tista se encontrando num restaurante, na Igreja ou em qualquer evento se cumprimentem e participam da mesma mesa. Bem, Deri tem consciência de que a “bola pune”, no dizer de Muricy Ramalho.
CÂMARA MUNICIPAL. Bob Charles em sua página na Internet vem denunciando o esvaziamento da Câmara e da galeria nas sessões da Câmara Municipal de Jeremoabo, a Câmara do “sim Senhor. Na última menção, sob o título ”A Câmara de Jeremoabo e suas sessões plenárias” o jornalista inseriu: ”Afinal de contas, o que não faltam são assuntos para serem debatidos pelos nobres vereadores. Mas a população jeremoabense ultimamente não tem visto isso. E deixou de ver não só pelo horário diurno das sessões. Falta mesmo é ter o que ver”. Em toda Câmara Municipal o que deve ser discutido é a “res pública”, a “coisa pública, os temas de interesse de cada comunidade que vai da educação, saúde, mobilidade, cultura, lazer, desportos, serviços e etc..., não tendo lugar se tratar al, do interesse particular de cada edil. Eu soube que um edil do PP-Paulo Afonso desprezando interesse público para agradar pessoa de seu interesse e desagradar pessoa de seu desinteresse, ocupou parte do seu tempo para tratar de seu interesse pessoal e da parte de cabe no latifúndio, seu 1/22 avos de herança. A parte que te caberá é essa e nem modificará. É bom lembrar-se de João Cabral de Melo Neto: “Esta cova em que estás com palmos medida É a conta menor que tiraste em vida”. Tá bom ou não? Paulo Afonso tem muitas coisas relevantes para ser tratada. Já é tempo de cada vereador dedicar seu tempo ao interesse público, tão somente.
FRASE DA SEMANA: "As autoridades podem contentar-se em ser inúteis; não é necessário que sejam prejudiciais." Eça de Queirós.
Jeremoabo, 06 de julho de 2014.

Fernando Montalvão.
Montalvão Advogados Associados.


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por Leandro Silveira
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Candidatura de Dilma tem contratempos em SP, com palanque fragilizado


Paulo de Tarso Lyra
Correio Braziliense


O abatimento de Dirceu é uma impressionante lição de vida

Carlos Newton

Por enquanto, nada…


Carlos Chagas


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Caso o (des)governo de Jeremoabo procedesse com transparência seguindo a atitude do Prefeito de Santa Brígida de responder a população as indagações que pairam dúvidas, estaria livre da indignação que vem enfrentando.

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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