quinta-feira, maio 31, 2018

Comício Final do 11 em 30/05/2018 - Jeremoabo - BA

A praça do 11 é do povo

Luiz Brito DRT/BA 3.913

Foto: reprodução
Eu pego sempre o empresário Derí do Paloma (Progressista) como um exemplo político de alguém que fez uma campanha centrada em propostas e não entrou para o campo das baixarias. Mesmo quando atacado (como foi), continuou de cabeça erguida, não resvalou para o baixo nível dos debates.
Não me lembro do Derí ter partido para o ataque pessoal de adversários. Sempre passou ao largo.
Nesta eleição pelo que vimos nos chamados “piseiros” e no comício de encerramento na noite passada (30/05), Derí deu amostras suficientes de que tem o reconhecimento popular e vários corpos de frente em relação ao seu concorrente.
Ninguém na oposição teve uma candidatura tão competitiva na história política de Jeremoabo quanto a Deri, depois de ter acumulado três derrotas. A presença da multidão na praça da Rodoviária e ruas na noite de ontem, definitivamente transformou a praça do Bradesco, na praça do 11, como preconizou o deputado federal Cacá Leão (Progressistas).
Nenhum político de Jeremoabo chegou onde Derí chegou depois de três quedas sucessivas, se não tivesse algum mérito político.
Dezenas de lideranças políticas entre elas o vice-governador do Estado, João Leão, pré candidatos a deputado estadual e federal, o prefeito de Glória David Cavalcanti, vereadores de Jeremoabo, Paulo Afonso, Ribeira do Pombal e Glória fizeram questão de somar no grande evento que consolidou Derí do Paloma (Progressistas) como principal nome para assumir a prefeitura do município.

Pelo cenário visto nos últimos  dias,  a praça 11 totalmente tomada por eleitores animados e a ultima pesquisa  divulgada dando a vitória a Derí, é humanamente impossível imagianr  um cenário contrário ao desejo da maioria do povo jeremoabense. Vamos à vitória é  o povo quer quer!
Quinta, 31 de Maio de 2018 - 00:00

Homem é indenizado em R$ 40 mil por ficar preso em porta do BB de Cajazeiras

por Cláudia Cardozo
Homem é indenizado em R$ 40 mil por ficar preso em porta do BB de Cajazeiras
Foto: Google Street View


As vivandeiras estão de volta, como ocorreu na época de Castelo Branco

Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+
Resultado de imagem para marechal castelo branco
Vivandeiras queriam prorrogar a gestão de Castelo
Merval PereiraO Globo







Diesel brasileiro custa apenas R$ 0,93 e devia ser vendido a R$ 2,30 nos postos

Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+
Resultado de imagem para petrobras charges
Charge do Ivan Cabral (ivancabral.com)
Paulo César Ribeiro LimaSite da Aepet
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O engenheiro Paulo César Ribeiro Lima é um dos maiores especialistas do país. Depois de fazer brilhante carreira na Petrobrás, tornou-se consultor legislativo do Senado e da Câmara dos Deputados. Seu artigo, enviado pelo comentarista Carlos Frederico Alverga, mostra que a Petrobras está esfolando o consumidor para tapar o rombo da roubalheira oficial.(C.N.)

Eliana Calmon recusou ser candidata a vice de Bolsonaro e de Marina

Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+
Eliana Calmon prefere continuar como advogada
Bruno GóesO Globo





Recorde mundial! Em apenas um dia, Fachin negou 35 habeas corpus para Lula

Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+
Resultado de imagem para fachin
Fachin ficou esgotado de tanto assinar rejeições de habeas
André de Souza 
O Globo







Piada do Ano: TSE diz que urna eletrônica brasileira é perfeita e imune a hackers

Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+
Resultado de imagem para urna eletrônica charges
Charge do Kacio (kacio.art.br)
Fernanda VivasTV Globo, Brasília
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Com a máxima vênia, é preciso ficar claro que nem mesmo os computadores da Casa Branca ou do Pentágono estão a salvo de hackers. Diante dessa constatação, que é um fato concreto, é uma infantilidade afirmar que a urna/jabuticaba brasileira esteja imune a fraudes. Parece mais uma Piada do Ano. E onde se lê urna/jabuticaba, por favor leia-se também sistema de apuração dos votos. (C.N.)

Temer consegue errar até quando tem uma rara chance de obter apoio popular

Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+
O presidente Michel Temer durante anúncio em Brasília, neste domingo (27)
Temer é um trapalhão fazendo papel de presidente
Leandro ColonFolha

Denúncias e crise do diesel aumentam pressão sobre presidente da Petrobras. Demissão é cogitada

Frágil amparo: indicação do PSDB, Parente é sustentado por Temer no comando da Petrobras
CONTINUE LENDO...

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

Mais visitadas