quarta-feira, novembro 30, 2016

O povo cansou de ouvi tanta mentira contra DERI.

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O mentiroso deveria ter em mente que, para ser acreditado, precisa apenas dizer as mentiras necessárias.
Italo Svevo

Como é do conhecimento de todos, não resido em Jeremoabo, no entanto, todos os dias os amigos mandam informações de tudo que acontece no município, principalmente no que diz respeito a administração municipal e a politicagem da terra.
Meu Blog não recebe dinheiro para fazer propaganda da Prefeitura, nem de nenhum candidato, é independente, e livre para narrar a verdade contando tudo o que acontece sem subterfúgios nem enganação. 

Ontem mesmo (29)soube que certa rádio ao invés de cumprir seu papel de informar, procurou desinformar a população contado anedotas para boi dormir, referindo-se a "tista de deda", Anabel e Deri.
O 'caso de "tista de deta" é diferente do  caso de Anabel, quem colocou "tista" como inelegível foi a Câmara de Vereadores, onde o mesmo conseguiu uma liminar porque a Câmara por falta de conhecimento não permitiu o contraditório.
Concluindo: a rejeição das contas pela Câmara já nasceu morta .
Já a candidata sem registro Anabel quem determinou que ele não tem direito a terceira reeleição foi a CONSTITUIÇÃO.
Anabel só será prefeita de Jeremoabo, se estiver acima da Lei, se rasgar a Constituição, e essa hipótese só entra na cabeça de quem quer enganar a si próprio,  e ao mesmo tempo mentir para os incultos, porque a turma no PISEIRO não engole essa. 
Quanto a DERI,  possuir oportunidade de tomar posse e assumir a prefeitura, quem assegurar o contrário não estará falando a verdade estará sendo desonesto em passar informações sem credibilidade, desleal, e desprovida de verdade.
Existe sim possibilidade de DERI ser considerado o eleito e, respaldado na Lei assumir o cargo de prefeito, pois foi o candidato com maior número de votos válidos em Jeremoabo, ficando José Leão no segundo lugar.
Para transmitir essa informação aos senhores, eu sou obrigado a apresentar argumentos, fatos e provas.
Para não alongar-me muito, nem tornar esta matéria cansativa, estou apenas apresentando as provas de que ainda não existe nada decidido concernente a " novas eleições". o caso está andando, e perto de ser decidido.
Quer prova concreta e convincente, leiam o escrito abaixo, com despacho datado de 24.112016, de autoria do Ministro Barroso do STF.


AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE 5.619 (1400)
ORIGEM : ADI - 5619 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
PROCED. : DISTRITO FEDERAL
RELATOR :MIN. ROBERTO BARROSO
ADV.(A/S) : EZIKELLY BARROS (0031903/DF)
INTDO.(A/S) : PRESIDENTE DA REPÚBLICA
PROC.(A/S)(ES) : ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO
INTDO.(A/S) : CONGRESSO NACIONAL
PROC.(A/S)(ES) : ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO
DESPACHO:
1.Trata-se de ação direta de inconstitucionalidade, com pedido de medida cautelar, proposta pelo Partido Social Democrático – PSD Nacional, em face do § 3º, do art. 224, do Código Eleitoral, introduzido pelo art.  da Lei nº 13.165/2015, que estabelece a hipótese de novas eleições no caso de decisão da Justiça Eleitoral, com trânsito em julgado, que importe o indeferimento do registro, a cassação do diploma ou a perda do mandato de candidatos eleitos em pleito majoritário, independentemente do número de votos anulados.
2.A matéria submetida à apreciação desta Corte é de inequívoca relevância, bem como possui especial significado para a ordem social e a segurança jurídica. Isto porque a presente ação envolve a análise da compatibilidade dos atos normativos atacados com os art. 29II, art. 46, bem como o art. 77, todos da Constituição Federal. Decorre disso, relevante discussão sobre a realização de novas eleições como critério exclusivo de sucessão nos pleitos majoritários.
3.Em face da presença dos requisitos legais, aplico o rito abreviado do art. 12 da Lei nº 9.868/1999, de modo a permitir a célere e definitiva resolução da questão. Assim, determino as seguintes providências: (i) solicitem-se informações à Presidência da República e à Presidência do Congresso Nacional, no prazo de dez dias; (ii) em seguida, encaminhem-se os autos ao Advogado-Geral da União para manifestação, no prazo de cinco dias; e, (iii) sucessivamente, colha-se o parecer do Procurador-Geral da República, também no prazo de cinco dias.
Intimem-se. Publique-se.
Brasília, 24 de novembro 2016.
Ministro LUÍS ROBERTO BARROSO Relator


Enquanto o dinheiro falar mais alto do que o caracter do homem haverá falsidade e mentiras

O tiro da candidata sem registro saiu pela culatra.

    



Para quem usou os meios de comunicação para mentindo enganar o povo (des)informando que DERI não poderá assumir a prefeitura a única coisa que posso dizer é:

Nunca discuta com um ignorante, ele te rebaixará até o nível dele e te vencerá por experiência.
Desconhecido.

Já contra a candidata sem registro, a Constituição não permite a terceira reeleição, inclusive o TSE semana que passou julgou um caso semelhante ao de Jeremoabo e não permitiu a terceira reeleição,  confirmando o indeferimento do registro, portanto, a candidata sem registro é carta foro do baralho.
A candidata Anabel sabia que não poderia sair candidata, tudo indica que sua jogada era, colocar algum laranja como presidente da Câmara para ela continuar mandando e desmando, isso porque existia uma aberração na Legislação que dizia " após transito e julgado".
Ora senhores leitores, se permanecesse essa parte, o presidente de Câmara que assumisse a Prefeitura, terminaria o mandato e talvez o " transito e julgado" não aperecesse.
Como não existe nenhum mal que seja eterno, o TSE cortou esse barato e a jogada da candidata sem registro caiu por terra, o tiro saiu pela culatra, se houver novas eleições, a aludida sera realizada em questão de pouco tempo.

TSE: Novas eleições não dependem de trânsito em julgado de decisão eleitoral

Plenário declarou a inconstitucionalidade da expressão "após o trânsito em julgado" prevista no § 3º do art. 224 do Código Eleitoral.


Senado aprova o teto para gastos públicos, e agora não há mais desculpas

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Foram 61 votos a favor, 14 contrários e uma abstenção
Antonio TemóteoCorreio Braziliense




Câmara sepulta a anistia, mas desfigura as medidas de combate à corrupção

Onyx Lorenzoni ficou desolado com a decisão dos deputados
Leticia Fernandes e Evandro ÉboliO Globo






Escritório da superadvogada Adriana Ancelmo é uma fábrica de lavagem de dinheiro

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Adriana Ancelmo dirige a maior fraude jurídica do país
Carlos Newton







Instituições em frangalhos, segundo o presidente 

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Charge do Iotti, reprodução da Zero Hora
Carlos Chagas








Nota oficial confirma intervenção ilegal da Casa Civil para liberar obra de Geddel

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Rocha divulgou a nota oficial que é uma confissão de culpa
Deu na Agência Brasil






Cuba, passado e presente

Resultado de imagem para morte de fidelCesar BenjaminDo Facebook







COLUNAAUGUSTO NUNES

Augusto Nunes

Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido.

SOBRE

Colunista de VEJA.com, colaborador da edição impressa e apresentador do Roda Viva. Foi redator-chefe de VEJA e diretor de redação das revistas Época e Forbes e dos jornais O Estado de S. Paulo, Jornal do Brasil e Zero Hora. Autor do livro 'Minha Razão de Viver - Memórias de Samuel Wainer'.
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    E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

      Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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