quinta-feira, novembro 24, 2016

Querem criminalizar quem falar a verdade denunciando as improbidades cometidas com o dinheiro público.

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Os saudosistas da ditadura querem amedrontar quem tem coragem de exercer seu direito de cidadania denunciando irregularidades com o dinheiro do povo, dinheiro esse que falta para saúde, para educação, para segurança e para saneamento básico.
Soube através de amigos, inclusive que o cidadão esclarecido Beto de Olavo, foi intimidado porque compartilhou com a verdade, que a Rádio Jeremoabo FM ingressou com uma ação contra esse  que a aqui escreve, talvez porque não mama nas tetas da viúva e tem a coragem de falar a verdade, sem medo, sem ódio e sem rancor.
O motivo que melindrou o todo poderoso dono da FM Jeremoabo, talvez tenha sido porque tivemos a coragem de quebrar a caixa preta do dinheiro gasto com divulgação, e o povo começou a saber dos mistérios.
Essa mesma rádio só no mês de ABRIL de 2016, recebeu da prefeitura Municipal de Jeremoabo vultuosa   importância que se  houvesse uma fiscalização séria por parte dos vereadores que foram eleitos para isso, no mínimo abriria uma Sindicância.
Eu pergunto, porque no mês  de abril houve   processos ou faturas fracionadas?
Talvez esses senhores desconheçam que " direito tem, quem direito anda". 
O pagamento efetuado a rádio FM Jeremoabo concernente ao mês de abril, mais de R$ 19.000,00. vocês encontrarão no Link a  seguir. http://dedemontalvao.blogspot.com.br/2016/11/a-prefeitura-de-jeremoabo-continua.html
Após esta preliminar, transcrevo agora a matéria que ofendeu ou "difamou" a rádio FM Jeremoabo, não sabia que a mesma tinha procuração para defender as irregularidades da prefeita, apesar das dúvidas acreditava que fosse uma emissora imparcial, porém o povo que escuta que julgue.

A prefeita de Jeremoabo durante quatro anos do seu (des)govreno decretou estado de calamidade no município de Jeremoabo, no entanto, durante os 04 anos gastou só em publicidade na Jeremoabo/FM, mais de um milhão de reais.

A propaganda em rádio diz que a Prefeitura está trabalhando. A buraqueira nas ruas e os esgotos a céu aberto dizem exatamente o contrário. As propagandas,  são especialmente para que a prefeita  Anabel justifique os gastos de mais de milhão numa única emissora de rádio.

“É impressionante como a prefeita de Jeremoabo prioriza o dinheiro do município para alardear que trabalha e deixa a cidade esburacada, com esgotos de ponta a ponta. A prestação de serviços foi abandonada e enquanto isso a prefeita  gasta mais de milhão em dinheiro com publicidade.


 Essa é uma questão que causa indignação na sociedade, uma vez a prefeita esqueceu de abastecer os postos de saúde com medicamentos, abandonou a assistência social aos mais necessitados jogando lá para a espaduada, provocou um rombo milionário nas contas do Hospital . Quem passa na rua da Câmara Frigorífica vê o lixo tomando conta da calçada e pelo estado que se encontra há meses a sujeira está no local.
No entanto, adianto não é só lá. “São várias as ruas de Jeremoabo onde, os  buracos, o lixo e esgotos chamam a atenção e agridem a saúde da população. Quem se ser ao trabalho de andar na  Av. Contorno  verá o povo que convive diariamente com o problema de falta de esgoto sanitário adequado, vai perceber a calçada infestada de pontos de lixo. E o prefeita ainda diz que está trabalhando. Deveria dizer embromando  e gastando o dinheiro público com propaganda milionária
, O dinheiro que a prefeita  destinou a propaganda caracteriza abuso de poder econômico e político, voltado para amordaçar veículos de comunicação para que sequer exponham em suas páginas e noticiários de rádios e portais da internet a  buraqueira  e esgotos  tomando conta de  Jeremoabo. “Essa é uma questão que os órgãos de fiscalização, como Ministério Público de Contas, deveria acompanhar detalhadamente. 
Pergunto aos senhores, onde errei, será que foi porque falei a verdade?
Onde está o crime, será que foi porque demonstrei as obscuridades?
Quanto ao equivoco do autor desconhecido, que postou nas redes sociais o quadro demonstrativo dos gastos com publicidade, acredito que o erro por ele cometido, foi por inexperiência e desconhecimento do assunto, e que nós publicamos  acreditando  na fonte divulgada, que seria o TCM-BA , no entanto, ao descobrir o equivoco, tivemos a honestidade, a coragem e a hombridade moral e profissional, de logo a seguir elaborar e publicar outra matéria mostrando o erro e corrigindo.
Será que por sermos honestos e transparentes estamos cometendo algum crime?
A seguir, estamos mostrando o LINK com as devidas correções e justificativas: http://dedemontalvao.blogspot.com.br/2016/09/quanto-foi-gasto-com-publicidade.html

Se o problema da FM Jeremoabo for IBOBE e credibilidade, que publique e denuncie o Lixão de Jeremoabo sendo depositado sobre o Lençol FREÁTICO que abastece a cidade, o pagamento de alugueis acima do preço de mercado para beneficiar parentes da prefeita, as supostas fraudes em licitações para lavagem de veículos da prefeitura, o nepotismo, a admissão de protegidos da prefeita sem concurso público, a compra de terras desvalorizadas para venderem supervalorizadas a prefeitura, a derrubada de Juazeiro centenário que já serviu ate de "pousada" para os feirantes, derrubado a revelia e conivência das autoridades, e outras centenas de irregularidades que deixaram de ser divulgadas por omissão, como por exemplo o ROMBO DO HOSPITAL.
Esse processo é apenas mais um dentre mais de uma dezena considerados improcedentes pela Justiça de Jeremoabo.
Sempre confiei na Justiça do meu pais, principalmente a Justiça de Jeremoabo, que até hoje não fui decepcionado porque a mesma faz Justiça seguindo os ditames da Lei. 
 Para não me alongar muito, pois o povo não é bobo e já manjou toda a jogada, encerro dizendo que: SÓCRATES AFIRMOU: “Se o desonesto soubesse a vantagem de ser honesto, ele seria honesto ao menos por desonestidade”.

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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