quarta-feira, julho 16, 2014

Um simples cidadão prova que a prefeitura de Jeremoabo coloca impercilho em tudo que é para beneficiar o povo.

A JereNET TELECOM tem o prazer de informar que acaba de ativar o primeiro Hotspot com Internet 100% GRÁTIS em Jeremoabo/BA!
Fica situado na Praça Vereador Almeida de Castro! Quando aparecer em Liberato pra comer seu espetinho de carne, você pode acessar internet via hotspot JereNET.
Em breve novo Hotspot em Jeremoabo, sendo na Praça Cel. Antônio Lourenço (praça do Jardim)!
Aproveitamos para pedir a ajuda de todos, nos informando novas praças onde podemos instalar internet GR...

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A prefeituras de Jeremoabo apesar de todos os recursos ou milhões que vem recebendo, nada faz em benefício da educação e da cultura, como exemplo cito os prédios escolares na sua maioria abandonas e sem condições dignas de funcionamento.

Para não me alongar muito nesse assunto, vamos falar de internet, ferramenta que o (des)desgoverno de Jeremoabo não tem interesse em fornecer para população, com o único objetivo da população permanecer desinformado, principalmente com as maracutaias da sua (in)gestão
Um cidadão de Jeremoabo, atual proprietário da  JereNET TELECOM, que não é um profissional da politicagem, nem candidato a nada, apenas um simples cidadão igual a  muitos que sonham com uma Jeremoabo melhor, as suas  próprias custas, sem ajuda de nenhum, acaba de ativar o primeiro Hotspot com Internet 100% GRÁTIS em Jeremoabo/BA!
Quem vergonha hein senhora prefeita?
A título de ilustração, e para que a população entenda melhor, se a prefeita tivesse algum interesse no desenvolvimento cultural e na educação de todos, colocava Hoptspot em todos os pontos principais da cidade, que não são muitos, sem aumentar um centavo com gastos extras, bastava cancelar as propagandas inoportunas e indevidas, pagas com o dinheiro do povo em EMISSORAS DE RÁDIO E OUTROS MEIOS DE PROPAGANDAS,  sem nenhum benefício, a não ser para presentear o empresário dono de emissora.
Acorda povo de Jeremoabo, progresso está passando, e vocês não estão notando nem tão pouco usufruindo.
Enquanto isso, a panelinha continua enchendo e beneficiando apenas os mesmos.
O progresso está passando e Jeremoabo continua isolada do restante do mundo. 

A Incompetência do (des)governo de Jeremoabo prejudica  alunos e a população




Em Jeremoabo desde ontem que a chuva de inverno é fina, veio engrossar mais um pouco hoje a partir do meio dia.
Mesmo sendo uma chuva normal a Av. Luiz Eduardo Magalhães, começando na Agência São Geraldo até após os Vicentinos está alagada.

Constantemente estamos denunciando a incompetência e a falta de interesse e responsabilidade para solucionar esse problema,  que já se tornou crônico, e o pior, nesse local está instalada uma Creche.

Será que nos órgãos técnicos da Prefeitura de Jeremoabo não existe alguém capacitado a sanar esse problema simples e ao mesmo tempo sério, que causa prejuízo as crianças da creche e aos habitantes daquela avenida?

Infelizmente sou obrigado a dizer que o povo está colhendo o que plantou, pois deixou de votar com a razão para votar pela paixão,


Caos em Amargosa: delegacia é invadida, presos são soltos e carros queimados

Motivação seria menina de 1 ano baleada em ação policial
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
Atualizado em 16/07/2014 21:21:20
A cidade de Amargosa vive uma noite de caos depois que um tiro em uma criança de 1 ano gerou uma onda de protestos que culminou com um grupo armado invadindo a delegacia na noite desta quarta-feira (16). O local foi depredado e os 16 presos que estavam detidos foram soltos, segundo informações da Polícia Militar. Segundo moradores do local, o responsável pelo tiro que atingiu a menina foi um policial durante uma operação no bairro Catiara, que fica na entrada do município.
A menina chegou a ser socorrida para o Hospital Municipal de Amargosa, segundo a PM, mas morreu. Além da invasão à delegacia, carros foram queimados na cidade e agora a população faz um protesto na entrada do município, impedindo entrada e saída. Reforços de Feira de Santana e Santo Antônio de Jesus são esperados pela PM da cidade.
Delegacia ficou destruída depois de invasão (Foto: Amargosa News)
A delegacia ficou revirada depois da ação criminosa. Os homens armados e encapuzados que invadiram o local chegaram a roubar armas e alguns outros itens da unidade. A delegada Glória Isabel, que está em meio a diligências para localizar os suspeitos, classificou de "situação atípica" o que está acontecendo na cidade.
Um morador do município, que não quis se identificar, informou ao Correio24horas que conhece as pais da vítima e que o policial disse à família que atirou na criança acidentalmente. "Ele disse que estava procurando por um bandido e que não teve a intenção de atingir a criança. Ela foi baleada na cabeça", conta.
Carros foram queimados na cidade (Foto: Amargosa News)
 A população está amedrontada com a situação, pois o clima de tensão continua.

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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