quarta-feira, setembro 23, 2015

Desculpem o linguajar, mas sou obrigado a dizer que o (des)governo municipal de Jeremoabo, é uma esculhambação.

Com a palavra o TCM-BA e o Ministério Público Estadual.

A prefeita de Jeremoabo já se tornou um caso patológico, um mal crônico para o município de Jeremoabo.
Só no Tribunal de Contas do Município já existem 16(dezesseis)denúncias sobre improbidades com o dinheiro público.

Essas denúncias se referem a todo tipo de trambicagem com supostas licitações fraudulentas, e diversas outras falcatruas, ou mal uso do dinheiro do povo.

Pelo visto, se o Ministério Público não tomar uma providência para estancar essa sangria com o erário público, não é de se duvidar que daqui para terminar seu mandato, todos os bens públicos do município de Jeremoabo estejam penhorados.
Além das denúncias graves que já denunciamos através desse Blog, apresento uma hoje ainda mais grave, que abrange  milhões.
Segundo denúncia do Vereador Jairo do Sertão e do Vereador Neto(ainda bem que acordaram, e começaram a fazer oposição), ficou forte evidências que essa suposta firma poderá ser uma FIRMA LARANJA, ou então FIRMA DE FACHADA.
Será que em Jeremoabo essa prefeita pode fazer tudo de mal feito e ficará por isso mesmo?
Acredito que se o vereador Jairo do Sertão levou ao conhecimento da Justiça de Jeremoabo, os responsáveis serão responsabilizados, pois através de julgamentos recentes, a Justiça já demonstrou que não acoberta malfeitores.
Vamos aos fatos:





ATENÇÃO POVO JEREMOABENSE

Como os vereadores de oposição não podem denunciar verdadeiros indicios contra os cofres publicos se esta empresa, se é que podemos chamar ISTO de empresa ganhou uma licitação altissima e nem uma sede digna possui.

PREGÃO PRESENCIAL: 032/13


VALOR GLOBAL: 5.832.000.00 (CINCO MILHOES, OITOCENTOS E TRINTA E DOIS MIL).

OS SERVIÇOS PRESTADOS SÀO NA AREA DE LIMPEZA, CONSERVAÇÃO. (LIXO).

NOSSO PAPEL JÁ FIZEMOS QUANDO SOLICITAMOS AS DOCUMENTAÇÕES PARA ANÁLISE E ATE ESSA DATA NADA, QUANDO DENUNCIAMOS A PREFEITA QUER ACHAR RUIM E DEPOIS FALAR QUE NAO FAZ OBRAS, FESTAS POR CAUSA DOS VEREADORES DE OPOSIÇÃO.



Processo: 3273
Valor pago: 296.356.96 
Quase trezentos mil em apenas um unico mes, vamos falar a verdade para o povo que é bem melhor.

Atenciosamente

Vereador Jairo do Sertao

Vereador neto

Reflitam se realmente estamos errados em denunciar para que as coisas sejam apuradas pela justiça.

Logo a baixo foto da sede da empresa


Diante de tamanha gravidade, espero que o vereador Jairo do Sertão e o Vereador NETO, já tenham entrado com uma representação perante o Ministério Público Estadual,e ao TCM-BA.


Nota da redação deste Blog - Pesquisamos e encontramos os dados abaixo a respeito da empresa acima mencionada. A dúvida levantada pelo vereador parece ser a regularidade da instalação em Jeremoabo, e a maneira como foi efetuada a licitação, bem como, saber se a dita empresa tem capital de giro para entrar na licitação conforme determina a Legislação em vigor.

Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral

Contribuinte,
Confira os dados de Identificação da Pessoa Jurídica e, se houver qualquer divergência, providencie junto à RFB a sua atualização cadastral.

Brasão

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL



CADASTRO NACIONAL DA PESSOA JURÍDICA


NÚMERO DE INSCRIÇÃO 
11.539.712/0001-08
MATRIZ 
COMPROVANTE DE INSCRIÇÃO E DE SITUAÇÃO CADASTRAL
DATA DE ABERTURA 
08/02/2010 

NOME EMPRESARIAL 
ALMEIDA CONSTRUTORA E SERVICOS LTDA - ME 

TÍTULO DO ESTABELECIMENTO (NOME DE FANTASIA) 
ALMEIDA CONSTRUTORA 

CÓDIGO E DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE ECONÔMICA PRINCIPAL 
79.11-2-00 - Agências de viagens 

CÓDIGO E DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES ECONÔMICAS SECUNDÁRIAS 
49.29-9-02 - Transporte rodoviário coletivo de passageiros, sob regime de fretamento, intermunicipal, interestadual e internacional 
81.29-0-00 - Atividades de limpeza não especificadas anteriormente 
42.99-5-99 - Outras obras de engenharia civil não especificadas anteriormente 
80.11-1-01 - Atividades de vigilância e segurança privada 
77.11-0-00 - Locação de automóveis sem condutor 
49.24-8-00 - Transporte escolar 
33.17-1-01 - Manutenção e reparação de embarcações e estruturas flutuantes 
37.02-9-00 - Atividades relacionadas a esgoto, exceto a gestão de redes 
77.19-5-99 - Locação de outros meios de transporte não especificados anteriormente, sem condutor 
77.39-0-99 - Aluguel de outras máquinas e equipamentos comerciais e industriais não especificados anteriormente, sem operador 
49.23-0-02 - Serviço de transporte de passageiros - locação de automóveis com motorista 
49.29-9-99 - Outros transportes rodoviários de passageiros não especificados anteriormente 
82.99-7-99 - Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente 
43.99-1-04 - Serviços de operação e fornecimento de equipamentos para transporte e elevação de cargas e pessoas para uso em obras 
49.21-3-02 - Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, intermunicipal em região metropolitana 
49.22-1-02 - Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, interestadual 
42.91-0-00 - Obras portuárias, marítimas e fluviais 
43.99-1-03 - Obras de alvenaria 
43.30-4-99 - Outras obras de acabamento da construção 
43.30-4-03 - Obras de acabamento em gesso e estuque 

CÓDIGO E DESCRIÇÃO DA NATUREZA JURÍDICA 
206-2 - SOCIEDADE EMPRESARIA LIMITADA 

LOGRADOURO 
R JOAO FERNANDES DA GAMA 
NÚMERO 
369A 
COMPLEMENTO 
SALA;

CEP 
48.400-000
BAIRRO/DISTRITO 
CENTRO 
MUNICÍPIO 
RIBEIRA DO POMBAL 
UF 
BA 

ENDEREÇO ELETRÔNICO 
XUXAPOMBAL@HOTMAIL.COM
TELEFONE 
(75) 3276-1937 / (75) 9971-6594

ENTE FEDERATIVO RESPONSÁVEL (EFR) 
***** 

SITUAÇÃO CADASTRAL 
ATIVA
DATA DA SITUAÇÃO CADASTRAL 
08/02/2010 

MOTIVO DE SITUAÇÃO CADASTRAL 

SITUAÇÃO ESPECIAL 
********
DATA DA SITUAÇÃO ESPECIAL 
******** 


Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

Mais visitadas