segunda-feira, dezembro 29, 2014

A prefeita de Jeremoabo conseguiu colocar Jeremoabo no fundo do poço emitindo atos imorais e ilegais, uma verdadeira afronta as Leis e a Constituição Federal. A que ponto chegou a incompetência e a irresponsabilidade.???

                                                                        Foto ilustrativa

Li no Facebook um comentário do Presidente da ASCOJE meu amigo
Fábio Rios, comentarei abaixo em forma de diálogo.

O mesmo há bastante tempo residindo em Jeremoabo, diga-se de passagem que mesmo notando a intemperança dos governos municipal, acreditou no potencial da cidade, investiu e hoje é um empresário bem sucedido; no entanto, parece que ainda não se inteirou dos trambiqueiros da cidade, principalmente dos que só sabem viver pendurados nas tetas da viúva.

Indignado com as falcatruas da prefeita e pelos desmando existentes na acefalia do seu (des)governo, que se tornou a verdadeira "casa de anafel", tentou justificar as  desfeitas que sua associação juntamente com toda a população vem sofrendo, por alguns órgãos que deveriam dispensar o mínimo de respeito ao cidadão-contribuinte.
Vejamos alguns tópicos:
Fábio Rios: Esse tipo de coisa acontece por que os comerciantes da nossa cidade infelizmente são desunidos, e essa desunião da classe dos comerciantes nós torna fracos e o poder publico assim como as instituições financeiras tomam decisões como essa sem ao menos consultar ou informar com antecedência . 
Blogdedemontalvao: Fábio o povo de Jeremoabo só tem o mínimo de valor antes das eleições, depois são apenas mais um qualquer.
Fábio Rios: Eu como Presidente da (ASCOJE) Associação Comercial de Jeremoabo, só fiquei sabendo do Feriado um dia antes, também achei um absurdo e liguei imediatamente pra Prefeita, perguntei o porque desse feriado, reclamei,cobrei dela mais diálogo e já falei que queremos uma reunião com ela já em Janeiro onde abordaremos essa questão de feriados e mudanças do dia da feira muitas vezes sem a menor necessidade, falei da necessidade de um calendário com esses temas.
Blogdedemontalvao: Fábio infelizmente você está enxugando gelo, ditador não aceita diálogo. 
O (des)governo municipal já iniciou sua (in)administração cometendo arbitrariedade atrocidade e desrespeitando as Leis, basta relembrar o arrombamento e apropriação indébita dos trailers.
Fábio Rios: Há uma grande dificuldade de se reunir os comerciantes para um encontro e discutir as questões referentes ao comércio da cidade, percebo isso também nas palestras onde a maioria não participa e mandam só os funcionários e não participando não ouvem idéias novas e muitos nem cobram da equipe sobre o que foi falado nas palestras, muitas vezes até ouço dos funcionários que era o dono que deveria estar na palestra, pois é ele quem trança as mudanças necessárias para se vender mais.......
Blogdedemontalvao: Fábio a totalidade dos comerciantes filhos de Jeremoabo por falta de visão e tino administrativo não acompanharam o desenvolvimento, faliram, o comercio hoje existente em Jeremoabo são pessoas oriundas de outras cidades e estados, como não acreditam no (des)govreno corrupto que ai está, o investimento é o mínimo possível, basta olhar que em Jeremoabo não existe um SUPERMERCADO.

Fábio Reis A questão é que não há como se construir um comércio forte e respeitado numa cidade, sem a união da classe .
Problemas como mau atendimento,falta de: mão de obra, treinamento, inovação, criatividade; Isso afeta a todos e a solução deve ser construída e adotada por todos. Quando umaloja atende mal, afeta a imagem de todo o comércio da cidade e outra temos que acabar com essa Visão errada sobre concorrência. Quem é o seu concorrente? O seu concorrente não é o seu colega comerciante do lado, e sim a cidade mais próxima é a internet, sendo assim vamos parar de olhar o vizinho como concorrente e nos unir para fortalecer o comércio da cidade e juntos iremos crescer. 
Dlogdedemontalvao: Para que investir em mão de obra especializada se não existe concorrência, além do mais o povo é omisso, não luta por seus direitos. (quem estiver interessado em ler todo comentário de Fábio, Click aquiVer mais).


Com esse famigerado FERIADO a prefeita prejudicou todo mundo que tem negócios em BANCOS, principalmente no BANCO DO BRASIL, onde o CAIXA ELETRONICO não funciona em FINAIS DE SEMANA E FERIADOS,sendo que os mais prejudicados são os Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) devem ficar atentos porque eles só têm até o dia 30 de dezembro para comprovação de vida e a renovação da senha na rede bancária. Se não o fizerem, o benefício será suspenso.

Pasmem os senhores a que ponto chegou a insensatez, a pervesidade e a incompetência da prefeita de Jeremoabo, cito como exemplo o BANCO DO BRASIL, Agência Jeremoabo: no dia 31 estará fechadas, assim como no dia 1º, sendo que deveria abrir suas portas no dia 02 de janeiro, porém, se o Gerente resolver atender o ATO ILEGAL E IMORAL DA PREFEITA, só retornará ao expediente no dia 05.01.2015, permanecendo assim 05(cinco)dias fechado para o seu público.

Enquanto o Ministério Público não ingressar com uma representação contra essas improbidades e esse desrespeito a Lei por parte da prefeita de Jeremoabo, ainda iremos nos deparar com atos de irresponsabilidade. de desrespeito, e um verdadeiro atestado ou falsa impressão de que " o crime compensa".

Observação:
Toda essa celeuma foi devido a prefeita de Jeremoabo para se beneficiar e beneficiar alguns, de forma ilegal, Decretou um Feriado Municipal em desacordo com a  “Lei nº 9.093, de 12 de setembro de 1995.
Agiu de forma ilegal e unilateral, desrespeitando e humilhando a Câmara de Vereadores de Jeremoabo, induziu os Bancos e Órgãos Públicos  a acatarem um Decreto ilegal e imoral, em detrimento da população de Jeremoabo e cidades circunvizinhas.

Decreto nº 044/2014 datado de 23-12-2014





Assista à reportagem completa do Fantástico / TV Globo


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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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