"Presidenta! Comecem a se acostumar. Presidentaaa...e não presidente!". Desta forma, esticando a letra "a" para destacar a feminilidade da palavra, a então candidata à presidência Cristina Fernández de Kirchner deixava claro, em seu comício de lançamento de campanha, em julho passado, que faria questão de ser chamada "presidenta", no feminino, e não na forma tradicional, se vencesse as eleições presidenciais.
Políticos e funcionários públicos consideraram, na época, que a insistência de Cristina Kirchner não passava de uma brincadeira de campanha eleitoral ou apenas um desejo sem maiores conseqüências.
Após sua vitória nas urnas em outubro e a posse em dezembro, esta firme decisão a ser chamada com o "a" final fez que a Casa Rosada - o palácio presidencial - rejeitasse mais de 300 documentos no último mês e meio, em cujo cabeçalho e texto aparecia a palavra "presidente" (com "e" final), e não sua versão feminina.
Os gramáticos indicam que "presidente" está correto, embora, por questões de costume, nos últimos anos, a palavra "presidenta" tenha se tornado totalmente aceitável. Analistas políticos afirmam que a insistência fora do normal de Cristina com a letra "a" final em seu título é uma amostra do autoritarismo do casal Kirchner, mais do que uma preocupação gramatical.
Fonte: Tribuna da Imprensa
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