segunda-feira, janeiro 28, 2008

7 mil quilômetros quadrados de crime hediondo na

Por: Helio Fernandes

Amazônia desmatada e devastada
A Amazônia brasileira é sempre atração internacional, motivo de cobiça de todas as potências. Pelo que vale em riquezas inimagináveis e incalculáveis, e pela nossa displicência, imprudência, inconsciência. Pesquisadores e cientistas já garantiram há muito tempo e repetidamente: as maiores riquezas do mundo, ainda não exploradas, estão no fundo do mar, nas montanhas, na Antártida e na Amazônia.
Não ouvimos, não percebemos, não tomamos providências, embora três desses "territórios" de enriquecimento estejam no Brasil. Essa avalanche motivada pelas denúncias a respeito do colossal desmatamento provocou a natural reação, até mesmo dos insensíveis e insensatos. Alguma coisa tem que acontecer, deve acontecer, acredito que vai acontecer. (VAI?)
Durante dezenas de anos ("nos tempos de eu menino"), se retumbava que a Amazônia seria invadida por exércitos estrangeiros, dse aventureiros-mercenários, ou de potências se aproveitando desses mesmos chamados sempre de "soldados da fortuna". Não fizemos nada, ou melhor, fizemos o contrário do que deveria ser feito.
Todas as providências dos mais diversos governos foram desastrosas. Até mesmo os militares, quando tomaram o Poder, abandonaram a Amazônia, o que é surpreendente, pois as maiores denúncias a respeito da Amazônia vieram (e continuam vindo) dos generais de 4 Estrelas que comandaram a região. Desprezando a possibilidade de invasão militar, tomaram duas providências criminosas, que facilitaram a posse e o domínio por países ou grupos.
1 - A doação aos índios de regiões imensas, maiores do que muitos países da Europa. (Ou de todos eles.) Os índios não têm o que fazer com tanta terra, nem sabem como aproveitá-las. Então, vendem a quem oferecer mais. É um leilão permanente. Só na Amazônia existem 100 mil ONGs negociando essas terras, comprando de índios que já nem se lembram mais de suas origens. E já começam a querer até indenização na ONU, inacreditável.
2 - Estrangeiros falando todas as línguas compram terras na Amazônia, pagam com dinheiro vivo e recebem documentos de posse. No futuro (quando será esse futuro?), seremos acusados diante de tribunais internacionais por termos vendido terras e nos recusarmos a entregá-las. Os exércitos do pesadelo da nossa infância serão substituídos por donos de cartórios. (Deixamos para discutir depois a indenização colossal que os índios já começam a cobrar).
Agora, em boa hora surge a denúncia sobre o desmatamento. A visão aérea dessa vastíssima região completamente destroçada e vazia provoca medo, calafrio, a certeza de que uma das nossas maiores formas de nos transformarmos em potência está totalmente abandonada e desprezada. O governo tomou algumas providências apressadas, que não surtirão efeito.
Começou a guerra de interesses, três grupos se defendendo ou se atacando. Com a exceção do governo, esses três grupos são obrigatoriamente os grandes criminosos da exploração.Pecuaristas ou agropecuaristas.Plantadores e exportadores de soja.Madeireiros. Sem querer livrar ou salvar os outros dois grupos, todas as evidências recaem sobre os madeireiros.
Milhares (milhares mesmo) de caminhões transitam pela área, dia e noite, carregados de madeiras. Só eles têm serras gigantes, a televisão se farta de mostrar essas árvores caindo sobre os nossos corações, nossas mentes e nosso orgulho. É evidente que gozam de formidável proteção, têm cúmplices poderosíssimos, "corre dinheiro" de forma avassaladora.
PS - Esta é apenas uma "tomada" de posição, à espera de medidas eficientes, importantes, que contribuam para mostrar que a Amazônia é nossa, ao contrário da relação de personalidades que dizem que "A AMAZÔNIA PERTENCE AO MUNDO".
PS 2 - Pela forma como têm agido, os próprios governos brasileiros parecem acreditar nisso.
Marina Silva
5 anos perdidos num ministério importante. Agora que Lula resolveu que ele é que decidirá, por que não aproveita e troca de ministro?
O que está sussurrado mas não confirmado, embora comentado. A Vale pagaria dividendos de 2 BILHÕES e 500 MILHÕES aos acionistas. Não se sabe qual a moeda, ainda não foi oficialmente comunicado. Mas pelas potências que transitam pela Vale, deve ser em dólar. E os acionistas, serão muitos? O BNDES, que emprestou 243 milhões de dólares ao Bradesco-Bradespar, estará entre os felizardos dos dividendos?
Não deve estar, nem o BNDES nem o Bandespar. Empréstimo fabrica lucros fantásticos para uns poucos e recebe juros ainda menores. Mas receber dividendos fabulosos como esses que sussurram? Ha! Ha! Ha!
O BNDES emprestar para criar empresas, forjar riquezas, produzir empregos, estimular consumo, maravilha.
Mas tirar do contribuinte uma mineradora próspera e entregá-la a emrpesários espertíssimos não é nem devia ser o objetivo.
Além do mais, se alguns desses espertos vinham de um banquinho praticamente falido, que credencial é essa?
O senador Garibaldi-Garibaldi já se movimenta para ser candidato a governador do Rio Grande do Norte. Foi e não fez nada. Agora, precisa do apoio do filho de Aluizio Alves, líder.
Nada surpreendente que prévias dos EUA se travassem em torno do problema racial. Mas Obama está perdendo excelente oportunidade, pelo menos até agora não representa os negros. Terá que mudar muito.
Além de negro, realmente em ascensão nos EUA, Obama ainda teve a sorte de enfrentar uma representante da elite mais desapiedada com o destino dos pobres. Se tivesse 30 por cento da liderança de Luther King, Obama já estaria na Casa Branca.
O Fluminense perdia para o modesto Cardoso Moreira por 2 a 0, ganhou, 3 a 2. Perdia por 2 a 1 para o Macaé (rico em petróleo mas não em futebol), empatou penosamente por 2 a 2. Se não fosse gaúcho, o treinador Renato poderia até falar na "reação republicana" de Nilo Peçanha. Há 85 anos.
Manchete do Jornal do Commercio, que errou por uma letra: "Tensão derruba bolsa". O digitador poderia ter errado, saído tesão, mais certo.
Rodrigo Maia, filho de Cesar Maia (que só o chama de "meu garoto"), afirmou publicamente: "A culpa é do governo que não fez". Não devia falar assim do próprio pai, que lhe deu vida confortável.
Elogiei o presidente Bush por ter feito o tal "pacote" de 150 bilhões de dólares para estimular o consumo. Lamentei que gastasse 2 trilhões com a guerra do petróleo, perdão, do Iraque, e para o comsumo interno apenas uma parte mínima.
Agora, constatado que Bush é incapaz de andar em linha reta por algum (pouco) tempo, ele muda o trajeto e o projeto, vai distribuir esses 150 bilhões entre os ricos ou os que não precisam. Ficará longe do combate à recessão, nem 1 dólar irá para o consumo.
O corregedor da Polícia Militar, coronel Ricardo Paul, foi sincero, correto, atingiu o alvo, mesmo estando desarmado: "O policial mal pago fica imune e sensível à corrupção". Perfeito.
Por causa disso foi injustamente "demitido", passou ao serviço burocrático. Um só exemplo: em Nova Iorque, um policial fardado, que trabalha nas ruas, ganha 42 mil dólares-ano, lá tudo é assim.
Significa mais ou menos 3.500 dólares-mês. Mais plano de saúde, direitos vários, aposentadoria integral. O mesmo na França, Inglaterra, Alemanha. Quase 7 mil reais, razoável.
A confissão de Delúbio, "todo o partido sabia do que acontecia dentro do PT, incluindo Marta Suplicy, Jorge Bittar e Mercadante", não é surpreendente, mas explodiu o que restava do PT.
Diga-se a bem da verdade: no agora PT-PT, se sabia de "ciência certa" que isso aconteceria. É até "humano" que todos queiram se salvar. Por que alguns (poderosos) ficariam de fora?
Quanto ao Silvio (Silvinho) Pereira, que fez acordo com a Justiça, isso é obrigatório. Como a pena prevista para ele é de menos de 1 ano, a lei manda fazer acordo. Isso foi feito, houve economia de tempo e dinheiro. Não quero nem defendê-lo.
Hoje, em Brasília, o Tribunal Superior do Trabalho deve homologar o acordo entre Furnas e o Sindicato dos Empregados.
Com isso, vale a decisão do Tribunal de Contas da União, que mantém os funcionários até dezembro de 2009. Demolida a juíza substituta.
Enquanto isso, os funcionários do Tribunal de Justiça do Estado do Rio perderam mais uma vez. Não tiveram reajuste de salário.
Agora reivindicaram o auxílio-transporte, NEGARAM. Uma boa parte do que recebem vai para a condução, indispensável.
Como ninguém liga para o trabalhador-funcionário, o mesmo acontece na Alerj. Picciani fez a proposta: pagar em parcelas o que Supremo Tribunal, em 2002, mandou pagar IMEDIATAMENTE. Em assembléia geral o sindicato rejeitou o absurdo.
O presidente da Alerj foi fazendo outras propostas imorais. Norval Valerio, advogado do Sindalerj, considerou as propostas de Picciani "ofensas ao presidente Murta Ribeiro".
Essa questão começou em 1995 com Sérgio Cabral, presidente da Alerj. Perdeu em todas as instâncias e fez carreira. Que República.
XXX
Seria injustiça completa se Sharapova não ganhasse o primeiro Grand Slam, o Aberto da Austrália. Veio até a final sem perder um set sequer. Depois de meses parada por causa de contusão no ombro, jogou admiravelmente, fulminando as adversárias.
No primeiro set contra Ivanovic, só cometeu duas duplas faltas no mesmo game. A sérvia passou à frente, Sharapova reagiu, venceu. Nas 7 vitórias, indispensáveis para conquistar o título, não perdeu um set sequer, sempre 2 a 0. Deve aparecer hoje, no ranking, como a número 2 ou até mesmo número 1.
A final masculina foi monótona, irritante pelos erros,pela presunção de Djokovic, pelo quase desinteresse de Tsonga. O sérvio ganhou seu primeiro título, os 2 milhões correspondentes, imerecidos. Pela fragorosa derrota no tiebreak, Tsonga não merecia o milhão de dólares que recebeu.
XXX
Carol, grande realidade do vôlei de praia, 20 anos, a mais jovem a disputar o título de rainha da praia, não conseguiu. Filha da campeoníssima Isabel e do esportista Ruy Solberg, perdeu, a rainha é Talita. Mas a parceira da campeã, Maria Elisa, foi a melhor do jogo.
Fonte: Tribuna da Imprensa

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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