Os clubes Militar e de Aeronáutica apoiaram publicamente ontem, por meio de notas oficiais, as declarações do comandante militar da Amazônia, general Augusto Heleno, de crítica à política indigenista do governo.
"É estranho o presidente da República pedir explicações sobre o caso", afirmou o presidente do Clube Militar, general da reserva Gilberto Figueiredo, no texto "Reação Sem Sentido". "Não me consta que tenha adotado o mesmo procedimento quando ministros do seu partido contestam publicamente a política econômica do governo. Aliás, uma das poucas coisas que está (sic) funcionando nessa época em que atitudes voltadas para produzir impacto em palanque são mais importantes do que a ética e a moralidade na condução de ações políticas."
Em entrevista, Figueiredo foi irônico. "Acho muito mais importante que estar produzindo temas de palanque, cuidar da ética, enfim, mensalões, dólar em cueca, etc, etc, que envergonham a nossa atividade nos últimos tempos", declarou, referindo-se aos escândalos que envolveram o PT em 2005. Na nota, ele disse que "em nenhum momento (Heleno) feriu a disciplina e a hierarquia".
"A política indigenista, todos sabem, está longe de ser consensual, inclusive dentro do governo Lula", disse no texto. "Há décadas que se discute se nossos índios devem ser integrados à sociedade brasileira ou se devem ser segregados. A escolha oficial, hoje, é pela segregação."
O presidente do Clube de Aeronáutica, brigadeiro da reserva Ivan Frota, foi mais duro, na nota "Não Recue, General Heleno!", prometendo reação militar contra represálias a Heleno. "Que o presidente não se atreva a tentar negar-lhe o sagrado dever de defender a soberania e a integridade do Estado brasileiro, cristalizado no juramento solene que , um dia, foi comprometido diante da Bandeira Nacional", afirmou. "Caso se realize tal coação, o País conhecerá o maior movimento de solidariedade militar, partindo de todos os recantos deste imenso País, jamais ocorrido nos tempos modernos de nossa História."
Fonte: Tribuna da Imprensa
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