Patrícia França, do A Tarde
A organização não-governamental Transparência Brasil divulgou, em sua página na internet, levantamento sobre os gastos dos senadores com as verbas indenizatórias, realizados de fevereiro a 15 de abril deste ano. No Senado, esse auxílio é de R$ 15 mil mensal. Dos três representantes baianos, César Borges (PR) foi quem liderou os gastos, num total de R$ 34.535,38, seguido de João Durval Carneiro (PDT), com R$ 29.607,15. Já Antonio Carlos Júnior (DEM) só prestou conta em fevereiro, quando desembolsou R$ 5.108.Pelo levantamento da Transparência – que dividiu os gastos em três categorias: transportes/estadias; divulgação/consultorias; e aluguel/despesas diversas – dos 81 senadores, setenta e três prestaram contas destas despesas, publicados na página do Senado Federal. O campeão em gastos é o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), com gastos de R$ 42.313,80. Além de liderar os gastos com verba indenizatória, César Borges também figura entre os três que mais gastaram com aluguel (escritório político), R$ 21.319,24. Os outros são Gilvan Borges (PMDB-AP), com gastos de R$ 30 mil, e Francisco Dornelles (PP-RJ), com R$ 19.426,43.João Durval ainda não prestou contas das despesas de abril, mesmo assim, é o terceiro colocado em gastos com transportes, chegando a R$ 23.187,95. Fica atrás de Romeu Tuma (PTB-SP), que utilizou R$ 39.702.42 com transportes, e Gilberto Goellner (DEM-MT), com R$ 28.277,40. Vale registrar, que no Senado não é possível calcular os gastos de combustíveis, uma vez que a prestação de contas na Casa inclui este item na categoria que exibe dados relativos a hospedagem, locomoção e alimentação. Já o senador Antonio Carlos Magalhães Jr. (DEM-BA) não informou quanto gastou em março e abril, mas embolsou R$ 5.108,73 em fevereiro para transportes.A prestação de contas no Senado vem sendo feita de maneira desigual. Sessenta e um parlamentares informaram despesas realizadas nos dois meses anteriores (para 11 senadores desse grupo já havia registros de gastos de abril). Os 12 restantes informaram despesas de apenas um mês. Três dispensaram o benefício: Jefferson Peres (PDT-AM), Marco Maciel (DEM-PE) e Pedro Simon (PMDB-RS). Até 15 de abril não havia registros sobre gastos de cinco senadores: os titulares Artur Virgilio (PSDB-AM) e Tasso Jereissati (PSDB-CE) e os suplentes Carlos Dunga (PTB-PB), Lobão Filho (Sem partido-MA) e Virginio de Carvalho (DEM-SE). A TARDE não conseguiu falar com os senadores João Durval, César Borges e ACM Jr.
Fonte: A Tarde
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