sexta-feira, novembro 23, 2007

Confusão pode dificultar extradição

Brasília. A audiência no Tribunal de Apelações de Mônaco para julgar o pedido de extradição de Salvatore Cacciola feito em outubro pelo governo brasileiro foi adiada mais uma vez.
Segundo o advogado Carlos Ely Eluf, que defende o ex-banqueiro no Brasil, a audiência foi adiada para o dia 6 de dezembro porque a defesa de Cacciola solicitou uma perícia nos documentos encaminhados pelo Ministério da Justiça. A defesa do réu alega que há duas versões diferentes do mesmo mandado. Mesmo depois do parecer do Tribunal de Apelações de Mônaco sobre a extradição, a decisão final será do príncipe Albert II.
Ontem, a Justiça de Mônaco ouviria os argumentos da defesa para deferir ou não o pedido de extradição. O julgamento estava marcado inicialmente para o dia 25 de outubro, mas uma queixa-crime apresentada pela defesa do ex-banqueiro adiou a decisão. Na ocasião, os advogados contestaram a legalidade do mandado de prisão contra o ex-banqueiro. A queixa-crime foi protocolada no Tribunal de Apelações de Mônaco. A suspeita da defesa é que o documento, concedido pela Justiça Federal no Rio de Janeiro, seja falso.
Fonte: JB Online

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