domingo, fevereiro 24, 2019

Infelizmente o mundo está repleto de canalhas

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Não irei perder meu tempo escrevendo muito, apenas inicio com esse pensamento, depois farei poucos comentários:

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Dito isso vamos aos fatos:
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Conforme os senhores estão observando esse senhor enviou 03(três) ações, isso porque ele é advogado de uma delas, pedindo que eu publicasse no Blog informando as penalidades que as partes estão sujeitos a pegar caso sejam condenados.
Publiquei a matéria não da forma que ele ditou, mas do jeito correto, pois não sou Juiz para arbitrar pena de quem quer que seja, nem tão pouco menino de recado. 
No fundo como ele está atuando no feito, estava querendo que eu fizesse propaganda gratuita .
Quero dizer que tenho arquivado toda conversa que mantive com o mesmo a respeito desse assunto, inclusive sua insistência.
Já que ele é tão honesto e tão imparcial, porque não juntou a essas Ações  para publicar também uma AIJE contra ´atual prefeito.?.

Esse rapaz como advogado deveria dar bom exemplo e não complicar a situação do prefeito  Deri do Paloma ao ser o primeiro a está supostamente enquadrado na improbidade de Nepotismo conforme denúncia abaixo:
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR CONSELHEIRO PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS – ESTADO DA BAHIA.
DENÚNCIA
Em razão de atos administrativos Praticados pelo Prefeito de Jeremoabo/BA, Derisvaldo José Dos Santos, que pode ser localizado na sede da Prefeitura Municipal, à Rua Doutor José Gonçalves de Sá, Centro, Jeremoabo/BA, conforme narrado abaixo:
DOS FATOS.
O prefeito municipal de Jeremoabo/BA, Derisvaldo José dos Santos, vem agindo ao arrepio da lei, praticando diversos atos de improbidade administrativa, especificamente, atos de nepotismo.
Nomeou como secretários municipais, 03 (três) familiares, dentre eles, genro, sogro e esposa, os quais estão exercendo cargo de provimento em comissão, de Secretário Municipal, sem sequer ter capacidade técnica para tanto.
Foram nomeados:
JOSÉ LUIZ SANDES DE CARVALHO, sogro da filha do prefeito, para o Cargo de Secretário de Saúde (ressaltando que também é pai do secretário Municipal de Administração).
Álvaro Luiz Garcez Carvalho, genro do prefeito Derisvaldo, para o cargo de Secretário Municipal de Administração;
Josefa Albertina Carvalho dos Santos, esposa do prefeito Derisvaldo, Para o cargo de Secretária Municipal de Assistência Social e Cidadania;
A nomeação destas pessoas, para ocupação da quase totalidade do primeiro escalão da prefeitura municipal, no mínimo, fere a moralidade administrativa, um dos princípios basilares da administração.
DENÚNCIA
Em razão de atos administrativos Praticados pelo Prefeito de Jeremoabo/BA, Derisvaldo José Dos Santos, que pode ser localizado na sede da Prefeitura Municipal, à Rua Doutor José Gonçalves de Sá, Centro, Jeremoabo/BA, conforme narrado abaixo:
DOS FATOS.
O prefeito municipal de Jeremoabo/BA, Derisvaldo José dos Santos, vem agindo ao arrepio da lei, praticando diversos atos de improbidade administrativa, especificamente, atos de nepotismo.
Nomeou como secretário municipal, o senhor João Batista Santos Andrade, e, na mesma família do senhor João Batista, nomeou para cargos de segundo e terceiro escalão, diversos familiares do secretário, senão vejamos:
GILSON SANTOS ANDRADE FILHO, sobrinho do secretário João Batista, para o Cargo de Chefe do Setor de Manutenção de Estradas Vicinais CC- O.
Maria Célia Santos Andrade, irmã do Secretário João Batista Santos Andrade, para o cargo de Coordenador do Departamento de Compras e Almoxarifado;
Fabrício Emanoel dos Santos Silva, sobrinho do secretário João Batista Santos Andrade, Para o cargo de defensor público, CC-2;
Lucas Ravel Santos Andrade, sobrinho do Secretário João Batista Santos Andrade, para o cargo de auxiliar de Assistência em Saúde;
A nomeação destas pessoas, para ocupação de cargos comissionados na Prefeitura Municipal, tendo ainda, um deles como Secretário Municipal, no mínimo, fere a moralidade administrativa, um dos princípios basilares da administração.
Conscientes da nossa responsabilidade perante o desfecho final das eleições passadas, mesmo que agora afastados, procuramos através de críticas construtivas, mostrar o caminho certo, assim, permitindo que se fizesse um comparativo entre a Prática do dia a dia e a Crítica, restou-nos perceber que mais uma vez, a influência do Cargo passou a falar mais alto, sobrepondo a arrogância do eu sou o Prefeito.
A denúncia ora mostrada, por certo é apenas a primeira de uma longa série que está por vir. Para esta, concordo plenamente com o ato, pois alertamos sobre o assunto, mas não posso deixar de dizer, que tais denunciantes, quando no poder (SITUAÇÃO), todos esses, sem exceção, viviam em estado de hibernação, cegos, negligentes e omissos ao trato dado a coisa pública.
Quando recebi um recado para escolher um cargo dentro da Secretaria de Obras, sequer dei retorno a proposta, já que sabia ser ilegal, pois sou servidor público em outro município, para os que assim não querem entender, aí está o resultado.
Infelizmente, resta-nos dizer: aqui se inicia um caminho que levará um cidadão a conviver sob as garras da lei, por muitos e muitos anos, diante daquilo que está por vir. A crença na impunidade e o eu faço porque posso, é o mesmo que comer peixe sem tirar as espinhas, uma hora vai engasgar. 
José M. Varjão
Esse senhor ao praticar o nepotismo está desonrando o Estatuto da OAB.
Encerro citando um ensinamento do saudoso Breno: " Não se gasta dinheiro com vela para defunto ruim".


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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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