segunda-feira, fevereiro 25, 2019

A POLITICA E O ÓDIO, AGUA E ÓLEO!

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A politica é a arte de servir as pessoas, sobretudo as pessoas de menos poder aquisitivo que na maioria das vezes são os marginalizadas pela sociedade . Já o ódio é pobre e, soberbo capaz de causar danos irreparáveis a vida em si.
A água e o óleo jamais se juntarão um dia Pelo simples fato de serem substância diferentes uma da outra.
Hoje ao acompanhar algumas postagens nas redes sociais pude perceber que a política de Jeremoabo/BA está mapeada pelo ódio que tem sido a grande razão de divergências pessoais acontecidas em nosso meio político, e motivo forte do atraso dos dias de hoje. Eu particularmente enxergo com olhar de tristeza e pena as ações daqueles que são infinitamente apaixonados-politico.
A socióloga nos diz que um dos grandes males da sociedade é a paixão política que é a ''TRAÇA e a FERRAGEM", que correm o crescimento social dos homens e mulheres do presente, assim como também das gerações futuras.
A constituição de 1988 nos garantiu o livre arbítrio de escolhas individuais e, sobretudo partidárias. Eu particularmente tenho me aproveitado dessa liberdade de escolhas pra tomar minhas decisões políticas e individuais, que pra mim tem sido um tesouro herdado dos meus ancestrais que lutaram por esse direito no passado que muitos até hoje não o valorizam como deveriam valorizar.
No ano de 2000 eu participei do meu primeiro processo eleitoral como eleitor, na época com menos de 16 anos de idade, onde terminei votando em João Ferreira candidato na época pelo partido do movimento democrático brasileiro ''O PMDB ", que tinha como adversário, João Batista Mello de Carvalho '' TISTA DE DÉDA", na época TISTA pertencia ao partido da frente liberal o ''PFL".
Nessa disputa Tista de Déda foi para reeleição de prefeito, e  tornou-se pela segunda vez o novo prefeito de Jeremoabo/BA,  também na época eu acredito que ele foi um dos prefeitos mais jovens do estado da Bahia.
Em 2004 eu votei em Spencer que disputava uma campanha com o EX-PREFEITO Luiz Carlos Bartilott Lima '' Lula de Dalvinho'', um grande cidadão de bem e honrado que já havia sido prefeito de Jeremoabo/BA ainda no início da República nova, nessa ocasião Spencer foi eleito prefeito de Jeremoabo pelo PP, "partido progressista". Vencido o mandato de Spencer prefeito, chegaram- se as eleições de 2008 que tinha como candidatos '' Tista de Déda e Deri do Paloma", nessa ocasião ponderei direitinho e vi que naquele momento Tista era o candidato, o mais indicado pra assumir o comando do nosso município e, foi aí que eu decidir votar nele que se elegeu com a maior vantagem sob seu adversário. Em seguida chegou ano de 2012 ,mais um processo eleitoral, dessa vez os candidatos eram: "ANABEL DE TISTA E MAIS UMA VEZ DERI DO PALOMA", sendo que nessa eleição votei em Deri diferente da maioria que votaram e elegeram ANABEL prefeita de Jeremoabo, a primeira mulher a comandar nosso município que trouxe muitas realizações que marcaram com tinta de ouro a sua época.
O tempo passou e é Chegada a ocasião mais uma vez de novas eleições no ano de 2016, foi aí que eu como eleitor reconheci o trabalho, os bons e eficientes resultados da gestão ANABEL, e decidir votar em seu projeto pra prefeita, que mais uma vez por determinação da opinião e força da maioria a mesma foi reeleita. Mas por força e determinação do Tribunal Superior Eleitoral "TSE," ANABELA não foi empossada pelo fato de a mesma ser legítima esposa de Tista de Déda que havia sido eleito em 2008, que pra justiça  confirmava-se um terceiro mandato. Foi aí que em primeiro de Janeiro de 2017 O presidente da Câmara de vereadores o Sr. "Antônio Chaves" foi convocado a assumir o comando do município interinamente tornando-se o prefeito que teve o seu mandato mais judicializado da história de Jeremoabo, chegando até mesmo ser tratado com total desrespeito pelos seus adversários políticos hoje situacionistas que se gerou uma grave e aguda crise política local.
Em Março do ano passado o "TSE" notificou o TRE/BA pedindo para que o mesmo marcasse com urgência as eleições suplementares de Jeremoabo/BA, que imediatamente foram marcadas para dia 3 de junho/2018, onde "Deri do paloma" foi eleito pela primeira vez depois de várias derrotas consecutivas prefeito de Jeremoabo.
Hoje a maioria do grupo político do novo prefeito Deri do Paloma vem tratando com desprezo e total abandono as conquistas adquiridas nas gestões anteriores. Eu próprio apesar de ter votado a favor e em algumas ocasiões quando achei necessário e em outras ocasiões votei contra a alguns gestores do passado, mas digo simplesmente o seguinte: que diferente dos situacionistas de hoje eu respeito, reconheço e agradeço como Jeremoabense a todas as conquistas adquiridas nas gestões anteriores a atual. Que são elas as gestões de : Vicente Paula Costa, Carvalho SÁ, José Lourenço de Carvalho "Seu Déda, João da Silva Varjao "João Ferreira" Lula de Dalvinho, Tista de Déda, Dr Spencer, Pedrinho de João Ferreira, ANABEL de Tista, Antônio Chaves e, quem sabe um dia eu não irei reconhecer as conquistas da atual que ainda não aconteceram, mas estamos no aguardo do acontecimento delas, pra mim as mesmas ainda são variáveis ou ate mesmo uma incógnita que ainda nos deixam nadando na dúvida.

Por: Marcelo Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais em Jeremoabo.

Nota da redação deste Blog - Lendo essa narração de Marcelo do Sindicato, lembrei-me da parábola do sapo e o escorpião, principalmente daqueles artistas que nas eleições passadas  faziam contra Deri do Paloma o mesmo que o escorpião fez com o sapo; hoje porque precisam atravessar o rio, entenda-se precisa de um emprego, pensam que o povo já esqueceu das baixarias, e das inverdades que tanto vomitaram contra o candidato hoje prefeito.
Daqui a 20(vinte)meses quando esses escorpiões conseguirem atravessar o rio, a sina da desonestidade e da traição continuará a mesma.

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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