sábado, agosto 24, 2013

Porque um individuo que não tem nível superior pode ser Presidente da República, um semi-analfabeto ser prefeito e vereador de Jeremoabo, e uma cidadã com o 1º grau não pode assumir uma Secretaria Municipal?

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Dizem que outro candidato forte a perder o cargo é o Secretário de Infraestrutura,  Pedrinho. Não confirmo, mas sempre quando povo fala ou é, ou está para acontecer.
Caso fosse pela ética, pela coerência e pela moral, o Pedrinho nunca pousaria no grupo da prefeita "anabel", pois a oposição contra o ex-prefeito "tista de deda", podemos afirmar que se tornou pessoal.
A obsessão pelo poder cegou tanto Pedrinho quanto a sua esposa, a Secretária da Ação Socai.
O que merece estudo, é a capacidade de persuasão que essa oligarquia podre e falida tem em  fazer com que seus seguidores percam a dignidade, fiquem inertes, imobilizados e  percam a noção do que falam.
Para que os donos do poder não aleguem que sou do contra, transcreverei alguns itens do site do Bob Charles, a respeito da desculpa da ex-secretária da Ação Social a respeitos das alegações para sua demissão:
- “Pretendo sair por que naquela secretaria tem muitos problemas, tem muita coisa ali que eu sou verdadeira em dizer que não entendo. Ali tem que ser uma pessoa de muito pulso, pra enfrentar aquela secretaria.”

Rosimeire ainda falou das dificuldades encontradas por ela em alguns setores da secretaria.
 - “O que mais dificulta é a parte administrativa, a parte de documentação, tem muita coisa ali que eu não me formei, eu estudei só até a 8ª serie, e eu não tenho condições de entender daquela parte da secretaria.”
" O que surpreendeu a todos foi a ex-secretária anunciar que tinha apenas a oitava serie. A declaração de Meire parece ser verdadeira, porém, o motivo da demissão ainda é um mistério.Há quem diga que ela pediu para sair porque não tinha autonomia para gerir os recursos da pasta e também não estava podendo executar os projetos como gostaria de fazer. "
Ex-secretária,  sua saida não foi falta de pulso, talvez tenha sido alguma coisa que você não tenha entendido, como também pouca gente de Jeremoabo conseguirá entender aquela caixa preta.
A parte da  documentação era para você não entender mesmo, ali é privilégio dos mais íntimos, do pessoal do grupo, do pessoal da estrita confiança da prefeita.
Será que você já esqueceu do levantamento que seu marido e hoje Secretário da Infraestrutura fez a respeito do PETI, quando a hoje prefeita era titular daquela Secretária?
Ex-secretária Rosimeire, seus estudos já é mais do que suficiente para assumir qualquer  das secretarias ali existentes, basta ter dedicação, boa vontade e seu grau de estudo ou até menos, pois se fosse por isso não teriamos um Presidente sem Diploma Universitários, ou vereadores e mesmos prefeitos analfabetos, seu cargo não era de execução e sim político e de supervisão, seus assessores seriam os executores.
Hoje é fácil a pessoa dominar qualquer função, constantemente há cursos para aperfeiçoamento.
Quem tem a capacidade de enxergar o que se passa na administração municipal de Jeremoabo, já tinha conhecimento e a certeza que sua demissão começou a ser gerada através da proveta desde que "anabel" foi "eleita", pois você como as demais pessoas sérias são "personas non gratas".
Nenhum secretário tem autonomia nas administrações municipais semelhantes a de Jeremoabo, principalmente na Secretária da Ação Social onde entram muitos recursos, e na pratica não passa de uma máquina de fabricar votos, a exemplo da Bolsa Família e outros.
Ex-secretária você foi quem caiu no conto de acreditar que "Papai Noel Existe".
Acredito que no mínimo lhe tenha servido de experiência, porque errar é humano, agora perseverar no erro é burrice.




.Até que  enfim estão aprendendo a usar a Carta de Alforria...
Abaixo  transcrevo um telefonema que recebi de Jeremoabo hoje às 14;50 horas.

"  Solicito deste site o apoio no sentido de publicar a seguinte informação: " nós jeremoabenses livres e apartidários,  estamos formando um grupo,  o qual aceitamos a participação de qualquer cidadão que queira a judar na persevação de uma espécie em extinção na nossa terra, extinção essa chamada honestidade, transparência e etica na administração municipal, inclusive aproveitamos para avisar a prefeita,  que apesar da mesma a revalia dos servidores municipais haver transferido todos os pagamentos da Agência do Bradesco para a Caixa, não iremos permitir que dessa vez,  procedam  de maneira semelhante aos R$ 800mil pagos pelo BRADESCO. De antemão informamos,  que iremos fiscalizar e cobrar o destino do erário pago pela Caixa concernente a contrapartida pela transação da transferência, procurando saber qual o número da conta  conta aberta para esse fim, qual o destino do dinheiro, se será para tapar os buracos existentes na rua, como também   estamos tão ativos que hoje mesmo monitoramos o encontro na residência da prefeita, entre ela, o Secretário de Saúde e a gerente da Caixa, isso em pleno dia de sábado." 
 Charge O Tempo 24/08

 

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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