quinta-feira, agosto 22, 2013

Nome do filme: E o vento levou a Secretária de Ação Social.




É impressionante como esse povo que faz parte do (des)governo de Jeremoabo, julga a população por eles mesmos, acham que todo mundo  é igual a camarão. (digo camarão porque todos sabem o que camarão tem na cabeça).

Quando publiquei nesse Blog que a Secretária estaria demitida, joguei a noticia no ar respaldado em informações de pessoa responsável e de livre acesso na cúpula do poder municipal ai de Jeremoabo.

Inclusive me informaram que a secretária  recém demitida,  havia pedido a prefeita “anabel” para ficar até o final do mês, e que a prefeita passasse para opinião pública a impressão que a mesma haveria pedido a própria  demissão.

Até as criancinhas conseguem discernir que o (des)governo municipal de Jeremoabo só prometeu manter a “ilustre” secretária no cargo porque necessitava da ajuda do prefeito Pedrinho, pois caso o Pedrinho  acompanhasse os familiares,  a prefeita hoje não seria “anabel”.

Com  a máquina comandada  por Pedrinho, com toda pressão, sua vitória foi duvidosa, não muito limpa, e tanto é verdade,  que está na dependência de decisão Judicial.

O hoje Secretário de Infraestrutura  no (des)governo “anabel, ” é um estranho no ninho, é uma  “persona non grata”,

A prefeita se juntou à Pedrinho usando a seguinte técnica: “ se juntar ao inimigo mais fraco, para derrubar ou vencer o mais forte”.

A ganância, a cede de poder cegou o Pedrinho e sua esposa, fazendo que ambos não percebessem a realidade.

Observem que anedota mal contada:

“Pretendo sair por que naquela secretaria tem muitos problemas, tem muita coisa ali que eu sou verdadeira em dizer que não entendo. Ali tem que ser uma pessoa de muito pulso, pra enfrentar aquela secretaria.”
Rosimeire ainda falou das dificuldades encontradas por ela em alguns setores da secretaria.
- “O que mais dificulta é a parte administrativa, a parte de documentação, tem muita coisa ali que eu não me formei, eu estudei só até a 8ª serie, e eu não tenho condições de entender daquela parte da secretaria.” (Fonte:Jeremoabo Notícias).

Será que só depois de mais de um ano,  a ex-secretária tomou conhecimento que era uma incapacitada para assumir um cargo de tamanha complexidade e responsabilidade?

Ainda bem que a secretária embora tarde.  venha dizer que não tem PULSO nem capacidade para  enfrentar a dita secretaria, que só estudou até a 8ª Série.

Isso não passa de uma justificatica esfarrapada, como se diz no vocabulário jurídico: “É o direito do Esperneio”.

Como a demissão estava programada para o final do mês, e como a prefeita resolveu adiantar alguns dias, deve ter sido motivado pelos escândalos de grande repercussão que são comentados nos quatro cantos da cidade, escândalos esses concernentes na Secretária de Saúde, e na Secretária do Meio Ambiente,  com a condenação em primeiro grau do  seu irmão titular do cargo.
Resumindo tudo que foi dito acima, chegamos a conclusão que 

 a  ex-Secretária  Rosemeire, foi uma inocente útil, a irresponsabilidade não foi dela, foi da prefeita “anabel”, sabedora de  que  a  falta de conhecimento administrativo dela, não poderia permitir a permanência em tal cargo.  Sua permanência foi simplesmente para ter um motivo de fazer uma cirurgia sem traumas, justificar perante o ex-prefeito que  além do povo reclamar a ineficácia  da secretaria, também  não estaria correspondendo a expectativa, nem tinha condições de permanecer no cargo.

Como a semana já está findando, vamos aguardar qual o próximo escândalo para a próxima semana. 








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O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) publicou, em seu site oficial, uma convocação para todos os magistrados - titulares ou substitutos - que não enviaram os relatórios sobre os processos de improbidade administrativa de suas unidades judiciárias, a enviá-los à Corte em caráter de urgência. De acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o tribunal de Justiça baiano é a Corte que menos julgou casos de improbidade no Brasil, com 5,2% dos processos julgados. Os tribunais brasileiros devem julgar até o final deste ano os processos contra a administração pública e de improbidade administrativa distribuídos até o dia 31 de dezembro de 2011. A determinação é prevista na Meta 18 do CNJ. Os relatórios devem conter informações apenas dos processos listados no Decreto Judiciário nº 649, que foi publicado no Diário da Justiça Eletrônico (DJE) de 30 de julho deste ano.
Comentário:
Caso a Justiça da Bahia e de Jeremoabo  cumpram essa determinação do CNJ, daqui para o final do ano vai ter muita gente se apertando, pois  processos contra a administração pública e de improbidade administrativa contra ex-prefeitos, tem a granel...
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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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