quarta-feira, agosto 07, 2013

Pelas evidências, tudo leva a crer que a prefeita “anabel” implantou em Jeremoabo um (des)governo cínico, mentiroso, corrupto e desmoralizado




Aliás ,esse  (des)governo que ai está, já entrou pelas portas dos fundos, pois até hoje ainda há pendência na Justiça devido a suposto cometimento de crime eleitoral, denunciando pelo Ministério Público.

Para  concretizar esse início catastrófico, implantou e  aperfeiçoou  de forma vergonhosa o nepotismo, usando a mesma máscara da campanha que sempre encobriu o caráter torpe que  caracteriza a personalidade desvirtuada de seus maquiáveis, incapazes de se sustentar no poder sem a utilização da mentira como forma de convencimento e da miséria como método de persuasão.

Hoje  tentamos   estancar a corrupção  que  se numa ponta os enriquece, na outra tripudia sobre a dignidade humana ao negar o acesso de grande parte da população às mais comezinhas condições de sobrevivência digna.

Não conseguem ao menos amenizar o caos que assola a saúde, a educação, a segurança e  o saneamento básico

Esses exemplos não são casos isolados ou sequer manifestações de um desvio ético individual: trata-se de uma mega operação de assalto aos cofres públicos que vem sendo construída, desenvolvida e consolidada pelo (des)governo  desde a alvorada do governo Anabel.

. O caso Diretor do Hospital/prefeita “anabel”/Secretário de Saúde é a ponta de um iceberg que já se movia nesse mar de lama em que se transformou a atual gestão.

Para coroar a incompetência e a desmoralização, a prefeita deixou permanecer na Secretária Municipal do Meio Ambiente o seu irmão condenado pela Justiça de Jeremoabo, um fora da Lei.

Outro caso vergonhoso são certos carros escolares  que transportam os alunos, muitos deles com mais de dez anos de uso, sem o mínimo de segurança, e para completar transcrevemos abaixo a denúncia de certo cidadão de Jeremoabo, postada no Facebook: “ATENCAO SECRETARIA DE EDUCACAO: Onibus escolar lotados, com alunos sentados no painel e na proteção do motor. Onde está a fiscalização? Porque o motorista permite? Quando ocorrer acidente não venha me dizer que foi azar ou fatalidade. Obs. (Onibus da Prefeitura)”.


E para encerrar, informamos que o Recurso que pede a cassação e inelegibilidade de  "anabel", continua andando, onde tem como RELATOR, o JUIZ FEDERAL:  SAULO CASALI BAHIA

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ANABEL X JUSTIÇA DE JEREMOABO.

Charge: A justiça no Brasil



Condenações por improbidade chegam a quase 8 mil em todo o País


05/08/2013 - 09h30


Divulgação/CNJ
 Condenações por improbidade chegam a quase 8 mil em todo o País
Quase 8 mil pessoas foram condenadas por improbidade administrativa no País. Dados atualizados do Cadastro Nacional de Condenações Cíveis por Ato de Improbidade Administrativa registraram 6.578 condenações em ações nos tribunais de Justiça e 1.253 nos Tribunais Regionais Federais (TRFs), desde o início da vigência da Lei n. 8.429/1992. As condenações incluem, além da suspensão dos direitos políticos e da perda da função pública, o pagamento de R$ 2,11 bilhões entre ressarcimento do dano causado à administração pública, perda de bens e pagamento de multa civil.
“Acredito que o número de condenados deveria ser maior, já que a lei tem 21 anos de existência”, afirmou o conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Gilberto Valente Martins, coordenador do grupo especial que fiscaliza o cumprimento da Meta 18 do Poder Judiciário, que prevê o julgamento até o final do ano de todos os processos de improbidade administrativa e de crimes contra a administração pública distribuídos até 2011. “É preciso acelerar a tramitação das ações de improbidade, que atualmente é muito lenta. Pesquisa do CNJ revela que apenas na primeira instância ela leva de seis a sete anos. Daí a importância da Meta 18”, complementou o conselheiro.
De acordo com Gilberto Martins, as dificuldades no julgamento das ações de improbidade ocorrem, principalmente, por causa da existência de vários réus. “Em alguns casos existem também complexidades em razão da natureza do litígio, das provas técnicas apresentadas, mas nada que possa justificar uma demora de 6 ou mais anos na instrução”, observou o conselheiro do CNJ.
Ranking  O tribunal com o maior número de condenações é o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) que detém 38,87%, 2.557 do total de ações transitadas em julgado na esfera estadual. O menor número de condenações, de acordo com dados do cadastro, ocorreu no Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas (TJAL), com apenas sete processos concluídos.
Na área federal, o TRF da 1ª Região (TRF 1), que engloba os estados do Acre, Amazonas, Amapá, Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia, Roraima, Tocantins e o Distrito Federal, concluiu o maior número de ações, 543, de um total de 1.253 entre todos os TRFs. O menor volume de condenações, nesse caso, ao contrário do ocorrido na justiça estadual, foi registrado no estado de São Paulo (TRF 3), com 36 condenações.
A maior parte das condenações ocorreu na Justiça estadual, com 6.578 das 7.831 cadastradas. À Justiça Federal couberam 1.253 ações transitadas em julgado. Quase 77% do valor cobrado dos condenados, R$ 1,62 bilhão, são destinados ao ressarcimento dos danos causados à administração pública. Os demais R$ 488,5 milhões correspondem às multas civis e à perda de bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio.
Meta 18  O cumprimento da Meta 18 do Poder Judiciário, que prevê o julgamento até o final do ano dos processos de improbidade administrativa e de crimes contra a administração pública distribuídos até 2011, deve ampliar o número de condenações em todo o País.
Definida no VI Encontro Nacional do Poder Judiciário, realizado em Aracaju/SE em novembro de 2012, a meta ainda está longe de ser cumprida. Até o final de julho, apenas 39,77% dos 120.981 processos foram julgados. O presidente do CNJ, ministro Joaquim Barbosa, cobrou dos tribunais de Justiça e dos TRFs o cumprimento da meta.
Mudança  Desde o início do mês de julho, o Cadastro Nacional de Condenações Cíveis por Ato de Improbidade Administrativa ganhou mais informações. Além das condenações por atos de improbidade administrativa, ele dispõe de dados sobre inelegibilidades. Foram incluídos no cadastro os nomes de pessoas condenadas que se tornaram inelegíveis. A alteração foi definida pelo Plenário do CNJ em março deste ano em cumprimento da decisão acertada no VI Encontro Nacional do Poder Judiciário.
O cadastro traz também informações sobre réus condenados por crimes de corrupção passiva e ativa, contra a ordem tributária e crimes contra a administração pública e passa a se chamar Cadastro Nacional de Condenados por Ato de Improbidade Administrativa e por Ato que Implique Inelegibilidade (CNIAI). Caberá aos próprios tribunais alimentarem o banco de dados com as decisões judiciais.
A Justiça Eleitoral também poderá fazer uso das informações do cadastro e indeferir o pedido de registro de candidaturas de condenados judicialmente. O acesso às informações públicas do CNCIAI pode ser feito pelo endereço http://www.cnj.jus.br/sistemas. No link http://www.cnj.jus.br/improbidade_adm/consultar_requerido.php é possível pesquisar, com o nome ou CPF da pessoa investigada, as ações transitadas em julgado.
Maísa Moura
Agência CNJ de Notícias






 Olhando o quadro abaixo só cheguei a conclusão que não se tratava da prefeitura de Jeremoabo, após olhar o prédio e notar a diferença da arquitetura.





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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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