segunda-feira, agosto 26, 2013

É de se esperar que a prefeita e o secretário de saúde, tratem os médicos cubanos da mesma forma que vem tratando seus protegidos.


Em desprezo  aos resquícios da podre oligarquia que ainda resta em Jeremoabo, início com alguns tópicos do artigo de  Lula Miranda, intitulado” Os canalhas não arruinarão nossa lavoura”.

E agora, todos os hipócritas e falsos moralistas desse país?

Os supostos e pretensos “donos do Brasil” [bem como seus áulicos e sabujos] estão nus!

Isso é o que parece nos gritar, todos os dias, a “criança” em sua ingenuidade e pureza. Não propriamente a criança da famosa e tão conhecida fábula que, finalmente, num arroubo de “criancice”, teve a “coragem” e o “desprendimento” de dizer que o rei estava nu. Não exatamente essa criança da fábula da roupa nova do rei, mas essa outra “criança”, que surge a cada nova manhã: o novo Brasil. 

Oligarcas, coronéis, hipócritas, conservadores, reacionários vocês já morreram! Essa nação já não vos pertence! Esse novo país que ora se alevanta e se agiganta não lhes pertence! Pertence ao povo brasileiro, protagonista de seu destino.

Esse novo país que construímos com a argamassa da coragem e da vontade, desde garotos, guiados pelo farol da utopia, movidos pelo “tesão” libertário e libertador. 

A nossa lavoura é feita de sangue, suor e lágrimas. 

Os supostos, pretensos, atávicos, caquéticos “donos” e “sinhozinhos” do Brasil não conseguirão arruinar a nossa lavoura tão dedicada quanto delicada.

Tenho fé na força das palavras e dos que lutam ao lado da verdade, e faço aqui essa minha prosa poética como se fora uma espécie de oração.

Os canalhas não arruinarão a nossa lavoura – delicada e dedicada, reitero!

Os canalhas não arruinarão a nossa arte e engenho!

Os canalhas não conseguirão arruinar o nosso jornalismo!

[Em que pese a falta de decência, o despudor, o escárnio, a degradação social, o vexame de dois jornalistas da grande imprensa que, recentemente, celebraram e brindaram a desgraça de seus inimigos políticos, num simulacro de “dia da vitória”, sugerindo um jantar com degustação de boa comida e  vinhos caros.] 

Os canalhas não conseguiram arruinar a nossa alegria!

Os canalhas, os contumazes violadores da ética, da dignidade e da cidadania não conseguirão nos desviar de nossa utopia! “

Após essa homenagem a oligarquia canalha de Jeremoabo, partiremos para o assunto dos médicos cubanos que  para  lá irão.

Conforme o site bahianotícias, Jeremoabo será beneficiado  com  médicos cubanos que lá irão prestar serviços profissionais, e cuja  gritaria no Brasil  é grande porque está quebrando o monopólio da saúde pública.
È como diz Beto Almeida:
“Existem hoje trabalhando no Brasil cerca de 70 mil engenheiros estrangeiros. Nenhuma gritaria foi feita. Mas, quando se trata de salvar vidas, acendem-se todas as fogueiras do inferno da nova inquisição.”
Portanto, como através da rádio local,  o secretário de saúde disse que paga aos profissionais que prestam serviços na sua secretaria da forma que bem entender e de acordo com a sua vontade, é de se esperar que sua vontade também seja em benefício desses novos servidores, pois não é justo um servidor em iguais condições receber mensalmente mais de R$ 70 mil reais, e outros R$ 5 ou mesmo 10 mil reais.
Estou me expressando dessa forma respaldando em pseudo Decreto Secreto baixado pela prefeita, que para beneficiar um médico que recebe bolsa do governo federal, passou o dia de 24 para 48 horas, e o mês para de 30 para 60 dias.
Enquanto isso os desmandos na administração municipal continuam navegando de vento em popa.  

Veja defendeu médicos cubanos em 1999!

Otorrino fala sobre cera no ouvido: se não for exagerada, “melhor deixar quieto’

Otorrino fala sobre cera no ouvido: se não for exagerada, “melhor deixar quieto’


Veja defendeu médicos cubanos em 1999!

26/08/2013 – 11:37 am | 0 comentários
Da Veja e seus tentáculos de esgoto saem os ataques mais violentos contra a iniciativa do governo brasileiro de importar médicos cubanos.
Reinaldo Azevedo, blogueiro da revista, ficou possesso. Já deve ter escrito uns 300 posts histéricos sobre o tema. Com patrocínio da Petrobrás e da prefeitura do Rio. Leia a história completa »
- See more at: http://www.ocafezinho.com/#sthash.QVCQq6pe.dpuf

Veja defendeu médicos cubanos em 1999!

26/08/2013 – 11:37 am | 0 comentários
Da Veja e seus tentáculos de esgoto saem os ataques mais violentos contra a iniciativa do governo brasileiro de importar médicos cubanos.
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Veja defendeu médicos cubanos em 1999!

Cinquenta médicos cubanos chegam a Salvador

Cinquenta médicos cubanos chegam a Salvador
Foto: Adenilson Nunes / GOV Bahia
Cinquenta médicos cubanos chegaram a Salvador neste domingo (25) para trabalhar em 22 municípios baianos, pelo programa Mais Médicos, do governo federal. Os profissionais foram recebidos no aeroporto internacional da capital baiana pelo secretário de Saúde do Estado, Jorge Solla. Eles atuarão em Adustina, Araci, Buritirama, Campo Alegre de Lourdes, Carinhanha, Cansanção, Central, Cocos, Coronel João Sá, Correntina, Formosa do Rio Preto, Itiúba, Jeremoabo, Macaúbas, Mansidão, Nova Soure, Remanso, Riacho de Santana, Serra Dourada, Sítio do Quinto, Souto Soares e Tucano. “Muitos destes municípios há muito tempo tentam preencher estas vagas. Os médicos vão trabalhar em unidades de saúde da família que já existem, são postos de saúde montados e com equipes completas, muitas delas têm odontólogos, só faltava o médico”, afirmou Solla.


Dona Tecnologia manda no mundo e ninguém se importa com os 4 bilhões de famintos que ela deveria resgatar


Welinton Naveira e Silva


.Aqui foi onde a prefeita de Jeremoabo encontrou o MAPA DA MINA, e a licitação?
O gato comeu... 


Foto




Ex-prefeito de Caruaru, Neguinho Teixeira é condenado a 21 anos e 4 meses de prisão 


neguinho_520O ex-prefeito de Caruaru, Manoel Teixeira de Lima, conhecido como “Neguinho” Teixeira foi condenado sexta-feira (23) a 21 anos, quatro meses e 21 dias de reclusão pelos crimes de peculato e coação no curso do processo. Os crimes teriam sido cometidos em 2007, na época em que o político ocupava o cargo de presidente da Câmara de Vereadores daquele município. Além da pena de reclusão, o juiz Gleydson Gleber Bento Alves de Lima Pinheiro, da 3ª Vara Criminal da Comarca de Caruaru, decretou também o pagamento de 778 dias-multa.

A sentença considerou que no período entre 02 de janeiro e 31 de dezembro de 2007, “Neguinho” teria articulado a assinatura de dois contratos fraudulentos para prestação de serviço na Câmara de Caruaru. “O denunciado concorreu para a apropriação de valores, nos contratos firmados supra indicados, pelos contratados, os quais teriam recebido valores sem nunca terem prestado serviços, ou mesmo outras pessoas terem sido destinatárias do pagamento”, diz o texto. Para o juiz, as irregularidades constatadas nos contratos constituem o crime de peculato.
Um dos contratos, para “prestação de serviços de manutenção preventiva e instalações elétricas no prédio da Câmara”, foi firmado com Diego Antunes Elias, que sacava um cheque nominal no valor de R$ 650 e devolvia R$ 450 para o presidente do Poder Legislativo. O serviço de manutenção não era realizado porque Diego não possuía qualificação para lidar com instalações elétricas, inclusive por possuir uma deficiência mental. Em depoimento, o pai de Diego, José Jerônimo Elias, afirmou que “Neguinho” tinha prometido ajudar o filho.
Já o segundo contrato foi assinado com Edvan Vila Nova Alves para “prestação de serviços de manutenção preventiva na pintura do prédio da Câmara”. Edvan chegou a trabalhar como pedreiro na Câmara de Vereadores, mas o serviço foi prestado por um contrato diferente. No acordo analisado no processo, Edvan ficava com R$ 150 dos R$ 650 que lhe eram pagos pelo poder público, devolvendo o restante do dinheiro, um valor de R$ 500, para o ex-prefeito.
No dia 24 de agosto de 2009, enquanto Edvan e Diego, acompanhado do pai, prestavam depoimento na 2ª Promotoria de Defesa da Cidadania de Caruaru, “Neguinho” telefonou para o pedreiro querendo saber o que ele tinha dito e perguntou por José Jerônimo. Pouco tempo depois, uma mensagem de texto foi enviada do celular do ex-prefeito para o de Edvan com uma ameaça. “Se falou contra mim vou lhe dar uma pisa”, dizia o texto. Em seguida, o próprio Jerônimo recebeu uma ligação de José Florêncio, conhecido como “Zezito” repetindo o recado. As ameaças foram consideradas como coação.
Como “Neguinho” chegou a ser preso no decorrer do processo, no período entre 25 de março e 22 de junho de 2010, foi deduzido um período de dois meses e 29 dias da pena aplicada. Resta a cumprir ainda, ao ex-prefeito, 21 anos, um mês e 22 dias de reclusão. A pena deve ser cumprida na Penitenciária Juiz Plácido de Souza (PJPS), na própria comarca. Com o trâmite em julgado, os direitos políticos de “Neguinho” também permanecem suspensos até o cumprimento da pena. Ao réu, contudo, ainda foi concedido o direito de recorrer da decisão em liberdade. jc3
Foto: Roberto França/JC Imagem
http://www.panoticias.com.br/2013/08/ex-prefeito-de-caruaru-neguinho-teixeira-e-condenado-a-21-anos-e-4-meses-de-prisao/.


Comentário:

Eu não sei em quem esses politiqueiros corruptos de Jeremoabo se confiam para continuarem praticando improbidades, se todos os dias estamos lendo nos jornais politiqueiros ladrões indo se hospedar no seu devido lugar,  que é na cadeia.  

Patriota ganha prêmio de consolação e será embaixador na ONU




Com Patriota demitido, Figueiredo Machado assume como ministro das Relações Exteriores


Renata Giraldi
Agência Brasil
 

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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