segunda-feira, agosto 19, 2013

O rei está nu – Jairo do Sertão desnudou a administração de “anabel”




Como falei em matéria anterior, o vereador Antonio Chaves, através de  programa de rádio não dispondo de elementos convincentes  para defender a prefeita “anabel”, contra as acusações a ela impostas pelo vereador Jairo, apelou e partiu para ofensas pessoais, pelo menos foi o que Jairo deixou transparecer hoje.

O Vereador Jairo  sentindo-se ofendido, partiu para o revide pessoal, só que empolgado soltou algumas migalhas do arsenal das trambicagens e improbidades postas em prática no (des)governo “anabel”. Concluindo, roupa suja lavada numa emissora de rádio, quando deveria ser na própria casa, ou seja: na Câmara de Vereadores.

Para que o eleitor entenda toda essa maracutaia, toda essa podridão, irei tentar decifrar desde a gestão do marido da prefeita, ou  seja, do ex-prefeito “tista de deda”.

Situação do Secretário Municipal de saúde:

Foi nomeado como médico concursado   pela prefeitura através do Decreto  023/2012, de  03.02.2012.

Através da Portaria  194/2010 – Foi nomeado  Secretário Municipal de Saúde, portaria de 23.11.2010.



O Cargo de Secretário de Saúde é tempo integral, como ele pode como pessoa física exercer esse cargo e esse emprego?



O caso é gravíssimo, o que Jairo e  Neto denunciaram ao Ministério Público, é apenas a ponta do ICIBERG.

O vereador Jairo denunciou que o Governo Federal través de ato, proibiu o médico empregado fazer mais do que 40(quarenta) horas semanais, principalmente o Secretário que é funcionário Estatutário e contratado.

A respeito dos desatinos praticados no  Hospital de Jeremoabo,  denunciados  pelo edil, acho desnecessário citar, já que neste Blog já existem várias matérias.

O vereador se referiu também a uma papelada que o Secretário apresentou na Câmara onde não comprovou nem justificou os  mal feitos, porém, lamentou a atitude de seus colegas que  afirmaram  estarem  satisfeitos com as informações  dadas pelo secretário e que os mesmos aprovavam.

Aprovar o que? O dolo, a improbidade, o engodo, a fraude  !!!

Desafiou também o Secretário de Saúde a apresentar uma estatística oriunda dos Cartórios a respeitos das crianças que nasceram no Município de Antas e de Jeremoabo.

Esse desafio, foi porque o Secretário veio com uma pegadinha de informar que o hospital estava fazendo todo tipo de parto e outros serviços.

Talvez quem sabe, só se for no papel.

Quanto a prefeita “anabel”, o vereador Jairo denunciou que fica alegando não haver recursos concernentes a pessoal, inclusive deixando de pagar aos professores, aos guardas e outras categorias, no entanto não para de criar e nomear  pessoas em Cargos Comissionados.

Mais uma maneira de ludibriar a Lei, de nomear seus protegidos sem precisar  realizar concurso público.

Denunciou também indenizações de dez mil e outras até mais, algumas com férias vencidas correspondentes a 2010, 2011 e 2012.

Pelo que sei mais de duas férias vencidas, a parte perde uma, mais como em Jeremoabo para os amigos tudo, para os inimigos a Lei, fazer o que?

O Vereador tem o dever de denunciar esses  casos sob pena de ser responsabilizado também.

 Soube em  OFF,  que existe um “alta funcionária” que   recebeu R$12,000,00(doze mil )correspondente a dezembro de 2012, devido um acordo entre ela e a prefeita.

Denunciou as obras inacabadas, mais precisamente a Praça do Forró, jogando a culpa em Pedrinho.

A culpa  é  do Pedrinho e da prefeita, principalmente porque  a firma responsável pela obra é de um seu  parente.

A prefeita tem a obrigação e o dever sob pena de ser responsabilizada, de cobrar a multa estabelecida nas cláusulas contratuais, e obrigar a firmar a terminar a obra ou então passar para a segunda colocada sem nem um ônus para os cofres da prefeitura.

Diante de todas essas falcatruas, toda essa fraude, toda essa corrupção, denunciada e inúmeras outras a denunciar em poder do vereador Jairo segundo suas palavras, sendo de conhecimento   do Ministério Público e da população , também denunciado através de sites, rádios, redes sociais,  sendo do conhecimento da prefeita, inclusive muitos dolos praticados pela própria e outros acobertados, será que ainda existe alguém que diga a mesma não ser corrupta?

Somos obrigados mais uma vez a dizer que mesmo sem querer o Vereador Antonio Chaves não soube rezar e xingou a Deus, cujo castigo veio de imediato fazendo com que o Vereador Jairo ao ser atacado fosse forçado a denunciar e demonstrar as corrupções praticadas e apoiadas pelo (des)governo Municipal de Jeremoabo.

É por isso senhores leitores, que o dinheiro público de Jeremoabo é sangrado pelo esgoto da corrupção, deixando faltar saúde, educação, segurança e tudo mais, ficando apenas o “circo e pão”.

Nossos antepassados que trabalharam e conseguiram angariar   dignidade e respeito pelo engrandecimento da nossa Jeremoabo, hoje devem se torcerem  no túmulo,  envergonhados dos atuais (dse)governos  rebaixarem  Jeremoabo a categoria de uma cidadezinha qualquer,  comandada por uma corja de corruptos. 

Comentário oriundo do Face:

SOMANDO OS RENDIMENTOS DE 2012 DO THALES, ANA JULIA E THAISE QUE SÃO MEDICOS FORMADOS JUNTO COM O SECRETARIO E SOMANDO SÓ OS GANHOS DA COOFSAUDE SEM FALAR NOS RECURSOS RECEBIDOS DA PREFEITURA COMO CONCURSADOS E EM CARGOS COMISSIONADOS E DEIXANDO DE FORA TODOS OS GANHOS DO SECRETARIO DE SAUDE, CHEGAMOS A BAGATELA DE 864.681,29 REAIS (PLANTÕES + DIARIAS) E 276.697,85 REAIS SÓ DE DIÁRIAS. E a câmara se dá como satisfeita com as explicações do SECRETÁRIO DE SAÚDE. Então o povo é que é idiota então!! Vejam os rendimentos abaixo e faça suas contas, somem salario mais diárias e depois só as diárias!!! Depois peguntem o que daria para fazer na saúde com este dinheiro!!!












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Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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