segunda-feira, agosto 19, 2013

Até que enfim os movimentos de Rua no Brasil começou a fazer efeito na Câmara de Vereadores de Jeremaobo




Jeremoabo  de certo tempo para cá  se tornou  terra do  “já tinha, já teve”.

É partindo dessa premissa que hoje considero a “cidadezinha”, em que o vereador Jairo resolveu estourar a boca do balão.

Jeremoabo tinha políticos que  elevaram seu nome,   fizeram ser respeitado  no âmbito estadual e nacional onde citarei alguns: o Cel. João Sá, o Ministro Oliveira Brito de Ribeira do Pombal mas que também foi Juiz de Direito em Jeremoabo, o Dr. Zeca Sá, o Deputado Federal Vieira de Melo que foi promotor de nossa terra e muitos outros.

Já teve prefeitos que foram eleitos para engrandecer o município e trabalhar em benefício dos cidadãos, que entraram na prefeitura e saíram respeitados sem contas rejeitadas, ou com pendências  para acertar com a Justiça;  portanto, tivemos o Dr. Carvalho Sá, Vicente de Paula Costa, Manoel de Carvalho  Santana, Abelardo Santana e mais alguns anteriores.

Já na nova safra de prefeitos politiqueiros, entraram elementos que devido aos seus atos condenáveis  e mesquinhos,  vem rebaixando  a nossa Jeremoabo para “ a cidadezinha”.

Após essa preliminar vamos partir para o assunto que rolou hoje na cidade e no Município de Jeremoabo através da FM Jeremoabo,  que dificilmente sintonizo, mas como recebi emails de amigos pedindo que escutasse o Jairo falando, sintonizei a mesma,  onde diga-se de passagem hoje se comportou como um magistrado.

Indiretamente o vereador Antonio Chaves sem querer prestou um grande serviço a comunidade, pois segundo o que conseguimos entende, r há dias atrás utilizou dita emissora para justificar o injustificável, então achou por bem malhar um seu colega, no caso o vereador Jairo do Sertão.

Como toda ação provoca uma reação, o vereador Jairo do sertão resolveu se defender e exercer o verdadeiro papel de um vereador, onde disse ter sido o vereador mais bem votado no pleito passado e não iria decepcionar  o povo de Jeremoabo que o elegeu.

Falou que no tempo em que o Dr. Spencer era prefeito o vereador Chaves e seu  grupo era de uma eficiência fora do comum, tanto fiscalizava quanto denunciava ao Ministério Público ou outros órgãos competentes, o Prefeito Spencer não tinha sossego.

Já na administração atual ficou mudo, esqueceu de tudo, vem agindo como no tempo em que Lula era Prefeito, o “tista de deda” e a sua mulher hoje prefeita “ anabel”, em outras palavras, hoje só faz blindar e não enxergar as improbidades.

Será que foi a conquista de cargos que produziu amnésia no vereador?



O vereador Jairo levou ao conhecimento público algumas das denuncias que junto com o vereador Neto,  fizeram e representaram ao Ministério Público, diga-se de passagem, denuncias gravíssimas que diretamente envolvem o Secretário de Saúde e sua parenta a prefeita “anabel”

Aqui aproveito e faço a pergunta: o vereador Manu de João Ferreira que se diz oposição, não assinou a denúncia também,  por falta de tinta, por covardia ou atrás de benesses?

Nessa parte o Jairo cumpriu com sua obrigação, daqui para frente cabe ao povo de Jeremoabo exercer seu direito de cidadania e cobrar do Ministério Público uma resposta.

Alguns dos tópicos denunciados pelo vereador Jairo do Sertão:

O Secretário de Saúde junto com a prefeita anabel,  embora contrariando determinação do Governo Federal, manteve a contratação do seu marido o ex-prefeito “tista de deda”, concernente  a  TERCERILIZAÇÃO e gerenciamento das folhas de pagamento da Saúde através de uma cooperativa que não presta as contas de acordo com a Legislação, e ainda recebe um pagamento exorbitante, verdadeira sangria aos cofres público, e o pior sem transparência.

Durante um ano foi pago como vencimento a três médicos, mais de R$ 1.000,000,00(hum milhão de reais), pagamento esse muito além da realidade, muito além dos outros profissionais que prestam os mesmos serviços.

Como sobremesa só de diárias foram pagos também mais de R$ 300.000,00(trezentos mil reais).

Aqui fica a pergunta: viajaram para onde? Quando foram efetuadas essas viagens e para fazer o que?

Como a entrevista foi longa, vou parando por aqui, irei preparar outro artigo dando continuidade.

Diz o Vereador que todas essas irregularidades são conhecimento da Justiça de Jeremoabo, pois deu conhecimento por escrito.
 Quero  efetuar a seguinte pergunta a prefeita de Jeremoabo: porque a mesma não instala na prefeitura  um centro de aperfeiçoamento de corrupção?





Através de programa de rádio  o vereador Jairo do Sertão indiretamente  chamou a prefeita corrupta

Mas isso é assunto que explicarei melhor na próxima matéria que irei lançar.
Para que entendam melhor ´que significa corrupção, transcrevo o artigo abaixo:

O CORRUPTO - Frei Betto


Padre Vieira, em São Luís do Maranhão, no sermão em homenagem à festa de santo Antônio, em 1654, indagava: "O efeito do sal é impedir a corrupção, mas quando a terra se vê tão corrupta como está a nossa, havendo tantos nela que têm ofício de sal, qual será, ou qual pode ser a causa desta corrupção?" A seu ver, havia duas causas principais: a contradição de quem deveria salgar e a incredulidade do povo diante de tantos atos que não correspondiam às palavras.
O corrupto caracteriza-se por não se admitir como tal. Esperto, age movido pela ambição de dinheiro. Não é propriamente um ladrão. Antes, trata-se de um requintado chantagista, desses de conversa frouxa, sorriso amável, salamaleques gentis.
O corrupto não se expõe; extorque. Considera a comissão um direito; a porcentagem, pagamento por seus serviços; o desvio, forma de apropriar-se do que lhe pertence. Bobos são aqueles que fazem tráfico de influência sem tirar proveito.
Há muitos tipos de corruptos. O corrupto oficial é aquele que se vale de uma função público para tirar proveitos a si, à família e aos amigos. Troca a placa do carro, embarca a mulher com passagem cuesteada pelo erário, faz gastos e obriga o contribuinte a pagar. Considera natural o superfaturamento, a ausência de licitação, a concorrência com cartas marcadas.
A lógica do corrupto é corrupta: "Se não faço, outro leva vantagem em meu lugar". Seu único temor é ser apanhado em flagrante delito. Não se envergonha de se olhar no espelho, apenas teme ver seu nome estampado nos jornais. Confiante, jamais imagina a filha pequena a indagar-lhe: "Papai, é verdade que você é corrupto?"
O corrupto não sente nenhum escrúpulo em receber caixas de uísque no Natal, presentes caros de fornecedores ou andar de carona em jatinhos de empresários. Afrouxam-lhe com agrados e, assim, ele afrouxa a burocracia que retém as verbas públicas.
Há o corrupto privado. Nunca menciona quantias, tão-somente insinua, cauteloso, como se convencido de que cada uma de sua palavras estão sendo registradas por um gravador. Assim, ele se torna o rei da metáfora. Nunca é direto. Fala em circunlóquios, seguro de que o interlocutor saberá ler nas entrelinhas.
O corrupto franciscano pratica o toma lá, dá cá. Seu lema é "quem não chora, não mama". Não ostenta riquezas, não viaja ao exterior, faz-se de pobretão para melhor encobrir a maracutaia. É o primeiro a indignar-se quando o assunto é a corrupção que grassa pelo país.
O corrupto exibido gasta o que não ganha, constrói mansões, enche o latifúndio de bois, convencido de que puxa-saquismo é amizade e sorriso cúmplice, cegueira. Vangloria-se em sua astúcia em enganar a esposa e mentir aos colegas.
O corrupto nostálgico orgulha-se do pai ferroviário, da mãe professora, de sua origem humilde na roça, mas está intimamente convencido de que, tivessem as mesmas oportunidades de meter a mão na cumbuca, seus antepassados não deixariam passar.
O corrupto não sorri, agrada; não cumprimenta, estende a mão; não elogia, incensa; não possui valores, apenas saldo bancário. Se tal modo se corrompe que nem mais percebe que é um corrupto. Julga-se um negocista bem sucedido.
Melífluo, o corrupto é cheio de dedos, encosta-se nos honestos para se lhe aproveitar a
sombra, trata os subalternos com uma dureza que o faz parecer o mais íntegro dos seres humanos. Aliás, o corrupto acredita piamente que todos o consideram de uma lisura capaz de causar inveja em madre Teresa de Calcutá.
O corrupto julga-se dotado de uma inteligência que o livra do mundo dos ingênuos e torna mais arguto e esperto do que o comum dos mortais.






 A prefeitura de Jeremoabo pagou  a FM  R$ 84.405,40 gastos em 08 meses em PUBLICIDADE, paga ao mesmo grupo para armazenar o lixão a céu aberto num terreno perto do poço artesiano em cima de um lençol freático,  e mais outros pagamentos, assim ninguém "gueeeennntaaaaaa".
Ainda bem que o povo de Jeremoabo já começou a enxergar as trambicagens . 

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Professores em greve fazem caminhada em Copacabana; ao fim da caminhada, fazem enterro simbólico do governador Sérgio Cabral, nas areias da praia Foto: Mônica Imbuzeiro / O Globo
Douglas Corrêa
Agência Brasil
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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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