quinta-feira, agosto 15, 2013

ESPIRÍTO  SANTO: �O MINISTÉRIO PÚBLICO FORA DA LEI...�

Por : Pettersen Filho 
Nem bem silenciaram-se as �Vozes da Rua�, em Junho último, em que a População do Brasil, em meio à Copa das Confederações tomou as Cidades, Brasil a fora, protestando por Transporte, Saúde e Educação, numa Cruzada Homérica , também, contra a Corrupção, oportunidade em que a PEC 37, tentativa Legislativa de balizar e dispor sobre os limites do Poder de Atuação do Ministério Público , hoje totalmente impreciso...mais



Para digerir a desculpa esfarrapada prestada pelo Secretário de Saúde realizada na Câmara de Vereadores de Jeremoabo, só mesmo apelando para o Bom Bril que limpa toda sujeira.



  •  

Mensalão: STF nega recursos de quatro condenados no processo

 

Maioria dos brasileiros acredita que o País está no rumo errado, pela 1ª vez

 

Barroso: ‘É questionável dizer que mensalão foi maior escândalo do País’

 

João cara de pau

Carlos Chagas


 

 

TCU manda cortar supersalários da Câmara


Maior parte dos miinistros seguiu Raimundo Carreiro sobre supersalários
Prejuízo por irregularidades na folha de pagamento é de mais de R$ 500 milhões por ano. Com a decisão, ministros entendem que 20% dos gastos com pessoal estão irregulares
Continue Lendo...

Onyx: por que a oposição não é contra tudo o tempo todo

Jornais: brasileiro está pessimista com rumo do país, diz pesquisa

A mão que cura não pode ser a mesma que frauda o ponto


�EU NÃO. EU SOU DEUS�

Por : Laerte Braga
Quando o ex-presidente Fernando Henrique diz que �o PSDB não é farinha do mesmo saco�, não estava querendo defender o partido. Isso é o que pode parece à primeira vista. Estava defendendo a si, largando os �amigos� (não tem, tem cumplices) na chuva e cuidando de sua própria pele.
É deus, privatizou o mundo em seis dias e depois foi a Camp David passar o sétimo com Bil Clinton onde recebeu a mala pelos serviços prestados.
O que está dizendo...mais


SEM AS RUAS OS CARTÉIS CONTINUAM

Por : Laerte Braga
O Brasil tem uma elite bisonha. Tão bisonha que antes preferia Paris e hoje vai para Miami (exceto tucanos de alto plumagem, esses continuam em Londres e Paris), refúgio de mafiosos. O escândalo, no sentido de show, espetáculo deprimente, diante da decisão do governo de trazer médicos estrangeiros para políticas primárias de saúde é um exemplo disso.
De repente se descobre que a maioria não trabalha, muitos não fizeram residência e outros tantos...mais


Supremo nega recursos preliminares dos réus do mensalão


André Richter
Repórter da Agência Brasil


JOAQUIM BARBOSA: �A DESCONSTRUÇÃO DA IMAGEM DO MINISTRO...�

Por : Pettersen Filho
Transformado numa espécie de Super Herói , ou Paladino da Justiça , o intrépido Ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa , durante o Julgamento do Processo que ficou conhecido como �Mensalão�, envolvendo as mais expressivas personalidades do PT � Partido dos Trabalhadores, e da Base Aliada do Governo Lula, ainda em fins de 2012, propenso a conduzir...mais



Senado vai propor novas regras eleitorais para 2014


A MEGASENA DOS PATIFES

Por : Valmir Fonseca Azevedo Pereira
Sabidamente, a população brasileira é mal representada pelos seus políticos.
Ao se candidatarem a qualquer pleito eleitoral, o futuro parlamentar ambiciona, antes de tudo, pôr as mãos na carne seca.
O candidato pode prometer o que lhe der na cabeça, mas trocando em miúdos, ele quer é se dar bem, ou melhor, muito bem.
Os cargos, desde os mais modestos na vereança já...mais


Viatura que levou Amarildo tinha dispositivo que permite saber trajetos

 

Plano de educação
de Haddad aumenta exigência para alunos

Marcelo Coelho: Barroso foi hábil
o bastante para não adiantar voto

 

Micheli Burate posa para o Bella da Semana Paulistana encara o frio na avenida Doutor Arnaldo na tarde de ontem, em São Paulo Neymar tenta fazer jogada pelo Brasil na derrota em amistoso contra a Suíça
Jogadores de Corinthians e Fluminense disputam bola no empate sem gols no Maraca Willian José dispara com a bola para o ataque do Santos contra o Vasco Carro roubado destruído em acidente com bandidos em fuga após roubo a posto

Novos protestos violentos no RJ, SP e Porto Alegre

 

Casos de Aids aumentam 150% na Bahia; SUS oferece diagnóstico

Casos de Aids aumentam 150% na Bahia; SUS oferece diagnóstico
Foto: Reprodução
 

 

Targino desdenha de processo movido por Wagner

por Alexandre Galvão
 Targino desdenha de processo movido por Wagner
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
A decisão unânime do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) em dar continuidade ao processo movido pelo governador Jaques Wagner (PT) contra o deputado estadual Targino Machado (PSC), por ter sido chamado de “canalha mor” e “desgraçado“ (veja aqui e aqui), não assustou o parlamentar. Em entrevista ao Bahia Notícias, o parlamentar disse que há um controle externo do Judiciário. “A regra lá é: manda quem pode e obedece quem tem juízo, infelizmente. Triste justiça”, lamentou. O deputado questionou também a atuação do TJ em âmbito estadual e atacou mais uma vez o governador. "Eu tenho pena de Wagner, porque dele não tenho medo. Ando tranquilo nas ruas, diferentemente dele, que nem está podendo ir ao teatro com a sua esposa. Tem que ficar em casa tomando seu uísque solitariamente”, provocou. Machado prometeu ainda tentar reverter a situação e lembrou da sua imunidade parlamentar. “Vamos adotar o remédio jurídico capaz de reformar essa decisão. Como é que o parlamentar pode, desprovido de imunidade, representar a população com todos os seus interesses? Wagner mandou e o órgão bateu continência para o governador”, concluiu.

 

Lula e Renan refazem a aliança PT-PMDB

 




Assessora do STF vazou email de Lewandowski?

:

 

Google admite que usuários do Gmail não têm privacidade






Google admite que usuários do Gmail não têm privacidade

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

Mais visitadas