BRASÍLIA - A defasagem salarial e a determinação de pressionar o Planalto e o Congresso, caso haja mesmo disposição do governo de conceder aumentos diferenciados para militares da ativa e da reserva, foi o principal tema do debate ocorrido ontem no Clube do Exército, em Brasília.
Os militares, que se exaltaram na discussão do tema, alegam que a concessão de aumentos distintos é inconstitucional. Eles lembraram ainda o compromisso assumido pelo ex-ministro da Previdência deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), na época em que se discutia a reforma da Previdência do setor público, de que isso não seria feito.
Os militares se mostraram preocupados ainda com a falta de indicação do governo de um percentual de aumento. Um estudo do Ministério da Defesa fala da necessidade de concessão de dois reajustes de 27%, um ainda este ano e outro até setembro do ano que vem, para aproximar a situação da categoria e a de outros profissionais.
Eles repetiram que um general quatro estrelas, com 50 anos de carreira, ganha R$ 13,4 mil, enquanto um delegado da Polícia Federal receberá, em fevereiro, R$ 19 mil. Os estudos da Defesa apontam ainda que o salário médio dos militares é 27,5% menor do que o das demais carreiras.
O encontro, que reuniu cerca de 150 oficiais da reserva, entre eles o ex-senador e coronel Jarbas Passarinho, além do ex-ministro do EMFA, general Benedito Leonel e ex-ministro do Gabinete Militar, general Fernando Cardoso, foi convocado pelo presidente do Clube Militar, general Gilberto Figueiredo, que está na capital em campanha pela conquista por novos sócios.
Nos debates, também foram repudiadas as ações do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, de tentar criar movimentos bolivarianos do Brasil, e do MST, consideradas criminosas. Os militares criticaram a falta de resposta do governo em relação a estas questões. A ação do Clube Militar contra a promoção de Carlos Lamarca também foi motivo de muita polêmica na reunião.
Fonte: Tribuna da Imprensa
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