O processo trata de uma suposta fraude à cota de gênero nas eleições de Jeremoabo, envolvendo o Partido Progressistas (PP). A candidata Camila Bartilotti Lima é acusada de ter sido inscrita apenas para cumprir exigências legais, sem realizar campanha efetiva, apresentar prestação de contas ou participar de eventos políticos. A defesa do PP alega que sua candidatura foi legítima e que a candidata agiu de má-fé, recusando notificações e benefícios fornecidos pelo partido.
Camila Bartilotti, em sua defesa, confessou que sua candidatura foi fictícia, envolvendo recebimento de valores e um acordo com o partido para compor a cota de gênero. Documentos e depoimentos indicam a ausência de atos de campanha e irregularidades, como a inclusão de seu nome em listas de presença de eventos que não frequentou. Além disso, o comportamento de outros membros do partido sugere práticas recorrentes de irregularidades.
O processo conclui que há evidências suficientes de fraude eleitoral, demonstrando a intenção de fraudar a cota de gênero para atender exigências legais sem comprometer a legitimidade do processo eleitoral.