sábado, junho 25, 2022

Lei 14.230/21: a crônica da impunidade garantida...

Enquanto o Instituto Não Aceito Corrupção se prepara para entregar os troféus e os doze prêmios para os vencedores nas categorias academia, tecnologia, governança corporativa e jornalismo investigativo na noite de 27 de julho próximo, o índice de Capacidade de Combate à Corrupção na América Latina (liderado por Uruguai, Costa Rica e Chile) que acaba de ser divulgado, coloca o Brasil na posição 10 dentre 15 países, com viés de queda. 

Caímos da sexta para a décima posição no ranking, elaborado pela Americas Society/Council of The Americas com a Control Risks. O anúncio coincide com a publicização da prisão do ex-Ministro da Educação Milton Ribeiro e de pastores envolvidos em escândalo relacionado à liberação de verbas naquela pasta. 

O caso ganha destaque especialmente porque o número de reuniões dos pastores foi inicialmente bloqueado indevidamente pela presidência e posteriormente divulgado diante da má repercussão do bloqueio, verificando-se que foram mais de quarenta reuniões.  

A Petrobrás terá seu quarto presidente, especialmente em virtude das discussões relacionadas ao aumento da tarifa, estabelecida pelo corpo diretivo e não aceita pelo corpo político, que inclusive ameaçou criar CPI e agora fala em rever a lei das estatais como se leis fossem objetos descartáveis, desconsiderando que ela existe para proteger a eficiência de governança das estatais, que a sociedade não quer que mude e que está em vigor há apenas seis anos. 

INAC na mídia: confira os artigos da semana

O Brasil voltou a cair no Índice CCC (Capacidade de Combate à Corrupção), levantamento elaborado pelo fórum AS/COA (American Society/Council of the Americas), sediado nos EUA, e pela empresa de consultoria de risco global Control Risks.

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Um esquema para liberação de verba coordenado por dois pastores sem cargos públicos que envolveu até suspeita de propina em ouro está no centro das denúncias.
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Populismo, democracia e soberania popular

Marlon Ferreira

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Lei alemã de due diligence na cadeia de suprimentos e seus impactos para as empresas brasileiras

Marcelo Zenkner

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Integridade: o copo meio cheio do combate à corrupção

Rodrigo Fontenelle

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Para a Genial Investimentos, os recentes episódios envolvendo a Petrobras (PETR3; PETR4) são apenas “a ponta do iceberg” de uma série de decisões do governo que visam modificar a precificação dos combustíveis na estatal.
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Um dia após a confirmação de que o indigenista Bruno Pereira e o jornalista Dom Phillips foram assassinados no Vale do Javari, no Amazonas, a Escritório de Direitos Humanos da ONU cobrou  que autoridades brasileiras reforcem os órgãos federais responsáveis pela proteção a povos indígenas ao meio ambiente.

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