quarta-feira, outubro 27, 2021

Um dos cardápios da câmara de vereadores de ontem(26.10) foi moqueca de tilápia supostamente super faturada.

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Nem todas as verdades são para todos os ouvidos. Nem todas as mentiras podem ser suportadas.“ —  Umberto Eco Famoso filósofo e escritor italiano 1932 - 2016

Parece que depois de muito tempo, mesmo tardio, a oposição resolveu levar para a Justiça o suposto superfaturamento da aquisição das Tilapias, onde alguns vereadores da situação tentaram justificar dizendo que " quem vende para a prefeitura só vende mais caro?(sic).

Melhor seria que esses cidadãos "representante do povo", procurassem estudar a Lei das Licitações para entender o que significa uma licitação; ou então permanecessem calados para não sujeitar-se ao ridículo e espantar a "distinta plateia" daquela casa legislativa.

O que os vereadores da oposição conseguiram apurar até o momento, e que irão levar ao conhecimento da Justiça de forma oficial, é a suposta politicagem com a distribuição do pescado com a população carente discriminando os povoados, assim como o provável superfaturamento.

Quando o gestor de Jeremoabo usou as redes sociais para fazer a propaganda que adquiriu 10 toneladas de Tilapias a R$ 15.00(quinze reais) o quilo, imediatamente a ONG-TransparênciaJeremoabo efetuou uma TOMADA de PREÇOS e encontrou ao preço de R$ 12,00(doze reais), para entregar embalada no local indicado; e se a aquisição ultrapassasse 350(trezentos e cinquenta)quilos, arredondaria para R$ 8,00(oito reais)o quilo.

Os vereadores da oposição conseguiram localizar essa desconhecda empresa quwe vendeu o peixe ao prefeito, localizada na cidade de Nova Gloria - Bahia, e chegando lá compraram uma quantidade ínfima da mesma quantidade ao preço de R$ 8.00(oito reais). 

Enquanto isso, uma pobre mãe de família,  desempregada e em situação de rua é mãe de cinco filhos e tinha sido presa no último dia 29 após roubar itens de supermercado

Para conseguir a liberdade O Supremo Tribunal de Justiça concedeu habeas corpus; o relator do habeas corpus, ministro Joel Ilan Paciornik, disse que se tratou de um furto simples.

O que o cidadão-eleitor-contribuinte de Jeremoabo espera da Justiça é, que apure esse suposto faturamento e suposto ato de improbidade com todo o rigor da lei, já que ninguém está acima da lei, mesmo sendo prefeito.



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