quinta-feira, agosto 27, 2020

Beto Vilas Boas mostrou ao povo de Jeremoabo o Guilherme que tentou fraudar a Justiça para sair candidato a vereador



Esse cidadão que Beto se refere é igual ao escorpião, por índole se alimenta de traição e fazer mal a quem te dá a mão; foi assim com Anabel, com Chaves e agora com o prefeito Deri do Paloma; que na sua frente aplica o beijo de Judas, por trás apunhala.
Quer subir a todo custo usando fraude, traindo, e querendo passar todo mundo para trás, nem a cunhada do prefeito escapou; procura depreciar o irmão do prefeito, secretários,  vereadores do grupo e até o proprio prefeito; tornou-se no grupo do onze, o verdadeiro escorpião da  traição e da maldade.
Escutando os áudios denúncias de Beto contra esse elemento chamado Guilherme Enfermeiro, lembrei-me de certo artigo que li intitulado: ítulo: Frei Betto fala do diabo na terra do sol
Autor: Antonio Gonçalves Filho Fonte: O Estado de São Paulo. 
"Esse diálogo com o Príncipe das Trevas faz lembrar o do intelectual que vendeu sua alma a Mefistófeles na peça de Christopher Marlowe (Fausto). Nela, o demônio desce à Terra para atender ao chamado de Fausto, que desconfia estar diante de um impostor. Como, então, poderia o diabo estar a seu lado se seu lugar é no inferno, questiona Fausto. "E onde você pensa que estamos?", responde Mefistófeles. ."

"O mito de Fausto narra a história do homem que vendeu sua alma ao diabo, em troca de satisfazer os seus desejos humanamente inalcançáveis. A insatisfação do ser humano com a sua condição limitada e frágil, nascido para a morte e para a dor, mas também com aspirações infinitas, o faz buscar no sobre-humano ou sobrenatural uma explicação para o talento e o sucesso. O mito de Fausto teve sua origem na Alemanha, no século XV (Lizandro Carlos Calegari1 Vanderléia de Andrade Haiski2) 

Vamos a alguns fatos da trajetória da traição, da maldade e do mal caratismo desse elemento FICHA SUJA.
1 - Além de não cumprir o seu juramento como enfermeiro, abandonou os postos de saúde, deixando o povo sem atendimento, querendo receber sem trabalhar; onde a ex-prefeita Anabel moralizando a coisa pública e defendendo o povo, principalmente o mais carente, abriu inquérito e colocou esse artista na rua  " a bem do serviço público. (por isso que na mente desse artista Anabel é desonesta).
2 - Pulou para o grupo de Deri do Paloma, porém, antes o chantageou, com os 11(onze) motivos para o povo não votar em Deri.
3 - Por inveja usou Fake News para queimar o Secretário de Saúde Dr. Luizinho, inclusive pedido a Beto para acompanhar sua baixaria também queimando o Dr. Luizinho através da ONG, fato condenado pelo Beto.
4- Conforme áudios do Presidente da ONG, tentou denegrir a imagem dos vereadores, principalmente Jairo do Sertão e Neto.
5 -  Insatisfeito queimou os Andrades na pessoa do Secretário de Infraestrutura, tudo isso com inveja porque o Tistinha de certa forma vem prestando um serviço razoável.
6 - Usando da traição, da sua má fé vem tentando derrubar a cunhada do prefeito, que exerce cargo de Direção no Hospital.
7 -  Tentou colocar defeito no Locutor do Programa Conexão Verdade, Carlino Souza.
8 - Tentou induzir o povo acreditar que este Blog publicava mentiras, quanto o maior mentiroso que apareceu em Jeremoabo .e o mesmo.
9 -  Conseguiu através do prefeito Deri nomear sem concurso público, ele proprio, a mulher e o cunhado, e ainda tem a cara de pau de falar e nepotismo.
10 - Na ilusão de que como ' FICHA SUJA" QUE É,  poderá sair candidato a vereador de Jeremoabo, começou a queimar a ONG-Transparência Jeremoabo na pessoa do cidadão Beto Vilas Boas,

Por último para não tornar a matéria cansativa, vamos ao ato 11(Onze) .

11 - Usou o pouco conhecimento do prefeito Deri do Paloma, para fraudar e omitir documentos para burlar a Justiça, para isso junto com seus comparsas desonestos induziram o prefeito a cometer um crime, anulando de forma doloso a sua DEMISSÃO.
Através desse ato criminoso, omitiram um PARECER CONTRÁRIO DA PROCURADORA GERAL, enviando um parecer fajuto ao prefeito para baixar Decreto anulando um Ato Perfeito e Legal.
Resultado, os vereadores da Oposição defendendo o povo de Jeremoabo e a moralização da coisa publica, no combate a desonestidade, ingressaram com uma AÇÃO POPULAR perante a Justiça de Jeremoabo, onde o Dr. Juiz já concedeu a liminar, anulando todo o ato criminoso, onde provavelmente irão responder criminalmente tanto ele quanto o prefeito e outros, pelo crime de responsabilidade, improbidade administrativa e Penal. 

Nota da Redação deste Blog - Eu Dede Montalvão sou e fui fundador do Grupo 11, fui um dos que lançou Deri do Paloma pela primeira vez como candidato a prefeito, lutei ombro a ombro com grupo 11 até a vitória.
No grupo 11 tem muito cidadão honesto, cidadão de baa fé, cidadão que nutre ainda esperanças por dias melhores, lá não te cabe, você é um estranho no ninho, é uma maçã podre que poderá apodrecer o que existe de bom.
Infelizmente políticos tem que " engolir sapo sem vomitar", e Deri está engolindo esse sapo, engunhando, mas sem vomitar.

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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