domingo, fevereiro 19, 2012

Até R$ 40 mil em correções


Documentos revelam como a Inglaterra investigou “comunismo” de Chaplin

Charles Nisz


CNJ se prepara para intervir em dois casos que estão sem solução há anos



Se era para cortar, por que aprovaram?

Carlos Chagas


Governo quer enquadrar web como meio jornalístico

Hildeberto Aleluia


Se for para consulta pública, será o fim das viagens de magistrados

Pedro do Coutto


Devemos usar ou ignorar os medicamentos genéricos?

Eles são aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária e custam menos que os remédios de referência. Mas há médicos que duvidam da eficácia dos medicamentos sem marca


O grande Seixas Dória

Sebastião Nery



Especialista não acredita que algum dia o Irã ataque Israel com arma nuclear


O eleitorado precisa completar o serviço que a Lei da Ficha Limpa só começou


O CORDEL DA FICHA LIMPA



De tanto se indignar


O povo se rebelou

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Criou projeto de lei


E por pressão aprovou


Nominou de Ficha Limpa


Pra que o corrupto sinta


Que a impunidade acabou.



Nada obstante aprovada


Depois de entrar em vigor


Quem foi por ela atingida


Junto ao Supremo apelou


Alegando incongruência


E presunção de inocência


Tudo isso em seu favor.



Inocente na política


Quer dizer impunidade


Enquanto couber recurso


Não há culpabilidade


É dizer para um prefeito


Que ele tem o direito


De lhe roubar a vontade.



A presunção de inocência


Que se aplica a lei penal


Não pode servir de escuto


Pra proteger marginal


Não há político inocente


Nem titular nem suplente


No Direito Eleitoral.



Mas hoje a Suprema Corte


Falando por derradeiro


Por maioria de voto


Pôs ordem no galinheiro


Chamou o feito a ordem


E ficha suja não pode


Sujar mais esse poleiro.



Sinceramente gostei


Dessa última decisão


Pois eu já vinha votando


Naquele menos ladrão


Agora posso votar


Na presunção de não dar


Voto pra corrupção.



Edmar Melo.

Fonte: Luis Nassif

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suborno nos EUA
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PREFEITO DE CORUMBAÍBA TEM SEU FUTURO POLÍTICO AMEAÇADO – PROMOTORIA DE JUSTIÇA PEDE SEU AFASTAMENTO DO CARGO

O Prefeito de Corumbaíba, ROMÁRIO VIEIRA DA ROCHA vê seu futuro político novamente ameaçado. Ele que já responde várias ações civis públicas e ações criminais, algumas já julgadas procedente na Comarca de Corumbaíba, cujas condenações foram confirmadas pelo Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, acaba de ser novamente acionado pelo Ministério Público do Estado de Goiás, via da Promotoria de Justiça de Corumbaíba, que em 27/01/2012 ajuizou outra Ação Civil Pública por prática de ato de improbidade administrativa em seu desfavor, ação protocolada sob o nº. 201200300461, oriunda de denúncia formulada pela AMAC –Amigos Associados de Corumbaíba.

Desta vez, a acusação que recai sob o Prefeito ROMÁRIO é a de ter efetuado várias doações ilegais, em favor de pessoas supostamente carentes, que na verdade não se enquadram no conceito legal de carência, dado por legislação do próprio Município.

ROMÁRIO será réu em mais esta ação, juntamente com os beneficiários das doações ilegais, dentre eles o Sr. WALTERSON GUIMARÃES CHAGAS, mais conhecido pelo apelido de “SAROBA”, e sua esposa ROSELI APARECIDA CAMPOS GUIMARÃES, sendo o primeiro um dos prestadores de serviço da Prefeitura Municipal, que em anos anteriores recebeu importâncias superiores a R$100.000,00 (cem mil reais), e ainda assim foi considerado carente por ROMÁRIO.

Com isso, ROMÁRIO, que já não se encontrava em situação jurídica confortável para disputar futuras eleições, se complica mais ainda, lembrando que vários processos movidos contra ele ainda aguardam julgamento, conforme consulta feita junto ao site do TJ/GO (www.tjgo.jus.br).

Enganam-se aqueles que acreditam que a situação jurídica do Prefeito ROMÁRIO não pode piorar em curtíssimo prazo, pois um dos principais requerimentos formulados na ação protocolada pela Promotora de Justiça Ana Paula Silva e Sousa, foi justamente o de seu afastamento imediato do cargo, o que pode ocorrer a qualquer momento, uma vez que o processo se encontra no gabinete do juiz da Comarca, Dr. Márcio Morrone Xavier, desde o dia 31/01/2012, aguardando a análise do pedido.

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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