sexta-feira, fevereiro 03, 2012

Charge do Sponholz

Aleluia, irmão. Nem tudo está perdido. O Supremo manteve os poderes do Conselho Nacional de Justiça.

Carlos Newton


Repórter do Estadão acertou em cheio, ao prever o resultado da votação no Supremo

Carlos Newton


'Queriam minar minha credibilidade no Judiciário', diz Eliana Calmon

'Queriam minar minha credibilidade no Judiciário', diz Eliana Calmon
Foto: José Cruz

http://maierovitch.blog.terra.com.br/files/2012/02/justica-stf-themis.jpg

Supremo não melhorou a imagem e continua em descrédito junto à população


'Não podemos conviver com um movimento decretado ilegal', diz Wagner

'Não podemos conviver com um movimento decretado ilegal', diz Wagner
Foto: Tiago Melo / Bahia Notícias
Em pronunciamento em cadeia nacional de Rádio (20h) e TV (20h15), o governador Jaques Wagner tranquilizou a população e fez duras críticas a ações irregulares cometidas pelo grupo da Polícia Militar que se mantém em greve desde terça-feira (31). “Agimos imediatamente, e com todo rigor, para conter as ações de um grupo de policiais que, usando métodos condenáveis e difundindo o medo na população, chegou a causar desordem em alguns pontos do nosso estado”, declarou o gestor. "Não podemos conviver com um movimento decretado ilegal pela justiça baiana. Além disso, 12 mandatos de prisão já foram emitidos", completou. Wagner também lembrou o pedido de reforço da Força Nacional e do Exército para a presidente Dilma Rousseff, que foi atendido imediatamente. “Hoje estão presentes, reforçando o policiamento, 2350 militares do exército, marinha e aeronáutica. Amanhã se somarão a este contingente mais 600 homens”, disse. "Apesar de todos esses esforços sei que ainda não estamos numa situação ideal e vamos seguir trabalhando firmemente para melhorar", finalizou. Confira na íntegra o pronunciamento do governador.


Seis lojas da Cesta do Povo foram saqueadas nesta quinta em Salvador


O medo assume o lugar da esperança

por Samuel Celestino


O próximo, quem será?

Carlos Chagas


O Judiciário, o CNJ e a opinião pública

Que o CNJ tenha suas prerrogativas de controle reafirmadas no STF contra o corporativismo




Tragédia em estádio egípcio é um alerta ao Brasil

Milton Corrêa da Costa



Delegados da PF lançam manifesto contra Dilma

Delegados da PF lançam manifesto contra Dilma

Num Governo sem Operações espetaculares, os homens de preto dizem estar sendo discriminados na gestão da presidente; Leia o texto na internet e a reportagem de Claudio Julio Tognolli


A Justiça (?) Brasileira!
Isso foi exibido em todos os telejornais noturnos na quinta feira.
Paulo, 28 anos, casado com Sônia, grávida de 04 meses, desempregado há dois meses, sem ter o que comer em casa foi ao rio Piratuaba-SP a 5km de sua casa pescar para ter uma 'misturinha' com o arroz e feijão, pegou 900gr de lambari, e sem saber que era proibida a pesca, foi detido por dois dias, levou umas porradas.

Um amigo pagou a fiança de R$ 280,00 para liberá-lo e terá que pagar ainda uma multa ao IBAMA de R$ 724,00.

A sua mulher Sônia grávida de 04 meses, sem saber o que aconteceu com o marido que supostamente sumiu, ficou nervosa e passou mal, foi para o hospital e teve aborto espontâneo.

Ao sair da detenção, Ailton recebe a noticia de que sua esposa estava no hospital e perdeu seu filho, pelos míseros peixes que ficaram apodrecendo no lixo da delegacia.

Quem poderá devolver o filho de Sônia e Paulo?

Henri Philippe Reichstul, de origem estrangeira, Presidente da PETROBRAS, no Governo FHC, responsável pelo derramamento de 1 milhão e 300 mil litros de óleo na Baía da Guanabara, matando milhares de peixes e pássaros marinhos.

Responsável, também, pelo derramamento de cerca de 4 milhões de litros de óleo no Rio Iguaçu, destruindo a flora e fauna e comprometendo o abastecimento de água em várias cidades da região. Crime contra a natureza, inafiançável.

Este camarada encontra-se em liberdade e pode ser visto jantando nos melhores restaurantes do Rio e de Brasília.

Esta é uma campanha brasileira em favor da VERGONHA NA CARA.
Eu já divulguei, e você?
Fonte:

Portal Luis Nassif





Decidido: barbárie no Pinheirinho será denunciada à OEA e ao CNJ



Curiosidade: novo ministro das Cidades quer tornar obrigatório o exame da próstata.

Carlos Newton


Zapping

Galvão está fora da Olimpíada 2012 Galvão está fora da Olimpíada 2012




Gervásio Baptista/STF / Os ministros Luiz Fux, Carmen Lúcia, Joaquim Barbosa (em pé), Gilmar Mendes e Lewandowski durante a sessão de ontem: plenário dividido e a votação terminou 6 a 5 pró-CNJ

Supremo mantém poder de investigação do CNJ

A decisão do Supremo derrubou a liminar concedida em dezembro, mas ainda pode ser modificada na apreciação do mérito da ação movida pela AMB


Músico do Olodum é morto na porta de casa

Músico do Olodum é morto na porta de casa

Denilton Souza Cerqueira, 34 anos, foi morto a tiros durante tentativa de assalto na madrugada desta sexta-feira (03)

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Emiliano José: Wagner enfrenta a situação de maneira firme

Emiliano José: Wagner enfrenta a situação de maneira firme

Deputado federal diz que governador está firme e seguro ao não negociar com pessoas armadas que ameacem o estado democrático de direito

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Enquanto a cidade pega fogo...

Enquanto a cidade pega fogo...

Internautas se divertem com brincadeiras sobre o rumo da segurança e da política no nosso Estado. Confira as montagens

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STF

Wálter Maierovitch

wm01@br.inter.net

Walter Maierovitch é jurista e professor, foi desembargador no TJ-SP

Têmis desconcertada

Dois recentes episódios a envolver ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) deslustraram a magistratura nacional e serviram para demonstrar o quanto estão ficando para trás certos padrões éticos, alguns referidos na obra Elogio dos Juízes Escrito por um Advogado, do jurista italiano Piero Calamandrei, falecido em 1956.

Com efeito. O ministro José Dias Toffoli compareceu em 21 de junho a uma extravagante boda de casamento. Um seu amigo brasileiro, advogado criminal de profissão, casou-se na famosa Ilha de Capri, na Itália. À primeira vista, tratava-se de um assunto privado. E sempre a princípio, incomparável com fatos protagonizados pelo ministro Gilmar Mendes. Conforme noticiário, Mendes, ao deixar a presidência do STF, teria sido brindado com uma viagem internacional e régias cortesias, incluídos hospedagens e deslocamentos em luxuoso automóvel Mercedes-Benz com cinesíforo ao volante, ofertadas pelo advogado e jurista Sergio Bermudes.

Bermudes possui concorrida banca de advocacia e empregou a esposa do ministro. Pelo trato ofertado ao casal Mendes, seguiu-se à risca a recomendação do poeta Olavo Bilac, ou seja, tudo deve sempre estar à altura do “nume” a ser homenageado. Pelo levantado, o ministro nunca se dera por impedido e participou de julgamentos com Bermudes a advogar por uma das partes, de modo a suprir-lhe a capacidade postulatória em juízo.

Indignado com o sucedido, o advogado Alberto de Oliveira Piovesan protocolou, na presidência do Senado, um pedido de impeachment de Mendes. Na peça, Piovesan frisou: “Os fatos são comprometedores. Revelam recebimento de benesses e outros fatos que põem em dúvida a isenção, a parcialidade do julgador, configurando violação a dever funcional, e em consequência a incidência do item 5 do artigo 39 da Lei Federal 1079/1950”. Como era de esperar, o senador José Sarney, numa canetada, arquivou o pedido de impeachment.

Por seu turno, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), já presidido por Mendes e proclamado como órgão de controle externo da magistratura, quedou-se inerte. Pela Constituição, o CNJ restou colocado abaixo do STF. Assim, os conselheiros não têm legitimação constitucional para apurar eventuais conflitos de interesse ou violações ético-funcionais dos ministros do Supremo. Numa apertada síntese, o órgão de controle externo não pode fiscalizar os ministros do STF sobre cumprimento de obrigações estabelecidas na lei orgânica. Contra eles, só cabe impeachment.

De volta a Toffoli. Um mês depois da boda na ilha italiana, animada pela voz de Pepino di Capri (inacreditável!!!), o jornal Folha de S.Paulo publicou reportagem capaz de fazer corar de vergonha Têmis, a deusa grega da Justiça, da imparcialidade dos julgamentos. Os convidados, cerca de 200, incluído Toffoli, ficaram hospedados em hotel cinco-estrelas, com duas diárias pagas pelo nubente, ou melhor, pelo advogado amigo do ministro, Roberto Podval.

O texto ressaltou ter Toffoli, sem se dar por impedido, participado de julgamentos de causas em que atuou Podval. Com Toffoli como relator e de interesse do amigo advogado, tramitam dois outros feitos criminais. Mais ainda: o ministro não compareceu, por estar na festa em Capri, à sessão do STF em que, entre outros casos, apreciou-se a questão da proporcionalidade do aviso prévio aos trabalhadores, prevista na Constituição de 1988 e nunca aplicada.

Procurado pelo jornal, Toffoli usou a jurisprudência de Antonio Palocci. Por meio de sua assessoria de imprensa, sustentou que não falava sobre questões privadas. Em seu socorro, manifestou-se a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). Numa visão pela metade, a AMB destacou que o impedimento previsto nas leis processuais diz respeito a vínculos com as partes do processo e não com seus advogados. Esqueceu a AMB de lembrar que, por motivo de foro íntimo, o magistrado deve se afastar, tudo em nome da imparcialidade e para preservar a boa imagem da Justiça.

A sociedade civil não deseja que um juiz viva numa redoma, mas lhe cobra postura digna. De uma mulher de César, que, além de honesta, precisava parecer como tal. É por essa razão que a lei processual admite o afastamento do juiz por motivo de foro íntimo.

Em vários tribunais estaduais, com a distribuição informatizada, os desembargadores se antecipam e relacionam advogados amigos. Por razão de foro íntimo, os processos não lhes são encaminhados. No STF, isso não serviria a Mendes e a Toffoli.

Numa empresa, a falta injustificada do trabalhador acarreta o chamado “corte do ponto”. Os ministros do STF gozam de dois meses de férias ao ano e, quando em Capri para o casamento de um amigo, o ministro Toffoli não estava em gozo delas. Ao que parece, o seu “ponto” não será cortado e também não perderá um dia de antiguidade para outros fins legais.

P.S. da Redação: O redator-chefe de uma revista de grande circulação e diminuta moral, que costuma bajular os clientes de Podval, também participou da cerimônia em Capri. Obviamente à custa do advogado em núpcias. (Fonte: CartaCapital)







Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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