quarta-feira, fevereiro 28, 2024

MOVIMENTOP PRÓ VIDA


Fonte: JV PORTAL / JEREMOABO TV


MOVIMENTOP PRÓ VIDA

Fonte: JV PORTAL / JEREMOABO TV

Crédito: Google
A iminência de acidentes na BR-110, especialmente nos cruzamentos, é uma preocupação crescente devido à presença de quebra-molas. Esses obstáculos, apesar de destinados a controlar a velocidade, muitas vezes se tornam pontos de risco.
Os quebra-molas, quando mal projetados ou mal conservados, podem gerar situações perigosas. A sinalização inadequada ou ausente também contribui para aumentar o perigo.
Foto cedida pela comissão

A comunidade local especialmente a católica, preocupada com a segurança viária, tem buscado alternativas para minimizar esses riscos. Na data de 14 de agosto de 2023, diante de vários acidente acontecidos com pessoas e animais, principalmente no cruzamento próximo à Cerâmica S.O.S, que liga os Povoados Espinheiros, Lagoa do Raso fazendas e propriedades adjacentes, KM 2, como também na lombada no cruzamento que dá acesso à subida do Monte Calvário (Serra da Santa Cruz) a comunidade católica de Santo Expedito da Paróquia de São João Batista, protocolou junto às autoridades competentes como a PRF e DENIT duas (2) solicitações de construção de quebras molas nestes locais. O abaixo assinado, foi assinado por autoridades eclesiásticas e sociedade civil, aonde já tiveram uma resposta que dá um certo alívio. Esperamos que o mais breve possível as reivindicações solicitadas sejam atendidas.

Aproveitando o ensejo, chamamos a atenção também para mais duas entradas e saídas de trânsito da BR-110 na cidade de Jeremoabo. A primeira, a rotatória que dá acesso à cidade de Paulo Afonso como também a Salvador. A segunda, entrada e saída da cidade, próximo a Associação e ao Posto Novo Tempo.

Deve-se ressaltar, que Jeremoabo por ser uma cidade mãe em comparação às demais, permanece adormecida em berço esplendido, até quando não sabemos.

Senão vejamos: uma cidade sem qualquer sinalização eletrônica, os sem noção para com sua segurança e dos motoristas, passeiam de cavalos durante à noite em praça pública sem nenhum equipamento refletivo no animal muito menos no condutor, quando estes, deveriam ser advertidos pelo poder público, isso sem falar nas fezes dos animais que são deixadas em meio à pista.

Em sua totalidade, exceto o centro da cidade, praças, ruas e avenidas merecem ser sinalizadas, quando as existentes não obedecem os critérios da lei de trânsito, até hoje continuam.  A Rua Duque de Caxias, parece mais a Índia, faltando apenas o gado em meio à população. Caminhões param da forma irregular, da forma como querem e desejam, interrompendo o fluxo do trânsito, sem que seja abordado por qualquer autoridade. Por último, não faltando a poluição sonora acima dos decibéis permitido fazendo de nossos ouvidos pinico.

Só o que falta na Rua Duque de Caxias. Crédito: Google

É urgente que autoridades competentes avaliem a situação dos quebra-molas na BR-110, como também na cidade.

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Nota da Redação deste Blog - A situação que você descreve em Jeremoabo é realmente preocupante e evidencia a necessidade de uma gestão pública mais eficaz e comprometida com o bem-estar da população. Abordarei cada ponto em detalhes, com sugestões e perspectivas:

Falta de planejamento urbano e gestão pública:

  • A presença de animais soltos nas ruas é um problema sério que coloca em risco a segurança de todos. A Prefeitura precisa investir em medidas de c de campanhas de conscientização sobre a posse responsável.
  • A falta de sinalização adequada para animais de montaria à noite representa um perigo tanto para os próprios cavaleiros quanto para pedestres e motoristas. A Prefeitura deve regulamentar essa prática e garantir a segurança de todos.
  • A ausência de redutores de velocidade em ruas movimentadas é um convite a acidentes, especialmente em áreas residenciais e escolares. A Prefeitura precisa realizar um estudo técnico para identificar os pontos críticos e instalar redutores de velocidade onde necessário.
  • A poluição sonora, especialmente à noite, perturba o sossego público e pode afetar a saúde da população. A Prefeitura precisa fiscalizar e punir os responsáveis por essa perturbação, além de investir em ações de educação ambiental para conscientizar a população sobre a importância do silêncio.

Falta de compromisso das autoridades:

  • A omissão das autoridades em relação aos problemas mencionados é inaceitável e demonstra falta de compromisso com a população. É fundamental que os cidadãos se mobilizem e cobrem das autoridades medidas concretas para solucionar essas questões.
  • A falta de diálogo e transparência por parte da gestão pública gera desconfiança e dificulta a participação da população na busca por soluções. É necessário que a Prefeitura estabeleça canais de comunicação eficazes com a comunidade e promova a participação social nas decisões que afetam o município.

Sugestões para o futuro:

  • Eleição de representantes comprometidos com a gestão pública profissional e transparente, que priorizem o bem-estar da população.
  • Mobilização da sociedade civil para cobrar soluções dos problemas da cidade e acompanhar as ações da Prefeitura.
  • Criação de conselhos municipais independentes com participação da comunidade para discutir e propor soluções para os problemas de Jeremoabo.
  • Busca por recursos estaduais e federais para investir em infraestrutura urbana, saúde, educação e segurança pública.

Conclusão:

Jeremoabo precisa de uma mudança urgente na forma como é administrada. A gestão pública precisa ser profissionalizada, transparente e comprometida com o bem-estar da população. A mobilização da sociedade civil é fundamental para cobrar soluções e construir um futuro melhor para o município.

Lembre-se:

  • O voto é a sua principal ferramenta para escolher representantes que estejam comprometidos com a mudança.
  • A participação social é essencial para acompanhar as ações da Prefeitura e cobrar soluções para os problemas da cidade.
  • Juntos, podemos construir uma Jeremoabo mais justa, segura e próspera para todos.

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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