segunda-feira, maio 16, 2022

PT e PSB podem ficar separados em Minas, o segundo maior colégio eleitoral do país

 


Lula quer prefeito de BH Alexandre Kalil como vice contra Bolsonaro, diz jornal | Moon BH

PT quer apoiar Kalil (PSD), mas o PSB prefere Zema (Novo)

Paulo Cappelli e Edoardo Ghirotto
Metrópoles

Se em âmbito nacional a chapa Lula-Alckmin já é realidade, em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país, uma aliança entre PT e PSB é considerada difícil. O PT tem sinalizado apoio a Alexandre Kalil, do PSD, ao governo estadual. A cúpula do PSB, porém, tem demonstrado preferência pela reeleição de Romeu Zema, do Partido Novo.

O atual governador de Minas mantém boa relação com dirigentes graúdos pessebistas, o que aumenta a possibilidade de PT e PSB escolherem candidatos diferentes ao Palácio Tiradentes.

Em solo mineiro, também há divergência na base bolsonarista. Pessoas próximas de Jair Bolsonaro têm o aconselhado a apoiar a reeleição de Zema, que seria eleitoralmente mais viável. O PL, partido do presidente, porém, ensaia lançar o senador Carlos Viana ao governo estadual.

MAIS PROBLEMAS – Há dificuldades também no relacionamento entre PT e PSB em Pernambuco, onde o Solidariedade recentemente colocou sua pré-candidata ao governo estadual, Marília Arraes, para sentar na primeira fila do evento que oficializou o apoio do partido a Lula.

O ex-presidente ficou sentado no centro do palco, ao lado de Paulinho da Força, presidente do Solidariedade, e de Geraldo Alckmin, candidato a vice. Marília foi colocada pela legenda na cadeira à esquerda de Alckmin. À vontade, Marília posou para fotos fazendo o ‘L’, de Lula, e gravou vídeos em cima do palco.

Mas a presença da pré-candidata foi e é uma saia-justa para o PT com o PSB. Marília deixou o PT porque não conseguiu apoio para a candidatura. E o PSB considera a manutenção do governo em Pernambuco como a joia da coroa para esta eleição. O deputado Danilo Cabral foi o escolhido para concorrer ao cargo e disse que o palanque no estado será exclusivo de Lula. O petista, em retribuição, afirmou em entrevistas que não apoiaria Marília. E agora?

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