terça-feira, maio 31, 2022

Há muitos católicos q não são cristãos.Muita religiosidade e pouca fé

     em 31 maio, 2022 4:07 

Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça

                   “O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.


O blog torce que o estilo do Papa Francisco perdure por muitos anos na Igreja Católica, mesmo ao fim do pontifício dele. E ele está demonstrando que tem consciência desta necessidade por isso está reformando a parte arcaica da Igreja através da nomeação dos cardeais como fez neste final de semana. Entre os novos 16 cardeais dois brasileiros e, pela primeira, vez um cardeal com 48 anos de idade, Dom Giorgio Marengo, que atua na Mongólia. O Papa Francisco convocou o consistório para agosto com isso ele reforça a reforma da Igreja e sua universalização através do colégio Cardinalício.

A verdade é que a Igreja Católica pós o Papa Francisco é outra.

Faltam também alguns católicos, na verdade muitos católicos, que não são cristão na prática cotidiana começarem a fazer sua parte.

E um desafio para estes católicos, que não são cristãos é passar por um processo de conversão, passar de uma prática cultural, para uma transformação de vida pessoal, comunitária e social.

O verdadeiro seguimento a Jesus de Nazaré, não é ficar olhando para o céu, nem tão pouco com os olhos fechados fazendo orações intimistas. É procurar repetir na vida e com à vida, as ações e sentimentos de Jesus.

O titular deste espaço acredita que falta em muitos cristãos um verdadeiro encontro com a pessoa de Jesus de Nazaré. Um homem que participou de um assassinato de repercussão internacional é um católico fervoroso. Frequenta cotidianamente uma Igreja em Aracaju, inclusive participando do coral e nas atividades litúrgicas da paróquia.

É preciso repensar esse cristianismo apenas de cantoria e louvor, que não respeita o direito a vida e que cultua um Jesus que não é o descrito nos Evangelhos.

Há cristãos que seguem Igrejas e não Cristo. E isso se percebe bem em Aracaju, onde alguns não entendem que defender e pregar as palavras de Jesus Cristo não é a submissão aos dirigentes religiosos, que devem ser exemplos e não maus exemplos para seus liderados e os fieis católicos.

É apenas uma reflexão: Há muitos católicos que não são cristãos. Há muita religiosidade e pouca fé.


Chega de corporativismo: o assassinato do Genivaldo tem que ser exemplarmente punido É preciso que a imprensa não deixe cair no esquecimento: o Brasil não vai aceitar impunidade neste caso. É um crime de tortura, misturando com incompetência e muita maldade. Em respeito também aos próprios agentes da PRF que em sua maioria tem um perfil totalmente diferente dos colegas que cometeram esse crime.

“Tamo lascado” Reflexão de um jornalista: “No Fantástico de ontem (domingo) à noite o repórter da Globo perguntou ao delegado da Polícia Federal em Sergipe: e se as pessoas que cometeram o crime contra Genivaldo fossem cidadãos comuns, já estariam presos? O delegado apenas riu e deu uma resposta vazia. “Esse é um caso polêmico”, disse.

Lado da bandidagem? Não extremista de direita, lado da Bandidagem é apoiá-lo e fechar os olhos para um assassinato brutal! “A justiça vai existir nesse caso e, com toda certeza, será feita a justiça né… Todos nós queremos isso aí. Sem exageros e sem pressão por parte da mídia, que sempre tem um lado: o lado da bandidagem. Como lamentavelmente grande parte de vocês [jornalistas] se comportam, sempre tomam as dores do outro lado. Lamentamos o ocorrido e vamos com seriedade fazer o devido processo legal para não cometermos injustiça e fazermos, de fato, justiça”, disse Bolsonaro ontem, 30, sobre o caso Genivaldo.

Veículo da SMTT invade semáforo vermelho no cruzamento que o blog já alertou o próprio órgão da necessidade de colocar fiscalização eletrônica O blog flagrou ontem veículo da SMTT, placa QMO1A86, invadiu o semáforo às 16h56 da tarde de ontem, 30. Muitos veículos que vêm no sentido Zona Sul para pegar a Avenida Engenheiro José Carlos Silva (ao lado do Hotel Aracaju Express, do outro lado da pizzaria Janaina) não respeita o sinal quando fecha. Quem sabe o prefeito interino, Vinicius Porto cobra explicações ao superintendente da SMTT. E pedir que seja providenciada a colocação de fiscalização eletrônica para acabar com a invasão quando o semáforo está vermelho.

Rosário do Catete: Prefeitura já empenhou cerca de R$ 800 mil para “Festa do Catete” mas não paga piso do magistério E alguns servidores e cidadão do município de Rosário do Catete estão pedindo ao Ministério Público local que interceda para que o erário seja usado para garantir o cumprimento das leis, como o reajuste do pagamento do piso do magistério, que o prefeito insiste em não cumprir. Até agora já foram empenhados cerca de R$ 800.000 com a contratação de shows. O empenho do print ao lado é apenas um, do cantor Bell, no valor de R$ 300 mil para se apresentar por uma hora e meia, conforme consta no rodapé do documento. Enquanto isso o magistério…


Parcerias No último final de semana, o pré-candidato a deputado estadual Sérgio Reis (PSD) esteve no município de Itabaianinha e recebeu o apoio do ex-prefeito Renildo Santana para as eleições de 2022. “Hoje foi dia de encontrar o amigo e ex-prefeito de Itabaianinha Renildo Santana para firmar nossa parceria para as eleições deste ano. Renildo já nos garantiu apoio e é mais uma grande liderança política que vai marchar conosco. É a prova de que Sergipe quer e vai continuar avançando”, afirmou Sérgio

Caminhada O pré-candidato também marcou presença no município de Indiaroba e foi recebido pelo ex-prefeito Dr. Raimundo e pelo empresário JP. “Que alegria poder reencontrar os amigos e firmar mais apoios para a nossa caminhada. E foi dessa forma em Indiaroba, neste sábado, onde fui recebido pelo ex-prefeito Dr. Raimundo e pelo empresário JP, que fez questão de me mostrar a imagem em tamanho real da minha santa protetora, Santa Teresinha”, disse Reis.

Pleito dos condutores de ambulância O deputado federal Laércio Oliveira (PP) recebeu o presidente do Sindicato dos Condutores de Ambulância (Sindconam-SE), Robério Batista, o diretor sindical, Adilson Capote, entre outros representantes, para tratar sobre o Projeto de Lei n° 3.553/2015, que dispõe sobre a regulamentação do exercício da atividade de condutor de ambulância.

Regulamentação O PL 3.553/2015 já recebeu parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados e precisa ser analisado em plenário para ser votado. Adilson Capote disse que o objetivo da reunião foi pedir o apoio do deputado Laércio Oliveira pela agilidade na tramitação do projeto. “Nós estamos pleiteando esse projeto que vai regulamentar nossa profissão. Infelizmente, a gente atua na área da saúde, mas não somos regulamentados no Brasil, apesar de toda a luta pela vida e em prol do melhor pela população sergipana e brasileira, já que o projeto é nacional”, comentou Capote.


Mais informações Receptivo, Laércio disse que buscará mais informações sobre o projeto que, sendo aprovado, beneficiará mais de mil profissionais em Sergipe. “Nós já recebemos os condutores de ambulância em diversas oportunidades em Brasília para tratar sobre o PL 3.553. É uma categoria que exerce um papel importantíssimo na área da saúde, salvando vidas, e merece toda a nossa atenção”, assegurou o deputado.

Indiaroba: hoje, 31, a partir das 8h, lançamento oficial do “São João de Tradição” E a Prefeitura de Indiaroba vai apresentar hoje, 31, a partir das 8h, a programação junina oficial do conhecido “São João de Tradição”. O evento será realizado no Centro de Convenções da cidade, que será reinaugurado na oportunidade. Segundo a organização, o São João de Indiaroba 2022, é uma tradição que orgulha todos os moradores.


Retomada Como a Prefeitura entende que o maior patrimônio de uma cidade, é o seu povo que faz – através do amor e da dedicação – Indiaroba se destacar por realizar os festejos juninos mais tradicional de Sergipe com a retomada após dois anos serão prestadas homenagens a algumas personalidades locais. A homenagem será iniciada pela saudosa Jandira Araújo de Lima, que tinha o dom de cativar as pessoas e fazer novas amizades. Uma mulher amável, de bem com a vida e apaixonada por tudo que fazia. Empreendedora, Dona Jandira foi a primeira mulher a trabalhar como revendedora de cosméticos e folheados na cidade. Cozinheira de mão-cheia, confeitaria, maquiadora, cabeleireira e costureira. Além dessas diversas habilidades, Jandira era apaixonada pelas manifestações culturais. Quadrilhas, Samba de Roda, Dama das Serestas, carnavalesca e Damas dos Araiás de Indiaroba. Dona Jandira, exemplo de mulher e de amor a sua Cultura.

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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