terça-feira, setembro 02, 2014

A prefeita "anafel" transformou a prefeitura de Jeremoabo num feudo onde ela manda e desmanda







O (dse)governo de Jeremoabo para despistar a atenção do povo a respeito da sujeira que viria pela frente, logo ao se apoderar da prefeitura provocou o escândalo dos trailers, praticando  atrocidades, injustiças e arbitrariedades.

Tentou mascarar tudo, construindo a Praça do Milhão, que depois da indignação do povo baixou de milhão para milhares.

Enquanto isso, não podendo beneficiar todos os seus afilhados com empregos na prefeitura, procurou beneficiar com outras maneiras, mesmo sendo escusas.

A pior coisa,  é uma pessoa desprovida de escrúpulos querer forçar todo mundo a aceitar que o ilícito é lícito, desconhecendo ou fazendo que desconhece, que a nossa Constituição não permite ditaduras, nepotismo e tiranas,
Antes de continuar esse meu pensamento, quero abrir um parenteses para decifrar e definir a atual (in)administração municipal de Jeremoabo.

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"Prefeito Medíocre - Cidade Medieval

Uma das premissas básica para um bom gestor público é conhecer a história. Eleger um prefeito ou vereador que desconhece a história do município, do Brasil e da humanidade já é um elemento de alerta. Quem desconhece a história está fadado a repetir todos os erros do passado, forçando a cidade a andar em círculos, que na minha humilde opinião já acontece com a maioria das cidades brasileiras com menos de 50 mil habitantes e mais de 100 anos de fundação.

Tenho tido tempo para me dedicar a análise detalhada do passado e do presente de inúmeras cidades com menos de 50 mil habitantes e as primeiras conclusões são assustadoras. Todas, repito, todas as cidades com menos de 50 mil habitantes e com mais de 100 anos de fundação estão paralisadas no tempo, e não no nosso tempo, ou seja, em 2013, século XXI, mas sim paralisadas no passado, mais precisamente na Idade Média, que para os conhecedores do assunto, teve seu início por volta do ano de 476 d.c., com a queda do último imperador romano, Rômulo Augusto, e se estendeu até meados de 1.517 com a Reforma Protestante, promovida por Martinho Lutero. Mas em outra ocasião explano mais sobre a origem da Igreja Luterana, que me fascina muito."
   
 .Continuando quero dizer que a prefeita "anafel" com alguns dos seus assessores, desconheceram a parte humana, a família e prole dos trabalhadores dos trailers,  e. alegando o cumprimento da "Lei" passou o trator em cima de todos, deixando entregues ao "deus dará".
Diante de toda essa atrocidade e irresponsabilidade, escaparam alguns que junto a prefeita estavam acima da "Lei".
Como estamos em período eleitoral, a prefeita depende de votos do povo, esqueceu que a Lei existe, esqueceu que os bens públicos, como o nome diz não lhes pertence, dando uma de aloprada, resolveu dilapidar o patrimônio público para beneficiar seus afilhados.

Ontem escrevi uma matéria denunciando essa irresponsabilidade, já hoje recebo uma informação de um cidadão residente em Jeremoabo, que indignado e revoltado passou a seguinte informação:

" Que a pessoa beneficiada com a permissão para abrir o "quiosque" fechado por ser ilegal, é uma cidadã detentora do cargo de Agente comunitária de saúde e Presidenta do conselho de Assistência Social "

O (des)governo de Jeremoabo não iria se expor ao ridículo, 

nem pagar um preço tão caro desse a troco de nada.


Pense nisso e reflita, como está a (in)administração de seu 

feudo chamado popularmente de cidade de Jeremoabo.











Detran/SP só pode cassar CNH após processo transitar em julgado

http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI207002,11049-Detran+SP+so+pode+cassar+CNH+apos+processo+transitar+em+julgado





 
Os impedimentos para atuação do juiz previstos no Código de Processo Penal (CPP) não são taxativos. Afinal, seria impossível ao legislador indicar todas as possibilidades passíveis de retirar a isenção...
WWW.CONJUR.COM.BR




Migalhas dos leitores - Eleições 2014
"Lei boa é aquela que pega. Mais que isso, lei boa vira ótima quando vai de encontro aos anseios dos homens de bem, diga-se de passagem, a imensa maioria do povo brasileiro. No momento em que o eleitor toma conhecimento que Arruda, no DF, e Maluf, em SP, tiveram suas candidaturas barradas pela Justiça Eleitoral por força da mera aplicação da lei ficha limpa - antítese da sujeira - passa a acreditar que há esperança, sentindo-se, assim - desculpe o trocadilho -, de alma lavada. Foram decisões difíceis, a de Arruda com resmungo público de ministro do TSE vencido, a de Maluf, desempatada pelo presidente do TRE/SP. Por essas e outras dá para crer que o Brasil pode melhorar." Jose Diogo Bastos Neto




Caso Arruda
Toffoli nega pedido do parquet para suspender a campanha de Arruda ao governo do DF. Para o presidente do TSE, o pedido de cancelamento de campanha não pode ser analisado até que os recursos sejam julgados e o processo seja concluído no tribunal. (Clique aqui)


Caso Maluf
TRE/SP rejeita pedido de registro de candidatura de Paulo Maluf a deputado Federal. Ele foi considerado inelegível, com base na lei ficha limpa, por ter sido condenado pelo TJ/SP por improbidade administrativa. (Clique aqui)



Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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