sexta-feira, setembro 05, 2014

Ainda bem não iniciou a tapar os buracos do feudo Jeremoabo, a suserana " anafel" já procura um vassalo

Hoje li no site de Bob Charles uma matéria intitulada:
Antonio Manoel durante missa de inuaguração  da Igreja de São Judas Tadeu, no Manoel Dantas

Regional

Sem nomes fortes para prefeito, Anabel deve usar empresário como trunfo


Nada tenho contra Antonio Manoel, pois ainda é meu parente e Maria Lúcia é uma pessoa por quem tenho grande estima, porém vamos aos fatos.

Diz a voz do povo que: " garrancho é quem derruba panela".


Foi Davi que com uma pedra  pequena derrubou o gigante Golias. E o garrancho que derruba a panela, não é uma lenha grossa. A lenha grossa serve de sustentação para que a panela não venha se inclinar e desabar.

É na adversidade que o sábio cresce. Mas com o tolo acontece o contrário, na hora da adversidade ele desiste, e é por isso que os pessimistas são derrotados.


Quanto maior é a luta, maior é a vitória.
Quanto maior é a árvore maior é a queda."

Foi  num passado não tão distante, que  tivemos um exemplo do que estou me referindo, quando o "menos igual" João Varjao se insurgiu contra a candidatura imposta pelos cabeças da oligarquia falida e oportunista que se considerava invencível,  saiu candidato  contra a maquina administrativa e venceu. 



Analisando a matéria do site acima:


Nos últimos 16 anos, o eleitor jeremoabense elegeu apenas prefeitos ligados a uma mesma familia e ao que tudo indica essa hegemonia será quebrada, justamente devido a ausencia de um nome forte ou de confiança da mandatária. Há rumores na cidade de que a prefeita Anabel de Carvalho(PSB) pretende indicar o empresário Antonio Manoel como seu candidato à sucessão em 2016.

Passaram a informação errada ao responsável pelo Site, pois nada muda, a oligarquia falida e arcaica continua a mesma, pois o Antonio Manoel é parente de "tista de deda" esposo da atual prefeita "anafel".

 A suposta indicação traz outra surpresa, comenta-se que Anabel quer fazer o sucessor custe o que custar e para tanto quer eliminar qualquer risco de perder o controle da prefeitura, tendo inclusive cogitado a possibilidade de convidar seu histórico adversário Deri do paloma para ser o companheiro de Antonio Manoel na disputa. Se a notícia for fundamentada, acredita-se que Anabel estará com a faca e o queijo nas mãos..

Vamos para as suposições, caso "anafel" apresentasse Antonio Manoel, ele sendo eleito não iria cobrir o rombo da prefeitura que já vem sendo empurrado com a barriga há muito tempo, se agravando ainda mais com o (des)governo "tista de deda" e Pedrinho de João Ferreira.
Mesmo que Antonio Manoel fosse indicado para assumiu o "feudo", essa "mina" jamais retornaria para "tista ou anafel".

Quanto a Deri desde junho que não tenho contato com o mesmo, mas acredito que o mesmo não deve embarcar nessa canoa furado, pois a quase totalidade dos eleitores que o acompanham só estão do seu lado enquanto estiver carregando a bandeira da oposição.

Na cidade há comentários de que se Deri do Paloma confirmar seu ingresso ao grupo da prefeita Anabel, abre-se ai uma brecha para a oposição convidar o vereador governista destaque de 2012, segundo a  Ágape Pesquisa e Publicidade, Antonio Chaves para disputar o comando da prefeitura como cabeça de chapa.
Aí também é querer menosprezar demais a inteligência da oposição, pois seria pior do que retornar a "Arena ! e Arena 2", seria o mesmo que indiretamente votar em "tista e anafel".
Sem nomes expressivos para “brigar” pela prefeitura da terra da Jurema em flôr, se forem confirmados os boatos, resta a oposição apostar na força de outro empresário, Fábio da farmácia que na última eleições siscou mas recuou da disputa. Caso contrário, resta o petista Otário Farias (PT). 
Ao contrário, em Jeremoabo existem nomes expressivos, o que está faltando é formar uma frente para acabar com o meio de vida desses politiqueiros profissionais da politicagens, 
Não gosto de citar nomes para não cometer injustiças, porém citarei alguns que poderão formar uma frente:
Lula de Dalvino, Janete, Fabio da Farmácia, Dr. Luizinho, Otávio, Batista Andrade, a juventude e muitas famílias de Jeremoabo, pois  os votos que Deri obteve, mais os brancos e nulos. foram superiores aos totalizados por "anafel".
Outro trunfo, para qualquer candidato contrário a "panelinha", preparar uma fiscalização com o apoio de advogados, não deixar usar a o dinheiro da viúva para fazer politicagem, que "anafel" e sua turma ficará igual a cobra quando perde o veneno.
E por último, tudo indica que Paulo Souto junto a Geddel serão eleitos, e tenho certeza que o mesmo não irá dar uma do Governador da Bahia Jaques Wagner que prestigiou mais os adversário que os próprios correligionários


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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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