terça-feira, setembro 09, 2014

Com a saúde a prefeita de Jeremoabo trata dessa forma, avaliem os demais serviços!!!




Quem já dirigiu carro velho, está familiarizado com a expressão: “só pega no empurrão” ou então, “só pega na bicada”.
Essa é uma opção para fazer o motor funcionar quando a bateria está “arreada ou quase sem carga e necessita de um recurso extraordinário, um choque abrupto e repentino, e isso se assemelha ao que acontece com o (des)governo “anafel” e a sua (in)gestão à frente da Prefeitura de Jeremoabo.
Jeremoabo PRECISA DE PESSOAS COMPROMETIDAS PREPARADAS PARA RESOLVER OS PROBLEMAS DA CIDADE
Jeremoabo não vai dá mais lugar para aventureiros em busca de fortuna como certos prefeitos, que usam  a administração pública para fazerem  politicagens, inclusive deixando de convocar os aprovados em concurso público, para admitir de forma irregular apadrinhados.
Não sei se por ignorância ou má fé, mas é inadmissível que um gestor público desconheça que  os candidatos aprovados dentro das vagas dispostas no edital devem ser admitidos pelo Órgão, segundo decisão do Supremo Tribunal Federal.
A Administração Pública pode, inclusive, chamar mais candidatos do que as vagas previstas no edital, desde que os aprovados no concurso público estejam dentro do limite percentual previsto. A única restrição que a Administração deve respeitar na hora da admissão, é a ordem de classificação dos candidatos aprovados no concurso público.
Como observamos abaixo o (des)governo de Jeremoabo achando pouco o abandono e desprezo em que se encontra a cidade, ainda tira o direito de quem tem.
Cidadãos que pagaram, estudaram e foram aprovados em concurso público da Prefeitura Municipal de Jeremoabo, concurso esse efetuado em 2011, para serem convocados e tomarem posse, foram obrigados a arcarem com despesas com advogados para conseguirem um direito sonegado e apoderado pelo (in)governo de Jeremoabo.
Não fosse a independência e responsabilidade do  Dr. Juiz de Direito da Vara Relativa às Relações de Consumo, Cíveis e Comerciais da Comarca de Jeremoabo/BA, que concedeu Mandado de Segurança, conforme Processo nº. 0001218-59.2013.805.0142, determinando que a Prefeita do Município de Jeremoabo/BA procedesse à nomeação e posse dos impetrantes, a vaca continuaria no brejo.

Olhem que esse  Concurso Público, ainda foi  previsto do Edital 001/2011, homologado em 30.08.2011.  

CONVOCADO
CARGO
COLOCAÇÃO
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
Gislene Bianca Silva de Souza
Aux. Técnico Enfermagem
25ª.
001/2014
Islania Rafaela de Macedo Santana
Aux. Técnico Enfermagem
26ª.
002/2014
Charlene de Jesus Varjão
Aux. Técnico Enfermagem
42ª.
003/2014
Diogo dos Santos Silva
Atendente de Consultório
5º.
004/2014
Luciano Guilherme da Silveira
Enfermeiro
20º.
005/2014
Luana Camila Costa Nascimento
Enfermeira
10º.
006/2014
Fabiana Nascimento Silva
Enfermeira
14ª.
007/2014
Dilson César Costa Nascimento
Enfermeiro
21º.
008/2014
Deise Vieira dos Santos
Enfermeira
23ª.
009/2014
Rosimary Reis Dantas
Enfermeira
15ª.
010/2014
Carlos Sebastião Oliveira Martins
Enfermeiro
12º.
011/2014
Regina Calazans Oliveira
Enfermeira
34ª.
012/2014
Maria Tania Passos Ribeiro
Enfermeiro
28ª.
013/2014
Isabela Cássia Lira Almeida
Enfermeira
25ª.
014/2014
Glauciane Lima dos Santos
Aux. Técnico Enfermagem
31ª.
015/2014
Ana Célia Carvalho Gama
Aux. Técnico Enfermagem
38ª.
016/2014
Foi concedido prazo de 05 (cinco) dias para apresentação do candidato no Setor Pessoal da Prefeitura munidos de documentos.(Fonte: Jeremoabo.com).

Observando o quadro demonstrativo acima, subtende-se que muitos foram aprovados, mas só foram convocados os determinados pela Justiça após baterem as suas portas. Mais uma vez fica confirmado o pensamento ou ensinamento de: 




PROPINODUTO FOI SIMULTÂNEO AO MENSALÃO DE LULA
ENQUANTO O PAÍS SE ESCANDALIZAVA COM O MENSALÃO NO GOVERNO LULA, COMEÇAVA O PROPINODUTO DA PETROBRAS
Ricardo Stuckert Instituto Lula - Dilma Rousseff Lula Luiz Inacio
Esquema de corrupção na Petrobras ocorreu em quase todo governo Lula e Dilma. Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
O propinoduto na Petrobras ocorreu entre 2004 e 2012, ou seja, nos governos de Lula e Dilma, segundo revelou o ex-diretor Paulo Roberto Costa. Isso significa que enquanto Lula jurava que “não sabia” e os petistas insistiam que o mensalão era invenção da “imprensa golpista”, outro mensalão era alimentado por 3% do valor dos contratos da Petrobras, e o dinheiro roubado repassado aos políticos aliados do PT.
Os depoimentos do delator Paulo Roberto Costa ao Ministério Público Federal inspiram título de livro: “As 40 horas que abalaram o Brasil”.
Dilma aproveitou o escândalo na Petrobras para expulsar de sua campanha o presidente do PT, Rui Falcão, que ela detesta. Leia na Coluna Cláudio Humberto.


Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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