terça-feira, setembro 23, 2014

Quando a Lei é cumprida corrige os desmandos de gestores prepotentes...

Abaixo transcrevo uma matéria a respeito de um assunto semelhante ao que aconteceu em Jeremoabo.
Em Jeremoabo a prefeita sem consultar os servidores da prefeitura transferiu o pagamento do BRADESCO para Caixa Econômica e ficou por isso mesmo, não adiantou os servidores reclamarem.
Em Aracaju onde os servidores são politizados, não concordaram com o ato unilateral do Prefeito, protestaram, ingressaram na Justiça, e essa em cumprimento da Lei, determinou o retorno das contas ao Banco de origem.
Em Jeremoabo existe um atenuante, se os servidores da prefeitura lutassem por seus direitos e batessem a porta da Justiça, a prefeita iria ter que devolver o dinheiro que recebeu da caixa para tal mister.
Se, olhe que estou dizendo "se", a Câmara de Vereadores realmente fiscalizasse os atos da prefeita, e, se defendessem os interesses da população, ingressaria com uma ação na Justiça, para sanar essa arbitrariedade contra os servidores da prefeitura.
Que sirva de exemplo aos servidores da Prefeitura de Jeremoabo.
PMA: Justiça determina que contas retornem ao Banese
A decisão foi solicitada pelo Sindicato dos Bancários
Presidente e advogado do SEEB explicaram como aconteceu a decisão da Justiça Federal (Foto: Helena Sader/Portal Infonet)
A Justiça Federal, através da juíza Thelma Maria Santos Machado, da 1ª Vara , determinou que as contas da Prefeitura Municipal de Aracaju retornem ao Banco do Estado de Sergipe. A decisão foi proferida na tarde da última sexta-feira, 19, e o  Sindicato dos Bancários de Sergipe falou sobre o assunto durante coletiva realizada na tarde desta segunda-feira, 22.

A Prefeitura de Aracaju e a Caixa Econômica Federal estão envolvidas no processo, que inclui o fato de que a PMA teria vendido a folha de pagamento à Caixa. Segundo o presidente do sindicato José Souza, não se trata apenas da folha de pagamento. “Não se trata de venda da folha de pagamento. A Prefeitura tirou as contas sempre centralizadas no Banese para outra instituição financeira, a Caixa”, disse Souza.

“No nosso entendimento, não foram observadas as constituições federal e estadual para a troca de instituições financeiras. Da mesma forma, houve atropelo da Lei da Licitação Pública, na medida em que envolveu duas instituições públicas: PMA e Caixa”, completou o presidente do sindicato.

Decisão

A decisão da juíza ratificou que as operações entre a Caixa e a Prefeitura sejam interrompidas. Desta forma, se já foram feitas transferências para a Caixa Econômica Federal, a transferência deve ser anulada e os serviços de contas da Prefeitura devem retornar ao Banese.

Além disso, a justiça ainda determinou que, no caso de haver a venda de folha de pagamento, ela deve ser feita obedecendo à lei nº 8.666, da Licitação Pública. “Sem qualquer licitação, as partes estarão violando a lei”, disse o advogado do sindicato, Charles Robert Sobral Donald.

Ainda acordo com o advogado do sindicato, esta é uma ação imediata e está sujeita a multa diária de R$ 5 mil (cinco mil reais) caso haja descumprimento. “Os mandados de notificação foram expedidos nesta tarde e a Justiça deu trinta dias para que a PMA comece a cumprir o que foi determinado. A Prefeitura pode até recorrer, pois essa é uma medida liminar, mas é uma determinação da Justiça Federal”, disse Charles Robert.
Processo

Anteriormente, o SEEB já havia acionado a Justiça Estadual para que as contas retornassem ao Banese. “Nós já havíamos acionado através da TJSE, que já havia tomado a mesma decisão. Mas a Prefeitura entrou com recursos afirmando que a Justiça Estadual não teria competência deliberar sobre aquele assunto, e meio que exigiram que a ação fosse para a Justiça Federal. Pois bem, desta forma, nós entramos na Justiça Federal e também conseguimos aquilo que corresponde às nossas expectativas”, disse Souza.

PMA

A assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Aracaju informou ao Portal Infonet, que até o momento, a administração municipal não foi notificada oficialmente.
Por Helena Sader e Verlane Estácio





Bahia 23 de setembro de 2014 Ministério Público Federal vai investigar “Mensalinho Baiano” A frente de partidos de oposição...
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Comentando:

Faltou acrescentar no currículo do Ir.: Maç.: Euclides Ribeiro, que o mesmo concluio o Curso Técnico de Contabilidade em janeiro de 1972. Fomos colegas e estudamos no Colégio Comercial "15 de Março", - Paulo Afonso-Bahia -





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O tesoureiro nacional do PT, João Vaccari, delatado pelo ex-diretor corrupto da Petrobras Paulo Roberto Costa, deixou na mão a maioria dos candidatos do PT à reeleição, na Câmara, apesar de o partido ser campeão na arrecadação....
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Mentiras de campanha
O eleitor deve continuar tendo muito cuidado com as mentiras da campanha eleitoral. Sobre a deleção premiada de Paulo Roberto Costa, o homem bomba da Petrobras, CPi, CGU, presidente da República... todos sabiam que não poderiam ter acesso aos depoimentos quando recorreram à Justiça.


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J Fernando Rodrigues adicionou 2 novas fotos.
11 min · 
Apoio a Dilma Rousseff já não é o mesmo em Estados mais dependentes do Bolsa Família.
Em 7 Estados com mais de 40% das famílias beneficiadas os eleitores dão hoje menos apoio à petista do que em 2010.
No total, intenção de voto em Dilma é agora menor do que sua votação em 2010 em 19 Estados. Em 8 deles, presidente está 10 ou mais pontos abaixo do que estava na última eleição. http://uol.com/bwdVR9



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Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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