terça-feira, setembro 11, 2012

“Você pode enganar uma pessoa por muito tempo; algumas por algum tempo; mas não consegue enganar todas por todo o tempo.”



 


 

Político ficha suja de Jeremoabo ou Laranaja apoiado por ele nunca mais...


Lendo a  matéria “Turma de Deri usa de golpe baixo contra Tista”,   inicio dizendo que: “ contra fatos não há argumentos”.

Não possuo procuração para defender o Deri, todavia,  qualquer comentário injusto a seu respeito defenderei e responderei a altura.

Os “ ditadorzinhos ou politiqueiros de meia tigela”, nunca se interessaram em  trazer saúde ou educação para Jeremoabo, pois a saúde é moeda de compra de votos, tendo saúde o povo não irá mendigar seus direitos aos (dês)governos de Jeremoabo, já o povo tendo educação ou cultura irá saber votar distinguir  o que é bom  ou ruim, não se meter em fria de deixar uma oligarquia sem pudor, corrupta irresponsável gerir o destino do povo por mais de trinta anos; ou seja, trinta anos de atraso e sofrimento, basta dizer que nem uma Faculdade a Distância existe nessa capitânia hereditária, a Educação deixa muito a desejar, é sofrível, as estatísticas dos órgãos oficiais não deixam este Blog mentir.

Vamos continuar falando do pela vivo ou elefante branco apelidado de Hospital de Jeremoabo, maior centro de cabide de emprego, já nasceu morto, só funcionou durante o Governo do Dr. Waldir Pires.

Antes do governo Waldir Pires,  o pronto socorro do Hospital só atendia mulher em trabalho de parto que corresse risco de vida ou então baleado ou furado de faca, assim mesmo para ser encaminhado para Paulo Afonso ou Aracaju.

 Já presenciei  criança falecer por falta de atendimento e mulher parir em cima de carroceria de caminhão.

Caso o povo de Jeremoabo soubesse dos seus direitos e exercesse o seu direito de cidadania, já teria processado muitos médicos e prefeitos.

O pessoal paramédico do hospital na sua maioria são competentes e responsáveis, assim como muitos médicos, porém, não existe condições de trabalho, para não me alongar muito, basta dizer que o pronto socorro do hospital de Jeremoabo já foi interditado pela saúde pública por falta de higiene.

Quem atendia muita gente no pronto socorro era o servidor Josadilson, que por falta de médicos medicava os paciente, se sujeitando até a pegar um processo.

O Hospital de Jeremoabo como disse acima,  só funcionou no Governo Waldir Pires, cujo prefeito na época era João Ferreira,  que contratou profissionais especializados, como Cirurgiões, Anestesistas,

Cardiologistas,  Ginecologistas e outros, depois de João Ferreira até os nossos dias o hospital não passa de cabide de emprego, ou esconderijo de Fantasmas,  basta dizer que nem um parto por mais simples que seja se faz, o SAMU serve apenas de sucata de garagem, pois fica lá escondido e poucas pessoas sabem da sua existência, até ambulância, uma delas é alugada em Paulo Afonso,


A respeito do hospital daria para escrever uma enciclopédia das irregularidades e ineficácia, porém, o povo humildeé quem sente a dor na pele é quem geme.

O POVO QUE É SÁBIO DIZ: OS RUÍNS POR SE SÓ SE DESTROEM, JÁ EU ACRESCENTO: “Você pode enganar uma pessoa por muito tempo; algumas por algum tempo; mas não consegue enganar todas por todo o tempo.

Hoje temos os meios de comunicação que vem orientando a população a respeito dos maus políticos, dos corruptos e dos fichas sujas, divulgação essa através de todos órgãos tanto televisionados quanto escrito, principalmente TSE, a OAB, CNBB, PROMOTORIA etc, portanto, orientar não é denegrir a imagem de homem ou mulher,  mas apenas esclarecendo e orientando os menos esclarecidos a não sujar seu voto, votando em candidatos fichas sujas ou laranja indicados pelos mesmos.

Nós estamos na era  da internet, o mundo mudou, o  Brasil está mudando, Jeremoabo´ não irá continuar na contramão da história alimentando politiqueiros corruptos fichas suja. 

 

A POLUIÇÃO DAS FICHAS SUJAS

Como se fazia a Educação, à moda antiga

Judith Imbassahy
Antonio Santos Aquino perguntou e eu respondo: minha educação foi feita por mim, começando a ler os livros de meu avô. Eram de Camilo Castelo Branco e Eça de Queiroz. Digo de meu avô, porque perdi meu querido pai aos 11 anos e minha mãe teve que trabalhar na década de 40, para poder ganhar dinheiro e dar a mim e meu irmão uma boa educação. Educação essa que ficava a cargo de minha avó uma mulher corajosa e ”avant-garde“, sem preconceitos (aproveito aqui para dizer que ela recebia todos, indiferente da cor e do status) ajudando muitos, amadrinhando tantos…
 


 

Comissão aprova proposta de tornar crime hediondo o desvio de recursos da educação ou saúde

A Comissão de Educação do Senado aprovou projeto de lei nesta terça-feira (11) que considera crime hediondo (grave) as fraudes praticadas em licitações, contratos e programas nas áreas da saúde e educação públicas. O presidente do colegiado, Roberto Requião (PMDB-PR), lembrou que a matéria será remetida à apreciação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Segundo ele, como se trata de tipificação criminal, o projeto deve ser encaminhado pela CCJ à comissão especial do Código Penal. O autor da proposta, Lobão Filho (PMDB-MA), lembrou que o Departamento de Patrimônio e Probidade da Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou estudo em que demonstra que praticamente 70% dos recursos públicos desviados no país são das áreas da saúde e educação. Informações do JB.

Cláusulas pétreas, mas nem tanto

Pedro Ricardo Maximino
As cláusulas pétreas não significam uma superrigidez da Constituição. Diz o parágrafo 4º do artigo 60 da Constituição que não será objeto de deliberação proposta de emenda constitucional tendente a abolir:
I – a forma federativa de Estado;
II – o voto direto, secreto, universal e periódico;
III – a separação dos Poderes;
IV – os direitos e garantias individuais



EXCLUSIVO – A verdade sobre a privatização das telecomunicações, vista pelo lado de dentro.

Luiz Cordioli
Sobre telecomunicações, dou aqui meu testemunho, porque trabalhei 20 anos para a Telebrás, fabricando e montando torres. Quando entregava duas delas, em 1995, ouvi de um engenheiro da Telebrasília que o Serjão Motta, enquanto alardeava a necessidade de privatizar a Telebrás, ao mesmo tempo, bloqueava sua atuação.



Marta Suplicy assumirá Ministério da Cultura na quinta

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Caminhoneiro diz que usava máscara de diabo para se esconder da mulher

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Foto: Divulgação/ PRF

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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