quarta-feira, setembro 05, 2012

ELEIÇÕES EM JEREMOABO E O PRINCÍPIO DA IGUALDADE.

SUA ARMA CONTRA A CORRUPÇÃO.

  Confesso que em razão de problemas de saúde me distanciei das campanhas eleitorais de Paulo Afonso e Jeremoabo, o que me levou também a recusar a contratação dos serviços profissionais do meu escritório para candidatos de diversos Municípios.
Embora nascido em Jeremoabo e também ali residente, confesso que em se tratando de campanha político-eleitoral Jeremoabo me surpreende a toda hora. No decorrer da semana passada estive ali para tratar de problemas profissionais e fui surpreendido com o pipocar incessante de fogos de artificio o que me deixou curioso. Entrando na casa de Maria Lúcia indaguei se ela sabia o que se comemorava na Igreja e ela me respondeu que era a entrevista que estava sendo dada pela candidata a vice-prefeito na chapa de Anabel na Jeremoabo FM. Pois é. Jeremoabo é assim mesmo! A cada resposta queimava uma girandola de 400 tiros.
Voltei a Jeremoabo no fim de semana e percorri a região do sertão que compreende o Canché, Incozeira, Água Branca, Brejo Grande, Brejinho, Carnaubeira e os Brancos e me inteirei um pouco da densidade eleitoral dos candidatos Deri, Anabel e Otávio. No povoado “Brancos” apareceram dois veículos pilotados com o 55 e das casas como entrincheiras pipocaram bandeiras do 11 e foi um piseiro só. Parei para tomar água em um bar e me foi dito que ali já havia aposta dando vantagem de 40 votos a um candidato. Chegando à cidade me deparei com uma concentração de veículos do 55 ao lado da Fábrica da Lajel e no Posto Paloma havia outra concentração de veículos do 11 com partida para o Povoado Monte Alegre. A noite teve o comício de Anabel com a presença de Oto Alencar. Fiquei em casa.
O fim de semana me levou a refletir sobre a realidade político-eleitoral da cidade e a nova realidade que poderá acontecer a partir de 07 de outubro.  De um lado estão os 03 ex-prefeitos Tista, Lula e Spencer apoiando a candidatura de Anabel, mulher de Tista que em razão de sua ficha suja ficou impedido de concorrer a cargo eletivo por 08 anos. Do outro lado Deri que traz consigo o apoio da família de João Ferreira e a massa dos menos favorecidos do campo e da zona urbana e como um tertius, se coloca Otávio.
Tista é uma liderança incontestável e tem uma inteligência política respeitável. Não sendo ele o candidato por não ter “Ficha Limpa”, renunciou para evitar a inelegibilidade de sua mulher e a lançou como candidata a prefeito em outubro próximo. Neutralizou a candidatura de Lula com a inclusão da mulher deste na chapa de Anabel. Procurou seus outrora adversários políticos e se não conseguiu engajamento na campanha, conseguiu mantê-los sem atividade política, como é o caso de Spencer.
Em tese, no entorno da candidatura de Anabel e sua inexistência como liderança política com as alianças feitas, se estabelecera uma espécie de uma couraça protetora que na prática não vingou.  É que qualquer aliança somente poderá resultar em êxito se dela participar o povo, especialmente a grande massa pobre de Jeremoabo. Ninguém decide antecipadamente nada, já quem decide é o povo.
Na disputa Anabel X Deri se estabeleceu o tostão contra um milhão ou os ricos X pobres, se é que em Jeremoabo ainda existam  ricos. Quem atentar para Jeremoabo irá perceber que os carros pilotados com o 55 são de modelos caros, geralmente de cabine dupla e os do 11 são modelos mais baratos, cores desbotadas e uma coisa comum, um entusiasmo sem par de seus condutores.
Até os meados do mês de agosto aparentava que a candidata de Anabel transitava em céu de brigadeiro e era só esperar 07 de outubro e partir para o abraço. A inauguração do Comitê de Deri e as caminhadas que se sucederam fez surgir um sinal de alerta para 55 e as coisas parecem que não serão como se pensava.
Em se tratando de campanha eleitoral, pelas regras do jogo democrático, ganha quem tiver a maioria dos votos, assegurado o princípio da igualdade entre as partes contendoras. Se o povo de Jeremoabo entender que as coisas devam ficar como estão, escolherá Anabel, se, entretanto, o povo entender pela ruptura da oligarquia sepultando uma política velha e anacrônica escolherá entre Deri ou Otávio.
Para ser mantida a essência do processo democrático é preciso respeitar valores e o princípio da igualdade entre os candidatos. Na última 2ª feira quando voltava para Paulo Afonso sintonizei a Rádio Vaza-Barris e fiquei estarrecido. Tista de Deda, ex-prefeito e esposo da candidata Anabel fazia um pronunciamento do que fizera como prefeito e o que Anabel e Janete farão, ocupando um espaço de tempo de mais de 05 minutos como se candidato fosse, ou como a dizer a liderança aqui sou eu e se elege quem eu mandar.
Tanto o Ministério Público Eleitoral quanto as Coligações concorrentes deverão ficar atentos e pedir providências ao Juízo Eleitoral para coibir os abusos que estão sendo cometidos nas gravações feitas por Tista e Lula e passadas no horário político da Coligação 06 de julho. A Lei Eleitoral e a RES-TSE nos arts. 54, “caput”, e 44, respectivamente, permitem a participação de eleitor no horário político em apoio a candidato e para pedir voto, não se admitindo a substituição do candidato pelo apoiador. O que a lei eleitoral permite é o apoiador dar depoimento sobre o candidato e pedir voto para ele, ponto final. Tudo que vir depois é abuso de propaganda eleitoral.

Tanto Tista quanto Anabel são de famílias tradicionais de Jeremoabo e deveriam pautar o discurso político nas tradições da cidade e no respeito aos cidadãos jeremoabense.  Para fortalecer a sua campanha Anabel gravou o depoimento de um cidadão chamado Piaba que segundo o programa de Anabel é o maior empresário do ramo de vaquejada. No programa o empresário pediu voto para Anabel. Para bom entendendo meia palavra basta. Creio que encontraremos em Jeremoabo valores com ficha limpa autorizado a pedir voto para um ou outro candidato. É por isso que nos anos das administrações Tista os atos de violência contra os cidadãos foram uma constante. Parece até que esse rapaz se acha Cel. Ramiro Bastos.   
Pelo que vi nos últimos dias parece que a cidade marcha para a ruptura num piseiro só. Faltam 32 dias para o dia 07.10.2012.
Paulo Afonso, 05 de setembro de 2012.
Fernando Montalvão.  montalvao@montalvao.adv.br
Escrit. Montalvão Advogados Associados.

Observação: Grifo de Blog

O ELEITOR DEVERIA TER VERGONHA DE VOTAR EM POLÍTICO FICHA SUJA  OU EN CANDIDATOS APOIADOS POR ELES.

 

 

Eleições e suas  promessas.

Talvez  as ruas de Jeremoabo não estivesse repleta de buracos se toda semana houvesse um comício.
Ainda bem que por um curto período de tempo as entradas da cidade de Jeremoabo estará livre das buraqueiras, pois colocaram uma borra de asfalto que talvez suporte por um mês o tráfego que por ela passa.
Quanto o asfaltamento da BR 235, do Canché a Sergipe, um dia sairá, pois nós da região há mais de trinta anos que escutamos essas promessas, todavia a realidade até agora nada, mesmo o governo de Sergipe cumprindo a sua parte, pois há muitos anos já implantou o asfaltamento até a divisa com a Bahia.
Seria de grande utilidade pública que o Vice Governador da Bahia imitasse os governos de Sergipe e Alagoas e mandasse tapar  a buraqueira dos asfalto que assola a estrada Jeremoabo Salvador, via Antas, pois a buraqueira já se tornou caso de calamidade pública.
O só queria entender o porque das estradas de Sergipe, Alagoas permanecerem em perfeita conservação, já a Bahia é uma verdadeira humilhação e desrespeito ao contribuinte.
O que causa espécie que atualmente o pior trecho é do Rangel a Cícero Dantas, sendo que o Presidente as Assembléia Legislativa da Bahia é de Antas, e pelo que soube constantemente está  comparece naquela localidade.



CUIDADO COM OS FICHA SUJA: ELES ESTÃO NA PISTA



Vestindo peles de cordeiro eles estão pedindo o seu voto
Opinião – Paulo Carneiro
ficha_suja3108Estamos finalmente alcançando os objetivos pelos quais lançamos a versão online do Jornal O PORRETE. Ser um jornal Republicano, feito pelo povo e para o povo, sem temer a verdade, sem esconder notícias, trabalho realizado com honra e dignidade, repudiando todas as propostas de associação ou comprometimento com a escória que comanda o crime organizado neste País, com os responsáveis pelos mais hediondos crimes praticados contra a nação. 
CUIDADO COM A FICHA SUJA
...
Veículos de comunicação independentes de todo Brasil são unânimes em repudiar a liberação de políticos denunciados como ratos dos esgotos instalados nos cofres dos erários estaduais e municipais, e ainda mais repugnantes, as citações que dentre eles, existem candidatos denunciados ou que estão sendo processados por crimes de mando e até estupros.
(Fonte: O Porrete)

Ainda vamos aturar João Paulo Cunha por muito tempo, pois ele vai demorar até perder o mandato.

Carlos Newton
Oportuna reportagem de Erich Decat, na Folha, revela que diversos advogados e até ex-ministros do Supremo Tribunal Federal entendem que a perda de mandato do deputado João Paulo Cunha (PT-SP) deve ser imediata.
É triste contestar esse tipo de informação, mas devemos entender que no Brasil de hoje isso é totalmente impossível. Tão cedo João Paulo Cunha não será punido, porque a Justiça brasileira tem tantas brechas e desvios que até os grandes juristas se perdem no meio delas.



Desigualdade social em queda? Mentira...

Paulo Schueler
A divulgação do relatório “Estado das cidades da América Latina e do Caribe – 2012″ deixou claro: a redução da desigualdade é o principal desafio na América Latina.






 

Para os que estão sobrando, o fogo...

Carlos Chagas
Há quem acredite em coincidências, que obviamente existem. Mas há também quem se livre de responsabilidades alegando coincidências inadmissíveis.



 

 

Pro bono (em defesa dos mensaleiros)

Percival Puggina


Enfim, uma notícia boa: pré-sal bate recorde e ultrapassa 200 mil barris de média diária em julho

Nielmar de Oliveira (Agência Brasil)
A produção média diária do pré-sal em julho foi 172,8 mil barris por dia de petróleo e 5,7 milhões de metros cúbicos diários de gás natural, totalizando 208,9 mil barris de óleo equivalentes por dia – um crescimento de 9% em comparação ao mês anterior, quando a produção chegou a 191,2 mil barris de óleo equivalente de média diária.


 

Julgamento do mensalão (Banco Rural) será retomado com a conclusão do voto de Lewandowski

Renata Giraldi (Agência Brasil)
O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma esta quarta-feira, a partir das 14h, o julgamento do chamado mensalão – Ação Penal 470 -, com a conclusão da leitura do voto do ministro-revisor Ricardo Lewandowski. Ele conclui a leitura do item que se refere ao crime de gestão fraudulenta de instituição financeira imputado a ex-dirigentes do Banco Rural.
 Lewandowski já decidiu pela condenação de Kátia Rabello e José Roberto Salgado, ex-presidenta e vice-presidente do banco.

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

Mais visitadas