segunda-feira, setembro 24, 2012

O REI DE JEREMOABO ESTÁ NU


NÃO VENDA SEU VOTO


Este Blog foi procurado por milhares de leitores a respeito da participação de “tista de deda” em programas de rádios e comícios.
Como subtende-se que todas as emissoras de rádios tem sua assessoria jurídica,   de imediato não me interessei pelo caso, confiando que as mesmas não iriam ser parciais nem tão pouco fazer vistas de mercador com quem quer que seja, pois acredito que o oxigênio de qualquer órgão de comunicação é a sua credibilidade.
Devido  as  insistências dos leitores que confiam e acreditam neste Blog, me vi compelido a tecer a presente resposta: .
Pois bem, a real situação é a seguinte: é  uma afronta a todo cidadão e principalmente a JUSTIÇA, o  “tista de deda” na qualidade de ficha suja usar horário eleitoral ou participar de comícios como se candidatos fosse.
O  Código Eleitoral no art. 337 diz ser crime e traz o seguinte:

“Art. 337 . Participar, o estrangeiro ou brasileiro que não estiver no gozo dos seus direitos políticos, de atividades partidárias, inclusive comícios e atos de propaganda em recintos fechados ou abertos:
Pena - detenção até seis meses e pagamento de 90 a 120 dias-multa.

Parágrafo único. Na mesma pena incorrerá o responsável pelas emissoras de rádio ou televisão que autorizar transmissões de que participem os mencionados neste artigo, bem como o diretor de jornal que lhes divulgar os pronunciamentos.”

Quem estiver com direitos políticos cassados não poderá participar de qualquer atividade de campanha partidária como vem acontecendo com “tista de deda”. Em Rondônia e no Piauí há decisões impedindo a participação do ficha suja em campanha do marido ou da mulher. O TJBA quando na apelação Cível nº. 0001413-62.2008.8.05.022, manteve a sentença condenatória de “tista de deda” por Improbidade Administrativa, devera ter comunicado ao Juiz Eleitoral para retirar o nome dele de folha de votação.
Concluindo: smj., o “tista de deda” nem votar poderá, tão pouco usar serviço de rádio ou comício para fazer campanha, assim como  o responsável  pela emissora de rádio que autorizou a transmissão de quem participe os mencionados no artigo acima, serão responsabilizados  e penalizados.
Só resta a quem interessar possa, requisitar as gravações e representar em juízo.

Não venda seu voto

Atenção colaboradores de Partidos Políticos que adotam uma eleição limpa e sem compra de votos, fiscalizem  movimentos estranhos por intrusos nas filas do pagamento do Bolsa Família ou qualquer outro Benefício do Governo Federal. Ao observar movimento de compra de  votos, gravem o ato doloso e leve ao conhecimento do Ministério Público, exerçam seus direitos de cidadania para termos eleições limpas, fortalecendo assim a Democracia.



Os que lutam

"Há homens que lutam um dia e são bons,
Há outros que lutam um ano e são melhores,
Há os que lutam muitos anos e são muito bons,
Mas há os que lutam toda a vida e estes são imprescindíveis." 

(Bertolt Brecht)




Paulo Afonso: Anilton Bastos lidera com 63%, aponta pesquisa Seculus/Bahia Notícias

por Evilásio Júnior
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Eleitores têm até a próxima quinta para solicitar 2ª via do título de eleitor

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Se você ama Tibau do Sul, não venda seu voto…

Se você ama JEREMOABO, não venda seu voto…

 
 

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Cachaça será reconhecida por nome original no exterior

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A bebida brasileira que é sucesso no mundo todo, atualmente chamada de "Brazilian rum" no exterior, está prestes a ser reconhecida pelo seu nome original: "cachaça". Depois de uma longa campanha dos produtores de aguardente e do governo brasileiro, os Estados Unidos começaram a reconhecer o destilado de cana como uma bebida diferenciada. Confira na Coluna Mercado.
 

Wagner: Vice-prefeito é preso em flagrante ao agredir esposa com vassoura

por Aparecido Silva
 
 




Não dá para apagar o passado (ou Sobre os poderes de Deus)

Carlos Chagas
Voltaire indignou-se com o estudo da História, no seu tempo, para ele nada mais do que um relato de crimes e de infortúnios. E acusou: “transformamos o passado para que fique de acordo com os nossos desígnios para o futuro”.


Eu vi nascer o mensalão

Sebastião Nery



Cientista político diz que julgamento do mensalão pode criar 'círculo virtuoso'

Fernando Mello (Folha de S. Paulo)
Após cinco anos na Universidade de São Paulo, o cientista político Matthew Taylor voltou para a American University, em Washington. Antes, publicou (com Timothy Power) o livro “Corrupção e Democracia no Brasil”, uma análise sobre a impunidade de autoridades brasileiras.

Para Taylor, dependendo do resultado, o julgamento do mensalão pode iniciar um “círculo virtuoso”, ao aumentar a confiança nos brasileiros de que políticos devem, sim, temer a Justiça e podem ir para a cadeia.



Arcebispo defende casamento de padre e diz que Papa não é infalível

Sérgio Fontenele (Folha)
Recém-nomeado arcebispo de Teresina (PI), dom Jacinto Furtado de Brito Sobrinho, 65, diz que o discurso do papa “não é infalível”. E, segundo o religioso, “o fato de que, para ser padre, precisa ser também celibatário, é uma disciplina da Igreja [Católica] que pode mudar”.
O recém-nomeado arcebispo de Teresina, dom Jacinto Furtado de Brito Sobrinho D. Jacinto quer mudanças



Oposição quer novo ministro
do STF de fora do julgamento



Justiça determina mudança em atestado de óbito de Vladimir Herzog

 

Bradesco reduz juros do cartão de crédito, passando de 14,9% para 6,9%

 

 

Ministro do STF defende acúmulo de aposentadoria com auxílio-doença

O ministro do STF Luiz Fux defende o acúmulo do auxílio-acidente com a aposentadoria concedida após 1997

 

Filha de Datena, Letícia Wiermann, é capa de revista Tatu sai da toca e é espalhado pelo país Postos da Vila Formosa marcam menos consultas
Cartaz avisa sobre a suspensão das aulas por causa de agressão a professor A capital foi palco anteontem da Parada das Noivas Carro tenta invadir faixa de moto, na rua Vergueiro, sentido centro

 

 

Ministro do TCU critica supersalários no Congresso


Para Carreiro, entendimento do Congresso que permite pagamento de superslários não é legal
Relator das auditorias que identificaram os pagamentos acima do teto constitucional nas folhas da Câmara e do Senado, Raimundo Carreiro diz ao Congresso em Foco que o Poder Legislativo viola a legislação ao autorizar tais vencimentos
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No Fórum, Manoel Pastana: a verdade por trás do julgamento do mensalão

Carreiro: “Relatório (sobre supersalários) é uma bomba só”

 

Tatu-bola chega a Salvador e não agrada a todos

Paulo Macedo/Bocão News: Tatu, bola, Copa, Salvador

 

 

Prêmio Congresso em Foco: disputa nunca esteve tão acirrada

Nesta terça, um novo juiz. E que pode votar na AP 470

Edição 247:
Indicado por Dilma Rousseff, Teori Zavascki (esq.) será sabatinado nesta terça pelos senadores. Segundo o colega Luiz Fux (dir.), ele pode votar no processo do mensalão, caso este seja o seu desejo. Mas a oposição se mobiliza para impedir sua participação no processo

Revisor do mensalão condena Valdemar Costa Neto e mais dois do antigo PL

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Valdemar Costa Neto é acusado de receber R$ 8,8 mi do valerioduto

 


Bahia é 3º estado com maior número de potenciais estudantes fora da escola

 

Justiça Eleitoral pede prisão de presidente do Google no Brasil

 

"Operação Condor é um processo envergonhado no Brasil"

Divulgação: BSB, 26/02/2003.  FOTO/DIGITAL: ICHIRO GUERRA.

REPORTER DA REVISTA ISTO E, LUIZ CLAUDIO CUNHA.
Autor de um livro sobre o tema e testemunha ocular de um episódio no período da repressão, o  jornalista Luiz Cláudio Cunha é um dos especialistas convidados a participar do Grupo de Trabalho da Operação Condor, criado, este mês, pela Comissão Nacional da Verdade; o 247 conversou com ele; leia a entrevista


Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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