domingo, setembro 16, 2012

Respondendo " tiro no pé"



      







Não só aqui em Jeremoabo mas em qualquer parte,  quando um candidato é forte e está  bem colocado os adversários apelam para o bombardeio,   na tentativa de confundir o eleitorado,   tentando a todo custo reverter o quadro´procurando cinicamente denegrir a imagem do opositor, principalmente quando o desespero ataca.
Diàriamente estão usando certo site de Paulo Afonso, para com o dedo sujo tentar denegrir a imagem do Deri, apelando até para mentiras eo costumeiro jogo sujo.
Deri não é formado como  a maioria do povo de Jeremoabo, porém  a sua mensagem o povão entende, é o linguajar do povo pobre, do povo que passou cede. Sofreu por falta de medicamentos, teve os seus direitos usurpados por essa “ elite”  corrupta, falida e ultrapassada, é a oligarquia que dominou Jeremoabo por mais de trinta anos, implantando o atraso e a falta de cultura.
Nessa altura do campeonato querer transferir defeitos para o Deri  apelando ´para ironia,  é a arma dos: FRACOS, INCOMPETENTES E INVEJOSOS!! Só as pessoas frustradas e pobres de espírito assim o fazem.
A arma dos fracos é atacar os fortes…
Nas últimas semanas o jogo sujo da politicagem jeremoabense cresceu e mostrou sua verdadeira face.
Em resposta ao deboche dos que se dizem intelectuais, nada melhor do que transcrever um trecho do site jornalista 292: " Ah, mas tem a gloriosa aristocracia envolvida por trás das coxias dessa apresentação de fantoches, não é? Na verdade são meros bobos da corte. Debater e ter seu candidato é um direito de todos, o que não deve haver, em minha humilde opinião, é o deboche e muito menos ataques pessoais. Entendo e defendo, quando alguém inicia uma crítica utilizando uma linguagem vulgar, de ironia, deboche, ataques pessoais e preconceituosos, já se desqualifica logo de início."










       
    


     





FICHA SUJA NÃO DEVERIA LANÇAR ESPOSA COMO CANDIDATA

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Para um político com ficha suja, que é impedido pela Justiça Eleitoral de ser candidato a prefeito, há a alternativa de se fazer eleito através da esposa. É como se ele fosse eleito indiretamente. A esposa é eleita, mas quem dar ás ordens é o marido. E qual é a esposa que ousaria contrariar as determinações de quem a fez ser eleita prefeita? Ela ficaria responsável em assinar documentos e ele é quem tomaria conta das chaves dos cofres públicos. Para um político ficha suja, isso significaria a possibilidade de permanecer mamando, mandando e desmandando nas tetas do poder. A origem da situação de impedimento de candidatura do político ficha suja, foi o roubo do dinheiro público que deveria servir para construção de postos médicos, merenda escolar e pavimentações de ruas, mas que acabou nos bolsos de eleitores e lideranças comunitárias e partidárias venais. E para manter este ciclo pernicioso de surrupiamento do erário, é que entra em cena a esposa do salafrário. É através dela que ele deseja manter suas garras de gatuno sobre o bolo, com as migalhas jogadas aos seus asseclas. Entretanto, o povo já sabe de tudo isso e não permitirá que este ciclo de pilhagem se sustente com o beneplácito da maioria. A maioria fará a bruxa ser derrotada, enxovalhada e escurraçada… com, ou sem vassoura!

Por: Val Cabral
 
 
 

 

  Raul Spinassé / A Tarde

"Gestão do PT parou nas páginas policiais"

O candidato do DEM à Prefeitura do Salvador, ACM Neto, em sabatina do jornal A Tarde, protagonizou mais um round contra o adversário petista Nelson Pelegrino no quesito participação no governo de João Henrique; o democrata voltou a afirmar que seu partido só teve a Saltur, "ao contrário do PT, que teve cinco pastas importantíssimas e fez a Secretaria da Saúde parar nas páginas policiais"; Neto se refere ao assassinato do servidor Neylton Souto, encontrado morto dentro da secretaria em 2007
comentários

O povo está fora do jogo democrático

Roberto Nascimento
O emérito jornalista Carlos Chagas fez aqui no Blog da Tribuna uma análise precisa sobre o atual momento do Legislativo, que foi rifado das grandes questões nacionais, cujos protagonistas Executivo e Judiciário dão as cartas em diferentes ocasiões.
Os parlamentares, ao contrário, perdem força e credibilidade junto ao povo, situação agravada em dois episódios lamentáveis: o processo do Mensalão e a CPI do Cachoeira.

Nos dois casos mais rumorosos dos últimos tempos está envolvida a nata do Parlamento, permeada por chefes de Executivos estaduais.

 

A presença de Bin LAden no ataque ao Consulado dos EUA na Líbia

Carlos Newton
As agências internacionais destacam que o ataque ao consulado norte-americano em Benghazi, no Leste da Líbia, foi promovido para vingar a morte do número 2 da Al Qaeda, Abu Yahya Al Libi, de acordo com comunicado do ramo iemenita da rede extremista. Abu Yahya Al Libi foi morto no início de junho, no Paquistão, em ataque de um avião não tripulado norte-americano.
Laden segue inspirando os islamitas



A regra da proximidade na eleição municipal

Carla Kreefft
A eleição municipal, apesar de ainda estar em curso, já aponta para algumas lições que até não são novas, mas quase sempre são esquecidas pelos partidos. A principal delas talvez seja a necessidade de proximidade entre o candidato e a cidade. A população escolhe o candidato que está mais perto, ainda que essa aproximação não seja referente à pessoa física. Muitas vezes diz respeito ao trabalho realizado.









O processo de independência

Mauro Santayana
O dia 7 de setembro deveria ser ocupado mais em reflexões do que nos desfiles cívicos e militares, ainda que eles tenham o seu forte simbolismo. A data lembra um dos momentos do processo de construção de nossa independência, que ainda não se completou. A própria proclamação, em si mesma, não a assegura; antes, a enuncia como um projeto. Como em outros episódios a ele contemporâneos, a frase forte registra o compromisso de conquistar a independência ou morrer na luta que se prevê. É o anúncio de um contrato com o destino.










Inflar Haddad sem esvaziar Russomanno?

Carlos Chagas
Dedica-se o governo federal a inflar a bola de Fernando Haddad, numa orquestração cujo maestro, sem sombra de dúvidas, é o ex-presidente Lula. Vem de algum tempo a nomeação que não deu certo, do senador Marcelo Crivella para ministro da Pesca, já que seu partido, o PRN, não cedeu à pressão do PT e permanece fechado com Celso Russomano. Nova tentativa para reforçar o candidato se fez quinta-feira com a posse de Marta Suplicy no ministério da Cultura.
Lula dá força total






Horas extras e adicionais podem aumentar grana da aposentadoria

Segurado por tempo de contribuição precisa conferir se todos os pagamentos feitos pelos patrões viraram contribuições

procon-sp



Adriana Lima entrou para a categoria "The Supers" Melo e Soares garantiram a classificação brasileira para a Copa Davis Lucas no lance que gerou o primeiro gol da partida Sao Paulo x Portuguesa
Meia Alex ganha estátua no clube turco Fenerbahce Átila Abreu larga na pole na volta da Stock Car a Cascavel Policiais em frente ao bar em Guarulhos: tentativa de assalto terminou com um PM ferido


Ficha Limpa: 31 candidatos a prefeito na Bahia já foram barrados pelo TRE-BA

Ficha Limpa: 31 candidatos a prefeito na Bahia já foram barrados pelo TRE-BA
Ceará com 176 barrados e Minas com 148 são os estados recordistas

No país do futebol, a educação e a saúde que se danem

Carlos Newton
É desalentador receber a notícia de que o Sistema Único de Saúde (SUS) desativou quase 42 mil leitos de hospitais nos últimos sete anos, segundo uma análise do Conselho Federal de Medicina (CFM). Atualmente, o país tem mais de 354 mil leitos em todos os estados, mais o Distrito Federal. A redução, portanto, representa 11,8% do total em atividade hoje.


Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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